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  • O BRASIL EH O QUE ME ENVENENA MAS EH O QUE ME CURA (LUIZ ANTONIO SIMAS)

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    Fragmentos de textos e imagens catadas nesta tela, capturadas desta web, varridas de jornais, revistas, livros, sons, filtradas pelos olhos e ouvidos e escorrendo pelos dedos para serem derramadas sobre as teclas... e viverem eterna e instanta neamente num logradouro digital. Desagua douro de pensa mentos.


    domingo, setembro 06, 2026

    Dia do Irmão


     ARTEVILLAR

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    A realidade é uma verdadeira Alucinação

     

    Alucinação, de Belchior, é reflete desilusão política, comportamental e libertária dos anos 1970 - Cicero O. Neto/Folhapress 

     "O disco Alucinação é para ser ouvido inteiro, de cabo a rabo. A ordem das músicas constrói um roteiro elaborado e cria um contexto maior. Os arranjos, pensados de forma a construir uma unidade narrativa, ajudam a criar uma atmosfera que permeia todo o disco. Uma experiência completa.

    Tudo isso contribui para que o ouvinte embarque numa viagem pela desilusão política, comportamental e libertária que acometeu a geração dos anos 1970 e que ecoa em ondas até hoje. O discurso, coeso, é encadeado faixa a faixa, desde a primeira até a décima."

    leia analise de Renato Terra e Rodrigo Sampaio 

    A realidade é uma verdadeira Alucinação - revista piauí

    Alejo Carpentier

     

     Flavio Pinheiro

    A rica plumagem do estilo e a assombrosa erudição do cubano Alejo Carpentier (1904-1980) estão disponíveis de novo. Num momento em que Cuba está assediada por pressões imperiais, saudosas de cassinos e hotéis que rescendiam a luxo cafona e predatório, é oportuno lembrar dele. Filho de pai francês e mãe suíça, Carpentier foi para Cuba com dois anos e lá decantou para sempre sua alma. Em agosto de 2024 a Editora 34 lançou “A Cidade das Colunas” (tradução de Samuel Titan Jr), breve e cativante ensaio motivado por fotos esplêndidas de Havana do italiano Paolo Gasparini, hoje com 92 anos. “No princípio foi o mestre de obras, o homem do prumo e da argamassa”, diz Carpentier logo na abertura. E a arquitetura que veio depois das primeiras edificações corresponde a variada fisionomia urbana e humana de Havana. “Desde sempre a rua cubana foi buliçosa e falastrona, com sua litania de pregões, seus camelôs intrometidos, seus confeiteiros anunciados por sinetas maiores que o próprio tabuleiro de doces...” A rua de alegria mestiça o tempo todo conversa com inconfundíveis marcas arquitetônicas. Uma arquitetura marcada por tantas colunas, mas também por sombras e penumbras, defesas da intimidade e anteparos para o sol.

    Mas Carpentier está de volta também com “O Recurso do Método”, caprichada reedição com nova tradução (André Aires) lançada pela Editora Pinard em dezembro de 2025. “Recurso...” inscreve-se na linhagem de romances latino-americanos sobre ditadores, como “Eu o Supremo”, do paraguaio Augusto Roa Bastos, “O Senhor Presidente”, do guatemalteco Miguel Ángel Asturias, ou “O Outono do Patriarca”, do colombiano Gabriel Garcia Márquez. Neles o que parece anedótico ou caricato é simplesmente veraz. O ridículo premia tiranos. O ditador de Carpentier, com manhas e ares aristocráticos dialoga com “O Discurso do Método”, de René Descartes (1596-1650), um dos fundadores da filosofia moderna. Mas apenas para malversar seus princípios e encobrir com este verniz malvadezas e violentos arroubos autoritários. O livro começa com preguiçoso despertar... “mas eu acabei de me deitar. E já toca a campainha. Seis e quinze. Não pode ser. Sete e quinze, talvez. Mais perto. Oito e quinze. Esse despertador será um prodígio da relojoaria suíça, mas seus ponteiros são tão finos que quase não se veem. Nove e quinze. Também não. Os óculos. Dez e quinze. Isso sim”. Ditaduras não dispensam comodidades das elites em que se espelham. 

    Para ler mais Carpentier: “O Reino deste Mundo”, “O Século das Luzes”, “O Cerco” e “Concerto Barroco”. Livraços.


     ILUSTRAÇÃO: LOREDANO 

    'He was a violent socialist': How Superman started out as a radical rebel

     Alamy Superman on cover of first ever issue of the Action Comics in 1938 (Credit: Alamy)

     "Some of the people who are roughed up by this boisterous outlaw are pistol-packing racketeers, but usually they are a less glamorous brand of villain – a domestic abuser, an orphanage superintendent who is cruel to children – and the majority are so wealthy that they don't need to rob banks: there is the mine owner who skimps on safety measures, the construction magnate who sabotages a competitor's buildings, the politician who buys a newspaper in order to turn it into a propaganda sheet. Rather than being a typical costumed crime-fighter, then, the Superman of 1938 was a left-wing revolutionary."

    read article by NICHOLAS BARBER

    'He was a violent socialist': How Superman started out as a radical rebel

    Pentatonix & Dolly Parton - Jolene

     

    He talks about you in his sleepAnd there's nothin' I can do to keepFrom cryin' when he calls your name, JoleneAnd I can easily understandHow you could easily take my manBut you don't know what he means to me, Jolene




     

    Lindão, libera o ativo

    NANDO MOTTA



    GEUVAR



    GILMAR



    FERNANDES


     

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    Billie Holiday - My Man

     

    I just like to dream
    Of a cottage by a stream with my man
    Where a few flowers grew
    And perhaps a kid or two like my man

    And then my eyes get wet
    I 'most forget
    Till he gets hot and tells me not to talk such rot



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