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    Fragmentos de textos e imagens catadas nesta tela, capturadas desta web, varridas de jornais, revistas, livros, sons, filtradas pelos olhos e ouvidos e escorrendo pelos dedos para serem derramadas sobre as teclas... e viverem eterna e instanta neamente num logradouro digital. Desagua douro de pensa mentos.


    quarta-feira, novembro 30, 2016

    pela cochlea: Elza Soares - Comigo

    Levo minha mãe comigo
    De um modo que não sei dizer

    Levo minha mãe comigo
    Pois deu-me seu próprio ser


    Chape





    (Joinville, SC)

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    Justiça autoriza quebra de sigilo de colunista do Estadão




    "Em texto, a Abraji repudiou a situação. "É com indignação que a Abraji vem, mais uma vez, lembrar a membros da Polícia, do Ministério Público e do Judiciário que o sigilo da fonte é uma garantia constitucional (Art. 5º, inciso XIV) e não pode ser violado. A Abraji repudia a decisão de Lopes e roga à Justiça que a reverta, cumprindo a Constituição Federal e observando o Estado democrático de direito em que o país ainda vive"."

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    Justiça autoriza quebra de sigilo de colunista do Estadão

    Questões para Temer




    (Salvador, BA)

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    pela cochlea: Romulo Fróes "Comigo"

    Levo minha mãe comigo
    Embora se tenha ido
    Levo minha mãe comigo
    Talvez por sermos tão parecidos

    Para Jo Ann

    pela cochlea: Romulo Fróes "Comigo"

    Levo minha mãe comigo
    Embora se tenha ido
    Levo minha mãe comigo
    Talvez por sermos tão parecidos

    Para Jo Ann

    Maia cria comissão para rever decisão do STF sobre aborto



      Rodrigo Maia


    "Barroso argumentou que a criminalização do aborto nos três primeiros meses da gestação viola os direitos sexuais e reprodutivos da mulher, o direito à autonomia de fazer suas escolhas e o direito à integridade física e psíquica. Ele também ressaltou que a criminalização do aborto não é aplicada em países democráticos e desenvolvidos, como os Estados Unidos, Alemanha, França, Reino Unido e Holanda, entre outros.

    "Em verdade, a criminalização confere uma proteção deficiente aos direitos sexuais e reprodutivos, à autonomia, à integridade psíquica e física, e à saúde da mulher, com reflexos sobre a igualdade de gênero e impacto desproporcional sobre as mulheres mais pobres. Além disso, criminalizar a mulher que deseja abortar gera custos sociais e para o sistema de saúde, que decorrem da necessidade de a mulher se submeter a procedimentos inseguros, com aumento da morbidade e da letalidade", decidiu Barroso."


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    Maia cria comissão para rever decisão do STF sobre aborto | Brasil | DW.COM | 30.11.2016

    Câmara desfigura projeto de lei anticorrupção


      Brasilien Parlament - Diskussion über Anti-Korruptionsgesetze (Agência Brasil/Fábio Rodrigues Pozzebom)


    "o deputado Onyx Lorenzoni (DEM-RS), o relator do projeto, afirmou: "A Câmara perdeu uma excelente oportunidade de prestar um serviço ao Brasil e, movidos por sede de vingança contra o Ministério Público e o Judiciário, começaram uma crise institucional que deve se agravar."

    Confira as principais alterações sofridas pelo projeto:"

    leia mais>

    Câmara desfigura projeto de lei anticorrupção | Brasil | DW.COM | 30.11.2016

    terça-feira, novembro 29, 2016

    Fidel





    (Salvador, BA)

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    PELA COCHLEA; KRAFTWERK - COMPUTER LOVE LIVE 1981

    PALAVRAS




    Cada repórter, antes de sair de casa, da redação ou do seu umbigo para as ruas do mundo, precisa primeiro atravessar a rua de si mesmo. Este é um movimento profundo e constantemente aprimorado, que cada um encontra seu próprio jeito de fazer. Mas é um movimento obrigatório se quisermos ter a chance de encontrar o outro. Nesse movimento, nos esvaziamos de nossa visão de mundo, de nossos preconceitos, de nossos julgamentos, para irmos o mais vazios possível em direção ao mundo que é o outro, para que possamos ser preenchidos por ele e então empreendermos a viagem de volta, o que está longe de ser fácil. Quando voltamos para casa somos outros, transformados por essa experiência de ser um outro . Nesse movimento de ida e volta, em que aquele que foi já não é o mesmo q ue retorna, nosso desafio é decifrar a narrativa ou as narrativas daquela pessoa, daquele grupo, daquele mundo ou daquele acontecimento.

    Ser repórter não é dado pelo fato de atuar na imprensa tradicional ou nas novas mídias, não é dado por ter diploma ou não, não é dado por títulos e por prêmios. Ser repórter simplesmente não está dado, na medida em que é um modo de estar no mundo. É mais do que um fazer – é um ser. E um ser que só é ao arriscar-se a ser outro.    


     - ELIANE BRUM

    Chape





    (Campinas, SP)
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