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  • O BRASIL EH O QUE ME ENVENENA MAS EH O QUE ME CURA (LUIZ ANTONIO SIMAS)

  • Vislumbres

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    Fragmentos de textos e imagens catadas nesta tela, capturadas desta web, varridas de jornais, revistas, livros, sons, filtradas pelos olhos e ouvidos e escorrendo pelos dedos para serem derramadas sobre as teclas... e viverem eterna e instanta neamente num logradouro digital. Desagua douro de pensa mentos.


    sábado, janeiro 20, 2024

    Minhas fotos mais interessantes postadas em 2023 (19)


     

    Bella Ciao (Pianura Plana and Versione partigiana) - Il Nuovo Canzioner...



    E quest'è il fiore del partigiano
    Morto per la libertà

    Mais filmes que me impactaram em 2023

     CONFIRA OS FILMES QUE MAIS ME IMPACTARAM EM 2023

     

    E agora, num segundo nível, mais filmes que também me impactaram em 2023....

     

     (pela ordem em que foram vistos...)



    HOLY SPIDER - dir Ali Abbasi, rot Abbasi & Afshin Bahrami & Jones Wagner , Iran, 2022 (netflix)


    TORI ET LOKITA - dir & rot Jean Pierre & Luc Dardenne, Belgica, 2022

     


    UTAMA - dir & rot Alejandro Grisi, Bolivia, 2022

     


    HUESERA - dir Michelle Cervera, rot Cervera & Abia Castillo,   Colombia,  2022

     


    NO BEARS - dir & rot Jafar Panahi, Iran, 2022

     


    ALCARRÁS - dir Carla Simon, rot Simon & Arnau Vilaró , Espanha, 2022 (mubi) 

     


    CARVÃO - dir & rot Carolina Markowicz, Brasil, 2022 (mubi)

     


    PAST LIVES - dir & rot Celine Song, Coreia, 2023

     


    TENGO SUEÑOS ELETRICOS - dir & rot Valentina Maurel, Guatemala, 2023 (mubi)


     


    A THOUSAND AND ONE - dir & rot A. V. Rockwell, EUA, 2023 (amazon prime)


    LES CINQ DIABLES - dir & rot Lea Mysius, França, 2022 (mubi)


    A SEGUIR:
    OS CLASSICOS QUE VI OU REVI E QUE MAIS ME IMPACTARAM EM 2023













    Minhas fotos mais interessantes postadas em 2023 (18)


     

    Bob Dylan - Hurricane 1975 [Live]



    Here comes the story of the Hurricane
    The man the authorities came to blame
    For somethin' that he never done
    Put in a prison cell
    But one time he could'a been
    The champion of the world

    ZIAD IN GAZA

    I go to check on my friend who has been hosted by the family of a friend of his. They welcome me and invite me inside. I sit down with my friend, his friend and the family.

    Fifteen minutes into the conversation, at which we discussed the usual (the lack of food, our safety, our fear of the future, etc), the father, a 73-year-old man, started crying.

    “This is not the Gaza that I know. This is not how I wanted to spend the final years of my life. There are tents everywhere. People are begging for money. We are terrified for our lives. This is the biggest test we have ever had.

    “If I die”, he says, “will I have a place to be buried in?”

    His wife tells me about her neighbour, a cancer patient who hasn’t had her medicine in a long while. Such stories are no longer surprising. Her son looks at her and says: “Aren’t we all dying, slowly?”

    On my way out, the father, whom I have met for the first time, asks if he could hug me. I couldn’t be happier. He felt like a father to me. I am grateful for his hug. I needed it.

     Palestinians fleeing Israeli attacks seek shelter in makeshift tents in Rafah. Photograph: Anadolu/Getty Images

     

     

    Freedom - Official Music Video (Be Free Mix Ft J Cole)



    All we wan' do is take the chains off and
    All we wan' do is be free

    sexta-feira, janeiro 19, 2024

    Sobrados em Gaza

    DALCIO MACHADO
     

     
     
    GILMAR
     

     
     
    SANTIAGO
     
     

     

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    Minhas fotos mais interessantes postadas em 2023 (17)


     

    Trilhos Urbanos | Gaia Wilmer e Jaques Morelenbaum (Caetano Veloso)

    A TÁTICA DO INELEGÍVEL

     A tática do inelegível

      
    ANA CLARA COSTA

    Desde que Lula assumiu a Presidência da República e apresentou sua pauta econômica, a reforma tributária tornou-se uma questão de vida ou morte – para Jair Bolsonaro. O assunto nunca despertou seu interesse pessoal, mas ele avaliava que sofreria um revés humilhante, caso o governo petista fosse capaz de construir um consenso mínimo no Congresso Nacional e ainda aprovar a reforma já no primeiro ano de gestão. Logo ele que vendeu ao mercado a promessa de que faria tudo – a reforma da Previdência, a reforma tributária, a reforma administrativa – e encerrou seu mandato aprovando apenas a previdenciária, e a duras penas. Bolsonaro mandou às favas os escrúpulos fiscalistas de seu ministro Paulo Guedes e furou o teto de gastos cinco vezes, mas, ainda assim, uma vitória do PT num tema tão complexo como tributos seria aviltante.

    Tanto mais que o ex-presidente se empenhou no assunto durante seu governo. Como a reforma tributária mexia nos ganhos de grande parte da elite nacional, Bolsonaro chegava a despachar sobre o tema diretamente com seu primeiro secretário da Receita, Marcos Cintra, que se debruçara sobre os tributos desde a campanha eleitoral. Criou-se até uma distorção dentro do ministério de Paulo Guedes: havia dois grupos discutindo textos diferentes – um de Cintra e outro de Rodrigo Maia, então presidente da Câmara dos Deputados. Maia não tinha simpatia por Cintra e preferia a proposta de reforma desenhada pelo economista Bernard Appy, que hoje integra a gestão de Fernando Haddad. 

    O sentimento de humilhação de Bol-
    sonaro, segundo o relato de alguns de seus
    interlocutores, começou a tomar corpo no
    início de novembro, quando uma primei-
    ra versão da reforma passou no Senado – e
    o texto-base era aquele de autoria de Ber-
    nard Appy. Depois de um ano quase intei-
    ro recluso em razão dos temores penais,
    Bolsonaro decidiu encerrar a quarentena.

     
    Em outubro, já estava articulando contra
    a reforma discretamente, mas no mês se-
    guinte ficou mais desinibido. Em 8 de
    novembro, o jornal O Estado de S. Paulo
    publicou uma mensagem em que Bolso-
    naro cobrava o apoio do senador Nelson
    Trad Filho (psd-ms): “Trad, você amanhã
    será decisivo para derrotarmos a reforma
    tributária.” Trad votou a favor.

     
    Até então, as articulações da direita
    contra Lula vinham sendo tocadas à meia-
    luz nos bastidores por Arthur Lira (pp-al),
    o presidente da Câmara. Lira é a melhor
    encarnação do que o cientista político
    Marcos Nobre chamou de “Centrão sem
    medo”, no artigo Pega, mata e come
    (piauí_204, setembro 2023) – o “Centrão
    sem medo” é aquele bloco que, em nome
    de seus interesses, está disposto a aderir a
    qualquer lado, inclusive o da extrema di-
    reita, mas anda cansado de exercer o papel
    de coadjuvante. Agora e cada vez mais,
    com a fome de um carcará, seu objetivo é
    o poder – sem intermediários.

     
    A reforma tributária em sua versão
    definitiva foi aprovada em segundo turno
    na Câmara por 365 votos a 118, no dia
    15 de dezembro. “Um fato histórico”,
    comemorou Lula. E Bolsonaro engoliu
    o sapo. Mas sua volta ao jogo público, que
    começou a tomar forma ainda antes das
    articulações contra a reforma, animou o
    presidente do Partido Liberal, Valdemar
    Costa Neto. Até o canal do YouTube
    de Bolsonaro estava sendo melancolica-
    mente pautado por Lula. Sempre que o
    presidente inaugurava uma obra, a equi-
    pe corria para colocar um vídeo antigo
    dizendo que tudo havia começado no
    governo anterior. Agora, retomou a pos-
    tagem de registros de suas andanças e
    ataques ao governo, como no caso da in-
    dicação de Flávio Dino para o Supremo
    Tribunal Federal.

     
    Na versão sem medo, Bolsonaro vol-
    tou a organizar recepções na sua chega-
    da em aeroportos do interior, apoiar
    candidatos ao pleito de 2024 (como Ri-
    cardo Salles, que quer ser prefeito de São
    Paulo) e até voou de helicóptero sobre
    cidades inundadas em Santa Catarina na
    companhia do governador aliado. Tam-
    bém deu para aparecer de surpresa nos
    lugares – em eventos de Michelle e até em
    encontros oficiais, como aconteceu na
    reunião do embaixador de Israel, Daniel
    Zonshine, com parlamentares da direita,
    para discutir o conflito entre Israel e o
    Hamas. Ali, era o puro suco de Bolsona-
    ro, tentando faturar sobre uma tragédia.
    Fabio Wajngarten, assessor informal
    de Bolsonaro com alguma influência en-
    tre os membros da comunidade judaica,
    achou que seria uma boa ideia infiltrar
    o ex-presidente na reunião na Câmara.

     
    O embaixador Zonshine queria apresen-
    tar vídeos dos ataques do Hamas aos
    deputados, no intuito de pressionar indi-
    retamente o governo Lula a marcar uma
    posição mais crítica aos ataques. Wajngar-
    ten articulou o encontro com o pl, e Bolso-
    naro apareceu na última hora. A reunião
    deve inviabilizar a permanência do em-
    baixador no Brasil, sob a suspeita de ul-
    trapassar os limites da diplomacia para
    fazer política, mas reforçou a posição
    pró-Israel de Bolsonaro, gerando simpa-
    tia até em parte da comunidade judaica
    que havia votado em Lula.

     
    Os movimentos de Bolsonaro deixa-
    ram o Palácio do Planalto em aler-
    ta. Em parte por isso, o governo se
    empenhou em promover um ato tão ba-
    rulhento, com a presença de tantos mi-
    nistros, para receber os brasileiros que
    voltavam da Faixa de Gaza, resgatados
    pela equipe do Itamaraty. Era uma for-
    ma de evitar que Bolsonaro tentasse ca-
    pitalizar a chegada do grupo ao país.
    No final da disputa, ele ganhou a bata-
    lha dentro de parte da comunidade ju-
    daica, mas não levou a de Gaza. Logo,
    voltou suas atenções para a Argentina,
    que, naquela altura, se preparava para a
    eleição presidencial.

     
    O ex-presidente se envolveu pessoal-
    mente na campanha do direitista Javier
    Milei. Filmou a conversa em que parabe-
    nizou Milei pela vitória e, depois, compa-
    receu à posse do novo presidente (à qual
    Lula não foi) e fez outra aparição de sur-
    presa – desta vez, tentou se infiltrar na foto
    oficial dos presidentes presentes à posse de
    Milei. Foi barrado. O triunfo de Milei re-
    força, na avaliação de Bolsonaro, que no
    mundo de hoje não há mais lugar para a
    “esquerda”. Ele está convicto de que Do-
    nald Trump ganhará a eleição deste ano e
    que, junto com Milei, ajudará de algum
    modo a favorecer a extrema direita no Bra-
    sil, ainda que ele próprio esteja fora do
    páreo, já que inelegível até 2030.

     
    A convicção do ex-presidente, ainda
    segundo aqueles que o cercam, tem fun-
    cionado como uma evitação mental do
    que o futuro lhe reserva. Bolsonaro acre-
    dita que, de fato, acabará sendo preso
    por sua atuação golpista, mas acha que
    precisa mostrar dentes e músculos. Já foi
    alertado nos bastidores de que a delação
    de Mauro Cid, seu ajudante de ordens
    no governo, não deverá ter uma prova
    substancial que o coloque como artífice
    do 8 de janeiro, mas, mesmo assim, acha
    que será condenado porque seu caso está
    sendo avaliado por um “tribunal políti-
    co”. Incensar a militância neste momen-
    to, portanto, é providencial.

     
    Na Justiça, afinal, as perspectivas efe-
    tivamente não lhe são animadoras. As
    primeiras condenações dos bolsonaristas
    que participaram da intentona golpista
    têm se aproximado dos vinte anos de ca-
    deia. A expectativa é que essa dosimetria
    seja ainda mais severa para o caso dos
    artífices. O stf, neste momento, está ca-
    librando o calendário: não quer uma
    condenação tão rápida que transforme
    Bolsonaro em vítima, nem tão lenta que
    lhe dê tempo para fortalecer os múscu-
    los e arreganhar os dentes.  

    PIAUI

     

    ilustRAÇÃO allan sieber


     

     

    Minhas fotos mais interessantes postadas em 2023 (16)

     


    Love Letters To Plants - King Tuff



    Cause I just wanna dance and
    Write love letters to plants and
    I don't need anything else in my life

    Estudo mostra que EUA gastam 62% do orçamento com guerras ou ações militarizadas

     

     

    "O título “Warfare State” é uma ironia com o termo “Wellfare State”, conceito no qual o Estado protege e promove o bem-estar econômico e social de seus cidadãos, com base nos princípios de igualdade de oportunidades, distribuição equitativa de riqueza e responsabilidade pública para os cidadãos incapazes de prover para si.

    No estudo, os pesquisadores Lindsay Koshgarian, Alliyah Lusuegro e Ashih Siddique argumentam que esta despesa militarizada causou muito mais danos do que benefícios, já que o consistente subinvestimento do governo americano nas necessidades humanas tornou o país muito menos seguro.

    Menos de US$ 2 de cada US$ 5 em gastos discricionários federais estavam disponíveis para investimentos em pessoas e comunidades, incluindo educação pública primária e secundária, programas habitacionais, projetos de cuidados infantis, auxílio federal em casos de desastres, programas ambientais e pesquisas científicas."


    leia mais>>  

    Estudo mostra que EUA gastam 62% do orçamento com guerras ou ações militarizadas - ICL Notícias

    Peixes pequenos, chuvas & racismo ambiental

    FRAGA 
     

     
     

    LADINO

     

     

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    ZIAD IN GAZA

     New areas were asked to evacuate. People who have evacuated once or several times before and “settled” in new places, were asked, again, to leave. But there are no spaces left. Last week, a new family joined us, and this week another one did. The situation is getting worse and worse.

    My sister’s friend and her two daughters come to visit. They have been staying in a school for more than two months now. But after the evacuation announcement to their new area, most families there left, and they had no place to go to. They asked if it is possible to stay with us. But the hosting family apologised, simply because two new families are staying with us. The woman’s eyes were full of tears when she was explaining how scared she was for her, and her two daughters’ lives. Finding an apartment is impossible right now. But we contacted everyone we knew to search for available places for them to put a tent.

    I feel awful about them and am very worried for their safety. I talk to Ahmad and he promises me he will do his best to help them. On his way out of the room, I hear him talking to himself: “Today is their turn, in a few days, it will be ours.”

    The misery continues. A guy I know is staying with his family in a friend’s apartment. When they had to evacuate, the apartment was empty. But with the new evacuation process, the hosting family itself had to move in as well. “We offered to leave immediately, but the hosting family members started crying and begged us not to. Now, there are 60 people in a three-room apartment.”

    I just cannot believe that our utmost hope became finding a space for a tent. This is inhumane.

     

    BRASOV - Quem Não Quer Sou Eu (Noel Rosa)



    Quando eu queria o teu amor
    Não davas atenção ao meu
    Pra mim tu não tens mais valor
    Agora quem não quer sou eu

    quinta-feira, janeiro 18, 2024

    Relatório da Oxfam mostra que o mundo está ainda mais desigual

     

    "Desde 2020, quase 5 bilhões de pessoas em todo o pla"neta empobreceram. “A fortuna dos cinco bilionários mais ricos do mundo mais do que dobrou desde o início desta década, enquanto 60% da humanidade ficou mais pobre”, diz o relatório."

    LEIA MAIS>> 

    Relatório da Oxfam mostra que o mundo está ainda mais desigual - ICL Notícias


    1. Desde 2020, quando começou esta década de divisão, os cinco homens mais ricos do mundo viram suas fortunas mais do que duplicas, enquanto o patrimônio de quase cinco bilhões de pessoas diminuiu.
2. Se cada um dos cinco homens mais ricos do mundo gastasse um milhão de dólares por dia, eles levariam 476 anos para esgotar todo o seu patrimônio combinado.
3. Sete em cada dez das maiores empresas do mundo têm bilionários como CEOs ou principais acionistas.
4. O 1% mais rico do mundo possui 59% de todos os ativos financeiros globais.
5. O 1% mais rico do mundo emite a mesma quantidade de poluição de carbono que os dois terços mais pobres da humanidade.
6. Apenas 0,4% das mais de 1.600 maiores e mais influentes empresas do mundo estão comprometidas publicamente com o pagamento de salários dignos a seus trabalhadores e apoiam isso em suas cadeias de valor.
7. Levaria 1.200 anos para uma trabalhadora do setor de saúde ganhar o que o CEO de uma das 100 maiores empresas lista da Fortune ganha em média em um ano.

    Is TV Too Broken to Make Another Show Like The Sopranos?

     

     The Sopranos

     

    "Hence the rise of what has come to be known as comfort TV—the Ted Lassos, Great British Baking Shows, Schitt’s Creeks, and Emily in Parises that have become some of the most popular shows on TV. Chase is keenly aware of this shift: “I’ve been told, or it has been implied, that there’s a lack of interest,” among those who hold the purse strings in Hollywood, “in psychology, ambiguity, spirituality.” In other words: all the qualities that made The Sopranos what it was.

    Because television has always been a business first and an art form second, there is, of course, a financial impetus behind this trend. The streaming wars escalated in the late 2010s, as studios like Disney and HBO's parent company WarnerMedia (now Warner Bros. Discovery) launched proprietary platforms and scrambled to compete with Netflix, which had already spent years and billions to build an enormous library of originals. “The result of the competition among
    the streamers is a stampede to get the biggest audience,” says Biskind. “And the way you get the biggest audience is to be the most bland because you don’t want to offend anybody.”

    Now, with most streamers deep in the red and after months of production shutdowns amid a striking Hollywood, this competition for eyeballs has become more desperate than ever. According to Koblin, “There is certainly a threat that TV is about to look like the old days of television, before The Sopranos.” Netflix CEO Ted Sarandos recently predicted, he notes, that after subscribers flocked to the generic USA procedural Suits when it appeared on the platform last summer, “next year you’ll probably see a bunch of lawyer shows.”"


    read interview with DAVID CHASE
    by JUDY BERMAN

    Is TV Too Broken to Make Another Show Like The Sopranos? | TIME:

    It's A Passage - Daniel Rossen



    Somewhere in search of a clearing
    It's a passage

    quarta-feira, janeiro 17, 2024

    Minhas fotos mais interessantes postadas em 2023 (15)


     

    O livro é caro no Brasil ou nós que ganhamos pouco?

     

    O livro é mesmo caro no Brasil?

     RODRIGO CASARIN

    Os últimos anos não foram afáveis com o mercado editorial. A quebradeira de grandes redes de livrarias, o minguar das compras governamentais e os frequentes reajustes (sempre pra cima) no preço do papel são elementos que ajudam a explicar por que preços seguem subindo. Não pensem que isso vem acompanhado de editores e escritores se tornando milionários. Pelo contrário. O mais comum é ouvir insatisfações de todos os lados do balcão.

    O livro ainda é mais barato no Brasil do que em diversos outros lugares. Convertendo os valores para alguma moeda em comum - o dólar, por exemplo -, o que encontramos nas livrarias daqui costuma sair mais em conta do que obras de mesmo perfil em lojas de países como Uruguai, Argentina, Chile, Portugal e Espanha. É a impressão que tive após andanças por esses cantos.

    Há pouco tempo, o colega Érico Assis fez um exercício que ajuda a corroborar o que observei em viagens. Cruzando os valores de quadrinhos no Brasil com HQs semelhantes vendidas na França e nos Estados Unidos, percebeu que os preços seguem um valor absoluto próximo em alguns casos e bastante vantajoso aos brasileiros em outros.

    Mas há um grande porém: Érico também calculou quanto que o valor dos quadrinhos custa em termos de horas trabalhadas para brasileiros, franceses e estadunidenses. É aí que a coisa aperta de forma dramática. Precisamos trabalhar muito, mas muito mais do que os outros para comprar algo que, em muitos casos, custa menos para gente do que para eles. A triste lógica serve para todo o mercado editorial.

    Livros poderiam ser mais baratos no Brasil? Seria ótimo. Mas como fazê-lo? Mais isenção de impostos? Apertar a margem de editorias que passam o ano brigando para fechar no azul, principalmente as pequenas? Minguar ainda mais a remuneração de profissionais que já sofrem para conseguir trabalhos razoáveis? Apostar na venda direta e tirar as livrarias da jogada, o que contribuiria para a desertificação intelectual num médio prazo?

    O livro não é absolutamente caro, não é esse o maior problema. O grande problema é quanto que a compra de um livro pode pesar nas contas da imensa maioria dos brasileiros. Me parece que o melhor não é brigar por uma solução focada no setor, mas em algo muito mais amplo.

     
    SPLASH 

     

    ZIAD IN GAZA

     

    One thing that keeps happening is running into people I know who lived in the north and Gaza City more than I used to see them when we were all there. It seems now that all Gazans are cramped into a small space, so the possibility of us seeing each other is stronger. The theme song of Orange is the New Black comes to my mind: the animals, the animals trapped, trapped trapped in a cage, and the cage is full.

    Well, considering the living situation (or is it the dying situation?) we are animals trapped in a cage, hoping to stay alive while facing death.

    I meet a guy I worked with many years ago, he tells me that he and around 50 of his family are staying at his relatives’ house. “My sister’s husband is wealthy, so when they evacuated the first time, they bought a lot of food and supplies. Then they were informed to evacuate from the new area, they ran very quickly and left all the food behind. The building was bombed. Now, they are with us, with no food, no supplies, and with money that almost has no value.”

     

    Charges que nao postei porque era Natal e Ano Novo

     
     
    SANTIAGO

     
     
     
    SCHRODER
     
     
    sab

     
     
     
     

     

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    Minhas fotos mais interessantes postadas em 2023 (14)


     

    José González - Love Will Tear Us Apart (Joy Division)



    When routine bites hard
    And ambitions are low And resentment rides high But emotions won't grow And we're changing our ways Taking different roads

    Then love, love will tear us apart, again

    HAIA EXISTE

     

     


    Dorrit Harazim

    Ninguém gosta de ser submetido a julgamento. Países, também não. E o Estado de Israel, comandado por Benjamin Netanyahu, menos ainda. Mesmo que consiga convencer a Corte Internacional de Justiça (CIJ) a arquivar a acusação de genocídio apresentada pela África do Sul, ou mesmo que consiga evitar a petição por medidas provisórias urgentes, como a interrupção dos ataques a Gaza, Netanyahu jamais conseguirá apagar o dano moral, político, diplomático e histórico sofrido em Haia. A sentença final a ser decidida pelos 15 juízes da Corte pode demorar dias, semanas, meses, até anos, mas a mera questão central — Israel cometeu genocídio? — é devastadora em si.

    Relegada ao papel de cemitério do Direito Internacional, a Palestina como um todo, e Gaza em especial, pouco espera da Justiça dos homens. Só que a petição apresentada pela África do Sul pode ter desdobramentos inesperados. Como previsto, foi desconsiderada como frivolidade pelo secretário de Estado americano, Antony Blinken. Mas não por Netanyahu, que optou por apresentar sua defesa perante a Corte. Não é de hoje que lideranças israelenses se preocupam com uma eventual percepção mundial de que a opressão sofrida pela Palestina ocupada é uma forma de apartheid. O espectro de isolamento internacional semelhante ao imposto ao regime de minoria branca na África do Sul — que culminou na extinção do apartheid nos anos 1990 — sempre existiu. Et pour cause.

    Desde as décadas da descolonização, dos movimentos de libertação, dos Não Alinhados e da Tricontinental, o partido de Nelson Mandela e a militância palestina andaram lado a lado.

    — Nossa liberdade é incompleta sem a libertação dos palestinos — lembrou o líder negro em 1997.

    Tinham em comum a revolta contra opressores que se ajudavam mutuamente. O jornalista Tony Karon, nascido na África do Sul, sionista na juventude e atual produtor na Al Jazeera, lembra seus tempos de militância anti-apartheid na Cidade do Cabo. Em artigo recente, escreveu: “Muitos de nós ficamos horrorizados quando, em 1976, Israel recebeu a visita oficial do primeiro-ministro sul-africano John Vorster, nazista convicto que trabalhou numa organização paramilitar ligada à Abwehr [serviço de inteligência militar de Hitler]”. A venda de armas de Israel para a África do Sul era segredo de polichinelo, assim como a assistência israelense à Força de Defesa do regime bôer.

    A descolonização, como se sabe, não seguiu propriamente o roteiro sonhado pelo intelectual martinicano Aimé Césaire — restituir humanidade tanto ao colonizado como ao colonizador, numa mesma comunidade de pertencimento. Fracassos se acumularam, e correções de curso continuam a coalhar a caminhada com desgraças. Contudo a cartada da África do Sul, ao cobrar da Corte de Haia um posicionamento, tem o mérito de conseguir nos envergonhar pela cumplicidade mundial diante de décadas de desenraizamento e opressão de um povo. Silenciadas, gerações e gerações de palestinos tiveram existência apagada, nulificada. Gaza é apenas a aberração mais gritante.

    Para Netanyahu, a semana foi indigesta também no front interno. O conservador Yedioth Ahronoth, maior jornal do país, divulgou uma notícia sombria: “Ao meio-dia do 7 de Outubro, as Forças de Defesa de Israel (FDI) ordenaram a todas as unidades de combate em ação usar a Diretiva Hannibal, sem menção explícita ao nome. A ordem era parar ‘a qualquer custo’ toda tentativa de retorno a Gaza dos terroristas do Hamas, apesar do temor de que levavam consigo reféns.(...) Estima-se em cerca de mil os terroristas e infiltrados mortos entre o assentamento de Olaf e a Faixa de Gaza. Não está claro quantos reféns foram mortos em decorrência dessa ordem”. Perto de 70 veículos foram encontrados na mesma área, atingidos por um helicóptero de combate ou mísseis antitanque das FDI.

    “Diretiva Hannibal” é o nome dado a um procedimento militar oficialmente abandonado pelas FDI em 2016. Visava a impedir a captura de soldados israelenses por tropas inimigas. Sua versão mais genérica ensinava: “A tomada de reféns precisa ser impedida por todos os meios, mesmo ao preço de alvejarmos e causarmos danos a nossas próprias forças”. Sujeitas, portanto, a interpretação e aplicação elásticas. No mês passado, o diário liberal Haaretz já havia aventado a hipótese de a Diretiva Hannibal ter sido usada no fatídico 7 de Outubro, quando 40 terroristas do Hamas foram alvejados por dois disparos de canhão numa casa em Be’eri, assentamento israelense. Havia 14 reféns civis na casa. Apenas uma saiu com vida do horror. Hadas Dagan, cujo marido foi uma das vítimas, não culpa as equipes de socorro israelenses:

    — Eles também deram a vida por nós.

    Hoje é o centésimo dia de cativeiro para mais de 130 reféns ainda em mãos do Hamas. Quanta tragédia entrelaçada!

    O GLOBO 


    ILUSTRAÇÃO : MARCELO

     

    Inimigo X

     

     

    EIS O PROBLEMA: O BOLSONARISMO
    CONTINUA A SER O SUJEITO
    INDETERMINADO DA TRAMOIA GOLPISTA

    "
    A maioria das intervenções da soleni-
    dade falhou em sanar tais dúvidas, pois
    elas tinham um sujeito indeterminado
    – o bolsonarismo –, cuja nomeação per-
    mitiria respostas claras. Com exceção do
    presidente da República, nenhum dos de-
    mais oradores chamou a coisa pelo nome.
    E há razões para isso, elas próprias indi-
    cadoras do problema que precisa ser su-
    perado para que o 8 de Janeiro efetiva-
    mente se encerre."

    leia analise de CLAUDIO COUTO

     

     

     

    Messer Chups - Magneto - The Open Stage Berlin

    terça-feira, janeiro 16, 2024

    Minhas fotos mais interessantes postadas em 2023 (13)


     

    Minhas fotos mais interessantes postadas em 2023 (12)


     

    Popcaan - TWIST & TURN (feat. Drake & PARTYNEXTDOOR)

    Your body drive mi crazy
    Your body need a license f'it
    Your body is too tight and neat
    Anybody who got eyes can see
    She just wanna dance and tease
    She just wanna dance and tease me

    segunda-feira, janeiro 15, 2024

    Museu nos EUA oculta vitrines de arte indígena para evitar penalidades

     

     

    "A decisão do Field Museum está relacionada a uma disposição que exige que as instituições “obtenham consentimento livre, prévio e informado” das tribos antes de exibir itens culturais ou restos humanos, ou permitir pesquisas sobre eles.

    Os museus tiveram que decidir se deixariam objetos nativos em exibição e, assim, correrem o risco de violar as novas regras, ou se removeriam os objetos enquanto se engajavam no que poderia ser um longo processo de solicitação de consentimento tribal."

     

    LEIA MAIS>> 

    Museu nos EUA oculta vitrines de arte indígena para evitar penalidades; entenda o caso - Terra Brasil Notícias

    RETROSPECTIVA 2023



    QUINHO

     

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    ZIAD IN GAZA

     A tailor has opened his shop in the area. When I went there to mend my pants, I saw people asking him why he opened now, and not earlier. “I only opened because I have no money left. I have children and grandchildren that need to eat. What is safety when you have no food?”

    I noticed that when people come to him, they don’t have the pieces they want to fix, they are actually wearing them. Many people left their houses wearing summer clothes. The lucky ones were able to buy a couple of items, but many have no money to do so. And most of those who got things don’t have the luxury to buy two blouses, for example, to wear one each day. A man took off his trousers and stood behind a curtain while the tailor fixed it. Another man took off his hoodie and sat in his undershirt to wait for it to be sewn.

    While behind the curtain, the man with no trousers on was talking to his friend on the other side. He told him that he saw someone whose flip-flops were torn and he connected the torn parts together using a nylon bag. He observed him and noticed that he does not pick his foot up while walking, he just rolls it on the ground to keep the torn pieces together. He went after him and offered him a little money, but the man refused. He said that there are other people who deserve it more. After much persuasion, he took the money.

    An elderly man was waiting for his turn to fix his jacket. He was wearing a mask. I knew that he is staying with his family at a school. “Our biggest fear is the diseases,” he tells me. “There are thousands of people in each school. If one has a virus everyone else will have it. Everyone I know had flu, stomach pain, back pain and fever. No one is safe. I am an old man with high blood pressure and diabetes. My body cannot handle any more health problems.”

     

    Lembrar não basta

     

     

     


    OS PODERES REMEMORAM O  DE JANEIRO,
    MAS AINDA NÃO FORAM CAPAZES DE
    APONTAR OS GURUS DA TENTATIVA DE GOLPE

    "O presidente da Câmara dos Deputa-
    dos, Arthur Lira, do PP de Alagoas, não
    compareceu ao ato pelo 8 de Janeiro. Ale-
    gou motivos pessoais (problema de saú-
    de na família). Será? Em 3 de janeiro, ti-
    nha aberto a casa a Bolsonaro, que pas-
    sara o Réveillon em Alagoas. Lira tem
    apadrinhados no governo Lula, caso do
    chefe da Caixa Econômica Federal, mas
    defende uma lei para “cuidar melhor”
    de ex-presidentes. O que seria “cuidar
    melhor” ele nunca explicou. No dia que o
    TSE tirou o capitão das urnas por 8 anos,
    em junho passado, um deputado do PL
    gaúcho, Sanderson, propôs uma lei para
    anistiar políticos condenados desde 2016.
    Lira carimbou como “prioridade” e man-
    dou à Comissão de Constituição e Justiça.
    O petista Rui Falcão, presidente da comis-
    são, deixou a proposta na gaveta.

     No Senado, também há tentativa de
    ressuscitar Bolsonaro. Neste caso, com
    mudança na Constituição, ideia de de-
    zembro de Márcio Bittar, do MDB do
    Acre. Ex-vice de Bolsonaro e hoje sena-
    dor, o gaúcho Hamilton Mourão, do Re-
    publicanos, apresentou, em outubro, um
    projeto para perdoar condenações nas-
    cidas do 8 de Janeiro baseadas nos cri-
    mes de “tentativa de golpe de Estado” e de
    “abolição violenta do Estado Democráti-
    co de Direito”.

     " A lição do 8 de Janeiro, avalia Aragão,
    é que a “nossa democracia é frágil, sujei-
    ta a solavancos”, daí a importância histó-
    rica de punir os culpados, a começar pe-
    la figura mais emblemática, a fim de evi-
    tar repetecos. “Ao punir Bolsonaro, che-
    ga-se à cadeira de comando, o caminho
    fica aberto para punir militares. Foi as-
    sim com os nazistas depois da Segunda
    Guerra Mundial, de cima para baixo.”

     LEIA REPORTAGEM DE ANDRÉ BARROCAL

     


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