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  • TA TUDO MUITO ESQUISITO, DEPOIS QUE VISUAL VIROU QUESITO

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    Fragmentos de textos e imagens catadas nesta tela, capturadas desta web, varridas de jornais, revistas, livros, sons, filtradas pelos olhos e ouvidos e escorrendo pelos dedos para serem derramadas sobre as teclas... e viverem eterna e instanta neamente num logradouro digital. Desagua douro de pensa mentos.


    sábado, janeiro 10, 2015

    Terroristas vão se arrepender





    (Rio de Janeiro, RJ)
      
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    So, What Was In That Boston Time Capsule? Slate

     0Capsule

     Tuesday night, at the Museum of Fine Arts in Boston, conservators opened a box that was buried beneath the cornerstone of the Massachusetts State House in 1795. Samuel Adams, then governor of the Commonwealth of Massachusetts, installed the box with the help of Paul Revere, then the Grand Master of the Freemasons of Massachusetts. The deposit contained two layers of historical material: one from 1795, and another from 1855, when the little repository was opened and cataloged, then reassembled and augmented with new material from that time.

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    History of time capsules: Boston statehouse time capsule opening.:

    PELA COCHLEA: Chet Baker - Grey December (1953)

    Decapitando






    (Belo Horizonte, MG)
      
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    Who Was Ahmed Merabet, the Muslim Police Officer Killed by the Charlie Hebdo Massacre?

     

    "Following the attack, many of the cartoons drawn or tributes delivered to the victims focused either on the journalists or the greater ideal of free expression. This leaves the story of Merabet (and fellow officer Franck Brinsolaro) as a footnote.

    There may be more to this than just a predictable oversight; the seeming inconsequence of Merabet's identity speaks to a growing divide within France itself, a divide that Merabet's death symbolizes."

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    Who Was Ahmed Merabet, the Muslim Police Officer Killed by the Charlie Hebdo Massacre? - The Atlantic

    Enfiando o pé






    (Recife, PE) 

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    Somos todos Slogans


    De Zeca Ferreira

    Je suis Charlie / Je ne suis pas / Je sui Ahmed...
    Impressionante a confusão mental que se viu, que se vê por aqui pós atentado em Paris. Bi ((tri, tetra) martirização , produção de slogans, camisetas, estupefação, comoção sincera, business, oportunismo, apropriação, tudo ao mesmo tempo e agora, agora, agora. Meus amigos teóricos do pós mundo acham tudo lindo, tudo meme, guerra de memes. Meus amigos velhos e ranzinzas já acham tudo um saco, um excesso de avatares e simulacros que acabam por nos lançar a todos no vazio dos slogans a espera de um Luciano Huck pra colocar tudo isso numa camiseta e ganhar maços de dinheiro para enxugar as lágrimas. (devo confessar que pendo pouco mais pra esse lado, ainda que, em nome da liberdade de expressão, vou defender até o fim o meu direito de estar confuso, e já é alguma coisa)


    A se notar a capacidade que construímos, com nossos novos brinquedos, de destruir, ou melhor, atualizando para o esperanto contemporâneo, o marketingismo: DESCONSTRUIR. Em um intervalo de 48 horas o nosso Charlie foi de herói da liberdade, da iconoclastia e da irreverência, símbolo da liberté de expression a fanfarrão racista, imprudente a provocar o próprio fim, irresponsável, uma espécie de Rafinha Gentili falando francês. Tornou-se uma Marina Silva - fanática e homofóbica -, um Aécio Neves - playboy, viciado, traficante, - uma Dilma - terrorista, bolivariana, direitista e defensora do latifúndio.


    Não, não são iguais os irmãos Kouachi, Wolinski, Cabu, Charb.
    Não são equivalentes Marina, Aécio, Dilma.
    São complexos e contraditórios, por mais que possam parecer simples os papéis que representam.

    Eu é que não sou Charlie, nem Kouachi, nem Ahmed.
    E não sou Dilma, em quem votei, o que é bem diferente.

    Não sou ninguém, sou o leiteiro.

    (convém refletir sobre o que acontece, pra além das frases feitas e dos bilhões de bytes de fonte desconhecida. Porque do jeito que a coisa vai, qualquer dia a tragédia vai ser de tal proporção que simplesmente não vai caber slogan)

    As nacaquices do Charlie


    De Odete Damico

    A desinformação das pessoas que deveriam ser informadas, pelas profissões que exercem, etc é impressionante! Vi algumas pessoas postando uma caricatura da ministra francesa Taubira, uma negra, como uma macaca. E legendas do tipo: Charlie racista, etc... Aí vai a informação pra quem tem preguiça de se informar e posta qualquer coisa: O fato foi o seguinte: Uma candidata da FN, partido reacionário francês publicou em seu facebook uma foto de uma macaquinha filhote e depois da ministra com a legenda: "aos 18 meses e hoje". Pressionada pela opinião pública e com medo de perder votos as vésperas da eleição, a FN (partido descaradamente racista) expulsa a candidata e manda essa: "Foi um erro de escalação". O Charlie então, sacaneando a FN e sabendo de sua linha racista, resolveu sacanear a desculpa da "escalação" e publicou uma caricatura da ministra Tubira de macaca e ao lado outra, de macaca, mas com o símbolo da FN ao lado da foto, escrito na primeira "isso pode" e na segunda"isso não pode".

    pela cochlea: The Brian Jonestown Massacre & Magic Castles 'Trembling Hands'

    sexta-feira, janeiro 09, 2015

    Entenderam?






    (Rio de Janeiro, RJ)

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    We Are Not All Charlie


     

    "We see a blue “Je Suis Charlie” sign on a lamppost. Very nice. But the sentiment is partially a conceit. We are not all Charlie. Much of Europe, which, as a political entity, is not fully grappling with the totalitarian madness of Islamism, is not Charlie. Certainly much of journalism is not Charlie. Any outlet that censors Charlie Hebdo cartoons out of fear of Islamist reprisal is not Charlie. To publish the cartoons now is a necessary, but only moderately brave, act. Please remember: Even after Charlie Hebdo was firebombed in 2011, it continued to publish rude and funny satires mocking the essential ridiculousness of the Islamist worldview. That represented a genuine display of bravery. CNN, the Associated Press, and the many other media organizations that are cowering before the threat of totalitarian violence represent something other than bravery.

    Stupid is in the eye of the beholder. To me, it seems stupid and self-destructive to let men with guns tell us what we can or cannot write, or read."


    more in this article by Jeffrey Goldberg > 
    We Are Not All Charlie - The Atlantic

    Tarde est Charlie


     Cau Gomez para a capa do jornal A Tarde, de Salvador:


    Pau de selfie


    A forma que Evandro Alves usou para homenagear os cartunistas mortos é interessante: criar um cartum à la Wolinski.


     ""WOLINSKIANO" - Uma pequena grande homenagem ao mestre. Agora e "bolas pra frente" "

    Los malos no ríen


     

     "La historia del fanatismo, de la intransigencia, es esa: la persecución de la risa. 





    Es peligroso ser humorista, los mejores se juegan la vida, y por eso es uno de los oficios más serios del mundo. Pero el terrorismo no ganará, porque el ruido de una bomba puede menos que el estallido de una carcajada,

    El periodismo es la frontera entre el poder y la libertad. Los periodistas son furtivos que le roban al primero para darle a la segunda, y viceversa. A veces se quedan atrapados en uno de los dos campos, y otras caen físicamente durante el camino en el fuego cruzado. Un humorista cuando escribe por la libertad, por la igualdad y por la fraternidad, escribe sobre todo por la hilaridad.

    Un periodista y un humorista buscan lo mismo: la verdad oculta de las cosas. El periodista y el humorista se enfrentan a los mismos enemigos. Pero los periodistas fingen que hablan completamente en serio y los humoristas aparentan hacerlo completamente en broma. Cuando se junta un grupo de humoristas acaban fundando una revista y cuando se junta un grupo de periodistas terminan contando chistes."

    más en el articulo de Javier Pérez Andújar > 
    Los malos no ríen | Opinión | EL PAÍS: Javier Pérez Andújar

    quinta-feira, janeiro 08, 2015

    Um risco





    (Porto Alegre, RS)

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    Charlie Hebdo's Brazen Defiance

     

    "    The accusation that we are pouring oil on the flames in the current situation really gets on my nerves. After the publication of this absurd and grotesque film about Mohammed in the U.S., other newspapers have responded to the protests with cover stories. We are doing the same thing, but with drawings. And a drawing has never killed anyone. ...

        We publish caricatures every week, but people only describe them as declarations of war when it's about the person of the prophet or radical Islam. When you start saying that you can't create such drawings, then the same thing will soon apply to other, more harmless representations. "


    read the article by  Dashiell Bennett
    A History of French Satire Magazine Charlie Hebdo - The Atlantic

    Eles não sabem o que fazem





    (Curitiba, PR)

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    Corajosa, ousada, bonita e emocionante capa do jornal O DIA.



    Direto de Paris


    Este belo depoimento de Joao de Oliveira

    Não sei se é o frio, a idade, a saudade de meu filho ou a aversão visceral que tenho a toda forma de fundamentalismo e intolerância, o fato é que esse atentado selvagem e bárbaro afetou terrívelmente o meu emocional. Impossível não se emocionar diante da maré humana e silenciosa, mas não silenciada, que invadiu a Place de la Republique para expressar sua solidariedade às vítimas do fanatismo religioso e ao jornal. Pessoas segurando velas e brandindo canetas, segurando cartazes com frases do tipo "o fanatismo não nos silenciará, laicidade mais do que nunca, todos Charlie ou Not afraid", entre outras. O silêncio era interrompido apenas para gritar Charlie, liberdade de expressão ou aplaudir. O que é mais interessante, não havia, por trás da tristeza, nenhum sentimento de ódio, de vingança, de patriotismo de pacotilha, o que teria feito o jogo da extrema direita, ou de nacionalismo de improviso. Alguém subiu na estátua da República com uma bandeira francesa e tentou cantar a Marselhesa e foi imediatamente vaiado. O sentimento de liberdade é apátrida. Outra coisa surpreendente e interessante, os bares estavam cheios : vida que segue! Acho que eu não me emocionava tanto desde o comício pelas "Diretas Já". Uma das frases de um dos terroristas, que sabiam muito bem o que estavam fazendo, foi "matamos o Charlie Hebdo". Eles visaram mais a instituição do que os homens que lá trabalhavam. Temos que lutar para provar que ele se equivocou, que a instituição se perpetuará, que os ideais desse jornal que simbolizava como poucos a esquerda plural, critica e não partidaria são imortais. Acabei de escrever a minha carta para enviar amanhã para o jornal propondo algumas horas de serviço gratuito. É necessário que este jornal republicano, anárquico e provocador sobreviva!

     

    quarta-feira, janeiro 07, 2015

    21 Heartbreaking Cartoons From Artists Responding To The Charlie Hebdo Shooting



    Cartoonists from all over the world mourn in the wake of a Paris shooting that killed as many as 12 people, many of whom are members of Charlie Hebdo.

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    21 Heartbreaking Cartoons From Artists Responding To The Charlie Hebdo Shooting - BuzzFeed News


     DAVID POPE  

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    NATE BEELER



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    BERNARDO ERLICH



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    MAGNUS SHAW

    pela cochlea: Samba pro Luizão Maia - Claudio Jorge

    Charlie, Hara-Kiri - como tudo começou


    Do OTA:


    COMO TUDO COMEÇOU

    Em 1960, começou a circular na França a revista de humor HARA-KIRI. que começou meio light mas depois virou o veículo mais iconoclasta da França. Por volta de 1968 já era uma revista satírica escancarada que não perdoava ninguém. Além da revista mensal havia o "Hara-Kiri Hebdo", semanário à la Pasquim antigo.
    Os inimigos da revista na época eram as autoridades. Que fecharam e apreenderam a revista várias vezes.
    Em fevereiro de 1969, a mesma editora lançou uma imitação da italiana Linus, que publicava tiras de Peantus, Mago de Id etc (imitada aqui pela Patota). Charlie era uma cópia, usando também o nome de um dos personagens de Schulz. Parte dos colaboradores da Hara-Kiri (Reiser, Wolinski etc) produziu material para essa revista, incluindo aí a famosa Paulette de autoria de Wolinski (esse que morreu hoje) e Georges Pichard (já morto há alguns anos, mas de morte natural). Charlie era para um público mais cult, enquanto o Hara-Kiri e o Hebdo continuavam sua linha de deboche.
    Com o fechamento do Hara-Kiri Hebdo a equipe comandada por Georges Bernier (Professor Choron, também já falecido) não se deu por vencida e lançou um jornal nos mesmos moldes, o Charlie Hebdo (esse que sofreu o atentado hoje). Da equipe atual restavam poucos, todos na casa dos 70 a 80 anos, entre eles os mortos Wolinski e Cabu. Nesses 50 e poucos de existência, a publicação, em suas inúmeras encarnações, não perdoou ninguém. Nemmemso Jesus e a Virgem Maria. Tudo era motivo de piada cáustica. Ultimamente quem estava mais na mira dela eram os muçulmanos, que já davam sinais de ódios e fizeram inúmeras ameaças. Nada foi mais forte que este atentado de hoje que deixou o mundo de orelha em pé.
    Enfim, a situação é muito complexa. O Brasil está em um canto do mundo em que essa guerra santa só respinga de longe. Mas o clima na França já é tenso há algum tempo. Na França e em outros países que peitam o Islã. Outro dia mesmo teve um atentado na Austrália, esse assumido por um "atentadista independente". O atentado de hoje ainda não teve autoria reivindicada, até agora pelo menos.
    Mas é muito esquisito. Por que tantos cartunistas morreram às 11 da manhã? Porque estavam numa reunião de pauta da revista. Alguém sabia que era um momento "bom" pra pegar vários de uma vez e "dar uma lição".

     
    Agora pensando aqui.. será que o Charlie Hebdo vai parar? Tinha muito mais gente na equipe. O que sairá na próxima edição? Uma edição fúnebre ou sacanearão eles a eles próprios? Eles são capazes até disso. Do meu canto aqui do mundo, preocupado "apenas" com os tiroteios dos morros vizinhos, fico apavorado esperando o desenrolar dessa história macabra.


    PS. Conheci Wolinski quando era adolescente, fim dos anos 60. Com suas piadas no Hara-Kiri e Charlie, mais inúmeros livrinhos de sacanagem como "Je ne Pense que à ça", acompanhei a Paulette em tempo real etc etc. Era admirador de Cabu, que lia também na Pilote. Há algum tempo não via mais os trabalhos dos dois...lamento a morte deles como de qualquer artista. Lamento também a morte das outras vítimas que estavam lá na hora, deviam ser funcionários do escritório, estagiários etc. Meus pêsames a todos...

    Sem mais...


    (Porto Alegre, RS)

    Je suis Charlie


    Cartunistas Wolinski, Cabu, Tignous e Charb foram mortos no atentado ao Charlie Hebdo


     Foto: Reprodução/@LePoint.

    Wolinski tinha 80 anos e era considerado um mestre da charge. Ele trabalhou em revistas como Libération, Paris-Match, L’Écho des savanes e fundou a famosa revista satírica L’Enragé em 1968. “Wolinski influenciou todo mundo que vocês conhecem: Ziraldo, Jaguar, Nani, Henfil, Fortuna”, disse o cartunista brasileiro André Dahmer. 

    Jean Cabut, outra vítima, era bastante popular na França, com passagens pela TV. Ele foi um dos fundadores da publicação Hara-Kiri, nos anos 1960. Stéphane Charbonnier, conhecido como Charb, era diretor da revista e um dos defensores da liberdade de expressão da publicação após as primeiras polêmicas com as charges de Maomé. Ao lado de Tinous, também morto, fez sua fama dentro das páginas da Charlie Hebdo.

    leia mais:
    Cartunistas Wolinski, Cabu, Tignous e Charb foram mortos no atentado ao Charlie Hebdo – Revista O Grito!:

     

    12 Confirmed Dead in Shooting at Paris HQ of Satirical Magazine

     
     
    Charlie Hebdo has attracted threats in the past for its cartoons and caricatures. Its offices were firebombed in November 2011 after it ran a cartoon of the Prophet Muhammed on its cover.

    This week’s edition, which came out this morning, carried a cartoon of Michel Houellebecq, author of a controversial novel, Submission, about a Muslim leader running France according to conservative Islamic law, on its cover.
     
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    12 Confirmed Dead in Shooting at Paris HQ of Satirical Magazine

     The last tweet sent from the Charlie Hebdo account before the shooting depicted ISIS leader Abu Bakr al-Baghdadi:

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    Econominions 2




    (Rio de Janeiro, RJ)

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    terça-feira, janeiro 06, 2015

    Everything ‘Back to the Future Part II’ Got Right and Wrong About 2015, According to Futurists

      Back to the Future

    " How much did screenwriter Bob Gale, director Robert Zemeckis and the rest of the filmmakers get right? For an expert look at how the real 2015 will stack up with Back to the Future’s fictional universe, Newsweek contacted a slew of influential futurists—scientists and thinkers who study and make predictions about the technologies of the future."

    read it here > 
    Everything ‘Back to the Future Part II’ Got Right and Wrong About 2015, According to Futurists

    illustration

    PELA COCHLEA: The Shining-Badly Drawn boy



    Faith pours from your walls, drowning your calls
    I've tried to hear, you're not near
    Remembering when I saw your face
    Shining my way, pure timing
    Now I've fallen in deep, slow silent sleep
    It's killing me, I'm dying

    Ainda da posse...



    CHICO CARUSO
    (Rio de Janeiro, RJ)

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    Tornado na Baía de Guanabara é visto na orla de Paquetá





    Moradores da Ilha de Paquetá presenciaram na tarde desta segunda-feira um tornado na Baía de Guanabara, minutos antes do temporal que caiu na cidade. Um vídeo feito por moradores, e publicado no Youtube, mostra o momento que a tromba d'água, como o fenômeno também é conhecido, passa perto de uma das praias da ilha.

    veja aqui o video
    Tornado na Baía de Guanabara é visto na orla de Paquetá - Jornal O Globo

    Frescões engordam número de ônibus com ar no Rio



    "O promotor Rodrigo Terra, da Promotoria de Direito do Consumidor, disse considerar inconstitucional o decreto da prefeitura que determinou o novo valor da passagem. Segundo ele, o aumento deveria levar em conta apenas a fórmula acertada no contrato de concessão. Se considerasse a inflação e os custos das empresas, a nova passagem seria arredondada para R$ 3,20.

    Na semana passada, o Rio Ônibus, sindicato que representa as empresas, divulgou que 28% da frota está climatizada. O detalhe que vem passando despercebido, porém, é que, para compor esse número, estão sendo incluídos os chamados veículos rodoviários, conhecidos popularmente como frescões, cujos preços são bem mais altos, de R$8 a R$ 13,50."


    mais na reportagem de Ruben Berta > 

    Frescões engordam número de ônibus com ar no Rio

    foto Cézar Loureiro

    segunda-feira, janeiro 05, 2015

    Via iris; GOLDFINGER (Guy Hamilton, EUA, 1964)




    Começando o ano enfiado no ar condicionado assistindo a maratona de filmes antigos de james bond,,,

    O ministério de Dilma




    (Rio de Janeiro, RJ)
     
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    Londres à venda - Símbolos culturais passam a ser propriedade de estrangeiros


     
     
    "“A casa de um inglês é o seu castelo.” A frase está em trecho de um livro de direito britânico do século XVII que determina que os cidadãos fazem o que quiserem da porta para dentro e é usada até hoje. Há quem a repita só para lembrar a certa obsessão local com propriedade. Mas o que acontece quando a casa já não é do inglês? Nas últimas décadas, ícones da história e da cultura britânica passaram para as mãos de estrangeiros. Enquanto uns se revoltam, outros acham o fenômeno muito natural. No fim do ano passado, o que poucos considerariam possível aconteceu: a sede da emblemática Scotland Yard, a polícia do reino, foi vendida para um fundo de investimentos do Golfo por US$ 580 milhões." 

    mais na reportagem de Vivian Oswald

    Símbolos culturais de Londres passam a ser propriedade de estrangeiros - Jornal O Globo

    pela cochlea: Exuma - You Don't Know What's Going On

    It Looks Like Netflix Is Cracking Down On VPN 'Pirating' 

     
    It Looks Like Netflix Is Cracking Down On VPN 'Pirating' 

    It's one of the internet's open secrets that if you don't live in the US, but wish you did because of the better Netflix offerings, you can use any number of Chrome extensions or VPNs to get around the geo-blocker. However, it looks like the free ride might be coming to an end, as Netflix is starting to crack down on the practice. 

    It Looks Like Netflix Is Cracking Down On VPN 'Pirating' 

    domingo, janeiro 04, 2015

    4 de janeiro

    (Campinas, SP)
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    Centenário do nascimento do artista Alceu Penna












    "“Fiquei encantada com ‘As garotas’, elas podem ser consideradas as primeiras pin-ups brasileiras. A linguagem visual era muito parecida: olhos grandes, boca carnuda e marcada, aquele contorno do corpo similar e pegada meio voyeur”, compara Gabriela. As meninas de Alceu traziam um toque sensual e, ao mesmo tempo, uma dose de recato, pois eram publicadas em revista de circulação nacional voltada para a família. “Alceu conseguia manter esse equilíbrio bem orquestrado”, frisa. Paralelamente, as belas jovens surgiam com menos roupas e maduras nas folhinhas distribuídas pela empresa Moinho Santista.

    Criança, Alceu costumava desenhar com um giz de alfaiate nas calçadas de Curvelo. “Nos tempos de colégio interno em São João del-Rei, ele aprontava com suas ilustrações”, conta a sobrinha-neta Gabriela Penna, estudiosa da obra do tio. “Há um caso curioso daquela época: o Alceu estava desenhando mulheres nuas e os colegas, receosos, avisaram que professores estavam chegando. Ele brincou: ‘Calma, gente, na hora em que eles chegarem, as moças já estarão vestidas.’ Alceu sempre teve esse humor, essa sagacidade. Era muito interessante”, observa."


    leia mais na reportagem de Ana Clara Brant >  
    Centenário do nascimento do artista Alceu Penna é comemorado hoje | Divirta-se

     

    Despite Qatar’s promises to improve conditions Nepalese world cup workers have died at rate of 1 every 2 days in 2014


     The mistreatment of migrant workers, including the late or non-payment of wages, poor quality accommodation and the lack of the freedom to change jobs or leave the country, has attracted severe criticism from human rights groups.

    "Despite Qatar’s promises to improve conditions, Nepalese migrants have died at a rate of one every two days in 2014  "

    "The figure excludes deaths of Indian, Sri Lankan and Bangladeshi workers, raising fears that if fatalities among all migrants were taken into account the toll would almost certainly be more than one a day."
    read articly by Owen Gibson and Pete Pattisson  
     Death toll among Qatar’s 2022 World Cup workers revealed | Global development | The Guardian


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