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  • TA TUDO MUITO ESQUISITO, DEPOIS QUE VISUAL VIROU QUESITO

  • Vislumbres

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    Fragmentos de textos e imagens catadas nesta tela, capturadas desta web, varridas de jornais, revistas, livros, sons, filtradas pelos olhos e ouvidos e escorrendo pelos dedos para serem derramadas sobre as teclas... e viverem eterna e instanta neamente num logradouro digital. Desagua douro de pensa mentos.


    quinta-feira, julho 31, 2014

    É muita loucura




    (Recife, PE)
     
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    Gaza Resident: I'm Called a Human Shield for Refusing to Leave My Home

    Hermes sem Renato


    TabaBlog
     "Frases como:  “Você gosta de Batata?” ou “E um tiquinho assim, desse tamanhinho de carimbó…”  viraram bordões e são usados até hoje entre os meus amigos.
    Tudo passa, mas a obra fica. Por isso separei alguns vídeos que assisto até hoje sempre que me dá saudade. Para mim, Hermes & Renato é uma espécie de Chaves do You Tube, não importa quantas vezes eu assista, sempre “racho o bico” como eles costumavam dizer."


    veja a seleção de Vinícius Tamer >
    Hermes sem Renato | TabaBlog

    pela cochlea: Will You Dance, Charlie Boy by Richard Thompson

    Mulheres turcas não devem sorrir em público




    (Campinas, SP)

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    O Globo (mais uma vez) botando o galho dentro.
    Ontem publicou editorial descascando a Dilma, por sua reação diante da carta enviada pelo banco Santander aos seus clientes.
    Entre outras coisas, dizia que ela estava tentando controlar os bancos assim como ela tentava controlar a imprensa.

    Hoje um editorial meio que retratação: "Registre-se que nunca partiu da presidente Dilma qualquer iniciativa contra a liberdade de imprensa e expressão. Ao contrário".

    Claro que depois fecha com "Mas é bom que casos como esse não se repitam".


    ,,

    Charlinho o menino que só quer estudar.

    Um classico de Hermes & Renato

    Bethlem Bethlem, pra nunca mais ficar de bem


    (Rio de Janeiro, RJ)

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    As war returns to Gaza, it is the children who are frozen in fear


     A family who fled to safety in an UNRWA school opened as a refuge in Jabaliya in Gaza.

    "I am in a street when a house explodes in front of me; I'm on the terrace of my hotel on Gaza's beachfront when two rockets are fired at the nearby harbour wall and four children are killed, the bleeding survivors making it to our sanctuary, where we perform first aid. Suddenly the damage seems ubiquitous. You turn a corner to find glass and rubble in the street, trees felled or the road cratered.

    Buildings fall in different ways. The bombs sheer off the front sometimes, as if with a knife, leaving the rooms inside exposed and furniture still sitting where it had been. Sometimes the bomb leaves nothing but a hole filled with lumps of concrete; at other times structures are concertinaed into asymmetric domes prickly with exposed steel reinforcing rods.

    In most wars I have covered, you encounter one of the combatant parties, often both, but in Gaza, where death falls from the sky, those fighting are largely invisible except for the impact of their weapons. The result is that you see a war in Gaza through the prism of the suffering of the victims – a conflict in which those willing to offer an organising rationale are absent."


    read story by Peter Beaumont > 

    As war returns to Gaza, it is the children who are frozen in fear | World news | The Observer


    Se Crivela está tão preocupado com o pessoal da Baixada que, estando na miséria, invadirá o Rio para roubar e barbarizar
    a soluçao é muito fácil: basta fazer como os israelenses.

    Construa um muro em volta da cidade, coloque checkpoints estreitos com guardas armados regulando entradas/saidas


    e - não se esqueça - de vez em quando mande umas pessoas lá pra chacinar uns e outros.
    Ah, isso a polícia já está fazendo? Então... é só oficializar.


    ..

    The Busy Twist - Friday Night



    Música e Dança de GANA !!

    Oriente Médio






    (São José do Rio Preto, SP)

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    Um app promete revelar se houver fraude nas eleições deste ano



    vcfiscal2

    "A ideia de fiscalizar a urna eletrônica põe em destaque o que pode ser sua maior fragilidade. No Brasil, usamos um sistema de primeira geração, que desmaterializa o voto e o grava em meio digital eletrônico, tornando-o passível de fraude.

    Em outros países, a urna imprime o voto, que fica na seção eleitoral e permite uma recontagem. No entanto, o STF julgou em novembro que o voto impresso é inconstitucional no Brasil, por violar o segredo do voto do eleitor."

    leia mais na reportagem de Felipe Ventura

    Um app promete revelar se houver fraude nas eleições deste ano » Gizmodo Brasil:

    Exclusivo: EM encontra Hilda Furacão vivendo em um asilo em Buenos Aires


    Hilda e Paulo Valentim nos bons tempos em Buenos Aires (IVAN DRUMMOND/REPRODUÇÃO)


    Buenos Aires – “A Hilda Furacão, onde ela estiver…”. Essa é a última das muitas dedicatórias que Roberto Drummond (1939-2002) faz no livro Hilda Furacão (1991, Geração Editorial). Pois a verdadeira personagem, viúva do jogador de futebol Paulo Valentim, ídolo do Atlético, Botafogo, Boca Juniors – jogou ainda no Atlante (México) –, batizada Hilda Maia Valentim, está viva, com 83 anos. Solitária, mora em um asilo, o Hogar Guillermo Rawson, no Bairro Barracas, em Buenos Aires. Quem paga as despesas é o município portenho. Não há mais o glamour e o luxo dos tempos dourados na capital argentina, nem resquícios da vida na zona boêmia de Belo Horizonte, que a tornou famosa nos anos 1950. A realidade da mulher, que na obra de ficção de um dos maiores escritores mineiros se chamava Hilda Gualtieri von Echveger, é outra, completamente diferente da personagem da literatura
    .
     leia mais na reportagem de IVAN DRUMMOND:
    Exclusivo: EM encontra Hilda Furacão vivendo em um asilo em Buenos Aires | Divirta-se:

    Fausto Fanti, de "Hermes e Renato"...



    (Vila Velha, ES)
     
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    Judaísmo não é Israel - Andrew Solomon


     

     "Há bons judeus e maus judeus, bons e maus israelenses, bons e maus palestinos, bons e maus muçulmanos. Tanto o atual governo israelense quando o Hamas tentam usar o outro como bode expiatório, uma tática que evoca movimentos genocidas ao redor do mundo. Mas o Islã não é o Hamas, e judeus não são o governo de Netanyahu.

    Quaisquer objeções que você levante em relação à horrível situação lá, culpe aqueles que a estão intensificando.

    Mas não atribua a uma parcela da população mundial os erros dos que atualmente lideram essa guerra."


    leia mais na nota da coluna do Ancelmo Gois - O Globo


    Judaísmo não é Israel - Ancelmo Gois: O Globo

    Israel deveria aceitar as demandas do Hamas

    Rasheed Abou-Alsamh Foto: Patrick Grosner 
    "O silêncio estrondoso que veio dos israelenses e americanos não foi surpreendente. Afinal, não é nenhum segredo que o primeiro-ministro israelense Benjamin Netanyahu odeia o Hamas, mas gosta de tê-los ali em Gaza para atrapalhar as negociações de paz com os palestinos e, ultimamente, impedir a realização de um Estado palestino independente e livre, formado por Gaza e a Cisjordânia. Um Hamas radical e fortemente armado, lançando mísseis em direção a Israel a cada dois anos, aliado com o crescente número de assentamentos judeus na Cisjordânia — autorizados pelo governo de Netanyahu — é a formula perfeita de nunca alcançar um tratado de paz final com os palestinos e assim deixá-los vivendo debaixo do punho punitivo e implacável de Israel."

    leia o artigo de Rasheed Abou-Alsamh >

     Israel deveria aceitar as demandas do Hamas - Jornal O Globo

    quarta-feira, julho 30, 2014

    SUASSUNA


    FERNANDO LOPES
    (Brasilia, DF) 

    Ariano vilão assassino - Frei Betto




    "— Quando o japonês mostrou toda aquela parafernália - contou-me Ariano - eu indaguei: "Então é nisso que vou ler livros? E quando quiser ir ao banheiro, carrego junto essa joça? Levo isso para a cama a fim de ler antes de dormir? E se cai no chão? E se a energia acaba?" O japonês ficou apertado de costura, insistindo em justificar o avanço da tecnologia. Propus um teste: "Já que você diz que vamos fazer livros nesse troço aí, vamos ver como ele escreve textos. Redija aí o meu nome: Ariano Villar Suassuna." O japonês digitou o Ariano e o bicho aceitou. Digitou o Villar e o diabo fez aparecer o corretor apontando erro e sugerindo vocábulo aproximado - "Vilão". Em seguida, digitou Suassuna. Mesma coisa. O vocábulo aproximado era "Assassino". Eu disse: "Como vou escrever numa coisa que me chama de Ariano Vilão Assassino?""

    leia mais no artigo de Frei Betto > 

    Ariano vilão assassino - Colunas DomTotal

    Johnny Marr - Sun And Moon (Taken from The Messenger)




    I hear it snap, hurry up, see,
    Let’s get rich and get the feeling to have it all.
    A face that fits you, it really fits you,
    It’s a snip, bruised as a hobbit now.

    Vândalos botam pra quebrar





    (Rio de Janeiro, RJ)
      
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    G1 - Na Flip, Jaguar lembra dia em que Chico Buarque cuspiu em Millôr


     Hubert, Jaguar e Reinaldo na mesa de abertura da Flip 2014 (Foto: Flavio Moraes/G1)

    "Antes do início, o sistema de som da Tenda dos Autores transmitiu algumas declarações de Millôr Fernandes, e público que entrava no espaço ria ao final de cada uma delas. Alguns exemplos: "Meu nome é Millôr Fernandes, o que não é nenhuma novidade mas ainda não é nenhuma garantia” e “Fiquei famoso em várias partes do mundo, todas elas no Brasil.” Também brincou que, quando criança, fazia aulas de piano e que, a cada erro, o professor lhe batia na cabeça com um jornal. "Assim comecei a aprender jornalismo", completou.

    Logo no princípio da conversa, Jaguar confundiu-se com algumas datas e sequências de fatos do passado, em especial na época do jornal "O Pasquim". Alertado por Reinaldo de que estava se confundindo, atribuiu o erro ao fato de ter parado de beber. "Eu, quando bebia, não tinha amnésia, agora eu tenho. Agora eu tenho 'amnésia abstêmica', embaralho tudo." Foi o primeiro momento de risos mais intensos do público."

    leia mais clicando no titulo > 

    G1 - Na Flip, Jaguar lembra dia em que Chico Buarque cuspiu em Millôr - notícias em Flip 2014:


    As gravações de Bethlem levantam uma pontinha da rede de interesses e propinas e desmandos que as empresas de ônibus montaram para controlar o Rio de Janeiro. Ao citar o capo Jacó Barata, Behtlem narra nas fitas da ex-mulher como recebeu grana para mexer pauzinhos, leis e jeitinhos para beneficiar interesses das famílias buseiras e livrá-los de restrições.

    Mas já sabemos que nada acontecerá diante disto. O próprio Behtlem taí, liberado para ser candidato. As autoridades vão deixar Barata.



    ..

    Faxina na Faixa






    (Recife, PE) 
     
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    Sistema político do futebol - Francisco Bosco


    Francisco Bosco Foto: O Globo  " Felipão se aferrou com todas as forças à tese da pane de seis minutos. Considerou que o time começou melhor o jogo e poderia ter feito muitos gols no segundo tempo. Não os fez por acaso, coisas do futebol. Parreira reforçava o coro, cujo sentido geral era o de destacar a goleada como um ponto fora da curva, num trabalho de resto muito bem feito. Ao mesmo tempo, chegavam notícias de que os mandatários da CBF — que, claro, não se julgaram no dever de se pronunciarem publicamente — cogitavam manter Felipão no cargo, após a campanha sofrível e a derrota histórica. Agora pense bem, leitor. Falsificação da realidade, negação das evidências, blindagem, radical afastamento entre os donos do poder e as aspirações sociais: isso soa familiar?

    Sim. E a semelhança não é mera coincidência. A CBF — junto à comissão técnica que designou, e que se mostrou tão identificada a ela neste último ano e meio (lembro sempre dos afagos trocados entre Marin e Felipão nas coletivas) — é a versão “privada” e esportiva do sistema político brasileiro. Assim como ele, trata-se de uma instituição que, gerindo um bem público, age no sentido primordial de garantir sua perpetuação no poder. "


    leia a coluna de Francisco Bosco >

    Sistema político do futebol - Jornal O Globo

    Destruction in Gaza Strip

    Photograph: Oliver Weiken/EPA

    terça-feira, julho 29, 2014

    Centenário da I Guerra Mundial



    (Campinas, SP)

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    Why I have to leave Israel | Sayed Kashua


     Sayed Kashua

    Depoimento emocionante sobre a crença (e descrença) no poder da escrita... e da leitura...

    " I began to write, believing that all I had to do to change things would be to write the other side, to tell the stories that I heard from my grandmother. To write how my grandfather was killed in the battle over Tira in 1948, how my grandmother lost all of our land, how she raised my father while she supported them as a fruit picker paid by the Jews.

    I wanted to tell, in Hebrew, about my father who sat in jail for long years, with no trial, for his political ideas. I wanted to tell the Israelis a story, the Palestinian story. Surely when they read it they will understand, when they read it they will change, all I have to do is write and the Occupation will end. I just have to be a good writer and I will free my people from the ghettos they live in, tell good stories in Hebrew and I will be safe, another book, another movie, another newspaper column and another script for television and my children will have a better future. Thanks to my stories one day we will turn into equal citizens, almost like the Jews.

    Twenty-five years of writing in Hebrew, and nothing has changed. Twenty-five years clutching at the hope, believing it is not possible that people can be so blind. Twenty-five years during which I had few reasons to be optimistic but continued to believe that one day this place in which both Jews and Arabs live together would be the one story where the story of the other is not denied. That one day the Israelis would stop denying the Nakba, the Occupation, and the suffering of the Palestinian people. That one day the Palestinians would be willing to forgive and together we would build a place that was worth living in.

    Twenty-five years that I am writing and knowing bitter criticism from both sides, but last week I gave up. Last week something inside of me broke. When Jewish youth parade through the city shouting "Death to the Arabs," and attack Arabs only because they are Arabs, I understood that I had lost my little war."


    read the whole article > 

    Why I have to leave Israel | Sayed Kashua | World news | The Observer

    pela cochlea: Alceu Valença - Ciranda da Aliança

    Dreamcatcher



    (Rio de Janeiro, RJ)

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    Hubert indica tres livros geniais de humor

    The eight rules of photobombing – as revealed by celebrities

     

    The Prince Harry photobomb is just the latest celebrity lesson in a subtle art. And everybody from Kevin Spacey to Beyoncé are showing us how it's done


     Prince Harry photobombs a picture with New Zealand sports officials.


    It used to be enough to just be famous and in the background of someone else's photo – but celebrity photobombers are stepping up their game, and so should the royals. Here, your various Highnesses, is how to photobomb like a king:

    The eight rules of photobombing – as revealed by celebrities | Art and design | The Guardian

    São Paulo não pode pingar




    (Rio de Janeiro, RJ)
      
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    Um viva para os heróis israelenses; contra o massacre na Faixa de Gaza


     

     "Presídio de 365 quilômetros quadrados, fronteiras fechadas, sem saídas, em Gaza se espreme 1,8 milhão de pessoas. Um favelão e uma das maiores densidades demográficas do mundo, com 5.046 habitantes/km². Agora imagine bombardear uma área assim.

    Seria como bombardear a favela de Paraisópolis (a maior de São Paulo) para combater os membros de uma facção que se tivessem escondido lá. Ninguém normal acharia certo, porque não tem como ser “cirúrgico”, sem “danos colaterais”, sem mortes de inocentes.

    É diante de uma tal desqualificação do debate (algo que só serve aos fanáticos e aos senhores da guerra) que avultam os nomes e sobrenomes dos 56 heróis citados no começo deste artigo. São os corajosos signatários de um manifesto contrário ao serviço militar obrigatório, visto naquele país como um dever quase sagrado, essencial para proteger um povo cercado de inimigos.

    Pois os 56 ousaram romper com a lógica tribal e enfrentar a loucura belicista dos governantes de Israel."

    leia o post de Laura Capriglione

    Um viva para os heróis israelenses; contra o massacre na Faixa de Gaza | Laura Capriglione - Yahoo Notícias:

    para leitura: Folha transforma sofisma em notícia para inflar Aécio e Campos


    " O Datafolha inventa.

    Neste domingo, publica a manchete de página que afirma: 

    "Aécio e Campos têm mais chance de crescer" "


    leia mais no post de Mário Marona 

    para leitura: Folha transforma sofisma em notícia para inflar Aécio e Campos

    Até aí pousou Neves



    (Vila Velha, ES)
     
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    A pause in the bombing by Israeli forces – and the ruins of Gaza are laid bare

     beit hanoun

     "What happened here in Beit Hanoun, and in other neighbourhoods of Gaza hardest hit by the Israeli assault, will inevitably demand an explanation: whether the extremity of violence unleashed in these residential areas in recent days was proportionate, or if the destruction amounts to a war crime.

    Although in places there is evidence fighting has taken place, what is hard to comprehend is the Israeli justification for the scale of the destruction, save destruction for its own sake in pursuit of a policy of collective punishment.

    "There is no proof that any kind of gratuitous damage is being inflicted," said Israeli legislator Ofer Shelah of the centrist Yesh Atid party."


    read story by Peter Beaumont > 

    A pause in the bombing by Israeli forces – and the ruins of Gaza are laid bare | World news | The Observer

    Photograph: Lefteris Pitarakis/AP

    domingo, julho 27, 2014

    pela cochlea: Excelência (Quinteto Armorial)

    In Memoriam ARIANO SUASSUNA

    Bombas sobre a Palestina





    QUINHO 
    (Belo Horizonte, MG) 
     
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    Eliane Brum: O insustentável peso da camisa


     Torcedor na Fan Fest de São Paulo, durante a partida entre Brasil e Holanda


    "A narrativa publicitária não pode criar realidade, só imagem que se desfaz. Essa Copa revelou com rara profundidade, para quem se importasse em ver, a cisão entre o mercado como tentativa de controlar a vida pelo desejo de consumo –e a vida que se impõe como a transgressão que é, consumindo-se na voragem de desejos incontroláveis.

    Nesse sentido, Neymar, David Luiz, Thiago Silva e todos os outros são personagens ainda mais trágicos. Aos meninos da seleção brasileira parece ter sido dada a missão não de jogar futebol, mas de reunir os cacos de uma identidade "brasileira" que, se um dia existiu, pode ter terminado de ruir em junho de 2013.

    Pelos tantos interesses envolvidos, alguns deles conflitantes entre si, apostava-se que eles pudessem reunir o que já não pode ser reunido. Mas nem todo o esforço da TV aberta, Globo em particular, foi capaz de forjar um espetáculo maior do que a realidade. "

    leia o artigo de Eliane Brum: 

    Eliane Brum: O insustentável peso da camisa - 15/07/2014 - Folha na Copa - Esporte - Folha de S.Paulo:

    A chegada de Ariano Suassuna no Céu



    (Santo André, BR)

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    O caos aéreo de Aécio Neves


    Jornalismo Wando

    "Utilizando R$14 milhões dos cofres públicos, o Estado de Minas decidiu construir um aeroporto para a cidade de Cláudio (MG) e seus menos de 25 mil habitantes. O local escolhido para a nova pista foi a fazenda do tio de Aécio, que está localizada a apenas 5km do "Palácio de Versalhes" do governador. Apesar de ser considerado ilegal pela ANAC, Aécio utiliza o aeroporto todas as vezes que visita sua propriedade rural.

    O tio, Múcio Tolentino, que já foi prefeito de Cláudio, é quem autoriza ou não o uso do aeroporto

    Fernando Tolentino, o porteiro do aeroporto, é irmão de Tancredo Tolentino, um outro primo de Aécio. É ele quem comanda a cachaçaria da família e já foi preso por participar ativamente de um esquema de vendas de absolvição para traficantes.

    A cidade de Cláudio não possui corpo de bombeiros, serviço de atendimento móvel de urgência e guarda municipal. Em alguns bairros há falta de água potável, mas o aeroporto de R$14 milhões continua lá, disponível para os familiares de Aécio evitarem as estradas mineiras. Nas redes sociais, o caso já foi batizado de "Aéreo Neves", "Caos Aécio", "MeriTIOcracia", "Programa Aeroporto da Família"e "Meu Aeroporto Minha Vida"."


    leia a reportagem do Jornalismo Wando: 
    O caos aéreo de Aécio Neves | Jornalismo Wando - Yahoo Notícias

    pela cochlea: Alceu Valença - Espelho Cristalino (1977)

    ele tem uma luz que alumia
    ao meio-dia clareia a luz do sol !!



    essa rua sem céu, sem horizontes
    foi um rio de águas cristalinas
    serra verde molhada de neblina
    olho d'agua sangrava numa fonte
    meu anel cravejado de brilhantes
    são os olhos do capitão corisco
    e é a luz que incendeia meu ofício
    nessa selva de aço e de antenas
    beija-flor estou chorando suas penas derretidas na insensatez do asfalto

    sexta-feira, julho 25, 2014

    Morre Ariano




    (Recife, PE) 
     
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    Barbara Heliodora fala sobre a obra-prima de Ariano Suassuna



    Ariano Suassuna, em abril deste ano Foto: Hans Von Manteuffel / Agência O Globo

    "A razão é o fato de não haver ninguém, por estes Brasis, que não reconheça e identifique sua brasilidade, que não se solidarize com as agruras de Chicó e João Grilo. E é preciso parar e pensar para que possamos nos dar conta da justeza, da economia, do cuidado e do requinte que puderam produzir esse texto que parece tão espontâneo, tão simples, tão ingênuo. Se o texto fala de bem e mal, de certo e errado, ele jamais se torna moralizante: a essência crítica vem muito do que se encontra na literatura de cordel, mas o pequeno Sacristão é sem dúvida o “bobo de Deus” medieval, em quem a verdade transparece na ingenuidade. E quem quiser, hoje, denunciar a corrupção entre os poderosos, deve montar o “Auto da Compadecida”, pois lá ela é exemplarmente apresentada."

    leia o texto de BARBARA HELIODORA
    AC2B: Barbara Heliodora fala sobre a obra-prima do escritor, morto nesta quarta-feira

    Gaza: Bienal da destruição

     
    "Muito se fala sobre as ditaduras do Oriente Médio. Porém, quando experiências democráticas produzem governos antipáticos a Israel, passa a prevalecer a tese da "guerra ao terrorismo", que justifica qualquer ação, até mesmo uma campanha consciente de destruição por completo de uma sociedade.

    Segundo a Anistia Internacional, o bloqueio não somente impede a maioria da população de Gaza de sair ou exportar mercadorias, como permite apenas a importação bastante restrita de itens básicos. Não por acaso, materiais como cimento, madeira, canos, vidro, barras de aço, alumínio e peças de reposição são extremamente raros ou indisponíveis. Mas a par de insumos para a construção civil, a lista de proibições israelenses barra produtos tão perigosos quanto grão-de-bico, chá, macarrão, geleia, biscoitos, molho de tomate, quebra-cabeça, lápis e canetinhas de colorir.

    A punição à desobediência eleitoral palestina não se limita à política de sufocar Gaza, que se tornou um campo de concentração a céu aberto. De dois em dois anos, Israel bombardeia, invade e destrói o máximo possível da faixa."






    por Aldo Cordeiro Sauda e Marcia Camargos
    leia mais:

    Bienal da destruição por Aldo Cordeiro Sauda e Marcia Camargos

    quinta-feira, julho 24, 2014

    Ariano Suassuna

    O caso da fotógrafa misteriosa

     A fascinante história da americana Vivian Maier, que chegou a viver na rua e foi reconhecida postumamente

      Enquanto isso, numa outra parte da cidade, uma velha senhora chamada Vivian Maier chegava ao fim de uma existência singular. Solteira, sem filhos, parentes próximos ou amigos chegados, vivia num pequeno apartamento alugado por três adultos de quem havia sido babá quando crianças. Ao longo dos últimos anos saíra de uma condição de relativo conforto para a absoluta pobreza; chegara a viver na rua, de onde suas ex-crianças a tiraram, e não conseguira sequer pagar o aluguel do depósito onde, por falta de residência própria, armazenava os seus pertences — essencialmente, recortes de jornais, antigas câmeras fotográficas, ampliações, filmes não revelados. E negativos: incontáveis negativos! Por causa da falta de pagamento, as caixas foram vendidas em 2007 para um antiquário que as dividiu e leiloou em pequenos lotes.

    leia a historia na coluna de CORA RONAI
    O caso da fotógrafa misteriosa - Jornal O Globo




    Ariano Suassuna: Dramaturgo, escritor e poeta popular

      
     "Genial. Quixotesco. Criativo. Conservador. Perfeccionista. É extensa a lista de palavras ligadas à vida e à obra de Ariano Suassuna, mas nenhuma se aplica melhor ao dramaturgo, escritor e poeta do que o adjetivo popular. Capaz de agradar de intelectuais a iletrados com seu jeito simples e comunicativo, que atraiu multidões ao longo de décadas para suas aulas-espetáculo, e com sua afiada produção em prosa e verso, o criador do Movimento Armorial, tido por muitos como um guerrilheiro cultural, dedicou a vida à arte e à fantasia. Até porque, costumava dizer, uma obra é universal na medida em que contém uma quantidade maior de sonho humano.

    "O riso a cavalo e o galope do sonho são as duas armas de que disponho para enfrentar a dura tarefa de viver", escreveu em "A Pedra do Reino".


    leia mais>

    Dramaturgo, escritor e poeta popular - Jorge Bastos Moreno: O Globo

    quarta-feira, julho 23, 2014

    Aéreo Neves



    (Rio de Janeiro, RJ)

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    Suassuna: O homem e suas certezas




    "A autoironia era sua especialidade, como quando dizia que cobrava tantos reais para viajar para uma palestra e pagava o dobro para não sair de casa. Ou contava que, numa viagem de avião (que ele detestava), simulou um mal-estar. Diante da aeromoça que perguntava se ele estava sentindo falta de ar, teria dito: “Eu tô é com falta de terra, minha filha!”.

    leia o artigo de PAULO ROBERTO PIRES:

    O homem e suas certezas - Instituto Moreira Salles

    Direito de matar - Vladimir Safatle


    "Jake Tapper é jornalista da CNN norte-americana.
    Ao entrevistar uma representante da Autoridade Palestina, não lhe veio ideia melhor à cabeça do que acusar os palestinos que morrem atualmente em Gaza de serem possuídos por uma "cultura do
    martírio", expressa por eles pretensamente se deixarem matar enquanto suas cidades são devastadas.

    Sim, Jake, você deve ter razão, palestinos não passam de fanáticos irracionais, cuja única razão de existência é obrigar perversamente os ocidentais a saciarem seu estranho desejo de martírio."

    leia a coluna de Vladimir Safatle


    Direito de matar - 22/07/2014 - Vladimir Safatle - Colunistas - Folha de S.Paulo

    A coletiva do Dunga



    (Vitoria, ES)

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    Cidade em transe: a gentrificação do Rio


     Foto Rio de Janeiro atualmente

    O Rio, assim como outras cidades do país e do mundo, parece que trocou de roupa em poucos anos. Novos moradores chegam, o comércio e o tipo de moradia mudam e surge um novo perfil de morador no bairro. Nessa mudança, emergem novas relações urbanas: há quem prefira continuar no bairro e manter seu estilo de vida; outros percebem uma boa oportunidade para vender seus imóveis, que se valorizam rapidamente; e há também os que não conseguem acompanhar a alta dos preços e deixam o bairro. Essas novas relações econômicas e sociais, provocadas pela troca de população, refletem o fenômeno chamado gentrificação. Confira o especial do GLOBO:
    Cidade em transe - O Globo

    Heartrending Gaza: Reporter breaks into tears live on air

     

    11 Heartrending Gaza: Reporter breaks into tears live on air (VIDEO)

    The correspondent, who had just returned from Gaza’s Shejaia neighborhood – which came under heavy Israeli bombardment on Sunday, leaving dozens dead – began speaking about what he and his TV crew witnessed. He stated that his team saw a lot of bodies, adding that the crew was in a state of shock.

    However, as he was describing the “laying bodies,” he broke into tears. He tried to compose himself and continue, but subsequently walked off screen.

     watch it here
    Heartrending Gaza: Reporter breaks into tears live on air (VIDEO) - Israel Foreign Affairs News

    terça-feira, julho 22, 2014

    E depois da Copa...


    (Porto Alegre, RS)
     
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    Com filmes, exposições e internet, Biblioteca Parque Estadual atrai mil pessoas por dia



     Num ambiente em que os livros e a tecnologia digital convivem lado a lado, a Biblioteca Parque Estadual recebe um público diversificado, de crianças a doutorandos Foto: Gustavo Stephan / Agência O Globo

    "Folheando páginas repletas de histórias, Nilza redescobre o prazer da leitura. Cleiton passa a tarde imerso em sua pesquisa de doutorado. O morador de rua Douglas se debruça em livros nos quais projeta a esperança de construir um futuro diferente. Todos num mesmo lugar: a Biblioteca Parque Estadual. O espaço reabriu completamente transformado, após uma reforma, em 29 de março. E desde então, no coração do Rio, perto da Central do Brasil, de portas abertas para a Avenida Presidente Vargas, a Saara e o Campo de Santana, já recebeu 100 mil visitantes, ou cerca de mil pessoas por dia.

    — Fiquei deslumbrada. Vim, depois, para ver filmes e usar a internet, até que peguei na estante o primeiro livro, sobre o Teatro Municipal. Não parei mais — diz Nilza, que estudou até o 7º ano do Ensino Fundamental, mas que, agora, pretende voltar à escola. — Quero estudar para ler melhor — afirma ela."

    leia a reportagem de Rafael Galdo  e conheça a BPE


    Com filmes, exposições e internet, Biblioteca Parque Estadual atrai mil pessoas por dia - Jornal O Globo:

    pela cochlea: Fuse ODG & Wyclef Jean - Antenna

    A nova (velha) novela


    (Rio de Janeiro, RJ)
      
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    No rastro dos aluguéis salgados, o ocaso dos pés-sujos do Leblon


     



    "— Minha mulher foi criada na vizinhança do Bar Ferreira. Era praticamente a sala de estar da casa dela. Tinha seu charme de botequim, mas para esse tipo de negócio fica difícil quando o aluguel sobe. Quando o imóvel é próprio, o dono do bar até aguenta. Quando é alugado, nem sempre — diz De Lamare. — Acho que o fechamento desses comércios populares faz o bairro perder um pouco da alma"
    leia a matéria de Isabela Bastos >
    No rastro dos aluguéis salgados, o ocaso dos pés-sujos do Leblon - Jornal O Globo:

    foto Fábio Seixo

    Este é um país que vai pra frente


    (Joinville, SC)
     
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    segunda-feira, julho 21, 2014

    Via IRIS: Ladri di Bicclette (Vittorio de Sica, Italia, 1948)

    Spoilers - Gregorio Duvivier

     gregorio duvivier
    "A morte dos outros é um spoiler. Parece te revelar algo que você não sabia, ou fingia não saber sobre você mesmo: você vai morrer. Olhe à sua volta. Todo o mundo vai morrer. A vida é pior que "Game of Thrones". Não sobra nem o anão. "

    leia a coluna de Gregorio Duvivier >
    Spoilers - 21/07/2014 - Gregorio Duvivier - Colunistas - Folha de S.Paulo:

    pela cochlea: No dia em que eu vim-me embora - Vânia Bastos e Caetano Veloso

    Um dia normal na geopolítica




    (Rio de Janeiro, RJ)

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    Cheiro de queimado no ar


    De RICARDO MELO:


    Um avião civil é fulminado a 10 mil metros de altura, matando centenas de inocentes. Israel volta a atacar Gaza sem piedade. No Iraque, os anos de intervenção americana resultaram na criação de um califado. Na ausência de lideranças convincentes, a primavera árabe desembocou no inverno de outra ditadura sanguinária no Egito. A direita avança na Europa.
    Com a economia mundial em pandarecos, guerras são sempre uma válvula de escape para lubrificar a engrenagem do capital, fazer a máquina girar. A extensão dos conflitos é imprevisível, principalmente quando a ONU mostra-se cada vez mais uma entidade decorativa. Mas que há um odor muito forte de queimado no ar, isto há.

    Ramadan in Gaza: life under missile-fire


     Israeli air attack on Gaza

    "These families have been caught in a tragic catch-22. Afraid to leave their homes when the Israeli warplanes do drop their bombs on Gaza's neighbourhoods, it is the women and children sheltering in the buildings where they instinctively feel safest who are dying.

    Israel has said it is training its missiles on Gaza's homes – a practice the United Nations Human Rights Office says may violate international law – because Hamas and other militants are hiding inside."

    read the story by Peter Beaumont >  
    Ramadan in Gaza: life under missile-fire | World news | The Guardian

    Aplaudir pôr do sol, abraçar... Veja o que surpreendeu os estrangeiros


     O chileno Richard, o americano Joe, a estoniana Elsa e o suíço Lukas Bärtschi (Foto: Arquivo pessoal)

    Turistas que vieram para a Copa listam o que acharam mais surpreendente. Pão de queijo, compras parceladas e falta de pontualidade foram citados.

    leia mais
    G1 - Aplaudir pôr do sol, abraçar... Veja o que surpreendeu os estrangeiros - notícias em Turismo e Viagem


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