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  • TA TUDO MUITO ESQUISITO, DEPOIS QUE VISUAL VIROU QUESITO

  • Vislumbres

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    Fragmentos de textos e imagens catadas nesta tela, capturadas desta web, varridas de jornais, revistas, livros, sons, filtradas pelos olhos e ouvidos e escorrendo pelos dedos para serem derramadas sobre as teclas... e viverem eterna e instanta neamente num logradouro digital. Desagua douro de pensa mentos.


    domingo, setembro 30, 2007



    DUKE
    Belo Horizonte

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    Ping... Pong...

    Nesta semana vai começar o Cow Parade no Rio.
    A Revista de Domingo exibe hoje a vaca patrocinada pela revista,
    uma criação de Abel Gomes, Louise Hasky e Mariana Dourado,
    uma vaca carioca de biquini deitada numa canga.



    Ocorre que o Luke Bosshard já desenvolvera a mesma idéia, num projeto aprovada pelo evento, há alguns meses, com o seu Cowmarão, que é...
    uma vaca carioca de biquini deitada numa canga.



    No projeto original do Luke inclusive a vaca lia um livro, tal e qual a Domingo le a revista de domingo. Agora ela preferiu ouvir um Ipod enquanto se bronzeia e rumina os pensamentos.

    foto de Ana Pinta

    Ah sim, a vaca do Luke aproveita para tirar a parte de cima e queimar as marcas do biquini... só que passou um pouco do ponto... daí sua alcunha de Cowmarão.

    (clique nas vacas para ve-las maiores;
    o blogspot publica imagens em tamanhos padrão)


    Festival do Rio 2007 - décimo dia - roteiro do ricky

    Estação 1 14:00 - Cem Pregos
    Espação 3 16:00 = Se o vento levanta a areia
    Espação 2 23:45 - Tracey Despedaçadam


    É que eu vou deixar para ve-los de enfiada na quinta-feira
    mas para quem nao tiver a quinta disponivel eu recomendaria mesmo
    são os documentarios de Stanley Nelson no Caixa Cultural.

    Hoje passam dois
    14:15 - O assassinato de Emett Till
    16:45 - Jonestown , vida e morte no Templo do Povo

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    sábado, setembro 29, 2007

    Charges: combate ao tráfico




    DÁLCIO MACHADO
    Campinas


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    notas do festival do rio 2007



    O festival de cinema sempre tem muitos convidados
    e uma presença forte no festival este ano tem sido o cheiro dos cinemas.

    A maior recepção (olfativa) tem sido para o Espação 1
    onde o tapete parece que alguem vomitou em cima.

    Deve ter sido na sessão de Mister Lonely
    uma coisa ridícula metida a moderninha e insuportável, sem sentido & sem noção.




    Diálogo de Festival de Cinema:
    (entre cinéfilo e atendente)

    - E aí, vai passar O Outro agora?
    - Não, vai passar outro.
    - Pois é, o Outro. Então foi liberado?
    - Não vai passar é outro.
    - O Outro?
    - Outro filme.
    - Ah então é outro. E qual é o outro?
    - Não sei, é outro filme.

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    Festival do Rio 2007 - nono dia - roteiro do ricky

    Estação 3 14:45 - Mentiras Proibidas
    Caixa 2 19:15 - Um lugar só nosso
    Espação 2 21:30 - Floresta dos Lamentos



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    sexta-feira, setembro 28, 2007

    Festival do Rio 2007 - oitavo dia - roteiro do ricky

    Espação 1 15:15 - La Señal
    Espação 2 19:15 - O assaltante
    Espação 2 23:15 - O mundo imundo de John Waters

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    quinta-feira, setembro 27, 2007

    Charge de Cosme & Damião



    ZOPE

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    Palavras

    Penso em Hemingway, Bukowski, Dylan Thomas, penso na geração beatnik e naquele cenário clássico: uma máquina de escrever cercada por um cinzeiro entupido de baganas e por uma garrafa de uísque vazia. Uma espécie de altar às avessas, de onde brotavam palavras atormentadas escritas madrugada adentro. Hoje se escreve melhor? Melhor, pior, não é essa a questão. O problema é que transformamos literatura em profissão, com todos os encargos incluídos: pontualidade, disciplina, declaração de imposto.

    Obedecemos prazos. Escrevemos de dia, em apartamentos vizinhos a shoppings.

    Cercados pela família, que assiste à TV no aposento ao lado. Escrevemos concentrados no texto, mas interrompendo-o de vez em quando para consultar a entrada de emails.

    Mergulhamos na ficção sem esquecer o horário marcado para o check-up de rotina.

    Tentamos ser viscerais dentro dessa vidinha irritantemente normal.

    Sinto uma certa nostalgia da época em que escrever era uma sina e não uma opção de carreira, quando as informações não estavam tão disponíveis e havia mais espaço para a imaginação. Quando não lidávamos com a assepsia dos computadores e nem com a falta de romantismo destes dias atuais. Quando o politicamente correto não havia sido inventado, quando era possível isolar-se, não ser encontrado, patrulha nenhuma à vista. Quando havia liberdade para viver uma vida que não fosse padrão, quando sobrava silêncio, ninguém recomendando dietas, exercícios, abstinências.

    Houve quem entrasse rio adentro com pedras nos bolsos: suicidavam-se mais, os escritores.

    Os escritores deste novo século já não se suicidam, a Sylvia Plath de hoje faz mamografia, a nova Ana Cristina Cesar faz pilates, o William Burroughs do século XXI precisa parar de beber por recomendação médica. Está proibido o desatino.

    - Martha Medeiros
    "Sobridade demais"

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    Festival do Rio 2007 - sétimo dia - roteiro do ricky

    Espação 1 12:15 - Debaixo do gelo a água é quente
    Caixa 2 16:45 - A imprensa negra americana
    Caixa 2 19:15 - O assassinato de Emmet Till
    Espação 2 21:30 - Terra Sonâmbula

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    no ceu do festival do rio 2007



    Silenciosa Luz
    Mister Lonely
    Sonhos de Deserto
    Hallam Foe
    La León
    Sombras Elétricas
    Em Minha Memória
    Mulher na Praia
    Temporada de Seca
    O Banheiro do Papa
    Eu não quero dormir sozinho


    constelações vistas de maneira parcial e subjetiva por ricky goodwin

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    quarta-feira, setembro 26, 2007

    Charges: Lula Lá




    THIAGO RECCHIA

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    Festival do Rio 2007 - sexto dia - roteiro do ricky

    Estação 1 14:00 - Sem Fôlego
    Espação 1 16:45 - O banheiro do Papa
    Estação 1 21:45 - Eu não quero dormir sozinho

    no ceu do festival do rio 2007



    Silenciosa Luz
    Mister Lonely
    Sonhos de Deserto
    Hallam Foe
    La León
    Sombras Elétricas
    Em Minha Memória
    Mulher na Praia
    Temporada de Seca


    constelações vistas de maneira parcial e subjetiva por ricky goodwin

    terça-feira, setembro 25, 2007

    Charges



    DALCIO MACHADO
    Campinas


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    Palavras

    Esta historicamente provado e comprovado : depois do capitalismo vem o socialismo e depois do socialismo vem as máfias. Taí a Rússia que não nos deixa mentir. O Brasil, país do futuro , pulou o socialismo e foi direto pras máfias.

    - César Cardoso

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    Festival do Rio 2007 - quinto dia - roteiro do ricky

    Caixa 1 16:30 - Gangues de Cité Soleil
    Espação 1 19:00 - O estado do mundo
    Espação 3 21:30 - Mulher na praia
    Estação 3 23:45 - Temporada de Seca

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    segunda-feira, setembro 24, 2007

    Charges



    ANGELI
    São Paulo


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    Palavras

    Na época do referendo do desarmamento, quando alguém defendia o direito do Cidadão De Bem (entidade em que - no meu sincretismo religioso - até acredito mas nunca vi) portar armas, lembrava daquela cena de Love and Death com o Woody Allen tentando levantar uma pistola com o dobro de seu tamanho.

    Voltei a pensar na Classe Média nessa representação fracote e desajeitada depois de ler que ao fim da sessão especial de Tropa de Elite muitos gritaram em apoio ao Bope ("Caveira!") e outro dia toda a praia aplaudiu o cooper de uma unidade do batalhão. Fica meio explicíto o subtexto homossexual da admiração do Cidadadão De Bem pelo trabalho da polícia, desde que feito bem longe da Zona Sul. É uma admiração de donzela em perigo, de irmão mais novo que apanhou na escola e conta com o apoio do mais velho para a vingança.

    Tenho a nítida impressão que se o Bope baixar as calças, a Classe Média chupa.


    - Arnaldo Branco
    "A Classe Média vai ao Orgasmo"

    Festival do Rio 2007 - quarto dia - dicas do ricky

    Estação 1 16:45 - Sombras Elétricas
    Espação 2 - Nascido e criado
    Estação 1 21:45 - Em minha mem´ria



    domingo, setembro 23, 2007

    Charges



    LEONARDO
    Rio de Janeiro

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    no ceu do festival do rio 2007



    Silenciosa Luz
    Mister Lonely
    Sonhos de Deserto
    Hallam Foe
    La León



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    Palavras: festival do rio na lona

    Estudando a programação do Festival do Rio, reparei que foram programados para as lonas culturais (Anchieta, Bangu, Campo Grande, Guadalupe, Maré, Realengo, Santa Cruz e Vista Alegre), os seguintes filmes: "A grande família", "Antônia" e "Uma noite no museu".
    A que se deve isso? Por que a grande festa da diversidade cinematográfica, que contempla os mais diversos recortes, na hora de voltar os olhos pro chamado "povão", oferece o de sempre, o trivial simples? Por que servem, requentados, enlatados da Globo e de Hollywood?
    Chego a me perguntar se isso seria preconceito com as pessoas ou preconceito com os filmes do festival.

    Meu esquerdismo juvenil, que caninamente me persegue, por mais que eu o chute e não mais o alimente, fica latindo num canto do escritório: - É consciente ou inconsciente? É consciente ou inconsciente? – Que foi, cão?! Pergunto irritado. – Quem programa esses filmes nas lonas tem razões objetivas ou apenas reproduz, apesar das boas intenções, uma visão estigmatizada sobre as camadas mais pobres da população? – Não vou responder. – Au au! Insiste ele. – Olha, cão, essa sua pergunta não leva ninguém a lugar nenhum. Se eu conhecesse alguém do PSTU, eu te dava de presente. – Caim caim!

    O material sobre a programação das lonas, disponibilizado pelo festival à imprensa internacional (está apenas em inglês), diz o seguinte: Os filmes foram escolhidos por sua popularidade e apelo para todas as gerações... Esperamos que essas exibições, como parte do trabalho que é desenvolvido ao longo do ano nas lonas culturais, sejam mais um passo no sentido de estimular o gosto do público dessas áreas suburbanas pelo engajamento cultural.
    Tento elaborar um raciocínio mais complexo que o do meu cachorro. Vem à minha mente a exigência de black tie para a noite de abertura do festival. Que tremenda carga simbólica! A alta roda toda engalanada para assistir, que ironia, “Tropa de elite”. Depois foram comentar (ou não) sobre o filme e sobre a brutal realidade que ele retrata fartando-se numa festa financiada pela renúncia fiscal. Lembro, então, que a exigência do black tie é uma das coisas mais descaradamente desrespeitadas que já vi.
    Começo a rir

    - Gustavo Acioli
    "Apartheid Cultural"

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    Festival do Rio 2007 - terceiro dia - dicas do ricky

    Estação 3 13:30 - Sonhos de Deserto
    Estação 1 - 18:00 Hallam Foe
    Cine Glória - 21:00 La Léon


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    sábado, setembro 22, 2007

    Palavras: ainda a pirataria da tropa

    Continuando a polêmica em torno de tropa de elite
    (uma delas, a da pirataria do filme
    pois tem outra, a da idealização do Bope)

    não percam o excelente artigo de
    de Cezar Migliorin
    no site da Cinética

    analisando a "pirataria" como uma modificação da produção diante do capitalismo atual.
    Um novo mundo
    outras noções de direitos e autorais
    outra visão do lucro
    e da co-criação e co-fruição de obras.



    A noção de propriedade sobre a qual se baseiam os argumentos de Padilha é aquela da era industrial e, se ainda não foi destruída pelos juristas e governos, está sendo cotidianamente ultrapassada por desejos e gestos muito mais democráticos. Trata-se de uma noção de propriedade que não autoriza excluir o que foi produzido por toda sociedade: a cultura, o cinema, a educação, o Bope, a violência, a favela, etc. Este “direito de acesso” deve se impor ao “direito de excluir” a um bem imaterial.

    (...)

    Tropa de Elite é baseado na experiência de profissionais do Bope. Esta experiência é pessoal e social, passa pelo fato de serem funcionários públicos e atuarem no Rio de Janeiro, em lugares públicos e conhecidos e com as pessoas da cidade. Trata-se de uma obra de ficção, claro, mas absolutamente enraizado em uma experiência coletiva. O filme se funda na experiência das pessoas que estão vendo o filme, que moram no Rio e que, de alguma maneira, participam daquela história. Isso é parte importante do sucesso do filme. A indústria cultural se organiza em torno de experiências compartilhadas e transforma em mercadoria o que é coletivo. Assim foi durante esse século. O que o caso de Tropa de Elite deixa também explicito é a dificuldade de esta mesma indústria limitar o acesso ao que pertence a todos em sua origem.

    Tropa de Elite e a crise da propriedade imaterial - link aqui

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    deu um branco no festival do rio

    Isso é que é crítico de cinema!
    Arnaldo Branco está arrasando com sua anti-cobertura do Festival do Rio 2007 - vejam por exemplo seus critérios para escolher filmes:

    Queria ter visto ontem "Irina Palm", o filme sobre uma velhinha (Cristo, a Marianne Faithfull) que masturba homens e mulheres por dinheiro, só porque já tinha um título pronto para a crítica: "Tocante" - mas o editor Zé José me convenceu a ver "O Engenho de Zé Lins" com um argumento definitivo: "toca o Hino do Flamengo três vezes". Mesmo sabendo que corria o risco de arrumar briga por me sentir tentado a levantar na poltrona com a mão espalmada no peito durante as execuções, fui assistir.


    Aliás, o blog que a Zé Pereira abriu para o Festival está excelente e recomendo que acompanhem todos os dias!

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    Festival do Rio 2007 - segundo dia - dicas do ricky

    Estação 3 14:45 - Miss Gulag
    Espação 2 19:00 Silenciosa Luz
    Espação 1 23:30 - Mister Lonely


    O primeiro é docu com um concurso de miss entre detentas na sibéria, partindo daí para falar da rússia atual. O segundo é do reygadas um artesão do cinema com dois belíssimos filmes anteriores e está entre meus imperdíveis do festival. No terceiro, um sósia de Michael Jackson torna-se amigo de uma sósia de Marylin Monroe e vão morar numa comunidade onde todos são sósias de celebridades (!).

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