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  • O BRASIL EH O QUE ME ENVENENA MAS EH O QUE ME CURA (LUIZ ANTONIO SIMAS)

  • Vislumbres

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    Fragmentos de textos e imagens catadas nesta tela, capturadas desta web, varridas de jornais, revistas, livros, sons, filtradas pelos olhos e ouvidos e escorrendo pelos dedos para serem derramadas sobre as teclas... e viverem eterna e instanta neamente num logradouro digital. Desagua douro de pensa mentos.


    sábado, novembro 19, 2022

    Why the World Cup Belongs in the Middle East

     




    "There was some merit to the complaints: Searing July temperatures would make a summer tournament impossible, and it’s true that the national team has never previously qualified for the World Cup. But some of the backlash seemed to be rooted in false cultural assumptions about Qatar and the Middle East more broadly, including a belief that the region lacked a history of football. When the tournament opens on Sunday, it will mark the first time that the Arab world, with its population of more than 440 million people, has hosted the World Cup since it began in 1930. Nonetheless, the region has a century-long history with the beautiful game.

    The story of Arab football — like so much in the region — is tied up in the history of colonialism and the struggle against it. "

    read article 


    GAL



    CRISVECTOR

     

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    Yasmin Williams - "Sunflower" (Live in Boston)

    Paquetaenses


     

    Bigger than Bolsonaro

     

    Nor should international analysts be too surprised that Bolsonarismo has found support among the frustrated petty bourgeoisie, the classic base for fascism. Olavo de Carvalho did well to position himself in the online world of what Nunes calls “the would-be bureaucrat who failed the application (and blames affirmative action), the man who never become an alfa macho (and comes to blame feminism), the adult who feels intellectually inferior (and comes to blame cultural Marxism), and the struggling businessman.”


    But Nunes also points to widespread subjective conditions in Brazil, including the spread of “neoliberalism from below” and the “entrepreneurship of the self,” in which every individual sees herself as a microbusiness poised to make it big—or worse, personally to blame for her own poverty. Bolsonarismo perhaps has no more exemplary figure than the life coach, or the grifter selling dubious financial advice in the slums—the man promising you will get rich if you give money to his church or sign up for his YouTube class. This group also did very well on October 2. Paulo Marçal, a millionaire life coach selling a course called The Worst Year of Your Life, was elected to Congress for São Paulo, and the candidate who received the most votes for a Chamber of Deputies seat in the entire country is a twenty-six-year-old evangelical TikTok star from the favela, who built a following by railing against communism and sex before marriage."





    O QG lulista contra as fake news





    "Monitorando o que estava bombando nas redes adversárias, os advogados entravam com pedido de liminar junto ao TSE e com ações junto às plataformas denunciando a disseminação de fake news. Com base nas liminares concedidas pelo TSE, a equipe jurídica conseguia a desmonetização nas plataformas, como Twitter, YouTube, TikTok e Instagram – ou seja, cortavam os recursos financeiros –, das páginas que distribuíam conteúdo falso. “Ao se desmonetizar esses canais, cortou-se na raiz boa parte da produção de fake news”, disse Zanin. “Elas não deixaram de existir, mas foi uma providência muito importante que teve um impacto significativo nesse ecossistema de desinformação.”
    Proibidos de receber remuneração pela reprodução de material falso, para serem difundidos por vários perfis, os produtores desse tipo de conteúdo viram seu financiamento secar, principalmente no YouTube. Financeiramente, já não compensava seguir adiante com as fake news."
    leia reportagem de Consuelo Dieguez

    O QG lulista contra as fake news

    Bolsonaro participou do movimento golpista?




    Pablo Ortellado


    Já se passaram três semanas das eleições, e o movimento golpista segue vivo. Apesar de politicamente isolado e sem expectativa razoável de êxito, continua mobilizado num patamar elevado, ainda que decrescente.

    Polícia Federal, polícias estaduais, Ministério Público e Supremo Tribunal Federal (STF) investigam a organização e o financiamento dos protestos antidemocráticos. O desafio é entender em que medida são espontâneos, em que medida organizados. E, se organizados, qual é a cadeia de comando. A questão de fundo é descobrir se foi formada uma organização criminosa para contestar a ordem democrática e o processo eleitoral e se (e até que ponto) o presidente ou lideranças bolsonaristas estão envolvidos.

    Um dos pontos fundamentais é entender o silêncio de Bolsonaro e dos influenciadores e lideranças bolsonaristas. Foi resultado de perplexidade e desolamento pela derrota ou estratégico? O presidente e seu entorno ficaram paralisados por uma derrota não esperada ou seu silêncio foi manobra para articular o movimento golpista de forma sorrateira, fora da esfera pública, de maneira a não se fazerem notar e a fugirem das implicações políticas e jurídicas?

    A favor da hipótese de um silêncio fruto da perplexidade, está o fato de o movimento golpista não ter objetivo definido. Não sabe se pede recontagem, anulação da eleição, intervenção “constitucional” das Forças Armadas ou diretamente um golpe de Estado. A ascensão entre os golpistas da exigência de uma “intervenção federal”, figura sem previsão legal e absolutamente confusa, mostra como o movimento está sem norte. A mudança de estratégia de bloqueios de estrada para os protestos nos quartéis, sem esperança de resposta, e uma “greve geral” muito improvável também sugerem baixa coordenação.

    Mas alguns indícios sugerem que o silêncio de Bolsonaro e das principais lideranças bolsonaristas pode ser estratégico. Em primeiro lugar, é muito pouco provável que mais de 2 mil bloqueios de estradas tenham surgido em dois ou três dias de maneira espontânea, sem nenhum tipo de coordenação ou planejamento. Além disso, não apenas o presidente se calou, como, nos primeiros dias, as lideranças e os principais influenciadores bolsonaristas também ficaram quietos.

    Se Bolsonaro tivesse apenas ficado paralisado com o resultado inesperado, seria de esperar que as lideranças se dividissem, algumas apoiando e incentivando os bloqueios, outras lamentando, mas aceitando o resultado, e um terceiro grupo apontando para soluções jurídicas, como recursos ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE). Mas, nos dois primeiros dias, houve um silêncio tão generalizado que sugere orquestração.

    Os relatórios enviados pelos órgãos de segurança ao ministro Alexandre de Moraes mostram que os protestos antidemocráticos foram organizados por lideranças locais, empresários, policiais e ex-policiais, fazendeiros, funcionários públicos e políticos das cidades. Em alguns estados, como no Acre, há grandes agropecuaristas financiando as manifestações, mas, em outros, o apoio material parece vir de comerciantes locais. A lista das 43 empresas e pessoas físicas cujas contas bancárias foram bloqueadas na última segunda-feira sob a acusação de financiamento aos protestos antidemocráticos se concentra muito em Mato Grosso, sobretudo em três famílias na cidade de Sorriso. A questão é se essas lideranças locais e esses empresários, grandes e pequenos, agiram independentemente, de forma espontânea, ou foram convocados por uma instância superior a agir.

    O STF reuniu agora grande quantidade de informação fornecida pelas forças de segurança e por procuradores nos estados. Moraes dispõe ainda dos dados dos grupos de WhatsApp e de Telegram e das contas de mídia social identificadas como promovendo e articulando os protestos antidemocráticos. É material mais que suficiente para estabelecer, de uma vez, se os protestos dos últimos dias foram locais e relativamente espontâneos ou se foram orquestrados por uma organização criminosa envolvendo o presidente da República.

    FOLHA




    Democracia Política e novo Reformismo: Pablo Ortellado - Bolsonaro participou do movimento golpista?



     

    Lavou tá novo


     

    COP-27 expõe os três Brasis sob Lula

     


    O presidente eleito Luiz Inácio Lula da Silva está prestes a viver um teste de credibilidade junto a uma base eleitoral tão ou mais complexa que a de investidores do mercado financeiro. Está pronto para dar um cavalo de pau na área ambiental e retomar os marcos que o Brasil vinha construindo desde a Constituição de 1988. Isso depois de quatro anos de casuísmo e incentivo à exploração ilegal da Amazônia, que culminaram em trágicos registros de devastação da floresta, invasões de terras indígenas e execuções a sangue frio, inclusive de crianças. 


    Na COP-27, no Egito, Lula vai reforçar o compromisso assumido durante a campanha eleitoral com o desmatamento zero na Amazônia e a indicação de um indígena para o futuro Ministério dos Povos Originários. Aqui entra outra pressa, muito mais real e letal que o sobe e desce da bolsa de valores e do dólar, que oscilaram semana passada depois da fala de Lula sobre teto de gastos e pobreza. Os indígenas querem que a nova pasta retome o processo de demarcação de suas terras, direito garantido pela Constituição e ignorado pela gestão de Jair Bolsonaro. 

    A insegurança a que foram submetidos, incluindo o sucateamento da Funai, abriu as portas do inferno para a população originária. A nomeação do jornalista Sérgio Camargo para a Fundação Palmares, responsável pela formulação de políticas públicas para quilombolas, também fez parte da estratégia de tornar ainda mais vulnerável quem já não tem quase nada. 

    As demarcações começaram logo após o fim da ditadura, em 1985, ainda com José Sarney — período em que 67 terras foram demarcadas, segundo o Conselho Indigenista Missionário, o Cimi. Tiveram um pico com Fernando Henrique Cardoso (145) e se mantiveram até os anos de Dilma Rousseff, ainda que em número bem menor (21). Somente Michel Temer e Jair Bolsonaro deixaram de fazer as demarcações, vistas como um instrumento fundamental para a proteção da floresta e da população indígena. Temer também flertou com a abertura das terras indígenas para a exploração, mas recuou diante da pressão internacional. 

    Recuperar seis anos de abandono, incluindo uma passagem cruel durante a pandemia de covid-19, quando parte da população originária foi ignorada e outra chegou a receber cloroquina, vai requerer bem mais que compromissos cosméticos do governo federal. Especialmente quando o agronegócio mais agressivo ajuda a engrossar a fila de caminhões parados pelo país em protesto à vitória de Lula. A Folha de S.Paulo relatou, por exemplo, que a empresa Agritex, do Mato Grosso, enviou 12 caminhões para as manifestações antidemocráticas. 

    A mesma COP-27 já mostra como há mais que um Brasil quando o debate é meio ambiente e crise climática. Os 600 brasileiros presentes na cúpula, inclusive, se dividem em três grupos. Um do governo federal, que está num pavilhão para "vender" a energia verde produzida no país. Outro dos estados amazônicos, que projetam a preservação e o desenvolvimento sustentável na região e que, portanto, não estão alinhados à política federal. Há, por fim, o espaço da sociedade civil, o Brazil Climate Hub, em que os grandes debates da COP acontecem. “Será que Lula vai ser capaz de unir esses três Brasis ou são esferas irreconciliáveis?", pergunta-se JP Amaral, da ONG Alana, que está no Egito para colocar os direitos das crianças e adolescentes no centro do debate sobre a crise climática. 

    Lula seguiu para a COP a convite do governador do Pará, Helder Barbalho, que integra o segundo grupo da cúpula. Já lideranças indígenas, ativistas e parlamentares têm dado o tom da complexidade dos assuntos no Brazil Climate Hub. Num encontro semana passada, por exemplo, Sônia Guajajara, deputada federal eleita pelo PSOL, e Joênia Wapichana, deputada da Rede Sustentabilidade, estiveram ao lado do ministro do Supremo Tribunal Federal Luís Roberto Barroso para falar sobre os desafios da aplicação das leis, quando o assunto é meio ambiente. “Sem demarcar as terras indígenas, regularizar terras quilombolas, valorizar os diferentes modos de vida e respeitar os direitos culturais, ninguém vai chegar a lugar algum”, alertou Guajajara, que é um dos nomes a compor a bancada do cocar no Congresso. 

    Barroso, por outro lado, destacou como o negacionismo contaminou o tema. “O problema das mudanças climáticas é visto como algo político e, muitas vezes, é ignorado, ou há um negacionismo sobre o assunto, mesmo que seja comprovado de forma unânime pelos cientistas”, disse ele. 

    A deputada indígena e o ministro do STF integram um dos Brasis que nem sempre vão convergir com o dos governadores presentes à COP. Nos últimos anos, milhões de cabeças de gado e plantações de soja tomaram áreas imensas da Amazônia Legal.  A dupla está ainda mais distante do outro Brasil em que o filme “Não olhe para cima” parece ter sido inspirado, mas que governou o país nos últimos quatro anos e ainda deixa rastros de destruição – como aconteceu na última sexta-feira, dia 11, em Boa Vista, Roraima: dois homens atiraram a esmo contra um acampamento dos Yanomami, matando uma mulher. O grupo indígena tem migrado para outras regiões, pois suas terras foram impactadas pela construção da Perimetral Norte, segundo a Hutukara Associação Yanomami.

    Vai ser preciso bem mais do que lembrar dos povos indígenas durante a redação do Enem, cujo tema este ano foi “Desafios para a valorização de comunidades e povos originais”, para elevar a outra categoria o trato com essas populações vulneráveis. Especialmente num país com enorme apreço por obras de infraestrutura, como a usina de Belo Monte, liberada pelos governos petistas, e que abriram a Amazônia para o desenvolvimento a qualquer preço.

    Para indígenas e quilombolas, o mais acertado para a reconstrução de uma política ambiental consistente é incluir, de forma efetiva, seus representantes para a formulação de políticas que os contemplem. Não só um titular do Ministério dos Povos Originários, como prevê Lula, mas em outras funções que agilizem o propósito de cumprir a Constituição, que prevê tanto o direito à terra como o respeito a seus costumes e línguas. Isso inclui adaptações para uma grade curricular específica em escolas indígenas, por exemplo. 

    É com esse Brasil que o governo Lula vai firmar entendimentos a partir de agora, administrando frustrações em todos os campos para retomar a agenda ambiental que se tornou ainda mais urgente do que em seu primeiro mandato, 20 anos atrás. E, ainda, sob ataque dos que estão prestes a perder o poder de incendiar florestas sem prejuízos. Independentemente do que for pactuado esta semana na cúpula, é esse o país real que começa em 2023.
    Carla Jimenez
    Colunista

    Extremamente dividido



    CLAYTON

     

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    Consolação (Baden Powell e Vinicius de Moraes) – Alexandre Caldi e Itamar Assiere

    Lithium

     

    Jeffrey St. Clair

    + Is it really progress that bicycles, which are now outselling electric cars, have become “electrified”? They are certainly more efficient and less toxic than cars and motorcycles but they’re not green. Bikes run on leg and lung power, which tends to keep the population healthy. Electric bikes run on lithium, uranium, coal, natural gas, oil, endangered salmon or a combination of the above, while displacing traditional bikes and pedestrians.

    + The Greenbush lithium mine in western Australia is 4.8 kilometers long, a kilometer wide and 450 meters deep. The lithium itself is leached out in “chemical processing” plants of astounding toxicity. The overburden is left behind in giant heaps the company quaintly calls “Waste Rock Landforms.”

    + We’ve already had one Lithium coup. Mining corps are scouring the melting glaciers of Greenland for new deposits and Native activists in southern Oregon and northern Nevada are fiercely fighting the 6,000 acre open pit lithium mine planned for Thacker Pass, sacred land to the Shoshone.

    + American liberals are all for indigenous rights until they need their water or land to mine lithium and uranium from or to build sprawling industrial solar “farms”–then rights are trumped by self-righteousness. It’s how the Columbia River dams went up with Woody Friggin’ Guthrie as their troubadour.

    COUNTERPUNCH

    Jason Isbell; Nightswimming (R.E.M.)


    Nightswimming deserves a quiet nightThe photograph on the dashboard, taken years agoTurned around backwards so the windshield showsEvery streetlight reveals the picture in reverseStill, it's so much clearerI forgot my shirt at the water's edgeThe moon is low tonight

    Bringing a Bit of Light to the Fog of War




    "One important section of War in Ukraine: Making Sense of a Senseless War makes one aspect of this war quite clear. The section, titled “Information Warfare,” represents just how important the control of information is in modern warfare. This truth is even more so in this age of social media and the internet in all its manifestations. The authors take a look at the triumphalist nature of western (esp. US) media coverage of the conflict, while also outlining the Russian media’s misrepresentations of the conflict. In addition, the censorship of non-NATO-friendly media by western government and media platforms is compared with Moscow’s similar censorship. Neither side should be given any awards for press freedom. Beyond these more obvious manipulations of the media, Benjamin and Davis point out US media’s new concern for the civilian casualties of war. In a pointed look at the lack of similar coverage in wars where Washington has inflicted casualties well beyond those inflicted by the Russian military in Ukraine, the authors note that US media rarely mentions them. This type of coverage has not served the cause of negotiations or ceasefires; one might assume that the press has no interest in either."

    read article by RON JACOBS

    Bringing a Bit of Light to the Fog of War - CounterPunch.org

    Perdeu Mané



    AROEIRA

     

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    sexta-feira, novembro 18, 2022

    Anistia é o caralho

     ARNALDO BRANCO

    Outro dia a Vera Magalhães entrevistou o ex-presidente Michel Temer, que pediu anistia para políticos suspeitos de envolvimento em vários casos de polícia na eventualidade da vitória do PT. A jornalista compartilhou essa fala como se estivesse dando sua contribuição para uma campanha de pacificação do país, e não cedendo espaço para um cara envolvido com a máfia do porto de Santos pedir ao vivo sua própria absolvição.


    Eu não sei onde estava toda essa capacidade de perdoar quando a Lava Jato tentava circunscrever toda a corrupção dos últimas décadas ao campo da esquerda e conduzia um processo completamente viciado contra o Lula. Naquela época o discurso era de que ninguém estava acima da lei - a não ser, é claro, aqueles que os Sherlock Holmes de Curitiba não queriam melindrar.


    Que o Temer agora queira mais amor por favor dá pra entender, o que fica difícil de aceitar é gente que se juntou ao verdadeiro esforço de guerra que foi parar o fascismo na unha falando em acolhimento. Por uma diferença de um por cento do total de votos a gente quase perde essa oportunidade de ficar pagando de Mahatma Gandhi nas redes sociais.



    Claro que alguns desses pedidos de compreensão são para eleitores desavisados do Bolsonaro, se é que dá pra passar por quatro anos de governo do cara completamente alheio ao seu poder de destruição. De qualquer forma boa sorte, até porque na maioria dos casos eles é que não estão dispostos a perdoar a gente. 


    Agora, quem contribuiu diretamente para esse pesadelo tem que pagar.

    Você não vai ver o Bonner falar isso diante da imagem em computação gráfica de um poço de petróleo jorrando dinheiro, mas o governo Bolsonaro foi o mais corrupto da História. Por causa dele morreram pacientes de covid, lideranças indígenas, trabalhadores do campo, animais em queimadas, moradores de comunidade. Aparelhou o Estado, sucateou vários setores da economia, jogou o país de volta no mapa da fome, tentou comprar sua reeleição. 


    É muito pecado pra minha limitada capacidade de relevar. Anistia é o caralho.


    CONFORME SOLICITADO
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    https://conformesolicitado.substack.com/

    Influence Game

     

     

     

    Teams

    Qatar Sports Investments, a subsidiary of the country’s sovereign wealth fund, purchased Paris St.-Germain in 2011 and turned it into one of the biggest clubs in Europe. In advance of the World Cup, PSG spent more than $750 million to acquire and sign three of the sport’s marquee names—Argentina’s Lionel Messi, France’s Kylian Mbappé, and Brazil’s Neymar. The club’s growth was powered by lucrative sponsorship deals with companies controlled by the Qatari state, such as Ooredoo, Qatar National Bank, and the Qatar Tourism Authority, while flouting cost-control rules imposed by UEFA, the sport’s European governing body.

    In addition to PSG, the state-owned airline, Qatar Airways, has also sponsored the Italian club AS Roma, Argentina’s Boca Juniors, and FC Barcelona. For a couple years, angry supporters of Bayern Munich have confronted the team’s leadership about Qatar’s human rights record, in light of the club’s $22.5 million-a-year arrangement with Qatar Airways. “Democracy in Germany didn’t occur overnight,” the club’s president responded. “It was also a development process.”

    Infrastructure

    Qatar’s biggest World Cup investment, by far, has been in the country itself. It has spent $200 billion on infrastructure projects in advance of the tournament. Those projects include seven new stadiums (and an expensive renovation of its one existing stadium), a metro system, roads, and an artificial island in the Gulf with a luxury hotel. But the country’s transformation has come at a huge human cost. Last year, a Guardian investigation found that at least 6,500 migrant workers from South Asian nations have died in the country since the World Cup was awarded in December 2010. The government in Doha—and the president of FIFA—has disputed that figure, but a 2014 report commissioned by Qatar found that about 1,000 workers had died in just a few years, at a rate of more than one per day.

    Television

    TV revenue is the lifeblood of top-level club soccer, and Qatar’s state-funded network, beIN Sports, has become one of the most important institutions in the business by spending billions to broadcast club competitions and international tournaments. In recent years it has paid $120 million to broadcast Spain’s La Liga, $360 million for the rights to Turkey’s Süper Lig, $500 million to air English Premier League games, and $600 million to broadcast Champions League matches.

    This investment has brought enormous influence. The company’s chairman, Nasser Al-Khelaifi, is also chair of PSG, president of the European Club Association, and a member of UEFA’s executive committee. Khelaifi, who has been called “the most powerful man in football,” was instrumental in scuttling last year’s proposed Super League. The importance of beIN to Qatar has made the network a geopolitical target; in 2020, beIN accused Saudi Arabia of supporting an effort to pirate Premier League broadcasts in the Middle East during a long-running economic blockade that ended last year.

    Influencers

    Last year, the retired English star David Beckham signed a reported 10-year, $200 million deal with Qatar to serve as a pitchman for the country. He’s stopped by a hospital, pressed the flesh with statesmen at the Doha Forum, and cut a flashy 30-minute tourism video in which he samples food and rides motorcycles through the country like an uninquisitive Anthony Bourdain.

    Qatar has also recruited other retired soccer legends, including Samuel Eto’o of Cameroon and Cafu of Brazil, to serve as “global ambassadors” for the World Cup. In March, they lined up alongside content creators at the “Influencer Cup”—a six-a-side tournament held at one of Doha’s newly completed World Cup stadiums.

    (Illustrations: Lily Lambie-Kiernan)

     Mother Jones

     

     

    Haja terapia - Juliano Holanda



    O demônio lunático pousa sobre a catedral em chamas
    Aprendi a reconhecer a serpente pelo dourado das escamas
    Metade das coisas que ele diz não faz o menor sentido
    E a outra metade, eu preferia mesmo era nem ter ouvido

    Já era pra ter saído

    Copa chegando


     

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    quinta-feira, novembro 17, 2022

    A CARTA DE ISABEL DO VÔLEI.

     

    de Martha Alencar

    Nada que eu pudesse dizer sobre Isabel Salgado e a imensa falta que ela nos fará seria mais eloquente do que essa carta pública que ela divulgou no auge do desastre que foi o desgoverno do inominável e que compartilho de Luiz Carlos Lacerda. Isabel Salgado, presente.


    A CARTA DE ISABEL DO VÔLEI.

    “Meu nome é Isabel, joguei vôlei na seleção brasileira, representei o Brasil por muitos anos. Resolvi escrever essa carta aberta, não para falar de esporte, mas para falar da cultura, porque acredito que só pude ser a jogadora que fui e a pessoa que sou graças aos filmes que vi, aos livros que li, às músicas que ouvi, às histórias que minha avó me contava. Minha mãe era professora e escritora, amava os livros, adorava música, e foi ela quem me apresentou a Chico Buarque, Caetano, Cartola, Luiz Melodia, entre tantos grandes compositores brasileiros. Lembro, quando chegava do treino muito cansada, que me deitava no sofá e ela me falava dos poetas que amava: Bandeira, João Cabral, Cecília Meirelles, Drummond…. Hoje tenho certeza que aquela atmosfera foi muito importante na minha formação.

    Quantas vezes, ouvindo e dançando as músicas de Gilberto Gil com Jacqueline, a grande campeã Olímpica, comemoramos vitórias e tentamos esquecer a dor de algumas derrotas. Lembro também do impacto que senti, aos 18 anos, quando assisti ao filme “Tudo Bem”, de Arnaldo Jabor, com a incrível Fernanda Montenegro e um elenco de craques. Aos 17, assisti “Trate-me Leão”, peça que inspirou toda uma geração. Quantas vezes os livros me transportaram para outros universos e me permitiram aliviar as tensões das quadras.

    Pois é, depois de um ano de governo Bolsonaro, preciso expressar meu horror com o que tem acontecido com a cultura. É muito duro ouvir os insultos que foram proferidos contra Fernanda Montenegro; ver Chico Buarque ganhar o prêmio Camões, maior prêmio da língua portuguesa, sem que o presidente cumprimente ou comemore o feito; testemunhar a morte de João Gilberto, um dos maiores compositores brasileiros sem que nenhuma homenagem tenha sido feita pelo governo. É estarrecedor saber que nosso cinema é premiado lá fora e atacado aqui dentro; ver o ataque brutal à casa de Rui Barbosa, com as exonerações dos pesquisadores que eram a alma e o coração daquela instituição. E como se não bastassem esses exemplos de barbaridade, assistimos ainda o constante flerte do governo com a censura.

    Essa carta é só pra dizer que eu me sinto muito ofendida, senhor Bolsonaro. Não sou uma intelectual, sou uma cidadã brasileira que acredita que a cultura é essencial para qualquer pessoa. Ela só existe ser for plural, em todas as formas de expressão. Por meio dela, formamos a nossa identidade. Se esse governo não gosta do nosso cinema, da nossa música, dos nossos escritores, eu quero dizer que eu e uma enorme parte dos brasileiros gostamos. Não aguento mais assistir a tantos absurdos calada. Vocês estão ofendendo uma grande parcela do povo brasileiro.

    Aprendi no esporte que é fundamental respeitar as diferenças e saber que elas são enriquecedoras em todos os aspectos. Aprendi que é fundamental respeitar os adversários, e não tratá-los como inimigos. Compreendi, vivendo no esporte, o quanto é importante ser democrático. Inspire-se no esporte, senhor presidente! O senhor foi eleito democraticamente. Governe democraticamente, e não apenas para quem pensa como o senhor. Hoje eu pensei muito nos rumos da cultura, porque lembrei da minha querida avó, que me levava, quando menina, para passear nos jardins da casa de Rui Barbosa..

    Isabel Salgado”

     

    As tristezas do mundo

     

    SÉRGIO AUGUSTO
     
    Desde a eleição, a biruta mudou de direção e quem cogita ir embora são os bolsonaristas
    Quem, nos últimos quatro anos, não pensou em se exilar no exterior ou não prestava atenção ou estava mal informado. A única dúvida nas conversas, fiadas porém decididas, era o destino a ser tomado: Portugal, Uruguai ou Chile.
     
    Nunca me apeteceu viver longe do Brasil, nem sequer fora do Rio, meu berço, minha sina. Se mudasse de ideia, meu destino seria, certamente, o Nordeste, jamais, por exemplo, Santa Catarina, que nos últimos dias se tornou um showroom de manifestações nazifascistas.
     
    Desde as eleições de domingo, contudo, a biruta mudou de direção e quem agora cogita ir embora são os bolsonaristas. Muitos deles já puseram o pé na estrada, por enquanto só para bloqueá-las e infernizar a vida até de quem votou no presidente recém-derrotado.
     
    Sem convenientes opções por perto (mesmo Flórida fica longe, e Hungria, mais ainda), querem juntar-se aos expatriados na terra dos meus ancestrais, onde a vida anda (ou andava) mansa e fagueira.
    Minha amiga Inês Pedrosa, escritora portuguesa de primeira linha, apaixonada pelo Brasil e bem informada a nosso respeito, avisou “a quem esteja a fazer as malas”, que em Portugal aborto e casamento gay são legais, a escola ensina igualdade de gênero e o governo é socialista. E solicitou: “Por favor, não venham para cá.”
     
    O diabo é que ninguém parece ter mais para onde ir. O mundo inteiro foi atingido por uma “onda de tristeza global”, para usar a expressão de David Brooks, comentarista político do The New York Times, que no último domingo analisou a atual malaise planetária, partindo, veja só, do último álbum da cantora Taylor Swift, Midnights.
     
    Swift estourou no início do século com um repertório romântico, cheio de paixões e desilusões juvenis, e evoluiu para um cancioneiro com mais emoções negativas, como ansiedade, inquietação, tédio, cansaço e mesmo raiva. Numa das melhores faixas (Vigilante Shit) do novo álbum, ela confessa não se vestir para os homens, nem para as mulheres, mas “para se vingar”. De quê? De tudo.
    Ou seja, Swift tornou-se uma das vozes mais afinadas com a deprê e a indignação globais a que se refere Brooks, amparado por uma exaustiva pesquisa sobre a declinante presença de termos amorosos e a crescente prevalência de sentimentos relacionados com a tristeza, a raiva e a repugnância na música pop entre 1965 e 2016.
     
    A esse mood refletido na música pop Brooks juntou diversos dados estatísticos que dão conta do nível de infelicidade das pessoas ao redor do mundo. O Brasil só não se saiu pior do que a Índia, a China e o México. Mas já acordou bem mais animado na segunda-feira.
     
    ESTADÃO 

     

    Prenderam o Xandão!

     
    IOTTI


     

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    A emocionante homenagem de um dos homens-fortes de Lula a Isabel do Vôlei

     A chama olímpica foi levada até o Cristo Redentor pelas mãos da ex-jogadora de vôlei Isabel horas antes da cerimônia de abertura dos Jogos Olímpicos Rio 2016

     "A Isabel que abriu as portas para que as mulheres brasileiras fossem vistas pelo voleibol mundial. A Isabel que fez história conciliando a maternidade e sua carreira. Que chocou o machismo quando grávida não se afastou das quadras e ostentava a barriga nos jogos como símbolo do poder que só a mulher tem, o poder de gerar vidas. Com naturalidade e irreverência, fez debater a mulher no esporte. A Isabel que também fez história dando visibilidade ao vôlei de praia. Isabel comprometida com projetos sociais.


    Na última semana, na quinta-feira, eu falei longamente com a Isabel, sendo o portador do convite que o Presidente Lula fez a ela para que integrasse a equipe de transição na área do Esporte. Falamos longamente. Pude falar a ela sobre toda a minha admiração. Eu, nos anos 80, um menino do interior de São Paulo, corria para ver suas entrevistas na TV. Não tinha noção das minhas convicções, das ideias que iriam me moldar nos anos seguintes, mas aquela estrela do vôlei quando falava me encantava. Sua firmeza me encantava, sua irreverência me inspirava. Eu que sempre respirei esporte, que não elaborava sobre o tema, mas tinha no esporte, no futebol, a crença que as coisas podiam ser diferentes na vida, tinha na Isabel literalmente um farol que iluminava um caminho. "


    leia homenagem de EDINHO SILVA

    quarta-feira, novembro 16, 2022

    Hawkwind - Master of the Universe



    IN MEMORIAM NIK TURNER

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    De quem é este avião? Quanto custou? Quem está pagando?

    de Ricardo Kotscho 

    De quem é este avião? Quanto custou? Quem está pagando?

    Em todas as campanhas anteriores de Lula, esta era a primeira pergunta que os repórteres me faziam quando a gente chegava no aeroporto num avião executivo.

    Na primeira, em 1989, ainda viajando em avião de carreira, um passageiro ficou indignado ao ver Lula a bordo:

    "Olha aí, o Lula, o metalúrgico... Agora só quer saber de viajar de avião..."

    Fui perguntar ao elemento se ele queria que Lula fizesse a campanha para presidente de ônibus ou montado num cavalo.

    A esta altura, Fernando Collor, o candidato empresário, já cruzava os céus do país só viajando em aviões particulares e ninguém queria saber quem pagava o voo.

    Nessa época, Lula não podia jantar num bom restaurante, mesmo que fosse a convite de alguém (ele nunca foi de botar a mão no bolso), que logo começavam os comentários nas mesas ao lado.

    "Olha aí, o Lula, o metalúrgico, agora só quer saber de comer camarão..."

    A pedido do próprio, parei de querer tirar satisfações quando ouvia essas coisas, mas aquilo me incomodava profundamente.

    Uma vez presidente, eleito e reeleito, esse preconceito de classe nunca deixou de existir, mesmo depois dele ser recepcionado com tapete vermelho nos mais elegantes palácios do mundo.

    Durante o governo de transição de FHC para Lula, em 2002, certa vez os assessores dele estavam jantando num restaurante na Academia de Tênis, às margens do Lago Paranoá. Os repórteres que nos seguiam vieram me perguntar o que a gente estava comendo, que vinho era aquele, quanto custava, quem estava pagando.

    Ali eu vi que esse preconceito se estendia também à equipe do presidente eleito. Na verdade, era dirigido não às pessoas físicas, mas ao PT, o Partido dos Trabalhadores, que ousou chegar ao poder neste país de uma elite ainda fortemente escravocrata, dividido entre quem manda e quem obedece, como bem sabe o general Pazuello.

    Na campanha deste ano, as coisas mudaram um pouco. Notei que, à medida em que a eleição se aproximava, Lula contou com uma cobertura mais simpática de setores importantes da imprensa, até porque, a terceira via não deu certo e o único adversário que sobrou era simplesmente indefensável.

    Vimos nas redes sociais, certamente publicado por bolsonaristas, um vídeo mostrando como a redação da Globo vibrou com a vitória de Lula na noite de 30 de outubro. A imprensa em geral, principalmente no exterior, recebeu o resultado com um misto de alívio e satisfação por ter evitado o pior.

    Mas essa lua de mel durou muito pouco, não chegou nem até a posse. Como se tivesse um comando unificado, a mídia brasileira inteira caiu matando num discurso que Lula fez na semana passada, ao priorizar a responsabilidade social sobre a responsabilidade fiscal, para atender às emergências da miséria e da fome, um drama que ele conhece bem de perto, e o fez chorar.

    Não havia nada de novo no discurso. Desde a sua primeira campanha, o presidente eleito sempre disse que o mais importante era garantir três refeições por dia a todos os brasileiros, algo que foi alcançado nos seus dois mandatos. Vinte anos depois da primeira posse e às vésperas da terceira, o Brasil tinha voltado ao Mapa da Fome.

    A questão nem é ideológica, política, econômica. Esta relação neurótica da mídia com Lula, entre o amor e o ódio, vem desde que ele deixou de ser mero líder do novo sindicalismo para criar um partido político de baixo para cima, e se tornar a maior liderança popular do país em todos os tempos.

    O dólar subiu, a Bolsa caiu, foi um fuzuê
    danado no "mercado" nervoso, que simplesmente não se conforma com o relevo que Lula conquistou na cena política mundial, como estamos vendo agora mesmo na sua viagem ao Egito para participar da COP-27.

    É uma questão de classe social. Será que esse tal de Lula não se enxerga? Quem ele pensa que é? Nunca será do nosso clube.

    Como é que um pau-de-arara, sobrevivente dos sertões nordestinos, e ainda por cima operário, que perdeu um dedo trabalhando no torno de uma metalúrgica, sem ter diploma universitário e sem saber falar inglês, se atreveu a furar a fila dos nobres brasileiros do andar de cima, militares e civis, que ocuparam a Presidência desde a Proclamação da República, festejada neste 15 de novembro?

    Dois dias depois de recepcionar a Janja, mulher de Lula, numa entrevista amistosa no Fantástico, o braço impresso do império global fez um editorial criticando a proeminência que ela assumiu na campanha do marido. A mídia invocou até com a blusa que Janja usou na entrevista, que custou mais de R$ 2 mil, vejam só, que absurdo!, logo a mulher de Lula, o ex-metalúrgico.

    Para completar, Lula viajou ao Egito de carona no avião particular de um empresário amigo enrolado com a Justiça, um assunto que ganhou mais espaço no noticiário do que as propostas do presidente eleito para trazer o país de volta ao protagonismo na discussão do clima.

    Queriam que ele viajasse num avião de carreira, para ser hostilizado pelos fanáticos bolsonaristas em transe patriótico após a derrota, que atacaram os ministros do Supremo Tribunal Federal em plena Nova York?

    Assim voltamos ao início dessa história: de quem é o avião, quem pagou?

    Pois é, se Lula tivesse um jatinho particular como João Doria e tantos outros políticos, não haveria esse problema. No Brasil, só tem avião executivo quem manda, quem tem pedigree e muita grana, não quem obedece. Por nunca obedecer, não nomear quem o mercado quer e não manter o teto de gastos que nem existe mais, Lula vai continuar apanhando sempre, estando certo ou errado.

    Quem manda ninguém do PT ter um jatinho para oferecer a Lula?

    Eles não roubaram tanto, a maior corrupção mundial, segundo o probo juiz Sergio Moro, e suas viúvas na grande imprensa?

    Vida que segue.

    UOL


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