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  • TA TUDO MUITO ESQUISITO, DEPOIS QUE VISUAL VIROU QUESITO

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    Fragmentos de textos e imagens catadas nesta tela, capturadas desta web, varridas de jornais, revistas, livros, sons, filtradas pelos olhos e ouvidos e escorrendo pelos dedos para serem derramadas sobre as teclas... e viverem eterna e instanta neamente num logradouro digital. Desagua douro de pensa mentos.


    terça-feira, janeiro 27, 2009

    Charges: de volta ao passado





    DUKE




    TIAGO RECCHIA



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    Sons: Beirut

    Quem assistiu a Capitu, esta adaptação recente de Luis Fernando Carvalho para o "Dom Casmurro" de Machado de Assis, foi bombardeado com os acordes iniciais, num mandolim, da música "Elephant Gun" - praticamente a toda vez que surgia na tela a Capitu (e seus olhos de ressaca).

    LFC gosta de colocar em suas trilhas essas bandas do Leste Europeu, mas no caso a canção é do Beirut, que apesar do nome e das influencias balcânicas e eslavas é o grupo de um americano no New Mexico chamado Zach Condon (como o Brasov que tem os metais de um Bregovic ou Gogol mas é carioca do Brasil).

    Vale a pena conhecer outras músicas do caldeirão Beirut.


    LON GISLAND (2007)
    1. "Elephant Gun" – 5:48
    2. "My Family's Role in the World Revolution" – 2:07
    3. "Scenic World (Second Version)" – 2:53
    4. "The Long Island Sound" – 1:18
    5. "Carousels" – 4:23




    THE FLYING CLUB CUP (2007)

    1. "A Call to Arms" - 0:18
    2. "Nantes" - 3:50
    3. "A Sunday Smile" - 3:36
    4. "Guyamas Sonora" - 3:31
    5. "La Banlieue" - 1:58
    6. "Cliquot" (Zach Condon, Owen Pallett) - 3:52
    7. "The Penalty" - 2:22
    8. "Forks and Knives (La Fête)" - 3:34
    9. "In the Mausoleum" - 3:11
    10. "Un Dernier Verre (Pour la Route)" (Zach Condon, Kendrick Strauch) - 2:51
    11. "Cherbourg" - 3:33
    12. "St. Apollonia" - 2:59
    13. "The Flying Club Cup" - 3:05
    all songs by Zach Condon except where noticed


    * Zach Condon - vocals, ukulele, french horn, trumpet, flugelhorn
    * Owen Pallett - violin, organ, backup vocals
    * Jon Natchez - clarinet, flute, melodica
    * Kendrick Strauch - piano
    * Perrin Cloutier - accordion, upright bass, backup vocals
    * Nick Petree - percussion, backup vocals
    * Kristin Ferebee - backup vocals
    * Jason Poranski - guitar, mandolin
    * Paul Collins - bouzouki

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    segunda-feira, janeiro 26, 2009

    Charges




    NANI

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    Por aí...

    Na sala com Jimmy Page, The Edge e Jack White
    jornal do brasil




    Cartógrafo alemão faz mapa de como seria cidade de Patópolis
    blog dos quadrinhos


    zurück zur D.O.N.A.L.D.-Homepage

    Site do D.O.N.A.L.D. (Organização Alemã Não-Comercial de Seguidores do Donaldismo Puro)

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    domingo, janeiro 25, 2009

    Charges Guantanameras



    NANI



    AROEIRA


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    Por aí

    Mega-foto da cerimonia da posse de Obama
    mega = 1.474.000 pixels
    (big brother is watching you)
    gigapan


    Josef Mengele 'created twin town in Brazil'
    estarrecedor & assustador!
    telegraph

    Mengele fez experimentos com fertilidade em cidade do Rio Grande do Sul?
    (versão resumida em portugues)
    historia viva

    Site Oficial de Candido Godói

    Cidade Pomar e Terra dos Gêmeos
    (vide Village of the Damned!)

    paredes de tijolos, parede de tijolos, parede de tijolos


    .

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    Sacundin sacundéin

    Sacundinbenblog
    está fazendo um passeio pela tropicália
    apresentando os primeiros discos de caetano, gil, mutantes, gal, tomzé...
    Para quem ainda nao tem ou nao conhece, uma ótima.

    sábado, janeiro 24, 2009

    Charges: sem olhos em Gaza




    ANGELI


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    Palavras

    O tratamento dado aos judeus da Alemanha e outros países europeus é uma vergonha para seus autores e para a civilização moderna; mas a posteridade não exonerará nenhum país que não consiga enfrentar sua parte dos sacrifícios necessários para aliviar o sofrimento e a angústia dos judeus. Impor a maior parte da carga à Palestina árabe é uma miserável forma de esquivar-se das responsabilidades que deveriam recair sobre todo o mundo civilizado. Também é moralmente vergonhoso. Nenhum código moral pode justificar a perseguição de um povo em uma tentativa de pôr fim à perseguição de outro. O remédio para a expulsão dos judeus da Alemanha não deve ser buscado na expulsão dos árabes de sua pátria; e também não se conseguirá o alívio da angústia dos judeus às custas da angústia de um povo inocente e pacífico.

    - George Antonius, em 1938


    sexta-feira, janeiro 23, 2009

    Imagens





    ROBERT FRANK
    (Hoboken, 1955)


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    Palavras

    Mamãe dizia para os filhos não perderem nenhuma oportunidade de "pular pro sol". A gente nunca vai parar no sol, mas pelo menos tiramos os pés do chão.

    - Nora Hurston
    "Dust Tracks"

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    quinta-feira, janeiro 22, 2009

    Sons: Odetta canta blues, baladas e Dylans

    Um vozeirão fantástico de fazer vibrar as massas e uma sólida consciência política - Odetta foi a trilha sonora do movimento pelos direitos civis na América dos anos 60.

    Sim, Odetta era a alma da música negra americana (junto com Nina Simone).
    Forjou uma corrente eletrizante que levava a água do fundo do poço folk-blues-spirituals-worksongs para os riachos da contracultura.
    (Fez a cabeça de Bob Dylan e a garganta de Janis Joplin, entre muitos outros.)

    Odetta faleceu mes passado, no dia 2 de dezembro.
    Dizem que seu coração não aguentou as emoções da vitória de um negro sendo reconhecido como líder da nação amerikana (o coração da menina que aos 14 anos foi expulsa de um trem por sua pele não combinar com a dos demais ocupantes do espaço).
    Uma pena: estava escalada para cantar - no que seria talvez o momento artístico mais significativo, ainda mais do que Aretha - nessa cerimônia de posse do Obama.
    (Aos 77 anos gravava discos e fazia turnês regularmente.)



    ODETTA SINGS BALLADS & BLUES (1956)

    1. "Santy Anno" (Traditional) – 1:55
    2. "If I Had a Ribbon Bow" (Traditional) – 2:42
    3. "Muleskinner Blues" (Jimmie Rodgers) – 2:51
    4. "Another Man Done Gone" (Traditional) – 2:11
    5. "Shame and Scandal" (Traditional) – 2:23
    6. "Jack o' Diamonds" (Traditional) – 3:15
    7. "'Buked and Scorned" (Traditional) – 2:40
    8. "Easy Rider" (Traditional) – 5:06
    9. "Joshua" (Traditional) – 1:53
    10. "Hound Dog" (Traditional) – 3:50
    11. "Glory, Glory" (Traditional) – 2:12
    12. "Alabama Bound" (Huddie Ledbetter) – 1:42
    13. "Been in the Pen" (Traditional) – 2:32
    14. "Deep Blue Sea" (Traditional) – 3:00
    15. "God's Gonna Cut You Down" (Traditional) – 1:51
    16. Spiritual Trilogy: "Oh, Freedom", "Come and Go With Me", "I'm on My Way" (Traditional) – 6:06






    ODETTA SINGS DYLAN (1965)

    1. "Baby, I'm in the Mood for You" – 2:50
    2. "Long Ago, Far Away" – 2:50
    3. "Don't Think Twice, It's All Right" – 5:42
    4. "Tomorrow is a Long Time" – 6:20
    5. "Masters of War" – 6:18
    6. "Walkin' Down the Line" – 4:01
    7. "The Times They Are A-Changin'" – 4:39
    8. "With God on Our Side" – 5:13
    9. "Long Time Gone" – 3:44
    10. "Mr. Tambourine Man" – 10:44
    11. "Blowin' in the Wind" – 4:11
    12. "Paths of Victory" – 2:24

    all songs by Bob Dylan

    * Odetta – vocals, guitar
    * Bruce Langhorne – guitar, tambourine
    * Peter Childs – guitar
    * Les Grinage – bass


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    Charges



    DUKE


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    Por aí

    Nesses tempos de Caminho das Indias é bom conhecer a cultura indiana:
    O Thriller Indiano
    youtube


    Uri Avnery: How Israel ís multiplying Hamas by a Thousand
    counterpunch

    Gualberto, cheio de histórias
    imprensa


    The Year 2008 in photographs
    (imagens sensacionais, contundentes e arrebatadoras)
    boston globe

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    quarta-feira, janeiro 21, 2009

    Charges




    ANGELI


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    Palavras

    O JOGO DA TERRA ALHEIA


    O povo que não tem pátria, patriota,

    combate o povo que ontem nem pátria tinha.

    E o fato é que o mais fraco

    vai de novo pagar o pato

    sem que se saiba ao certo

    se o ovo nasceu primeiro

    ou se, ao contrário,a galinha.


    É isto fábula de rato e gato?

    história de cordeiro e lobo?

    De fato o povo que outrora

    não tinha pátria própria

    combateu em pátria alheia

    para ter sua própria pátria.

    E agora na pátria própria

    combatem em alheia pátria

    os que, sem pátria, combatem

    prá ter, enfim, pátria própria.


    Não se sabe por que não podem

    compartir a própria pátria

    esses que compartem a pátria alheia.

    São aranhas enredadas

    no ódio da própria teia?

    Por que não compartem a terra e o céu

    como as flores e pássaros

    compartem a aldeia?

    Há fim? há princípio

    nesta história redonda e torta?

    Por que não compartem a sorte

    e a vida, esses compatriotas

    do horror e morte? Além do mais,

    se há tanto tempo compartem a guerra

    por que não podem compartir a paz?


    - Afonso Romano de Sant´Anna

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    terça-feira, janeiro 20, 2009

    Bye Bye Bush ! Saideira do Bush




    A blogosfera musical comemora a partida do Bushinho

    postando trilhas sonoras para sua saideira.

    30 Days Out publica uma compilação de música sobre Bush Jr
    e Hep Cat´s Kewl Kuts uma compilação de rock de direita.


    sábado, janeiro 17, 2009

    Charges





    AROEIRA




    JOÃO BOSCO





    DÁLCIO


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    Por aí

    Ivan Lessa se despede de George Bush
    bbc brasil

    Humoristas israelenses transmitem guerra de Gaza como partida de futebol

    independent

    The Bruce & Barack Show
    o line-up musical para a inauguração do Obama - e a relação entre rock e política
    independent


    O lado pessoal do jornalismo:
    pai de repórter morre na guerra de Gaza


    filha de repórter nasce na guerra de Gaza

    independent minds

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    Palavras

    "Sr. Ban disse que pessoas demais haviam morrido e que houvera sofrimento demais por parte de civis." Quase vale a pena repetir a frase, mas não vou faze-lo porque não acredito nisso. Demais? Na zona morta moral do coração humano, justificado perenialmente como "guerra" (evocando honra, triunfo, glória), não existe tal coisa: sofrimento demais. Não existe criança ensanguentada ou família estilhaçada ou suprimento de água contaminada que não possam ser descartados em nome de algum objetivo ou vantagem estratégica maiores, ou convertido em estrume que adube o próximo round de ódio, vingança e aquisição de armas.

    Ban Ki-Moon, o secretário geral da ONU, prestes a embarcar numa turnê diplomática pela paz no Oriente Médio, referia-se, é claro, às condições infernais na Faixa de Gaza, socada por Israel com armamentos modernos e fúria de Antigo Testamento pelas últimas tres semanas. A vingança é minha, diz o govêrno de coalização. Perto de mil pessoas morreram. Muitos outros milhares foram feridas e deslocadas. Pessoas demais?

    Não. Nem mesmo perto. Se houvessem morrido pessoas demais – se o inferno tivesse atingido a sua capacidade máxima, ou algum outro limite finalmente tivesse sido alcançado – algo mudaria. O empreendimento coletivo da violencia humana entraria em convulsões e começaria a bater pino. O medo, talvez, se transmutaria em coragem, a ira em perdão, o ódio em amor. Ou pelo menos começaríamos a olhar para o que estamos fazendo... como posso dizer isto? Com compaixão evoluída? Com uma compreensão, com uma determinação em sobreviver, que agora desdenhamos e ridicularizamos?


    A invasão de Gaza por Israel é a guerra atual na boca de cena do mundo, colhendo manchetes, censura global, o apoio especial do Congresso Americano e, aparentemente, um sibilo audiovisual de Osama bin Laden, provavelmente do além túmulo.


    Todas essas reações, me parece, conferem um despropositado status especial sobre a guerra, como se fosse isolada, sem um contexto mais profundo do que a da propaganda que a acompanha. Isto nos força a entender a guerra estritamente nos seus próprios termos – quem começou? quem é o bandido? que é inocente? – ao invés de como uma ocorrencia dentro de um sistema maior, disfuncional, tão fundo como a história humana e tão largo quanto as políticas planetárias.


    Esta guerra, e os nove ou dez outros conflitos armados classificados oficialmente como guerras que acontecem agora mesmo – incluindo guerras no Congo (quatro milhões de mortos desde 1997), Darfur-Sudão (500 mil mortos desde 2003), Somalia (400 mil mortos desde 1988), Sr Lanka (80 mil mortos desde 1983), e, é claro, Iraque (possivelmente um milhão ou mais de mortos) e Afeganistão (35 mil mortos) – o que quer que sejam em seus próprios termos, são também sintomas de uma síndrome humana de auto-destruição.


    Assim também os conflitos locais nas ruas das cidades e em outras selvas e que são pequenas demais para serem chamadas de guerras. Assim também nas consequencias horripilantes de conflitos que terminaram oficialmente, incluindo ambientes envenenados, a saude arruinada de participantes e espectadores, minas e bombas a explodirem, os traumas psicoespirituais que nunca desaparecem, e as afrontas que supuram de geração a geração.


    O que os conecta de maneira imediata é a indústria de armamentos global, tão corrupta quanto invisível, que fatura um trilhão de dolares comercialmente por ano em todo o mundo, é crucial para todos as principais economias e portanto é servido, por conluio aberto ou silêncio discreto, por governos e pela mídia de massas.


    - Robert Koehler

    "A Zona Morta Moral"

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    sexta-feira, janeiro 16, 2009

    Charges de Letra



    MARLON TENÓRIO





    TONINHO


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    Por aí: sem olhos em Gaza

    Cora Rónai - A guerra perdida
    apoiar os palestinos é chique, é bacana, é garantia de popularidade
    (o globo)


    Robert Fisk - Aonde quer que eu vá, ouço as mesmas comparações gastas

    Um artigo não tem a ver com o outro, não se conhecem, este foi escrito dias antes,
    mas até parece que Fisk aqui está respondendo ao texto da Cora.
    (independent, via globo)


    lendo opiniões de outro lado
    Bernard Henri Lévy; Extremismo é pior inimigo dos palestinos
    (ny times via folha)

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    Palavras

    A cultura moderna manda o artista transgredir; o artista, paradoxalmente, obedece; a seguir, a cultura, espertamente, assimila a transgressão, neutralizando-a no museu.
    Há cem anos se joga esse jogo com dados viciados.

    - Afonso Romano de Sant´Anna

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    quarta-feira, janeiro 14, 2009

    Por aí....

    ruído




    Programa exibe obras-primas do Museu do Prado em detalhes
    terra tecnologia












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    terça-feira, janeiro 13, 2009

    Charges: sem olhos em Gaza




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    domingo, janeiro 11, 2009

    Por aí

    Exodus 6

    Membro do Flickr publica fotos do cotidiano atual em Gaza
    rafahkid

    A amizade de Bono Vox com criminosos de guerra
    independent


    smarthistory. Art History. Conversation.

    aulas de historia da arte apresentadas de maneira interessante

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    sexta-feira, janeiro 09, 2009

    Charges: sem olhos em Gaza




    TACHO





    DÁLCIO






    THOMATE






    RONALDO





    ANGELI


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    Palavras: sem olhos em gaza

    Pode alguém que acompanha os ataques aéreos israelenses sobre Gaza - os edifícios reduzidos a entulhos, as crianças mortas a caminho da escola, as longas fileiras de cadáveres mutilados, as mães e esposas gritando, as multidões de palestinos apavorados sem saber para onde fugir, os hospitais tão sobrecarregados e desprovidos de suprimentos que não conseguem tratar dos feridos, e nossa indiferença estudada, endurecida, para com esse alastramento do sofrimento humano - se espantar com o fato de sermos odiados?

    Nossa celebração autocondescendente de nós mesmos e de nossa suporta virtude é tão falsa quanto a de Israel. Nós tornamos monstros, brutamontes militarizados, selvagens e sem coração. Somos testemunhas da matança de pessoas, de um crime de guerra flagrante, e não fazemos nada. Esquecemos que os inocentes que sofrem e morrem em Gaza são um reflexo de nós mesmos, de como poderíamos ter sido caso o destino e o tempo e a geografia tornassem diferentes as circunstâncias de nosso nascimento. Esquecemos que somos todos criaturas absurdas e vulneráveis. Temos todos a capacidade de temer e de odiar e de amar. "Exponha-te ao que sentem os desgraçados", disse Rei Lear, entrando na choupana de barro e palha do Pobre Tom, "e demonstre aos céus maior justiça".

    - Chris Hedges

    quinta-feira, janeiro 01, 2009

    Charges da Virada




    ANGELI





    HUMBERTO





    AMORIM

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