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  • TA TUDO MUITO ESQUISITO, DEPOIS QUE VISUAL VIROU QUESITO

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    Fragmentos de textos e imagens catadas nesta tela, capturadas desta web, varridas de jornais, revistas, livros, sons, filtradas pelos olhos e ouvidos e escorrendo pelos dedos para serem derramadas sobre as teclas... e viverem eterna e instanta neamente num logradouro digital. Desagua douro de pensa mentos.


    sexta-feira, janeiro 29, 2016

    Charge triplexada


    (São José do Rio Preto, SP)
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    pela cochlea: "Pic nic" - Karina Buhr

    Não me importo de onde veio o dinheiro dele
    Vai ter churrasco não sei onde botou o gelo ele
    Tem pó de serra, cerveja em cima da mesa
    Tem pés em baixo da mesma mesa

    Não tem graça, não tem graça, toalha de picnic

    Não quero saber porque você veio
    Nem de sua cerveja, seu gelo, sua ganância

    Eu também prefiro coisas

    The real problem with Donald Trump retweeting those provocative pictures of Megyn Kelly





    "Finally, there is the even more complex set of questions about what "obligation" Kelly has to comport with other people's notions of what a serious woman journalist does or does not do. In television news, a reporter's appearance -- really some admixture of sex appeal and likability -- is one of the many measures by which reporters with promising careers are regularly evaluated. News directors have been known to focus-group an anchor or reporter's authority and trustworthiness and then turn to questions about whether viewers "like" the employee or find him or her -- but especially her -- attractive or appealing. There are newsrooms where meetings and memos are still going out about the ideal way for women on camera to dress and which colors of lipstick they should wear. For real. The only real question at any television news operation is where appearance falls on the list of valued traits and "skills.""

    read the article by Janelle Ross
    The real problem with Donald Trump retweeting those provocative pictures of Megyn Kelly - The Washington Post

    'Com tinta você não mata, não rouba ninguém', diz jovem agredido na Saara



     

    ""Não só por mim não, mas por todo mundo que já sofreu isso e continua sofrendo dentro da minha cultura. Na minha opinião, com tinta você não mata ninguém, com tinha você não rouba ninguém. Pelo contrário, faz parte de uma das vertentes do hip-hop que tem o objetivo de incentivar as pessoas e alertar contra pessoas dessa mesma índole que estão soltas por ai e sendo impunes de tudo. Só espero que a Justiça seja feita e que mais pessoas não tenham que passar por isso de novo", disse Felipe."

    leia a reportagem de Caio Barbosa

    'Com tinta você não mata, não rouba ninguém', diz jovem agredido na Saara - Rio - O Dia

    Conselhos

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    Via iris : THE DANISH GIRL (dir Tom Hooper rot Lucinda Coxon, Inglaterra, 2015)



    Embora tenham alterado bastante a história de Lili Elbe, a primeira pessoa a passar por uma operação transsexual - para torná-la mais palatável? - o filme é interessante, pela produção de época (os figurinos!), e as interpretações excelentes de Eddie Redmayne (principalmente) e Alicia Vikander (a robô de Ex Machina).

    quinta-feira, janeiro 28, 2016

    Por que vou perder meu emprego em uma agência de publicidade.



    "Em todos esses exemplos existe um ponto muito importante em comum, o desejo das pessoas: queremos assistir filmes e séries quando quisermos, queremos mandar um what’s ao invés de fazer uma ligação, queremos pagar menos pela hospedagem e realmente é pedir muito ao optar por um serviço de transporte que me atenda melhor?

    Na publicidade estamos constantemente construindo cercas ou tentando derrubá-las, mas para realmente entender o desejo das pessoas precisamos enxergar além disso."

     leia o texto de CAIO ANDRADE
    Por que vou perder meu emprego em uma agência de publicidade. — Medium

    Adolescente é absolvido 70 anos depois de ser executado por homicídio nos EUA


     Em 1944, George Stinney, 14, foi julgado culpado pela morte de duas garotas brancas e executado em apenas 83 dias após o crime

    "A família de Stinney sempre acreditou na inocência do adolescente, que teria sido forçado a confessar o crime para servir de bode-expiatório, segundo o "Guardian", "de uma comunidade branca procurando vingar a morte de duas meninas". Ele foi a pessoa mais nova a ter a pena de morte executada nos Estados Unidos no século 20.

     Ela se referia ao fato de o adolescente negro ter confessado o crime sem os pais ou um advogado estarem presentes, em interrogatório conduzido por policiais brancos. Ainda, o advogado público designado para defende-lo, Charles Plowde, "fez nada ou muito pouco" para ajudar o réu.

    Aime Ruffner, irmã de Stinney, participou como testemunha de defesa no novo julgamento, ocorrido em janeiro, afirmando que estava com ele na hora em que o crime foi cometido por outrem, porém nunca foi ouvida pela Justiça até então"


    leia mais ; 

    Adolescente é absolvido 70 anos depois de ser executado por homicídio nos EUA - Notícias - Internacional:

    pela cochlea: Clementina de Jesus & João da Gente - Barracão é seu

    De novo!





    (Recife, PE) 

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    pela cochlea: Cheap trick- Day Tripper

    Every Lingering Question From the New X-Files


     

    Why is Scully constantly covered in blood? 

    "Here is some more Scully neck blood. Surgeons are really not supposed to get patients' blood on their skin. And should there be this kind of breach of hygiene, surely they'd wash that blood off of themselves. Unless she's testing it too for alien DNA and wants a weirdly corrupted sample? Who can know."

    Every Lingering Question From the New X-Files -- Vulture

    Every Lingering Question From the New X-Files


     

    Why is Scully constantly covered in blood? 

    "Here is some more Scully neck blood. Surgeons are really not supposed to get patients' blood on their skin. And should there be this kind of breach of hygiene, surely they'd wash that blood off of themselves. Unless she's testing it too for alien DNA and wants a weirdly corrupted sample? Who can know."

    Every Lingering Question From the New X-Files -- Vulture

    Watch PETA's Sexy New Super Bowl Ad: It Left TV Execs Speechless





    "Meat-eaters across the country are feeling the effects of a “deflategate” crisis taking place right on their home turf, in the bedroom. More than half of men between the ages of 40 and 70 have to throw the game because of the difficulty they have even getting started.  Turns out, the cholesterol in meat, eggs, and dairy products slows the flow of blood to all the body’s organs—not just the heart."

    Watch PETA's Sexy New Super Bowl Ad: It Left TV Execs Speechless:

    Francisco encontra Rouhani



    (Salvador, BA)
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    pela cochlea: Sophie Hunger Le Vent Nous Portera

    Ce parfum de nos annees mortes
    Ceux qui peut frapper a ta porte
    L'infinite du destin
    On en pose un, qu'est-ce qu'on en retient ?
    Le vent l'emportera

    Banksy denuncia operação policial em campo de refugiados francês


     


    "A localização da obra, bem em frente à embaixada da França em Londres, dá uma ideia da mensagem de protesto que o misterioso grafiteiro procurou lançar. Para não deixar nenhuma margem a dúvidas, o artista desenhou ao lado de Cosette um código QR, coisa que não havia feito até agora e que dota o trabalho de um caráter interativo: escaneado com um smartphone, o código abre um vídeo de uma operação policial realizada no último dia 5 de janeiro na Selva de Calais, o campo de refugiados localizado junto à localidade fronteiriça de Calais, em que os agentes franceses parecem utilizar gás lacrimogêneo contra os que buscam por asilo na Europa."

    leia mais
    >>
    Banksy denuncia operação policial em campo de refugiados francês | Cultura | EL PAÍS Brasil

    Nas franjas da sociedade




    "Em abril de 2014, adotou medida de corte mais radical, alterando a fonte de captação de água do município. Optou por desconectar Flint do sistema hídrico de Detroit, abençoada por um dos maiores conjuntos de lagos de água doce do planeta, e passou a suprir a cidade com recursos vindos do Rio Flint. Apesar de esse rio ser, há muitas décadas, notório depósito de lixo industrial das fábricas locais. Festejou, assim, uma economia anual de US$ 1 milhão a US$ 2 milhões.

    Dois meses depois da nova água amarelada começar a jorrar das torneiras e ser usada na comida, no banho, na bebida diária dos moradores da cidade, a pediatra Mona Hanna-Attisha, do hospital infantil municipal, soou o alarme. Ela notara uma incidência anormal de sintomas ligados a metal no organismo de seus jovens pacientes."


    leia o artigo de Dorrit Harazim

    quarta-feira, janeiro 27, 2016

    Mosquito concede entrevista





    (Rio de Janeiro, RJ)

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    Vi: EL CLUB (Pablo Larraín, Chile, 2015)


    Pesado. Não só o tema.  A câmera expressionista, a parca luz, cenas noturnas ou emn luscofusco, o ar denso dentro da casa, os pecados, o preconceito, a impunidade, a sensação de tragédia.

    O clube é comparado a um spa em um diálogo mas é uma casa de retiro para padres molestadores,para que, isolados, reflitam sobre seus atos. O mundo exterior entra condenando, às vezes por gritos, às vezes com violência, às vezes por hinos.

    Poluição da Baía de Guanabara faz #RioWater ser o assunto mais comentado no Twitter dos EUA


     


    "A poluição na Baía de Guanabara fez a hashtag #riowater se tornar um dos assuntos mais comentados nesta quarta-feira no Twitter dos Estados Unidos. A expressão surgiu depois que Mike Greenberg, um âncora do canal de esportes americano ESPN, lançar um desafio aos dirigentes do Comitê Olímpico Internacional:

    - Se levar sua família para nadar nessa água, eu pagarei cada centavo das despesas - é o trecho postado no Vine - afirmou Greenberg em seu programa de rádio 'Mike & Mike'"

    leia a matéria de LUisa Vale

    Poluição da Baía de Guanabara faz #RioWater ser o assunto mais comentado no Twitter dos EUA - Jornal O Globo

    Vídeo mostra grafiteiros sendo torturados no Centro do Rio



     

    Outro manda o grupo repetir o que ele disser.

    “Nunca mais eu quero saber da Saara. Não passo na Saara para fazer minha arte”.

    As vítimas repetem.

    “Sou c”. E eles repetem também.

    Em seguida, o espancador avisa: “agora todo mundo vai apanhar nessa porra. Não bota o pé. Vou quebrar o pé”, ameaça outro torturador agredindo um dos jovens com uma barra de ferro.

    “Os parceiros de vocês dizem que são grafiteiros? Grafiteiro é o c. Vai grafitar na casa do c. Se passar dentro da Saara, o cerol vai pegar".


    leia a reportagem de Gustavo Goulart​ e veja o video>> 

    Vídeo mostra grafiteiros sendo torturados no Centro do Rio - Jornal O Globo

    O Brasil não parou. Nerm vai parar.


    (Salvador, BA)
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    pela cochlea: CAUBY PEIXOTO - NEGUE (Adelino Moreira/ Enzo de Almeida)

    Diga que já não me quer!
    Negue que me pertenceu,
    Que eu mostro a boca molhada
    E ainda marcada pelo beijo seu.

    As injustiças da Justiça brasileira

     Erros e descasos em processos criminais levam à prisão de inocentes por até duas décadas

    Detentos do presidio Ary Franco, no Rio Foto: Daniel Marenco / Agência O Globo/16-12-2015

    "Era apenas uma coincidência de um nome em comum, mas erros e mais erros da Justiça brasileira transformaram a vida do pernambucano Marcos Mariano da Silva. Em 1976, o então mecânico e motorista foi preso por um assassinato cometido por um homônimo na mesma cidade em que morava, Cabo de Santo Agostinho (PE). Condenado, passou seis anos encarcerado, até o verdadeiro criminoso ser detido por outro delito. Marcos, então, foi solto, mas seu martírio ainda não havia se encerrado. Três anos depois, ele foi parado numa blitz e reconhecido por policiais que sabiam da primeira acusação, mas não de sua inocência. O juiz que cuidou dessa nova prisão tampouco se preocupou em ler seu processo e o mandou de volta para o presídio, onde permaneceu até 1998. Nesse período, contraiu tuberculose e ficou cego, até mais uma vez ser solto pelo reconhecimento do equívoco. No total, Marcos passou 19 anos preso e, depois, iniciou uma nova luta por reparação. Em 2011, no dia em que o Superior Tribunal de Justiça (STJ) decidiu pelo pagamento de uma indenização de R$ 2 milhões, Marcos sofreu um infarto e morreu."

    leia a reportagem de Andre Miranda​ e Dandara Tinoco​ >> 

    As injustiças da Justiça brasileira - Jornal O Globo

    Polícia recolhe carne podre e armas no Zoo


     


    "No mesmo dia em que a prefeitura, o Ministério Público Federal e o Ibama entraram num acordo para reabrir o Zoológico do Rio, a Polícia Civil apreendeu 160 quilos de carne estragada no local. Peritos acreditam que a comida seria usada na alimentação dos animais, assim como grande quantidade de queijo e leite, que estavam sem refrigeração adequada.

    No hospital veterinário, os agentes apreenderam medicamentos fora da validade e quatro espingardas de diferentes calibres, sem registro, dentro de um armário onde estavam guardados os rifles de ar comprimido, legalizados, para a aplicação de tranquilizantes nos animais."


    leia a reportagem de Vera Araújo / Giselle Ouchana / Amanda Prado
    Polícia recolhe carne podre e armas no Zoo - Jornal O Globo

    Alvo




    (Salvador, BA)

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    pela cochlea: Elza Soares - Maria da Vila Matilde (Douglas Germano)

    Cê vai se arrepender de levantar a mão pra mim!

    terça-feira, janeiro 26, 2016

    Every Star Wars Lightsaber, Ranked



     Kinostarts - ´Star Wars: Episode I - Die dunkle Bedrohungª

    "Star Wars did not invent the concept of a magic blade, or even a laser sword — those pop up in Asimov's Lucky Starr series, among others — but as with many of the series' pulp influences, George Lucas refined and reduced them to their essential elements, creating the series' ultimate addition to the pop-culture canon. Think of the otherworldly glow, the distinctive hum, the (illogical, but who cares?) weight of the blade. For the Jedi, a lightsaber is a symbol of their innate exceptionalism; for Luke, it's a connection to his father; for the Sith, it's one more way to assert their dominance over the weak. But of all the lightsabers we've seen in Star Wars so far, which one is the best? To answer that question requires an elegant listicle, for a civilized age. Cue up "Duel of the Fates," and meet us below the jump. Those who disagree should consider our new reader re-rankings below as their chance to challenge us to a duel."

    see the rankings>>

    Star Wars Lightsabers, Ranked -- Vulture

    Sob pressão, Samarco negocia pagar 20 bilhões por desastre de Mariana


     Desastre em Mariana


    "A presidente do Ibama, Marilene Ramos, no entanto, não se mostrou tão conforme quanto ao avanço das medidas de recuperação ambiental da região afetada pela tragédia. Após a reunião de quinta-feira, ela afirmou que o plano de recuperação ambiental entregue pela Samarco está incompleto. “Nossa primeira avaliação indicou que o programa está muito aquém da resposta que nós esperávamos”, afirmou. Segundo Marilene, será exigido um novo estudo a Samarco para reparar os impactos do rompimento da barragem.

    Marilene disse ainda que, para liberação da licença para mineradora voltar a operar, a Samarco precisa adequar suas instalações para evitar novos desastres. "


    leia a reportagem de Heloisa Mendonça >>

    Sob pressão, Samarco negocia pagar 20 bilhões por desastre de Mariana | Brasil | EL PAÍS Brasil

    segunda-feira, janeiro 25, 2016

    Dilma se compara a Getúlio



    CLAUDIO
    (São Paulo, SP)

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    pela cochlea: Sabiá - Tom Jobim

    Sei que ainda vou voltar
    Não vai ser em vão
    Que fiz tantos planos de me enganar
    Como fiz enganos de me encontrar
    Como fiz estradas de me perder
    Fiz de tudo e nada de te esquecer.

    Eu sou Jéssica


     Como uma figura de ficção pôde explicitar tão bem o desassosego na senzala
    Jessica

    "Desabusada como ela só, Jéssica suscita inquietação mesmo entre quem a princípio deveria estar a seu lado. Camila esteve num preview para a associação de trabalhadoras domésticas no Rio, ao lado de Karine Teles, que exprime no filme o incômodo equívoco da patroa. A cena da piscina, chocantemente simbólica, fez a plateia popular explodir como se fosse gol em final de campeonato. No entanto, deu também para sentir o mal-estar provocado pelo desembaraço meio petulante da menina entre as Vals ainda acomodadas no quarto dos fundos da ordem estabelecida, por injusto e hipócrita que seja o status quo.

    “Teve uma senhora que andava pra lá e pra cá”, lembra Camila, “falava sem parar, não parava na cadeira, estava exaltada”. Depois, percebeu-se que o que a deixara tão atormentada eram os repentes de compaixão que Que Horas Ela Volta? alterna com momentos de conflito. “Na história dela”, conta Camila, “manifestações eventuais de afeto são um intolerável artifício para desprofissionalizar a relação. Contou: ‘A única vez que o patrão me chamou para sentar à mesa foi porque não queria me dar o aumento que pedi’."


    leia a reportragem de Nirlando Beirão​ >> 
    Eu sou Jéssica — CartaCapital

    How “Making a Murderer” Went Wrong - The New Yorker


    "That does not automatically compromise independent investigations into crime; some remarkable and important work has been done in the tradition of the court of last resort. But it does enable individual journalists to proceed as they choose, and the choices made by Ricciardi and Demos fundamentally undermine “Making a Murderer.” Defense attorneys routinely mount biased arguments on behalf of their clients; indeed, it is their job to make the strongest one-sided case they can. But that mandate is predicated on the existence of a prosecution. We make moral allowances for the behavior of lawyers based on the knowledge that the jury will also hear a strong contrary position. No such structural protection exists in our extrajudicial courts of last resort, and Ricciardi and Demos chose not to impose their own."]

    read the article by Kathryn Schulz​ >> 

    How “Making a Murderer” Went Wrong - The New Yorker: Kathryn Schulz

    Alma honesta




    (Curitiba, PR)
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    Vi; THE BIG SHORT (dir Adam McKay rot Michael Lewis, EUA, 2015)

    Comprovando que o humor é um meio eficaz para críticas, aborda questões complexas de forma didática e interessante. Como são feitas as salsichas, quer dizer, como a economia mundial é manipulada. E fraudada.

    Para mim um dos melhores filmes concorrendo ao Oscar este ano (e um dos menos favoritos). Recomendo assist-lo da próxima vez que aquelas agencias reguladores emitirem notas com aquelas letrinhas, ou aqueles rebaixamentos esotéricos.

    Carnaval 2016: As músicas da crise


    Estava errado
    Devia ter ficado na minha
    Nunca iria dar certo
    Ela Petralha e eu Coxinha

    "Decidimos acompanhar as manchetes dos jornais, criando marchinhas correspondentes às notícias. Porém, nossa narrativa não é literalmente um relato da notícia em si, pois criamos cenários imaginários que correspondem, quando contrastados, à notícia real. O brasileiro tradicionalmente dá risada da própria desgraça, isso é meio histórico. Grandes humoristas, como Jô Soares ou Chico Anísio, já faziam isso. Dias Gomes descreveu há muito tempo, na novela Bem Amado, um cenário político praticamente idêntico ao de hoje. No nosso caso, achamos o humor uma forma extremamente forte de protesto. Além do que, é bem melhor rir do que chorar",

     veja os videos e ouça as marchas
    Carnaval 2016: As músicas da crise | Brasil | EL PAÍS Brasil

    Indios Krenak: confinados pela poluição





    "Pescar e beber água é a preocupação de José Cecílio Damasceno, ou Takruko, como se apresenta logo depois de usar o nome de “branco”. O indígena fala com desespero da sujeira que tomou conta do leito do rio, chamando-o de “rio do amargor”. Além da renda obtida com o trabalho de barqueiro pela prefeitura, ele recorria ao Doce para reforçar o orçamento:

    — O rio dava tudo para nós. Se eu precisava de um pacote de açúcar, pescava e vendia para os restaurantes. Agora está tudo morto."


    leia a reportagem de Renata Mariz

    domingo, janeiro 24, 2016

    Microcefalia






    (Porto Alegre, RS)

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    pela cochlea: David Bowie - Changes (Live)

    Saideira dos dias de Bowie



    I watch the ripples change their size
    But never leave the stream
    Of warm impermanence
    So the days float through my eyes
    But stil the days seem the same
    And these children that you spit on
    As they try to change their worlds
    Are immune to your consultations
    They're quite aware of what they're going through

    Ch-ch-ch-ch-changes

    Fearmongering Around Muslim Immigrants Echoes Anti-Asian Hysteria of Past



    "U.S. President Chester Arthur signed into law the Chinese Exclusion Act, the first in a series of discriminatory legal measures aimed at curbing immigration from Asia. Speaking at the time of its passage, California Sen. John F. Miller, a leading proponent of the law, declared that the Chinese were “an inferior sort of men” and that “Chinese civilization in its pure essence appears as a rival to American civilization. It is a product of a people alien in every characteristic to our people, and it has never yet produced and can never evolve any form of government other than an imperial despotism. Free government is incompatible with it, and both cannot exist together.”

    "Nationally syndicated newspaper pundits played a key role in the campaign for punitive measures against Japanese-Americans, including internment. In the Washington Post, popular syndicated columnist Westbrook Pegler wrote in favor of mass internment of Japanese-Americans on the West Coast, declaring, “To hell with habeas corpus until the danger is over.” Some were even more frank in their racist attitudes; syndicated columnist Henry Mclemore wrote at the time that “If making one million innocent Japanese uncomfortable would prevent one scheming Japanese from costing the life of one American boy, then let the million innocents suffer.” "


    read the article by Murtaza Hussain​ >> 
    Fearmongering Around Muslim Immigrants Echoes Anti-Asian Hysteria of Past

    PALAVRAS


    Vale a pena ser corrupto no Brasil porque, ao final, nossa Justiça é lenta, nossos processos são intermináveis e, além de tudo, se nada disso der certo, vocâ vai no governo e resolve o problema com uma nova lei.

    - Carlos Fernando dos Santos Lima, procurador

    pela cochlea: David Bowie - Valentine's Day

    Com mais de 40 anos de carreira, Bowie continuava compondo obras maravilhosas. Está é uma de suas melhores músicas de todos os tempos e é de 2013. Sobre garotos que piram e saem matando gente em escolas. 

    Valentine told me who's to go
    Feelings he's treasured most of all
    The teachers and the football star
    It's in his tiny face
    It's in his scrawny hand
    Valentine told me so
    He's got something to say
    It's Valentine's Day


    Procurando Lula





    (Rio de Janeiro, RJ)

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    Dilma aderiu aos oligarcas


    "O mimo permitirá que empreiteiras cujos diretores foram encarcerados negociem novos contratos e obras com a Viúva. No mais puro dilmês, ela disse que "devemos penalizar os CPFs (as pessoas físicas), os responsáveis pelos atos ilícitos. Não necessariamente penalização de CPFs significa a destruição dos CNPJs (as pessoas jurídicas). Aliás, acreditamos que não exige". A frase de pouco nexo escamoteia o conceito de que as roubalheiras podem ter mais a ver com malfeitorias de pessoas do que de empresas.

    As roubalheiras não eram dos executivos, eram da oligarquia empresarial. Prova disso está no fato de que nenhuma empreiteira queixou-se de seus executivos.

    Os defensores do abrandamento dos acordos de leniência sustentam que a Lava Jato abala negócios, desemprega trabalhadores e inibe a economia. É um argumento parecido com aquele usado pelos defensores do tráfico negreiro no século 19, mas essa é outra discussão. "

    leia a coluna de Elio Gaspari​  >>

    sábado, janeiro 23, 2016

    Os tres mosquiteiros


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    Making a Murderer is an incisive portrait of American social class.


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    "Nowhere is this class conflict more raw than in the final episode, when a private investigator—Michael O’Kelly, working for Brendan Dassey’s soon-to-be-fired lawyer, but collaborating with the prosecution—describes the Avery family in an email sent to Dassey’s own lawyer: “This is truly where the devil resides in comfort. I can find no good in any member. These people are pure evil. A friend of mine suggested: ‘this is a one-branch family tree. Cut this tree down. We need to end the gene pool here.’”

    It’s a moment of astonishing cruelty, coming in Dassey’s presence, and following episode after episode emphasizing the teen’s borderline intellectual disability, often in hearings in front of Dassey. But the damning email is the culmination of a theme that begins developing in the first episode: the contempt Manitowoc County’s burgher class has for the marginal Averys, and how that bleeds into the legal system, coming to define the scope of Steven Avery’s life. “They didn’t dress like everybody else; they didn’t have education like other people,” his lawyer in the 1985 rape case, Reesa Evans, tells the filmmakers. “I don’t think it ever crossed their mind that they should try to fit into the community
    .”

    read  the article by Whet Moser>>

    Making a Murderer is an incisive portrait of American social class.:

    Bernie Sanders and the Realists


     

    The argument is forcefully made. However, Sanders, as I understand him, isn’t claiming that his ambitious and costly program is realistic in today’s Washington. To the contrary, he says that the political system is so broken, and so in hock to big money, that it is virtually impossible to effect nearly any substantive progressive change. The only way to make big changes, Sanders argues, is to create a mass movement that faces down corporate interests and their quislings. Once this movement materializes, all sorts of things that now seem out of the question—such as true universal health care, free college tuition, and a much more progressive tax system—will become possible."
    read hte article by John Cassidy

    Bernie Sanders and the Realists - The New Yorker:

    VIa iris; ROOM (dir Lenny Abrahamson rot Emma Donaghue, Canada, 2015)

    Pensei que o filme fosse um thriller sobre uma mãe sequestrada que cria seu filho dentro de um cômodo minúsculo onde todo o mundo dele é aquilo que está ali e ela tece fantasias para que ele (e ela) possam suportar o tédio e o confinamento.

    Esta parte  é angustiante, mas acaba sendo mais sobre as consequências disto, depois, na vida deles e das pessoas próximas a eles. A atuação de Brie Larson é sensacional, assim como a do menino, Jacob Trembley.
    O filme é de Lenny Abrahamson, que ano passado dirigiu o genial  "Frank".

    Netflix's Making a Murderer shows the limits of web sleuthing





    "As one poster on Reddit put it upon learning this Anonymous account: “Yes!!! Modern day justice!!!”

    More damning praise might be difficult to find. The abusive Yelp comments, the request to punish “corrupt officials”, the naming-and-shaming of other potentially innocent people: this is not justice; it’s retribution.

    Worse, it does nothing to fix any of the potential systemic problems highlighted by Avery’s case. Instead, the true, unstated aim of these recurring internet campaigns is to create a separate form of justice, a secondary system that appears more modern, more adaptive and more relevant to our lives than our usual one because it offers a false sense of closure – the kind we seek as TV viewers. It finds someone and it punishes them.

    Despite the myth we perpetuate about the boundless supra-systemic solutions offered to us by the networked world, and the computers of which it consists, walls remain that can’t be dismantled with a workaround"


    read the article by Colin Horgan >> 

    Netflix's Making a Murderer shows the limits of web sleuthing | Television & radio | The Guardian

    DEZ MIL MOTORISTAS DIRIGEM TÁXIS E ÔNIBUS COM HABILITAÇÃO SUSPENSA.



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    As violações à legislação do trânsito não são os únicos desvios de conduta desses profissionais. Entre 2010 e 2015, a Secretaria Municipal de Transportes emitiu 29 mil multas aos quatro consórcios de ônibus que operam na capital por infrações ao Código Disciplinar dos Ônibus. Normas básicas como atender solicitações de parada para embarque e desembarque e zelar pela segurança dos passageiros são constantemente descumpridas. A quantidade de taxistas multados administrativamente pela prefeitura carioca chegou a 9.935.

    leia mais
    DEZ MIL MOTORISTAS DIRIGEM TÁXIS E ÔNIBUS COM HABILITAÇÃO SUSPENSA. – Mídia Informal

    sexta-feira, janeiro 22, 2016

    Dilma homenageia David Bowie





    (São José do Rio Preto, SP)

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    Discovering Planet Nine


     



     "As best they can determine, the perturber is perhaps ten times more massive than Earth, or roughly half as massive as Neptune, and it is very distant indeed. It follows an eccentric orbit, meaning one that is more elliptical than circular, and comes no closer to the sun than about two hundred and fifty astronomical units. (An astronomical unit is the distance from the sun to Earth, or ninety-three million miles. Jupiter is roughly five astronomical units from the sun, and Pluto averages nearly forty.) At its farthest, the new planet is between six hundred and twelve hundred astronomical units away; if the sun were on Fifth Avenue and Earth were one block west, Jupiter would be on the West Side Highway, Pluto would be in Montclair, New Jersey, and the new planet would be somewhere near Cleveland. It takes between twelve and twenty thousand years to go once around the sun. It is an ice giant, a lonely wanderer and the gravitational bully of the outer solar system. Brown and Batygin call it Planet Nine, and Jehoshaphat, and George. “We actually call it Fatty when we’re just talking to each other,” Brown said."

    read the story by
     Alan Burdick
     Discovering Planet Nine - The New Yorker

    pela cochlea: David Bowie - Quicksand (1971)

    I'm not a prophet
    or a stone age man
    Just a mortal
    with the potential of a superman
    I'm living on
    I'm tethered to the logic
    of Homo Sapien
    Can't take my eyes
    from the great salvation
    Of bullshit faith
    If I don't explain what you ought to know
    You can tell me all about it
    On, the next Bardot
    I'm sinking in the quicksand
    of my thought
    And I ain't got the power anymore

    All of Bach is Putting Bach’s Complete Works Online:





     And of those six works, the fourth, Concerto in G major, is perhaps the most beloved, and most recognizable, of all. Thus it makes a fitting early entry in the expanding archive that is (or will be) All of Bach, a site intending to feature live performances of all 1080 of Johann Sebastian Bach’s works, performed by the Netherlands Bach Society. We’ve drawn your attention to the admirable effort before, and we happily do so again

    All of Bach is Putting Bach’s Complete Works Online: 100 Done, 980 to Come | Open Culture

    Pantalelula





    (Fortaleza, CE)

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    pela cochlea: David Bowie - Sweet Thing (1974)

    t's safe in the city, to love in a doorway
    To wrangle some screams from the dawn
    And isn't it me, putting pain in a stranger?
    Like a portrait in flesh, who trails on a leash
    Will you see that I'm scared and I'm lonely?
    So I'll break up my room, and yawn and I
    Run to the centre of things
    Where the knowing one says

    Boys, boys, its a sweet thing

    The 5 Best ‘Making A Murderer’ Fan Theories



     "From proposing that the murder was part of a Satanic sex cult to saying that Halbach killed herself, the depths of the Web have run rampant with possible theories. Hopefully with all of this extra attention the case has been getting, we’ll know the truth soon. After all, the hacking collective Anonymous claims it will release critical documents that will help Avery’s case. In the meantime, here are some of the best fan theories surrounding the case. "

    Spoilers ahead.
    The 5 Best ‘Making A Murderer’ Fan Theories | Decider | Where To Stream Movies & Shows on Netflix, Hulu, Amazon Instant, HBO Go

    quinta-feira, janeiro 21, 2016

    Bom dia, Marina





    (Curitiba, PR)

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    Vi: SPOTLIGHT (Tom MCarthy, EUA, 2015)


    Spotlight é um filme jornalistico. Não só por tratar de jornalistas mas por se ater aos fatos, à investigação, à reportagem se desdobrando. Não tem romancinhos, não tem clichês, não tem roteiro chavão. Não tem efeitos a não ser os provocados pela história chocante. Daí talvez sua maior força.

    Ouvimos o físico nuclear que Época acusa de “terror”



    Ouvimos o físico nuclear que Época acusa de “terror”


    "No último dia 9, em meio à intensa disputa entre partidos políticos sobre a “necessidade” de o país adotar uma lei anti-terrorismo, Hicheur apareceu na capa da revista Época, com uma reportagem intitulada “Um terrorista no Brasil”. A matéria afirmava que havia “um segredo” na biografia do cientista, que estava sendo investigado pela Polícia Federal. Dizia ainda que ele havia recebido “uma bolsa do governo e que ensina em uma universidade pública”. A reportagem citou alguns emails que falavam em atentados terroristas, trocados entre ele e e um interlocutor chamado Phenix Shadow, que segundo o governo francês seria um membro da Al Qaeda. Mas Hicheur e seus colegas reagiram afirmando que a matéria remoeu detalhes velhos do caso já amplamente noticiados na mídia europeia há seis anos. A foto de um Hicheur barbeado foi estampada com um título em vermelho: “terrorista”. A reportagem parecia trazer a mensagem de que o Brasil está sob uma ameaça terrorista. “Não há segredo em meu currículo. Eu cheguei ao Brasil com um visto válido, convidado por um centro de pesquisas. Meu caso é muito conhecido, é passado. Eu sou cientista mas eles me carimbaram como terrorista ao reciclar de forma vergonhosa uma história velha”, protestou Hicheur, com um misto de tristeza e raiva."

    "Mas sua vida e seu passado não são nenhum segredo. Uma simples procura no Google mostra que em 2009, enquanto trabalhava na famosa Organização Europeia de Pesquisa Nuclear (CERN), que abriga um superacelerador de partículas, perto de Genebra, na Suíça, ele foi preso pela polícia francesa. A acusação foi de “formação de quadrilha com um grupo terrorista” (Al Qaeda no Mahgreb). Ele passou 30 meses enjaulado. É também de conhecimento público que a polícia francesa acusou Hicheur devido a 35 emails e conversas virtuais em fóruns na internet com um interlocutor que usava pseudônimo e que alegadamente seria um integrante argelino da Al Qaeda. Durante o julgamento, não se conseguiu apresentar nenhuma prova ou indício de que ele teria tomado qualquer ação para concretizar seus comentários. Sua resposta às acusações é bem conhecida também: ele alega que as conversas online icluíam numerosos tópicos internacionais, que ele nunca planejou nenhum ataque terrorista com ninguém. Há até uma página na Wikipedia sobre Hicheur que compara seu caso com o de Lotfi Raissi, acusado de ser o principal mentor do ataque terrorista de 11 de setembro de 2001 nos EUA, mas depois foi libertado sem qualquer acusação."

    leia a reportagem de Florência Costa e Shobhan Saxena 

    Ouvimos o físico nuclear que Época acusa de “terror”:

    This Photographer Traveled Across the U.S. to Ask Americans Why They Own Guns


     greggtheresa

    At first glance, the people in Kyle Cassidy’s portraits couldn’t look more dissimilar from one another. They’re different ages, races, and genders, and they come from all across the United States. But they all have one thing in common: guns.

    In 2004, Cassidy started wondering why people purchase firearms. To investigate, he bought a gun and started hanging out at a gun store in Philadelphia, where he lives. Over the next three years, he took three cross-country trips, photographing gun owners in their homes along the way. He also asked them a simple question—“Why do you own a gun?”—and recorded their answers. 

     see the gallery and text by Kyle Cassidy
    Kyle Cassidy asked Americans why they own guns (PHOTOS).

     sean

    Saude no Brasil (2)





    (Rio de Janeiro, RJ)
      
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    pela cochlea: All the young dudes - Mott the Hoople & David Bowie



    Now Lucy looking sweet 'cause he dresses like a queen
    But he can kick like a mule, its a real mean team
    But we can love, oh yes we can love

    And my brothers back at home with his Beatles and his Stones
    We never got it off on that Revolution stuff
    What a drag, too many snags

    Now I drunk a lot of wine and Im feeling fine
    Gotta race some cat to bed
    Oh is there concrete all around or is it in my head?
    Yeah, Im a dude dad

    O rastro de Scola é profundo, humano e surpreendente


     Morre Ettore Scola

    "Com a morte de Ettore Scola, para o cinema italiano, acabaram os clássicos. E para as pessoas comuns, as que sofreram com Silvio Berlusconi na Itália e qualquer político populista no restante da Europa, as que ainda vivem fazendo malabarismo sobre o vazio da crise econômica, morreu seu cavaleiro andante. Na noite de terça-feira faleceu em Roma, aos 84 anos, Ettore Scola, e com ele se despede um cinema militante, um cinema que falava com e sobre a rua. Da geração de criadores que catapultaram o cinema italiano na segunda metade do século passado restam vivos tão somente os irmãos Taviani, mas o rastro de Scola é mais profundo, humano e surpreendente. Para Ettore Scola importava, e muito, segundo confessava, ser uma boa pessoa, e por isso seus filmes destilavam bondade, algo que nunca preocupou a geração atual de estrelas autorais de seu país: enquanto eles alimentam seu ego, Ettore Scola estimulou o ego do povo. Morreu o vermelho Scola."

     leia o artigo de Gregório Belinchón
     Morre Ettore Scola, clássico do cinema italiano | Cultura | EL PAÍS Brasil

    A reação dos leitores ao novo colunista da Folha de S. Paulo


    printkim1 


    "O esforço de reflexão sobre a decisão da Folha começa por separar pluralismo editorial de informação qualificada. E sobre isso a professora Sylvia Moretzsohn comentou: “Não se trata, obviamente, da minha rejeição a posições de direita. Eu sempre achei que um jornal deve buscar a pluralidade. Mas é preciso buscar também a substância. Como disse uma colega, também professora e jornalista, colunista não é o sujeito que simplesmente vai lá e dá uma opinião: é alguém que traz informação original e qualificada. Definitivamente, não é o caso desse rapaz, que não tem condições de estar em nenhum jornal que se leve a sério”.

    O currículo de Kim Kataguiri não diz tudo sobre ele, obviamente. Mas é preciso destacar o que disse a própria matéria da Folha: ele terminou o ensino médio em 2013, largou o curso de Economia e neste ano pretende cursar Direito numa faculdade inaugurada em dezembro por Gilmar Mendes. E ainda afirmou que vai criticar o jornal constantemente, reforçando minha hipótese para sua contratação: a Folha quer polêmica e cliques.
     No entanto, a aparente força dos números esconde um aspecto qualitativo essencial: o descontentamento dos leitores, que ficou explícito nos comentários. Notem as menções ao cancelamento da assinatura do jornal, uma prova da gravidade da situação. É como se os leitores estivessem dizendo ‘não esperávamos isso de você, Folha’. Enquanto o jornal está atento aos trending topics, os leitores estão reivindicando qualidade."

    leia a análise de Livia de Souza Vieira>>

    A reação dos leitores ao novo colunista da Folha de S. Paulo – objETHOS

    Saude no Brasil (1)




    (Rio de Janeiro, RJ)
      
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    quarta-feira, janeiro 20, 2016

    pela cochlea: David Bowie - Cygnet Committee - 1969

    We had a friend, a talking man
    Who spoke of many powers he had
    Not of the best of men but ours
    We used him, we let him use his powers
    We let him fill our needs, now we are strong
     And the road is coming to its end
    Now the damned have no time to make amends
    No purse of token fortune stands in our way
    The silent guns of love will blast the sky
    We broke the ruptured structure built of age
    Our weapons were the tongues of crying rage
    Where money stood, we planted seeds of rebirth
    And stabbed the backs of fathers, sons of dirt
    Infiltrated business cesspools
    Hating through our sleeves
    Yeah, and we slit the Catholic throat
    Stoned the poor on slogans such as
    "Wish you could hear, love is all we need"
    Kick out the jams and kick out your mother
    Cut up your friend, screw up your brother
    Or he'll get you in the end
    And we know the flag of love is from above
    And we can force you to be free
    And we can force you to believe

    Breve tratado da imobilidade urbana



    Breve tratado da imobilidade urbana

    "Uma das experiências temporais mais particulares ao Brasil é a repetição. Ela expressa, de maneira quase didática, a resistência imperial do poder à mudança e sua imunidade surda a toda pressão popular. Um dos exemplos privilegiados da força de tal repetição compulsiva diz respeito ao ritual periódico de aumento da tarifa do transporte público. Desde a Revolta do Vintém, lá pelos idos de 1879, a população brasileira sai periodicamente às ruas contra os preços extorsivos das tarifas. Desde aquela época, os governos, sejam eles de que partido forem, respondem à bala.

    O resultado final foi muito bem descrito por Lucio Gregori. Gasta-se atualmente 13,5 minutos de um salário médio em São Paulo e no Rio para pagar uma tarifa. Em Paris e Pequim, gasta-se 4,5 minutos e em Buenos Aires gasta-se 2,5 minutos. Esses números resumem bem a irracionalidade de ser obrigado a aceitar um serviço entre os mais caros do mundo e criminosamente ruim. O problema não diz respeito ao aumento de tarifa, mas à aplicação de preços abusivos como se isso fosse uma fatalidade natural e inquestionável."

    leia a coluna de Vladimir Safatle

    Breve tratado da imobilidade urbana


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