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  • O PROBLEMA DO MUNDO DE HOJE EH QUE AS PESSOAS INTELIGENTES ESTÃO CHEIAS DE DUVIDAS, E AS PESSOAS IDIOTAS ESTAO CHEIAS DE CERTEZAS. (BUKOWSKI)

  • Vislumbres

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    Fragmentos de textos e imagens catadas nesta tela, capturadas desta web, varridas de jornais, revistas, livros, sons, filtradas pelos olhos e ouvidos e escorrendo pelos dedos para serem derramadas sobre as teclas... e viverem eterna e instanta neamente num logradouro digital. Desagua douro de pensa mentos.


    quarta-feira, março 10, 2021

    Vladimir Nabokov's Superman poem published for the first time

    Vladimir Nabokov in New York in 1958.
     

    "In it, Nabokov, whose son loved the Superman comics, writes in the voice of the Man of Steel. He imagines the hero walking through a city park with Lois, forced to wear his glasses because “otherwise, / when I caress her with my super-eyes, / her lungs and liver are too plainly seen / throbbing”.

    Nabokov’s Superman goes on to mourn how although he is in love, “marriage would be murder on my part” because his euphemistic “blast of love” could kill his would-be wife. Even if her “fragile frame” survived, he ponders, “What monstrous babe, knocking the surgeon down, / would waddle out into the awestruck town?”


    read article by Alison Flood

    Vladimir Nabokov's Superman poem published for the first time | Vladimir Nabokov | The Guardian

    Apesar das pilhas de cadáveres, o mito continuou a ser venerado

     

     

     

     

    "É difícil refazer a estrada que culminou nessa falta de horizonte, nesse niilismo que hoje impera, campo fértil para genocidas patriotas. Leio teses, assisto ao jornal, troco impressões e só enxergo o juízo final."

    leia artigo de Fernanda Torres​

     Apesar das pilhas de cadáveres, o mito continuou a ser venerado – Blog do Paulinho

    terça-feira, março 09, 2021

    No meu quintal | In my garden


     

    Cho*ca*do




     

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    O


     

    Trânsito de Marte | Julie Wein



    Quem sabe
    O nosso amor existe só
    No tempo em que a Terra encobre a Lua

    Quem sabe
    Ele exista em outra dimensão
    E aqui a gente não consegue ver

    Polarização é nova "Uma escolha muito difícil" enrustida

     6.mar.2020 - O ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva durante evento sobre desigualdade em Genebra, na Suíça - Fabrice Coffrini/AFP

     "Mas a coisa mais caricata daquele segundo turno foi o editorial de 8 de outubro do jornal "O Estado de S.Paulo", intitulado "Uma escolha muito difícil". No texto, estavam todos os falsos argumentos para acalmar a consciência de quem quisesse apertar 17 ou anular o voto, o que significava socorrer Bolsonaro.

    Muitas pessoas esclarecidas dizem que não poderiam avalizar "a-roubalheira-do-PT". Ajudaram direta ou indiretamente a eleger o defensor do Ustra contra um professor universitário democrata, preparado e moderado. Há aqueles que anularam e agora dizem que escolheram Haddad, mas basta ler o que diziam e escreviam na época para desconfiar disso. O voto nulo foi o esconderijo de muitos democratas de pandemia. Outros votaram mesmo em Bolsonaro e não ousam dizer o nome desse amor eleitoral porque pega mal depois do vexame de Sergio Moro, Paulo Guedes e da tragédia do coronavírus. Óleo de peroba e tentativa de reescrever biografias estão em alta no jornalismo brasileiro. Essa gente que cobra autocrítica de todo mundo tem queixo de vidro quando se menciona o que fez no verão passado.

    Com a decisão do ministro do STF Edson Fachin que devolve Lula ao jogo eleitoral, pois, na prática, anula duas sentenças e uma denúncia contra o petista, volta-se com o fantasma da polarização que vai acabar com o país, projeto no qual Bolsonaro está bastante empenhado."


    mais na coluna de Kennedy Alencar​

    Polarização é nova "Uma escolha muito difícil" enrustida - 09/03/2021 - UOL Notícias

    Alguém acredita que esse processo termina com Lula vivo?, indaga presidente do Clube Militar



    "Na nota, Barbosa classifica Lula como “maior político criminoso que esse país já conheceu” e que a sentença de Fachin “não convence nem alunos do maternal”.

    “Toda a comunidade criminosa do país e seus aliados mundo a fora devem estar festejando a vitória do banditismo”, diz o texto."

    leia texto de Plínio Teodoro​

    Alguém acredita que esse processo termina com Lula vivo?, indaga presidente do Clube Militar | Revista Fórum

    Enquanto isso, naquele ringue...


     AMORIM

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    Caetano Veloso - Onde Andarás (Caetano/ Ferreira Gullar)



    Onde andarás nesta tarde vazia
    Tão clara e sem fim
    Enquanto o mar bate azul em Ipanema
    Em que bar, em que cinema te esqueces de mim

    Enquanto o mar bate azul em Ipanema
    Em que bar, em que cinema te esqueces...
    Eu sei, meu endereço apagaste do teu coração
    A cigarra do apartamento
    O chão de cimento existem em vão

    Não serve pra nada a escada, o elevador
    Já não serve pra nada a janela
    A cortina amarela, perdi meu amor

    E é por isso que eu saio pra rua
    Sem saber pra quê
    Na esperança talvez de que o acaso
    Por mero descaso me leve a você
    Na esperança talvez de que o acaso
    Por mero descaso
    Me leve... eu sei

    In my garden | No meu quintal


     

    Piscininha

     



    THIAGO LUCAS

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    A variável Lula


    "A confirmação, pelo STF, de que havia relação espúria entre Moro e os procuradores arriscaria jogar todos os processos da Lava Jato na lata do lixo. Se o magistrado e os procuradores tinham pleno acesso uns aos outros, e se dispunham a utilizar essa via de comunicação ilegal para se consultar e se ajudar reciprocamente, não há razão para acreditar que isso foi feito apenas no processo de Lula. Mesmo porque, como bem lembra o célebre powerpoint de Deltan Dallagnol, a acusação contra Lula se alimentava das demais, e não haveria condenação contra o ex-presidente se a existência do esquema não fosse chancelada nas demais ações penais. Isso para não mencionar outras práticas questionáveis dos procuradores, como o acesso informal a autoridades estrangeiras, também atestado nos vazamentos. 

    Ao fazer desaparecer todas as ações penais contra Lula, a decisão de Fachin implicou a perda do objeto de todas as contestações movidas por sua defesa contra as condutas dos procuradores, de Moro, dos desembargadores do TRF-4 e dos ministros do STJ. A não ser que a Procuradoria-Geral da República consiga reverter a decisão em recurso aos órgãos colegiados do Supremo, Lula está completamente livre e desimpedido. Em consequência, os quinze habeas corpus que ele ajuizou no STF, contra atos de diversas autoridades das instâncias inferiores, perdem razão de ser se a decisão de Fachin for mantida. Serão arquivados, sem julgamento — inclusive o HC 164.493, onde a suspeição de Moro foi arguida. 

    Com isso, a não ser que as defesas de outros atingidos pela Lava Jato consigam arguir a suspeição de Moro com a mesma força que Lula conseguiria fazer, é possível que o ex-juiz escape de ter sua parcialidade reconhecida pelo tribunal, por dois fatores. Primeiro, porque a disposição que Moro demonstrou para abusar dos poderes de seu cargo em prejuízo pessoal do réu são mais explícitas em relação a Lula do que a qualquer outro acusado. Basta lembrar da divulgação dos áudios entre Lula e Dilma, um ato executado às pressas para gerar comoção política que prejudicasse a posse do ex-presidente na Casa Civil; ou da divulgação da delação de Palocci pouco antes do primeiro turno das eleições presidenciais de 2018. Segundo, porque só a defesa de Lula conseguiu até aqui acessar o material da Operação Spoofing, que contém as mais flagrantes evidências das parcialidade de Sergio Moro.

    Dessa forma, ao eliminar a variável “Lula” da paisagem da Lava Jato no STF, o ministro Fachin pode ter objetivado salvar o restante da operação, preservando os resultados dos demais processos que foram conduzidos por Sergio Moro. A dúvida, neste caso, será saber como reagirão os demais ministros, alguns dos quais, a exemplo de Gilmar Mendes, não escondem seu desprezo pela chamada República de Curitiba. Só as moscas do tribunal sabem dizer se houve algum tipo de ajuste de bastidores, ao menos entre ministros suficientes para garantir uma vitória por maioria, do estilo “vão-se os anéis, mas ficam os dedos”. Seria o mais irônico desfecho possível para a Lava Jato: salva, embora apenas nas suas partes menos reluzentes, por um acordão com o Supremo, com tudo."

    mais na análise de Rafael Mafei

    A variável Lula

    Eleição: volta de Lula é boa notícia para petistas ou bolsonaristas?

     

     Bolsonaro e candidatos centristas devem ser afetados em caso de candidatura do petista em 2022 - Reuters

    "Na avaliação do cientista político, trata-se "do pior momento para Bolsonaro ganhar um adversário do tamanho do Lula", por uma combinação de acusações contra o governo na economia e no controle da pandemia, e contra Bolsonaro e sua família em denúncias de corrupção.

    "Toda vez que acusarem o PT de corrupção, vão falar da mansão do filho (Flávio Bolsonaro, que comprou recentemente uma casa milionária em Brasília). Toda vez que falarem da intervenção dos governos petistas nas estatais, vão falar da intervenção de Bolsonaro na Petrobras. Bolsonaro não tem muito a apresentar em sua defesa."

    Entretanto, há quem acredite que Bolsonaro até "queria" Lula na disputa, como afirma o cientista político Alberto Carlos Almeida, diretor do Instituto Brasilis.
    "Hoje Bolsonaro tem uma minoria de apoiadores, e vai querer chegar a uma maioria (apostando) no sentimento antipetista", resume Almeida, autor dos livros "A cabeça do brasileiro", "A cabeça do eleitor" e "O voto do Brasileiro".


    leia reportagem de Mariana Alvim

    Eleição: volta de Lula é boa notícia para petistas ou bolsonaristas?

    Spray Nasal



    LAERTE

     

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    T.Rex 20th Century Boy



    Friends say it's fine, friends say it's good
    Everybody says it's just like rock n' roll
    I move like a cat, charge like a ram
    Sting like a bee, babe I wanna be your man
    Well it's plain to see you were meant for me, yeah
    I'm your boy, your 20th century toy

    No meu quintal | In my garden


     

    segunda-feira, março 08, 2021

    Giocondos



    AROEIRA

     

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    Elza Soares Ft. Rodrigo Campos - Firmeza?!


    (Eu não te vejo nunca mermão qualé? Firmeza)
    Beleza mano fica com Deus
    Quando der a gente se tromba firmeza?!
    Pena que corre é mil grau
    Você é meu irmão moleque
    Você é meu irmão moleque


     

    Tõ vendo uma esperança



    ALVES

     

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    Nova falha na vacinação vai matar milhares de idosos no Brasil

     


    VINICIUS TORRES FREIRE


    O atraso da Fiocruz e da importação de vacinas da Índia vai deixar o Brasil sem 15,2 milhões de doses da AstraZeneca/Oxford em março. Seria o bastante para vacinar 7,5 milhões de pessoas do grupo de mais de 60 anos, no qual morrem mais de 74% das vítimas de Covid-19. Levando em conta o número diário de mortes recente, esse buraco de um mês na vacinação vai ameaçar a vida de uns 7.400 idosos. Nem todos seriam salvos, pois a vacina leva tempo para fazer efeito. Mas milhares morrerão porque faltaram essas vacinas.

    É um exemplo aritmético do terror, que pode ficar pior. É preciso instalar uma espécie de governo de salvação nacional da saúde, uma articulação de governadores, prefeitos e Congresso capaz de aprovar medidas legais e administrativas a fim de garantir vacinas e providências epidemiológicas coordenadas. Jair Bolsonaro está em campanha contra a República Federativa e contra a segurança nacional sanitária. Como não será impichado, precisa ser neutralizado.

    Ainda que o novo cronograma federal de vacinas fosse cumprido, já seria tarde. A economia vai afundar pelo menos até abril. Sem antecipar vacinas, afundará por mais tempo. O vírus pode se espalhar a ponto de causar uma epidemia de variantes incontroláveis. O genocídio de março já está dado. O de abril, quase garantido. Há que se evitar a marca de 400 mil mortes em maio.

    Parte do novo cronograma do Ministério da Saúde para março e abril ainda é ficção. Parte é incerteza: houve um problema na produção dos primeiros lotes da Fiocruz, das vacinas que serviriam para um teste antes da fabricação "industrial". Com essa falha, em vez de entregar 15 milhões de doses em março, a Fiocruz vai entregar apenas 3,8 milhões (ainda tentam salvar alguma coisa mais).

    Um calendário obtido por este jornalista no governo federal prevê 32 milhões de doses da vacina da AstraZeneca/Oxford em abril. Mas a Fiocruz por ora estima poder entregar 25 milhões, se é que a fábrica não vai quebrar de novo. As doses de AstraZeneca/Oxford que seriam importadas da Índia, do Serum, dependem de boa vontade política: é grande a pressão para barrar a venda para o exterior.

    No calendário, o ministério inclui doses da Covaxin, outra indiana, 8 milhões em março e mais 8 milhões em abril. Mas essa vacina não tem licença da Anvisa, que começou a conversar com a fabricante apenas na quinta-feira. Aliás, nem mesmo as vacinas AstraZeneca/Oxford a serem fabricadas pela Fiocruz foram autorizadas pela Anvisa. Espera-se que o sejam até 12 de março.

    No calendário federal consta a entrega de um número otimista de doses do Butantan para abril. O instituto espera, sim, antecipar a entrega de vacinas, mas isso não é certo. Ainda para abril, o governo prevê a chegada de 2,9 milhões da Covax e 400 mil doses de Sputnik, que também não foi aprovada pela Anvisa.

    Em resumo, o governo espera receber 94,1 milhões de doses em março e abril. Pelo menos 29,3 milhões são promessas ainda mais incertas ou doses de vacinas não aprovadas.

    Caso seja cumprido, o calendário federal prevê vacinas para mais de 75 milhões de pessoas até o fim de maio (cerca de 158 milhões de doses). Seria mais do que suficiente para vacinar os maiores de 50 anos e, em suma, todos os grupos das pessoas em que morrem 88% das vítimas de Covid-19 no Brasil. É o equivalente a 49% da população vacinável (maior de 18 anos) ou a 35% da população total. Ainda seria tarde. A fim de evitar genocídio e desastre econômico maiores, é preciso antecipar em quase um mês esse calendário.

    PASQUIM HÁ 50 ANOS

     

    Com a Turma do jornal na prisão, e a censura pegando pesado, Millõr escreve um editorial abordando o assunto que era possível discutir: o calor que fazia naquele verão de 1971. 


     


    A Casa Amaldiçoada



    EDU OLIVEIRA

     

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    Jair Rodrigues - DISPARADA - Geraldo Vandré e Théo de Barros - ano de 1966



    PREPARE O SEU CORAÇÃO....

    Pandemia de Boa



    GALVÃO

     

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    Negócios de Bolsonaro têm semelhanças com os de Flávio

    Jair e Flávio Bolsonaro

    "O presidente Jair Bolsonaro fez transações semelhantes às que levantaram suspeitas contra o seu filho Flávio Bolsonaro (Republicanos-RJ) na investigação do caso da "rachadinha". Parte delas foram identificadas na quebra dos sigilos bancário e fiscal anulada pela Quinta Turma do STJ (Superior Tribunal de Justiça).

    Até mesmo os repasses identificados da família Queiroz para a conta da primeira-dama Michelle Bolsonaro são maiores do que os comprovados para a dentista Fernanda Bolsonaro, mulher de Flávio. Informações públicas também indicam semelhanças entre a compra da casa na Barra de Jair Bolsonaro às transações imobiliárias que levaram ao aprofundamento de investigações contra Flávio."

    leia reportagem de Italo Nogueira

    Negócios de Bolsonaro têm semelhanças com os de Flávio - Folha PE

    Antes de colapso, White Martins pediu transporte de oxigênio a coronéis que assessoram Pazuello e não foi atendida



    "Um email enviado pela White Martins ao Ministério da Saúde, obtido pela Folha de S.Paulo, mostra que a empresa pediu "apoio logístico imediato" para transportar 350 cilindros de oxigênio gasoso, 28 tanques de oxigênio líquido, 7 isotanques e 11 carretas com o insumo a Manaus. O pedido foi direcionado a dois coronéis do ministério e acabou não sendo atendido a tempo.

    Três dias depois, o oxigênio se esgotou nos hospitais e pacientes morreram asfixiados. O colapso deu início a uma crise que resultou, até agora, na transferência de 645 pacientes a outros estados. Dentre os transferidos, 92 (14,2%) morreram longe de casa"

    leia reportagem de Vinicius Sassine 

    Oxigênio: Email mostra que empresa fez pedido a assessores de ministro - Cidadeverde.com

    Frescura e Mimimi





    LAZ MUNIZ

     

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    domingo, março 07, 2021


     

    Filmes que curti - Janeiro 2021

     Como não estou indo à cidade não fiz aquela coisa de ir numa papelaria e escolher uma agenda para o próximo ano. Agenda para mim é para anotar os filmes que vejo, os livros que leio e albuns musicais que ouço (coisas de trabalho vão pros apps). Tenho saudades da Agenda da Música Popular Brasileira, editada por Pimentel e ilustrada por Amorim, que por anos abrigou minhas atividades culturais junto com datas importantes da MPB.

    Enfim, fiquei sem agenda e pensei neste ano nem ir anotando os filmes. Mas recentemente o amigo Washington me mandou uma do seu Sindicato dos Professores, belamente ilustrada pelo Aliedo. Passei a anotar essas coisas novamente, recuperando do início de janeiro. E então coloco na roda, pra quem procura sugestões, ou quer trocar comentários, os filmes que realmente me emocionaram entre os 31 que vivenciei no mes de Janeiro (pela ordem em que foram vistos). 

    Com destaque para Nomadland, Never gonna snow again e Amarelo. 

    MISS JUNETEENTH - dir & rot Channing Godfrey Peoples, EUA, 2020)

    AMARELO - É TUDO PRA ONTEM - dir Fred Ouro Preto, bas Emicida, Brasil, 2020 (Netflix)

    RETABLO - dir & rot Alvaro Delgado Aparícia, Peru, 2017 (Netflix) 

    OS ÚLTIMOS DIAS DE GILDA = dir & rot Gustavo Pizzi, Brasil, 2020 (Canal Brasil)

    EL TOPO - dir & rot Alejandro Jodorowski, Mexico, 1970   (Mubi)

    THE WOMAN WHO RAN - dir & rot Hong Sang-Soo, Coreia, 2020 (Mubi)

    NOMADLAND dir & rot Chloé Zao, EUA, 2020 

    PROMISING YOUNG WOMAN - dir & rot Emerald Fennell, EUA, 2020

    THE WHITE TIGER -  dir & rot Ramin Bahrani, bas Aravind Adiga, India, 2020 (Netflix)

    NEWS OF THE WORLD - dir & rot Paul Greengrass, EUA, 2020 (Amazon Prime) 

    SNIEGU JUZ NIGAY NIE BEPZIR (Never Gonna Snow Again) - dir & ror Malgorzata Szumowska, Michal Englert, Polonia, 2020

    Depois posto Fevereiro.... 




    Vai ficar chorando até quando?



    DUKE

     

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    Quatro capas

     Quatro capas com bicicletas ilustrativas.




    OCTAVIO ARAGÃO



     

    Elza Soares - Banho - Part. Ilu Obá de Min (Tulipa Ruiz)



    Acordo maré
    Durmo cachoeira
    Embaixo, sou doce
    Em cima, salgada
    Meu músculo no musgo
    Me enche de areia
    E fico limpeza debaixo da água

    Na casa da sua mãe


     AROEIRA

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    BREAKING: Major Update on January 5 Trump War Council Expands Its Potential Size Significantly

     

     

      "Michael Lindell, who says that he met with “[Brazilian president Jair] Bolsonaro’s son last night” (saying so on January 6, meaning that he would have met with a son of Jair Bolsonaro during the meeting at Trump’s “private residence” described by Herbster),"

    "{ Bolsonaro, like Trump, is a self-described corruption crusader and would-be autocrat whose family is corrupt. All Bolsonaro’s sons appear to be accused criminals. Flávio Bolsonaro faces embezzlement charges, and Carlos Bolsonaro and Eduardo Bolsonaro face allegations of “financial irregularities and illegal dissemination of disinformation,” per the Guardian. Jair Bolsonaro’s last son, Renan Bolsonaro, has been enmeshed in scandal since it was revealed he “dated the daughter of [a] police officer arrested for [a] murder” who is tied to the investigation into all three of his brothers. Meanwhile, Bolsonaro’s wife, Michelle Bolsonaro, faces bribery allegations, which she responded to, initially, by telling a reporter she wanted to “smash [his] face in.” It therefore matters little which Bolsonaro son was with Lindell and apparently in Trump’s DC residence the night before Insurrection Day. None of Flávio, Carlos, Eduardo, and Renan—all of whom might’ve had reason to seek aid from Trump’s administration on January 5—had any business being in his residence the night before an insurrection. That Mike Lindell mentions the Bolsonaro “son” while speaking of Trump’s post-election efforts suggests their January 5 meeting involved this topic; as Lindell was at a meeting on that topic that very night at Trump’s residence outside the White House, the odds of the events being discrete is remote.)"


    read newstory by Seth Abramson​

     BREAKING: Major Update on January 5 Trump War Council Expands Its Potential Size Significantly - Proof

    MIMIMI



    DALCIO MACHADO

     

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    Na casa da tua mãe

     ASCANIO SELEME 

    Jair, onde você absorveu tanta arrogância? Onde você iniciou o processo involutivo que o transformou no indivíduo tosco que deixa o Brasil atônito? Foi na casa da tua mãe.

    Onde você emburreceu tanto e virou esse indivíduo desconectado do mundo civilizado? Onde você encontrou tanta gente obtusa como você para reunir ao seu redor? Foi na casa da tua mãe.

    Onde você teve seu caráter desviado de forma tão radical que alcança até mesmo todos os zeros que você criou? Foi na casa da tua mãe.

    Capitão, onde você construiu toda a perversidade que escorre em suas veias e baba da sua boca? Onde você foi encontrar tanto ódio que se percebe claramente no seu olhar e na sua risada sádica? Foi na casa da tua mãe.

    Onde foi concebido este espírito antidemocrático que o domina de maneira irrevogável e que ameaça um país inteiro? Foi na casa da tua mãe.

    Onde o seu coração de pedra foi lapidado, ou dilapidado? Onde foi que o endureceram de tal forma que a empatia não consegue penetrar? Foi na casa da tua mãe.

    Diga, onde talharam e envernizaram esta sua lustrosa cara de pau? Onde você aprendeu a mentir tanto, Jair? Foi na casa da tua mãe.

    Onde mesmo foi que te ensinaram que chorar por seus mortos é frescura e mimimi?

    Onde foi que você descobriu que os corajosos enfrentam o vírus e saem às ruas? Na casa da tua mãe.

    Onde você aprendeu a roubar, a desviar dinheiro público para comer gente? Teria sido no mesmo lugar em que você ensinou seus filhos a fazer rachadinhas? Foi na casa da tua mãe.

    Jair, onde você se tornou homofóbico e misógino? Onde começou a entender que mulher é filha da fraqueza e gay deve levar porrada? Foi na casa da tua mãe.

    Conte onde foi que você descobriu que o Brasil é um país de maricas? Foi na casa da tua mãe.

    E onde você percebeu que há excessos de direitos no Brasil? Foi na casa da tua mãe.

    Capitão, onde você se afastou da luz e mergulhou nas trevas? Onde você aprendeu que torturar e matar fazem parte da vida? Foi na casa da tua mãe.

    Onde te ensinaram que a ditadura errou por torturar e não matar? Aposto que foi no mesmo lugar onde você ouviu que os porões deveriam ter fuzilado 30 mil corruptos e erraram por não matar Fernando Henrique Cardoso. Foi na casa da tua mãe.

    Diga, onde você entendeu que Pinochet, o mais sanguinário ditador latino americano, devia ter matado mais gente? Foi no mesmo lugar em que você passou a idolatrar o torturador Brilhante Ustra? Foi na casa da tua mãe.

    Onde foi, Jair, que você descobriu que fazer cocô dia sim, dia não, melhora o meio ambiente? Que comer menos resolve o problema das queimadas? Foi na casa da tua mãe.

    Explique, onde você percebeu que trabalho infantil, de meninos e meninas com menos de dez anos de idade, não prejudica em nada as crianças? Foi na casa da tua mãe.

    Conte, onde foi mesmo que te disseram que é uma grande mentira falar que tem gente passando fome no Brasil? Que isso só acontece em outros países? Foi na casa da tua mãe.

    Onde te ensinaram que é correto beneficiar filhos, como os zeros que você tem, quando se exerce cargo público, capitão? Foi na casa da tua mãe.

    Finalmente, onde foi mesmo que você virou este monstro que assombra o país e espanta o mundo? Foi na casa da tua mãe.


    Little Stevie Wonder - 1963 Fingertips Part II



    Ev'rybody say, 'Yeah'

    sábado, março 06, 2021

    Linda sua mansão, Flavinho



    BENETT

     

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    Vão ficar chorando até quando ?



    THIAGO LUCAS

     

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    A Arte

     


    PAULO BRUNO

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    Ipiranga


     

    Miséria volta à rotina do brasileiro após o fim do auxílio emergencial

     

     

    Domingas Maria Alves Corrêa, de 23 anos, chegou a receber parcelas de R$ 1.200 no ano passado por ser chefe de família. Agora, voltou a viver com os R$ 120 do Bolsa Família. Foto: Edilson Dantas / Agência O Globo
    Domingas Maria Alves Corrêa, de 23 anos, chegou a receber parcelas de R$ 1.200 no ano passado por ser chefe de família. Agora, voltou a viver com os R$ 120 do Bolsa Família. Foto: Edilson Dantas / Agência O Globo

    "O sol do meio-dia brilhava inclemente quando a trabalhadora rural Percileide de Souza, de 32 anos, caminhava de volta para sua casa, no município de Caracol, na divisa do Piauí com a Bahia, carregando na cabeça cerca de 40 quilos de pedaços de madeira, amarrados numa corda. Ela havia saído de casa antes de o dia clarear. Com os galhos coletados, acenderia o fogo para cozinhar arroz, feijão e ovos para as duas filhas, de 7 e 10 anos, e para o marido, também agricultor. No ano passado, Percileide havia deixado de cumprir essa rotina extenuante. Com a primeira parcela do auxílio emergencial de R$ 600 recebida em julho, aprovada pelo Congresso e paga pelo governo de Jair Bolsonaro, a família comprou um fogão a gás de segunda mão por R$ 120. O mesmo benefício foi usado para comprar um botijão no valor de R$ 85, que durou quatro meses. A família da agricultora também havia voltado a comer carne de bode depois de quatro anos. Com o fim do benefício, o ovo retomou o posto de principal item da única refeição diária, novamente preparada no fogão a lenha. Zurilda Mathias Maia, de 50 anos, viu o auxílio desaparecer no pior momento de sua vida, quando caiu da moto que a transportava e quebrou um braço, ficando impedida de continuar trabalhando na lavoura, onde recebia R$ 15 por dia. Domingas Alves Correa, de 23 anos, mãe de um menino de 5, recebia parcelas de R$ 1.200 pelo fato de não ter ajuda para sustentar a criança. No ano passado, comprou comida farta e uma cama para a mãe, Antonia Alves Rocha, de 60 anos. Agora, recebe apenas os R$ 120 do Bolsa Família, insuficientes para comprar o básico para seu sustento e para custear o farelo que alimenta seus porcos no casebre onde vive em Guaribas, no Piauí, mesma cidade de Zurilda.

    Uma das ruas de Guaribas, no sertão do Piauí, em que quase toda a população adulta vive do Bolsa Família e recebeu, no ano passado, o auxílio emergencial. Foto: Edilson Dantas / Agência O Globo
    Uma das ruas de Guaribas, no sertão do Piauí, em que quase toda a população adulta vive do Bolsa Família e recebeu, no ano passado, o auxílio emergencial. Foto: Edilson Dantas / Agência O Globo
    Em julho do ano passado, ÉPOCA esteve no sertão do Piauí, nas divisas com a Bahia e Pernambuco, para verificar o impacto do auxílio emergencial na vida de uma das populações mais carentes do Nordeste e que também é inteiramente dependente dos programas sociais do governo federal. Naquele período, quando se iniciaram os pagamentos dos auxílios de R$ 600 e R$ 1.200 mensais, o cinturão de pobreza formado pelos municípios de São Raimundo Nonato, São Braz do Piauí, Anísio de Abreu, Jurema, Caracol e Guaribas havia se transformado. Comércio lotado, consumo de alimentos antes inacessíveis, como carne bovina, além da compra de eletrodomésticos e ferramentas agrícolas. De volta ao local no final de janeiro, período em que se completaram 30 dias do pagamento da última parcela do benefício, a reportagem refez o caminho entre as cidades durante quatro dias e encontrou um cenário muito diferente. Miséria, fome e comércio parado, além de uma grande insatisfação com o governo Bolsonaro, no lugar do sentimento de gratidão encontrado meses antes. “O presidente cortou como se não precisássemos mais. Ele deveria vir aqui em Guaribas ver como a vida é desgraçada. Muita gente passa fome. Nossos vizinhos não têm dinheiro nem para comprar água”, reclamou Domingas, que em julho tinha uma boa avaliação de Jair Bolsonaro, apesar de ter votado em Fernando Haddad em 2018 — mas disse já ter mudado de ideia.
    Percileide de Souza, de 32 anos, é mãe de dois filhos. Comprou um fogão usado com o dinheiro do auxílio, mas agora, sem receber a parcela, não consegue mais comprar o gás. Por isso, voltou a recolher galhos para o fogão a lenha. Foto: Edilson Dantas / Agência O Globo
    Percileide de Souza, de 32 anos, é mãe de dois filhos. Comprou um fogão usado com o dinheiro do auxílio, mas agora, sem receber a parcela, não consegue mais comprar o gás. Por isso, voltou a recolher galhos para o fogão a lenha. Foto: Edilson Dantas / Agência O Globo
    Guaribas é o emblema de um Brasil cuja sobrevivência está atrelada aos programas sociais do governo — e que hoje responsabiliza Jair Bolsonaro pelo fim de uma bonança momentânea.

    leia reportagem de

    Miséria volta à rotina do brasileiro após o fim do auxílio emergencial - Época

    Vidas em risco

        

    "As escolas fecharam há quase um ano. Nesse intervalo, São Paulo, o esta-do mais rico da federação, pouco fez pa-ra adequá-las ao “novo normal”. Nenhu-ma das propostas do Manual do IAB foi acolhida. Nenhum planejamento sobre a redução do número de alunos por sala de aula – medida pedagogicamente importante e viável no momento em que a ta-xa de natalidade cai no Brasil – foi feito. São Paulo entende, de forma equivocada que eliminará o risco de contágio apenas com a distribuição de álcool em gel e máscaras a professores e alunos."

     leia o artigo de PROFESSORA BEBEL 



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