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  • Acabar com a corrupção eh o objetivo supremo de quem ainda nao chegou ao poder. (Millor Fernandes)

  • Vislumbres

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    Fragmentos de textos e imagens catadas nesta tela, capturadas desta web, varridas de jornais, revistas, livros, sons, filtradas pelos olhos e ouvidos e escorrendo pelos dedos para serem derramadas sobre as teclas... e viverem eterna e instanta neamente num logradouro digital. Desagua douro de pensa mentos.


    terça-feira, março 28, 2017

    What do many lone attackers have in common? Domestic violence




    "And yet this is almost never discussed, because there is no political capital to be gained by suggesting warped masculinity might be more to blame than Muslims. After all, domestic violence is a problem that spans cultures, and if President Trump were to try to ban men accused of domestic violence from entering America instead of Muslims, he would lose some major figures in his own White House. Steve Bannon was charged in 1996 with domestic violence, battery and trying to dissuade the victim – his wife, in other words – from testifying

    The case was dropped when she didn’t turn up to court, and she later testified that Bannon had ordered her to leave town. Bannon denied the accusations. Trump chose Andrew Puzder to be his labor secretary, but Puzder withdrew his nomination last month, in part because of long-standing allegations from his ex-wife that he had physically abused her. Puzder denies the charges. Then there is Trump himself, who, according to 1990 sworn divorce deposition by his first wife, Ivana, tore out a handful of her hair and raped her because he was so furious that his “scalp reduction” operation had been more painful than she’d promised. Trump has always denied these allegations – both the abuse and that he had a scalp reduction operation – and Ivana later said she didn’t mean rape “in a literal or criminal sense”. But no one could explain away the tape in which Trump bragged about grabbing women “by the pussy”.

    readthe article by HADLEY FREEMAN >>

    What do many lone attackers have in common? Domestic violence | Hadley Freeman | Opinion | The Guardian

    Pagando o pato




    (Santo André, SP)
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    O escritor que imaginou Trump em 1935


       

    "A literatura pode antecipar a história? Isso é o que parecem pensar as pessoas que depois do dia de eleição esgotaram os exemplares de 1984, o romance distópico de George Orwell. Mas também aqueles que acreditaram encontrar uma antecipação de Trump no romance de Sinclair Lewis It Can’t Happen Here (Isso não pode acontecer aqui) –publicado em 1935, ou seja, 11 anos antes do nascimento do atual presidente–, cujo tema é a criação de um Estado fascista nos Estados Unidos.

    It Can’t Happen Here apresenta desconcertantes paralelos com a situação atual: em um Estados Unidos profundamente afetado pela Crise de 1929, surge a figura do senador Berzelius Buzz Windrip. Windrip chega à Convenção de seu partido (no caso, o Democrata) como outsider, mas se impõe aos outros pré-candidatos graças às suas habilidades sociais (“era um viajante incansável, um orador agitado e divertido, um bom adivinho das doutrinas políticas que agradariam as pessoas”, descreve Lewis) e uma retórica inflamada cujos temas principal são a reparação das supostas humilhações históricas às quais teriam sido submetidas as classes mais baixas do país, a luta contra o desemprego e a expulsão de imigrantes (“tanto os judeus quanto os espaguetes, os desgraçados do leste da Europa e os chinesinhos”, diz um de seus parceiros); seu programa é o da restituição de uma moralidade norte-americana supostamente ameaçada pela obtenção de direitos por parte das mulheres, pela organização sindical dos trabalhadores, pela redução dos orçamentos militares e pelo fim da escravidão: ou seja, tornar a “América grande novamente”. Assim como Trump, Windrip tem um “satânico secretário”, Lee Sarason (um proto Steve Bannon), “cérebro por trás de um sucesso”, cuja explicação também deve ser buscada no apoio dos fundamentalistas religiosos à sua candidatura e em seu uso dos novos meios de comunicação de massa, com o rádio ocupando aqui o lugar do Twitter"

    leia mais no texto de Patricio Pron

    O escritor que imaginou Trump em 1935 | Cultura | EL PAÍS Brasil

    Vera Lynn, 100, Becomes Oldest Artist With Top 10 Album, Outsells Depeche Mode


     


    "Dame Vera Lynn, 100, has written herself into the record books as the oldest living artist to score a Top 10 album. The veteran singer, who has just become a centenarian, has outsold Rag’n’Bone Man and Depeche Mode on the charts just released in her native U.K.

    The “Forces’ Sweetheart” lands at No. 3 with 100 (Decca), being outsold only by Ed Sheeran and Drake."


    Vera Lynn, 100, Becomes Oldest Artist With Top 10 Album, Outsells Depeche Mode

    March 28, 1941: Virginia Woolf’s Suicide Letter and Its Cruel Misinterpretation in the Media – Brain Pickings



    On March 28, 1941, shortly after the devastating dawn of WWII, Virginia Woolf (January 15, 1882–March 28, 1941) filled her overcoat pockets with rocks and walked into the River Ouse behind her house never to emerge alive. A relapse of the all-consuming depression she had narrowly escaped in her youth had finally claimed her life. She left behind a remarkable body of work — from her poignant diaries to her magnificent essays to her little-known children’s books to “the longest and most charming love letter in literature” — and a cohort of heartbroken friends, but the most stirring thing she left behind was her suicide letter to her husband Leonard:

    March 28, 1941: Virginia Woolf’s Suicide Letter and Its Cruel Misinterpretation in the Media – Brain Pickings

    segunda-feira, março 27, 2017

    Terceirização de segunda




    (Novo Hamburgo - RS) 
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    pela cochlea; LOVEY DOVEY.NORTHERN SOUL - BUNNY SIGLER



    Well, you're the cutest thing that I did ever see
    I really love your peaches, want to shake your tree.
    Lovey dovey , lovey dovey all the time
    Lovey dovey, I can't get you out of my mind.

    Vem pra rua vazia





    (Vila Velha, ES)
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    “De quem é a Patagônia?”: Tensão cresce entre indígenas e latifundiários no paraíso argentino











     Um 'gaucho' na fazenda Leleque, propriedade da Benetton.

     Soraya Maicoño, porta-voz dos mapuches de Vuelta del Río.


    leia a reportagem de CARLOS E. CUÉ

    “De quem é a Patagônia?”: Tensão cresce entre indígenas e latifundiários no paraíso argentino 
    | Internacional | EL PAÍS Brasil

    fotos de MARIANA ELIANO

    Uma cronica visual de 300 desenhos: IMS inaugura exposição sobre J. Carlos



    " Na primeira metade do século XX, com a fotografia ainda parcamente utilizada na imprensa, e geralmente muitas vezes com borrões imprecisos, caricaturistas e chargistas cumpriam o papel de traduzirem com seus traços fatos e costumes da época. José Carlos de Brito Cunha (1884-1950), o J. Carlos, foi um dos maiores deles — em 49 anos de atividade, iniciada em 1902, quando publicou no “Tagarela”, semanário de Raul Pederneiras. Caricaturista histórico, produziu mais de 50 mil desenhos, vistos em revistas como “Careta”, “O Malho” e “Para Todos”. Através deles, comentou temas tão diversos, desde trânsito no Rio em vias de virar metrópole às guerras que assolavam a Europa — sem falar nos desenhos dirigidos a crianças. Uma parte reduzida, mas ainda assim bastante expressiva desse material, pode ser vista a partir de hoje no Instituto Moreira Salles na exposição “J. Carlos: originais”.
     
     

    Imigrantes




    (Vila Velha, ES)
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    pela cochlea> Eric Clapton, Stevie Ray Vaughan, Buddy Guy, Jimmie Vaughan, Robert Cray...

    Já ouviu falar em terceirização?





    (Novo Hamburgo - RS) 
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    Brasil é o país em que o presidente é produtor oficial de notícias falsas


    "O “ministério de técnicos”, a “recuperação da moralidade pública”, a “retomada do crescimento ainda neste ano” (de 2016!), e tantas balelas mais, formam uma estrada imoral de mão única. Na qual foi erguido há pouco um monumento à indignidade. Recusar-se a reconhecer uma autoria legítima é uma usurpação, seja ou não em proveito próprio. No caso, era.

    Michel Temer saiu-se com a bobagem de que “a paternidade da transposição do São Francisco é do povo brasileiro”. Sua forma de negar a autoria de Lula, em áspera batalha técnica e de comunicação, e a difícil continuidade assegurada por Dilma. Citou valores errados, sempre em seu favor. E inventou a entrega de 130 mil cisternas.

    Para breve comparação: Tereza Campello entrou calada no governo Dilma, permaneceu muda e, no impeachment, saiu em silêncio sobre seu papel no governo. Mas, entre outros êxitos incomuns, fez construir e instalar no Nordeste cerca de um milhão de cisternas.

    Por isso a recente seca, brutal, não provocou o abalo e os demais efeitos das secas equivalentes. Observação de valor especial nestes tempos: tamanha obra sem que houvesse sequer vestígio de escândalo, na atividade que mais produziu corrupção e escarcéus na história do Nordeste."


    leia a coluna de  JANIO DE FREITAS

    Brasil é o país em que o presidente é produtor oficial de notícias falsas | Solda Cáustico:

    domingo, março 26, 2017

    Alone in the Wild for a Year, TV Contestants Learn Their Show Was Canceled


    "

    The remaining contestants on a reality television series have emerged after surviving 12 months in the Scottish wilderness — fending off hunger, infighting and fatigue — only to learn that the show stopped broadcasting after four episodes, the last of them in August.
    The show, “Eden,” was billed as a unique social experiment in which 23 men and women living in isolation “would take on the challenge of building a new life and creating a society from scratch,” according to a statement promoting the show.
    The contestants were taken to a 600-acre estate on the remote Ardnamurchan peninsula on the west coast of Scotland, which is known for its forests, lochs and beaches.
    But “Eden” proved to be anything but paradise."

    READ MORE

    Podres


    (São Paulo - SP)
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    O BOLO EMBATUMOU: NÃO VALE MAIS A PENA ESTIGMATIZAR OS "COXINHAS"


    DE MARINGONI

    Depois do fiasco das manifestações deste domingo (26), arrisco um palpite: a conjuntura parece estar mudando. Neste cenário, é importante parar de estigmatizar os chamados "coxinhas". Boa parte deles pode mudar de lado, na dinâmica da luta política.
    Não é ingenuidade. Explico.

    A possível virada dos ventos deve ser entendida pelo conjunto de uma obra que veio a público há menos de quinze dias. As manifestações nacionais contra a reforma da Previdência - essas sim, de êxito retumbante! - na semana anterior e o aluvião humano que cercou Lula em Monteiro (PB), no domingo (19), mostram que gente há anos ausente das ruas decidiu deixar a passividade de lado.
    Mesmo em redutos exclusivos da classe média remediada, como o Lollapalooza, as manifestações em favor do ex-presidente acendem uma luz amarela para o Planalto.

    Some-se a isso a aparente vitória de Pirro que representou a aprovação da terceirização, na noite da quarta (22). Ali, a arrogância e a soberba dos dirigentes da base governista chegou ao auge. Avaliaram poder aprovar qualquer barbaridade "sem conversar com ninguém", como declarou há dias o inimitável Romero Jucá.

    A ação parlamentar do golpe pode ter batido no teto. Caiu substancialmente o número de deputados favoráveis às reformas. Eram 359 governistas na aprovação da PEC 241/55, em outubro. Agora, apenas 231 parlamentares apertaram o "sim" da terceirização.

    A violência da medida é tão grande e suas consequências no desarranjo da convivência social são tão devastadoras que até o capital hesita sobre o passo seguinte. Editoriais e reportagens da imprensa econômica registram essa ambiguidade.

    Como diz Artur Araújo , caiu a ficha da classe média. Michel Temer lhe aplicou um tremendo estelionato político, ao garantir que o pós-PT geraria tempos de bonança e felicidade. O golpista não aprendeu nada com o estelionato eleitoral de Dilma, em 2014; o povo não gosta de se sentir enganado.

    É bem provável que a massa que acorreu às ruas há um ano, vestida de verde e amarelo e seguindo patos e lobões, agora esteja amuada e arrependida até os dentes pelo inferno que ajudou a montar. Bobamente serviu de massa de manobra para um governo que lhe retira a aposentadoria e tolhe a possibilidade de ascensão social de sua prole, via fim dos concursos públicos.

    Com a base social do golpe paralisada, me parece que a pior viagem é seguir estigmatizando os "coxinhas". Cobrar deles uma conta que não podem pagar pode desopilar o fígado da esquerda, diante da derrota que representou o impeachment.

    Esse setor de classe média pode ser atraído ou permanecer neutro nas movimentações contra as reformas. Boa parte pode mudar de lado, a depender da dinâmica da - desculpem - luta de classes. Não se fala aqui da cúpula fascista dos movimentos (MBL, VPR etc.), mas no enorme contingente que envergou camisa da seleção depois da Copa do mundo.

    Assim, não vale a pena seguir com a toada de "E agora coxinhas?", "Quero ver a cara de vocês" e "Enfiem a panela sabem onde".

    Atrair o coxinhato para as mobilizações é essencial para derrotar a patranha golpista. Não é algo fora de propósito.

    A conjuntura é sempre uma caixinha de surpresas.

    pela cochlea: A Love Supreme, Part 1: Acknowledgement - John Coltrane (1965)


    The Smokestacks Come Tumbling Down


     


    "Donald Trump is the best thing to happen for climate action in years.

    That might sound crazy. These days, with the Trump gang on a smashing spree through America’s science and environmental laws, it’s easy to feel pessimistic. It’s easy to think that with progress being rolled back that took decades to put in place, we’ve lost the climate fight.

    But I think that’s wrong. I think Trump and his carbon cronies are not displaying strength, they’re showing enormous weakness — and not only have they not won, they're actually doing us a unintended favor. They’re making it easier to win not the small increments of progress of the last three decades, but large-scale disruptive progress. They’re assisting in the birth of the low-carbon future.

    In this piece, I want to explain why that’s true."

    read the longread by Alex Steffen​

    The Smokestacks Come Tumbling Down:

    Vem Pra Rua


    (Natal – RN)
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    Justiça nega pedido de policiais para tirar charge de jornal do ES



    “Verifico que a charge demonstra um contexto de carnaval, uma data comemorativa em que as pessoas se fantasiam de determinados personagens reais e da ficção. Desta forma, aparentemente não vislumbro em cognição sumária qualquer ofensa direta à dignidade do autor nem à categoria dos policiais, eis que a charge não se dirige diretamente ao autor nem à categoria mas apenas relata uma situação cotidiana e se refere especificamente a dois personagens específicos e fictícios e em período de carnaval. Ao que parece, a charge não extrapolou o direito de livre manifestação de forma suficiente a ofender outros direitos e garantias constitucionais”, disse o magistrado.

    “Lá havia a comparação do bandido ser comparado ao policial e o policial ser comprado ao bandido. E isso, em linhas bem simples, é inadmissível. Então, os policiais que eu represento, sentiram essa ofensa. Houve uma ofensa pessoal e à categoria da qual eles fazem parte, por ser comparado ao personagem que é o arquirrival dele, que ele combate todos os dias”, afirmou a advogada.

    Em nota conjunta, a Associação Brasileira de Emissoras de Rádio e Televisão (ABERT), a Associação Nacional de Editores de Revistas (ANER) e a Associação Nacional de Jornais (ANJ) afirmaram que estão acompanhando com preocupação as ações judiciais.

    "Recorrer à Justiça é um direito constitucional assegurado a todos. Mas a ação coordenada contra determinada publicação jornalística pode ganhar contornos de assédio judicial. Ações judiciais coordenadas têm sido feitas com o objetivo de constranger o trabalho jornalístico, com a justiça sendo utilizada como instrumento de enfrentamento da liberdade de expressão e do livre exercício do jornalismo. É positivo assinalar que diferentes juízes do Estado já negaram liminar para retirar a charge dos meios eletrônicos em que está publicada. A ABERT, a ANER e a ANJ respeitam o direito de ação por parte de quem se sentir ofendido ou lesado, mas repudiam o abuso no exercício de tal prerrogativa com o intuito de impedir a liberdade de expressão e o livre exercício do jornalismo. As entidades lembram, ainda, que não existe sociedade livre sem o direito à informação, à reflexão, e sem uma imprensa livre. E preservar esta liberdade é uma missão vital para todos nós".

    leia a reportagem de Bruno Dalvi
      
    Justiça nega pedido de policiais para tirar charge de jornal do ES | Jornal O Paraná

    CHARGE DE AMARILDO

    Ponte para...


    JULIO

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    pela cochlea: Bauhaus - Ziggy Stardust (David Boiwie)



    So where were the spiders, while the fly tried to break our balls
    With just the beer light to guide us
    So we bitched about his fans and should we crush his sweet hands?

    Terceirização




    (Recife, PE)
     
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    sábado, março 25, 2017

    First on the White House agenda – the collapse of the global order. Next, war?





    ""You’ll notice what all those previous transformations have in common: war on an epic scale. For Bannon, previously impresario of the far-right Breitbart website, that is not a prospect to fear but to relish. Time, which has Bannon on the cover, quotes him all but yearning for large-scale and bloody conflict. “We’re at war” is a favourite Bannon slogan, whether it’s the struggle against jihadism, which Bannon describes as “a global existential war” that may turn into “a major shooting war in the Middle East”, or the looming clash with China.

    ""People are beginning to take notice – and get alarmed. Twice recently I’ve been told of hyper-rational individuals, who made their fortunes reading the runes correctly now converting their wealth into gold – better to withstand the coming conflagration and collapse of the civilised order. The current edition of the New Yorker includes a report on escalating demands among the super-rich for apocalypse-proof boltholes, with particular interest in airstrips and farms in New Zealand as a “back-up”."

    read article by Jonathan Freedland
    First on the White House agenda – the collapse of the global order. Next, war? | Jonathan Freedland | Opinion | The Guardian

    Watch World War II Rage Across Europe in a 7 Minute Time-Lapse Film: Every Day From 1939 to 1945

    Controle de qualidade





    (Porto Alegre, RS)

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    Não mexa com o pato


    sacanear o povo, pode
    contrariar o pato, NÃO



    O fim do emprego

     Cipis de 24 de março de 2017


    " Nenhum deputado, ao fazer campanha pela sua própria eleição em 2014, defendeu reforma parecida. Ninguém prometeu a seus eleitores que os levariam ao paraíso da flexibilização absoluta, onde as empresas poderão usar trabalhadores de forma sazonal, sem nenhuma obrigatoriedade de contratação por até 180 dias. Ou seja, esta lei é um puro e simples estelionato eleitoral feito só em condições de sociedade autoritária como a brasileira atual.

    Da lei aprovada nesta semana desaparece até mesmo a obrigação da empresa contratante de trabalho terceirizado fiscalizar se a contratada está cumprindo obrigações trabalhistas e previdenciárias. Em um país no qual explodem casos de trabalho escravo, este é um convite aberto à intensificação da espoliação e à insegurança econômica.

    Ao menos, ninguém pode dizer que não entendeu a lógica da ação. Em uma situação na qual a economia brasileira está em queda livre, retirar direitos trabalhistas e diminuir os salários é usar a crise como chantagem para fortalecer o patronato e seu processo de acumulação. Isto não tem nada a ver com ações que visem o crescimento da economia. Como é possível uma economia crescer se a população está a empobrecer e a limitar seu consumo? "

    mais na coluna de Vladimir Safatle​

    TRIBUNA DA INTERNET | Nunca se votou lei contra aos interesses do brasileiro de forma tão sorrateira

    Terceirizando em Gotham



     
    (Recife, PE) 
     
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    sexta-feira, março 24, 2017

    Via IRIS: PATERSON (dir Jim Jarmusch, EUA, 2016)


    Quando cheguei na cidadeznha de Paterson, conheci um motorista de onibus que se chamava, justamente... Paterson. E sua esposa, com a mania de pintar tudo de preto e branco. (E um cachorro.) Ele quer ser poeta. Ela quer ser cantora. O cachorro quer sair para passear todos os dias.

    Os dias de Paterson são iguais, percorrendo uma rota como o percurso de um onibus. Paramos com ele nos pontos cotidianos. Ouvimos e vemos o que acontece nas ruas em que dirige. Recordamos as lendas dos famosos que nasceram ali.

    E Jim Jarmusch faz desse ordinário um filme extraordinário, recitando a poesia dos mínimos detalhes. Filmando a beleza do trivial profundo. O insólito anotado em versos num caderninho.

    No seu filme anterior, Only Lovers Left Alone - vampiros vivendo eternamente - Jarmusch fez o sobrenatural parecer natural. E triste. Em Paterson, faz o natural parecer glorioso. E belo.

    obs> terceiro filme que vimos esta semana com Adam Driver...
    .

    Marcelo Odebrecht Show




    (Rio de Janeiro, RJ)
      
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    A América que votou em Trump teme os efeitos de sua reforma da saúde


     Obamacare


    "“Há temor e ansiedade em nossa comunidade”, diz Edgar Aguilar, supervisor do Community Health Initiative, um programa que se dedica a estudar as opções de seguro médico e cadastrar as pessoas no Obamacare. “Apesar de as mudanças propostas serem para 2020, já se vê o desespero e a angústia das famílias.” Esta é uma região rural de trabalhadores pobres. Que não são pobres o suficiente para ter acesso à saúde pública, nem podem se permitir um seguro privado, nem estão assegurados por seu empregador. Justamente a faixa da população à qual o Obamacare deu cobertura médica, para muitos pela primeira vez. “Para muitos de nossos vizinhos, é questão de vida ou morte.”"
    leia mais>>

    A América que votou em Trump teme os efeitos de sua reforma da saúde | Internacional | EL PAÍS Brasil

    Quem quiser a vaga





    (Lagoa Santa, MG)
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    Os fantasmas do Planalto | Opinião | EL PAÍS Brasil


     

    "O que talvez tenha assustado a família Temer no Palácio do Planalto, a ponto de eles voltarem a residir no Palácio do Jaburu, destinado à Vice-Presidência, sejam os fantasmas dos nossos sonhos mortos que vão se acumulando, geração após geração, na história deste país."

    leia coluna de Luiz Ruffato​

    Os fantasmas do Planalto | Opinião | EL PAÍS Brasil

    pela cochlea: Shift K3y - Not Into It

    You're not into it?
    I'm not into it,
    I already know the game and I've been through it
    They can't handle it?
    They can't handle it
    Try to take me out to dinner, I'll cancel it

    Tudo podre






    (Rio de Janeiro, RJ)
      
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    quinta-feira, março 23, 2017

    Sérgio Moro quebrou sigilo telefônico de Eduardo Guimarães antes de ordenar condução coercitiva




    "No despacho, Moro diz ainda que Guimarães, ao chegar à superintendência da PF, revelou de pronto o nome da fonte, conduta considerada por ele “distante ao profissional do jornalismo”. “Um verdadeiro jornalista não revelaria jamais sua fonte”, julgou.

    Segundo Moro, entretanto, o objetivo da investigação não era propriamente o de identificar a fonte da informação do blog, “mas sim, principalmente, apurar se de fato o seu titular havia comunicado a decisão aos investigados previamente à própria divulgação no blog e a à diligência de busca e apreensão”.

    leia reportagem de mateus pichonelli
     
    Sérgio Moro quebrou sigilo telefônico de Eduardo Guimarães antes de ordenar condução coercitiva

    Terceirização


     
    (Recife, PE) 
     
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    Google is not ‘just’ a platform. It frames, shapes a1nd distorts how we see the world



    "A week ago I wrote in the Observer about how rightwing websites have successfully colonised a vast swathe of the internet. About how they have gamed Google’s algorithm. About how Jonathan Albright, an associate professor at Elon University in the US, had mapped them to show how they have become a vast and growing ecosystem that is encroaching on the mainstream news and information infrastructure like a cancer. How Google, with all its money and resources, is being owned by hate sites who have hijacked its search results."

    read article by Carole Cadwalladr​

    Google is not ‘just’ a platform. It frames, shapes and distorts how we see the world | Opinion | The Guardian:

    pela cochlea: Father John Misty - Bored In The USA



    How many people rise and say
    "My brain's so awfully glad to be here
    For yet another mindless day"?
    Now I've got all morning to obsessively accrue
    A small nation of meaningful objects
    And they've got to represent me too
    By this afternoon, I'll live in debt
    By tomorrow, be replaced by children

    Ditatoga ou Togadura?






    (Lagoa Santa, MG)
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    ConJur - Jornal terá de indenizar Sarney em R$ 40 mil por danos morais


     "O Tribunal de Justiça do Distrito Federal manteve a sentença que havia fixado em R$ 10 mil o valor da reparação, considerando que houve divulgação ofensiva à reputação do ex-senador, capaz de abalar sua credibilidade e sua imagem pública.

    No STJ, contudo, o ministro Luis Felipe Salomão, em decisão monocrática, aumentou a reparação para R$ 40 mil, por entender que o valor fixado nas instâncias ordinárias era irrisório. Segundo ele, a indenização deve evitar o enriquecimento sem causa da vítima da ofensa e fazer o réu deixar de praticar novos atos ilícitos.

    O jornal recorreu do aumento alegando não ser possível o aumento do valor sem revolver fatos e provas"


    leia mais>>

    ConJur - Jornal terá de indenizar Sarney em R$ 40 mil por danos morais

    Terceirização: Quando cair a ficha, os trabalhadores vão ranger os dentes


     Sakamoto

     A ampliação da terceirização pode levar a um comprometimento significativo dos direitos trabalhistas, com perda de massa salarial e de segurança para o trabalhador. No limite, poderemos ter um grande problema social quando milhões de trabalhadores perceberem que perderam salários e garantias e nem mesmo podem reclamar com o patrão.

    Situações que hoje oprimem certas categorias podem ser universalizadas. E o Judiciário não terá condições de processar e julgar todas as ações trabalhistas decorrentes
    .
    Grandes empresas tendem a concentrar os lucros, mas sem empregos, e uma constelação de pequenas empresas sem qualquer lastro financeiro ou independência, ficarão com todos os empregados. Periodicamente, tais empresas encerram as portas, deixando para trás enorme passivo, gerando avalanches de reclamações trabalhistas.

    No médio prazo, a ampliação da terceirização tende a rebaixar salários médios em todos os setores."


    leia mais no artigo de Leonardo Sakamoto​

    erceirização: Quando cair a ficha, os trabalhadores vão ranger os dentes - Cotidiano - Cotidiano

    Tercerizaçao ampla e irretrista

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    pela cochlea> LUCINDA WILLIAMS. MAGNOLIA. 2014



    Whippoorwill's singing
    Soft summer breeze
    Makes me think of my baby
    I left down in New Orleans
    I left down in New Orleans

    Podre


    (Recife, PE)
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    quarta-feira, março 22, 2017

    Donald Trump Has the Keys to the Most Invasive Surveillance State in History | Foreign Policy


      Donald Trump Has the Keys to the Most Invasive Surveillance State in History

    "In one campaign speech, Trump said of the ability to hack his political enemies, “I wish I had that power. Man, that would be power.” He has also expressed support for the NSA’s collection of telephone metadata, which is now outlawed. “As far as I’m concerned, that would be fine,” Trump said in a December 2015 radio interview. “When you have the world looking at us and would like to destroy us as quickly as possible, I err on the side of security.” His recent picks for attorney general (Jeff Sessions) and head of the CIA (Mike Pompeo) agree. “Congress should pass a law re-establishing collection of all metadata, and combining it with publicly available financial and lifestyle information into a comprehensive, searchable database,” Pompeo wrote in the Wall Street Journal in January 2016. “Legal and bureaucratic impediments to surveillance should be removed.”

    Trump has presented distressing views on spying that would target specific communities and individuals. “I want surveillance of certain mosques,” he told a rally in November 2015. He has called the Black Lives Matter movement a “threat” that, “[a]t a minimum, we’re going to have to be watching.” Also troubling are the repercussions that Trump’s opponents might face. Infamously, Trump said on Fox and Friends in 2013 that Snowden is “a terrible traitor” and, “You know, spies in the old days used to be executed.” Trump’s CIA pick favors exactly that course of action. “I think the proper outcome would be that [Snowden] would be given a death sentence,” Pompeo said on C-SPAN last February."


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    Illustration by Matthew Hollister

    Ex-chefe de campanha de Trump agia em favor do Kremlin, diz agência


    Paul Manafort, chefe de campanha do candidato presidencial republicano Donald Trump


    O ex-diretor da campanha do presidente Donald Trump, Paul Manafort, trabalhou secretamente para um bilionário russo para promover os interesses do presidente russo, Vladimir Putin, há dez anos, e propôs uma estratégia política ambiciosa para minar a oposição à Rússia nas antigas repúblicas soviéticas. O trabalho parece negar afirmações do governo Trump e do próprio Manafort de que ele nunca trabalhou para interesses russos. 

    Manafort propôs em um plano estratégico confidencial, em junho de 2005, que influenciaria a política, negócios empresariais e a cobertura da imprensa dentro dos EUA, na Europa e nas antigas repúblicas soviéticas para beneficiar o governo Putin, embora as relações EUA-Rússia estivessem piorando durante o governo do presidente republicano George W. Bush. Manafort apresentou os planos ao magnata russo do alumínio Oleg Deripaska, um aliado próximo de Putin com quem Manafort acabou assinando um contrato anual de US$ 10 milhões a partir de 2006, segundo entrevistas com várias pessoas ligadas a pagamentos a Manafort e registros empresariais obtidos pela agência AP.

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    Combate à carne


    (Vila Velha, ES)
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    Vi> MIDNIGHT SPECIAL (dir Jeff Nichols, EUA, 2016)


    Eu não conseguia entender qual era a daquele menino. Sempre com óculos de mergulhador e protetores auriculares. Aí ele sumiu e disseram que seu pai o tinha sequestrado. E era estranho também quantas pessoas  procuravam por ele, com propósitos religiosos, científicos ou sinistros.

    É o filme anterior de Jeff Nichols, que lançou o inter-racial Loving para a corrida ao oscar. Nichols é o diretor, também, de filmes ótimos como Mud e Take Shelter.

    Aqui, repetindo seus atores costumeiros, envereda pelo sci-fi.
    O resultado é bom, embora perto do fim estenda-se demais nas situações.

    Vazante




    (Rio de Janeiro, RJ)

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    Novo comandante da PM diz que ação no Carandiru foi 'legítima e necessária






    Em seu primeiro pronunciamento como comandante-geral da Polícia Militar de São Paulo, o coronel Nivaldo Cesar Restivo, 52, disse nesta sexta-feira (17) considerar "legítima e necessária" a intervenção da PM em outubro de 1992 que resultou na morte de 111 presos, episódio conhecido como "Massacre do Carandiru".

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    Lei Rouanet: produtores avaliam mudanças apresentadas pelo Ministério da Cultura

     


    "De instrumento fundamental para o financiamento da cultura brasileira a legislação impossível de ser cumprida. Produtores ouvidos pelo GLOBO divergem sobre a Lei Rouanet, mas defensores e críticos concordam que mudanças eram necessárias. O ponto positivo apontado por todos é a maior transparência, da apresentação do projeto à prestação de contas, trazida pela nova Instrução Normativa, apresentada ontem pelo ministro da Cultura, Roberto Freire. Contudo, alguns produtores ressaltam que o teto para cachês pode inviabilizar algumas produções."

    leia reportagem de Leonardo Cazes

    terça-feira, março 21, 2017

    Moro no divã





    (Rio de Janeiro, RJ)
     
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    pela cochlea: Chuck Berry - LITTLE QUEENIE - 1959 - in memoriam




    I got lumps in my throat
    When I saw her comin' down the aisle
    I got the wiggles in my knees
    When she looked at me and sweetly smiled
    There she is again
    Standin' over by the record machine
    Looking like a model
    On the cover of a magazine
    She's too cute to be a minute over seventeen

    De Wagner Moura para Temer: Quem tem medo de artista?





    "Se o governo enfrentasse a sonegação das empresas, as isenções tributárias descabidas e não fosse vassalo dos credores da dívida pública, poderíamos discutir melhor o que alardeiam como rombo da Previdência.

    Mas eles não querem discutir nada, nem mesmo as mudanças demográficas, um debate válido. O governo quer é votar logo a reforma, acalmar os credores, passar a conta para o trabalhador e partir para a reforma trabalhista antes que o povo se dê conta."

    leia o texto completo>> 

    Diário do Centro do Mundo De Wagner Moura para Temer: Quem tem medo de artista?

    O subproduto da podridão



     QUINHO 
    (Belo Horizonte, MG)
     
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    Moro determina condução coercitiva e quebra sigilo de comunicação de blogueiro




    O juiz Sergio Moro, da 13ª Vara Federal do Paraná, determinou a condução coercitiva do blogueiro Eduardo Guimarães, que edita o Blog da Cidadania. A Polícia Federal cumpriu o mandado na manhã desta terça (21) e levou o profissional para a superintendência do órgão, onde ele deu depoimento.
    O juiz ordenou ainda "a apreensão de quaisquer documentos, mídias, HDs, laptops, pen drives, arquivos eletrônicos de qualquer espécie, aquivos eletrônicos pertencentes aos sistemas e endereços eletrônicos utilizados pelos investigados, agendas manuscritas ou eletrônicas, aparelhos celulares, bem como outras provas encontradas relacionadas aos crimes de violação de sigilo funcional e obstrução à investigação policial".

    De acordo com o advogado Fernando Hideo Lacerda, que representa Guimarães, a PF perguntou ao blogueiro, no depoimento, quem foi a fonte da informação.

    "Foi uma arbitrariedade. Ninguém tem a obrigação de revelar o nome de sua fonte. O sigilo é garantido pela Constituição", afirma Hideo Lacerda.

    mais na coluna de MONICA BERGAMO


    e o blog0news continua…
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    Mas uso mesmo é o

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