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  • TA TUDO MUITO ESQUISITO, DEPOIS QUE VISUAL VIROU QUESITO

  • Vislumbres

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    Fragmentos de textos e imagens catadas nesta tela, capturadas desta web, varridas de jornais, revistas, livros, sons, filtradas pelos olhos e ouvidos e escorrendo pelos dedos para serem derramadas sobre as teclas... e viverem eterna e instanta neamente num logradouro digital. Desagua douro de pensa mentos.


    quarta-feira, novembro 21, 2018

    Anne Clark - Our Darkness

    Through these city nightmares you'd walk with me
    And we'd talk of it with idealistic assurance
    That it wouldn't tear us apart
    We'd keep our heads above the blackened water
    But there's no room for ideals in this mechanical place
    And you're gone now
     
    Through a grimy window that I can't keep clean
    Through billowing smoke that's swallowed the sun
    You're nowhere to be seen

    Escravos



    TACHO

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    Lucho Gatica Sabor A Mi - in memoriam

    Tanto tiempo disfrutamos de este amor
    Nuestras almas se acercaron tanto así
    Que yo guardo tu sabor
    Pero tu llevas también
    Sabor a mí

    Haddad réu



    MARIANO

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    Cartola - Que é Feito de Você

    O que é feito de você
    Ó minha mocidade
    Ó minha força,
    A minha vivacidade?
    O que é feito dos meus versos
    E do meu violão?
    Troquei-os sem sentir
    Por um simples bastão
    E hoje quando eu passo
    A gurizada pasma
    Horrorizada como quem
    Vê um fantasma
    E um esqueleto humano assim vai
    Cambaleando quase cai, não cai


    Pés inchados, passos em falso
    O olhar embaçado
    Nenhum amigo ao meu lado
    Não há por mim compaixão
    A tudo vou assistindo
    A ingratidão resistindo
    Só sinto falta dos meus versos
    Da mocidade e do meu violão.

    terça-feira, novembro 20, 2018

    'Performance? I still don't fully understand it' – behind the scenes photos from the cult classic




    "Yet in the 50 years since it was finished (it took a couple of years to see the light of day, so horrified were Warner Bros with the result), it has become the definition of a cult classic. Two films in one, it begins as a British gangster movie with hallmarks that would go on to define the genre. Halfway through, Jagger turns up as the washed-up rockstar Turner living in a menage a trois with Anita Pallenberg (Pherber) and Michèle Breton (Lucy). The film transforms itself into a hallucinatory end-of-the-60s trip that, with its exploration of identity and sexual fluidity, seems incredibly prescient several decades on."

    read more>>

    'Performance? I still don't fully understand it' – behind the scenes photos from the cult classic | Film | The Guardian

    Dia Nacional da Consciência Negra



    JBOSCO

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    The Plague of Pointless Work



    "Let’s just get this out of the way: All jobs are bullshit jobs. Even if you’re a public defender or work for Médecins Sans Frontières, insofar as your labor is determined by a system of abstract compulsion—insofar, that is, as it exists within capitalism—it’s bullshit. You know this.

    In his new book, Bullshit Jobs: A Theory, David Graeber is interested in a particular variety of bullshit and work. In 2013, the anthropologist and anarchist (he hates to be called “the anarchist anthropologist”) published an essay slamming the proliferation of “pointless jobs” that seem to exist “just for the sake of keeping us all working.” The response was tremendous: It turns out that many people have jobs that they believe require them to do nothing of value (or to do nothing whatsoever while trying to appear to be doing something).

     Some of the first factories in London went bankrupt because laborers refused to work all day, every day. To the factory owners, this proved the workers were indolent loafers, so they reduced wages to the point that workers were forced to put in even more hours to survive. But this was really doing the workers a favor, the owners insisted, because otherwise they’d just get drunk and lie about. “Productive activity,” as André Gorz noted, began to be “cut off from its meaning, its motivations and its object and became simply a means of earning a wage.” Now we’ve all internalized this view of work."

    read the analysis by MICHAEL ROBBINS

    Desmentido



    BENETT

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    Chama médico cubano de escravo, mas não se indigna com escravo de verdade - Notícias - UOL Notícias






    "Há quem fale da importância da defesa da democracia ao reclamar do relacionamento com o autoritarismo cubano, mas não se importa nem um pouco ao fazer um bom negócio com o autoritarismo chinês."

    mais na postagem de LEONARDO SAKAMOTO>>

    Chama médico cubano de escravo, mas não se indigna com escravo de verdade - Notícias - UOL Notícias

    Consciência



    ALVES

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    Wilson Moreira - Jongueiro Cumba



    O sino badalou no campanário

    O hino da Senhora do Rosário
    O povo todo bonito
    Dança pra São Benedito
    Lá de Luanda o luar
    Vem pra nos alumiar
    Anguara pra correr
    De boca em boca
    Não para que essa goela fica rouca
    Canta, meu povo do Congo
    Afoga essa mágoa no jongo
    Não deixe angoma calar

    segunda-feira, novembro 19, 2018

    Triagem de Ministros



    AMARILDO

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    Mickey 90



    CLAYTON

    Marcos Nobre: “Bolsonaro foi o candidato do colapso e precisa dele pra se manter no poder” | Brasil | EL PAÍS Brasil



    O filósofo Marcos Nobre, na sala de sua casa.   "Ficou claro desde junho de 2013 que a maneira como o sistema funcionava já não era aceitável e que as forças políticas já não estavam conversando, porque estavam só fazendo cálculo eleitoral. Como o sistema político não se reorganizou para 2014, de acordo com as demandas de 2013, em 2015 a Lava Jato já estava a pleno vapor. Ela se tornou o inimigo comum do sistema político. Tudo o que ele fez foi contra a operação. Perdeu a chance histórica em 2014 e se blindou em 2016 e 2018. A questão é a seguinte, vocês passaram cinco anos errando. Em 2018, foi dado ao eleitorado duas possibilidades: ou você deixa tudo como está ou você quebra tudo e embaralha todas as peças. Optou por quebrar tudo. A imensa maioria votou negativamente, contra o PT ou o sistema. A questão toda é como essa frente democrática será capaz de convencer as pessoas que votaram em Bolsonaro, mas que não têm essa opção pela ditadura, de que o seu Governo ameaça a democracia e não vai responder a seus anseios. Não existem 57 milhões de fascistas no Brasil. Se diante de todos os erros ao longo de cinco anos ainda assim não tivermos uma repactuação, é porque esse sistema político de fato não tem mais nenhuma capacidade, nenhum vínculo com a sociedade. Ele tem dois anos, até as eleições municipais, que preparam as eleições gerais, para se reorganizar. Senão, vamos ter um longuíssimo período de instabilidade. E o impeachment vai durar."

    leia entrevista de MARCOS NOBRE para FELIPE BETIM 

    Marcos Nobre: “Bolsonaro foi o candidato do colapso e precisa dele pra se manter no poder” | Brasil | EL PAÍS Brasil

    Lucho Gatica. "La barca" - IN MEMORIAM

    Hoy mi playa se viste de amargura
    Porque tu barca tiene que partir,
    A cruzar otros mares de locura
    Cuida que no naufrague en tu vivir...

    Menos médicos


    PELICANO

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    Um bolsonarista na casa do Rio Branco

    domingo, novembro 18, 2018

    Onde a dor é maior: ?



    LUTE


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    sábado, novembro 17, 2018

    A Week After the Midterms, Trump Seems to Forget the Caravan




    "At one campaign rally after another, Mr. Trump said the election came down to “the caravan, law and order, and common sense.” In Mesa, Ariz., on Oct. 19, he said: “You got some bad people in those groups. You got some tough people in those groups. And I’ll tell you what — this country doesn’t want them. O.K.? We don’t want them.
    A day earlier, he tweeted about the “assault on our country at our Southern Border, including the Criminal elements and DRUGS pouring in.”

    Mr. Trump posted footage of an undocumented immigrant on trial for killing a police officer, and his campaign organization produced an ad featuring migrants trying to scale a wall to dramatize the stakes of the election.

    “I’ve never before seen an American president, after going all over the country about this national crisis, then the day after an election shrug,” said Douglas Brinkley, a presidential historian at Rice University.

    The closest parallel that Mr. Brinkley drew was to President Lyndon B. Johnson, who seized on — and mischaracterized — two murky encounters between American and North Vietnamese warships in the Gulf of Tonkin in 1964 as a pretext to accelerate America’s engagement in the Vietnam War. Still, he said, Mr. Trump’s response was of a different order."


    read the newstory By Mark Landler, Maggie Haberman,

    Perfume Genius = Gay Angels

    Twenty days spent together
    Marks healing on your hands
    Remember, remember that

    Perry
    Twenty days add together
    He took advantage
    Remember when you used to laugh

    Aumento para todos



    JOTA A

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    Voto Testosterona: O macho bolsonarista em questão

     Apoiadores de Bolsonaro fazem manifestação na Barra da Tijuca, Rio de Janeiro Foto: MAURO PIMENTEL / AFP



    " Pedro Baleotti, um jovem branco e careca, publicou o vídeo de 20 segundos em sua página no Facebook no último domingo. Enquanto dirigia seu carro, vestindo uma camiseta preta com o rosto de Jair Bolsonaro desenhado em branco, ele olhava para a câmera do celular e anunciava seus planos aos berros, em meio ao som alto de uma música sertaneja: “Estou indo votar ao som de Zezé (Di Camargo), armado, com faca, pistola, o diabo... Louco para ver um vadio vagabundo com camiseta vermelha e já matar logo”. Ele então vira a câmera para enquadrar um casal em uma moto e grita: “Está vendo essa ‘negraiada’? Vai morrer! Vai morrer! É capitão, c...!”. Em outro vídeo, também postado em suas redes sociais, ele aparece segurando um revólver dentro de um apartamento. Sorrindo, o rapaz de cabelo raspado canta a música da campanha: “Capitão, levanta-te, porque o povo brasileiro precisa de você...”. Ao final, puxa o gatilho da arma, que está sem munição.

    É fácil achar manifestações como as de Baleotti nas redes sociais. Os ataques costumam ser feitos contra “esquerdistas”, “comunistas”, negros, gays e feministas. “Glock (marca de uma pistola) na cara de esquerdista”, escreveu Leandro Muniz em seu perfil no Facebook. “É hora de entregar todos os esquerdistas ao Dops”, escreveu Marcos Silveira, em referência ao Departamento de Ordem Política e Social, onde presos políticos foram torturados durante a ditadura militar. Em outro post, Silveira incentiva a “caça legal aos veadinhos” e oferece caixas de cerveja “para cada veadinho no chão”. "


    leia a reportagem de Helena Borges​ e Rafael Ciscati​

    O macho bolsonarista em questão - Época:

    Menos Médicos



    MONTANARO

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    Letuce canta "Lugar Para Dois"

    E toda noite eu arranco o meu coração
    De manhã ele volta a crescer
    E toda noite eu arranco o meu coração
    De manhã ele volta a crescer

    A carapuça serviu

    Antonia Pellegrino e Manoela Miklos

    "Ao decretarem o ataque e boicote à Fernanda Lima, os eleitores de Bolsonaro reconhecem que o que eles desejam é justamente acabar com os avanços que conquistamos no combate às desigualdades estruturais de nossa sociedade —a corda sempre arrebenta pro lado mais fraco (sic).

    Assumem que identificam na plataforma do presidente eleito um projeto de manutenção disso tudo que sempre esteve aí: racismo, machismo, homofobia, misoginia, submissão da mulher, enfim, a tirania da casa grande.

    E identificam no ex-juiz e futuro ministro Sergio Moro alguém capaz de usar o Estado como máquina de perseguição para realizar este projeto. Diante desta ideia, surge um kkkk de quem goza com a ideia fascista."

    LEIA ARTIGO DE ANTONIA PELLEGRINO E MANOELA MIKLOS

    Perdão foi feito pra gente pedir



    AROEIRA

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    sexta-feira, novembro 16, 2018

    Robert Glasper - Stella By Starlight (Live At Capitol Studios)

    quinta-feira, novembro 15, 2018

    Bolsonaristas querem manter em atividade grupos de Whatsapp


     Bolsonaristas pretendem manter em atividade grupos de whatsapp Foto: ÉPOCA


    "Um estudo do Instituto de Tecnologia e Sociedade do Rio (ITS Rio) que monitorou 110 grupos políticos identificou indícios de ação automatizada, ou seja, envio coordenado de dados em múltiplos grupos de Bolsonaro. Se confirmada a hipótese, ela serviu para jogar mais gasolina em grupos formados com aparente espontaneidade, criando ambientes artificialmente úteis à campanha. Como artificial leia-se a publicação em profusão de vídeos sobre violência cotidiana, ataques a Deus e à família por esquerdistas e a incitação a polêmicas que tratavam de minorias. Essas abordagens encontraram guarida entre milhões de eleitores. E, claro: boa parte da leitura sobre a temática era recheada de informação falsa ou imprecisa — muitas vezes o importante não era informar, mas causar impacto.

    As múltiplas hipóteses de cruzamento de dados coloca nas mãos de usuários do serviço um poder devastador: de um lado você tem detalhes pormenorizados sobre a preferência de candidato A ou B em cada segmento da sociedade, tornados públicos em pesquisas eleitorais registradas no Tribunal Superior Eleitoral (TSE). De outro, o número de telefone do eleitor justamente com as características que você procura. Por exemplo: mulheres, de classe média, da periferia de Salvador. Segundo profissionais da área, bancos de dados mais sofisticados à disposição do mercado publicitário — e inevitavelmente também do eleitoral — apresentam até 700 pontos de informação de cada pessoa. Ou seja, detalhes cirúrgicos sobre cada uma delas. "


    mais na reportagem de Thiago Herdy​

    Bolsonaristas querem manter em atividade grupos de Whatsapp - Época: Grupos foram criados para sustentar a candidatura do PSL. Integrantes pensam agora nas eleições de 2020

    Bolsonaristas querem manter em atividade grupos de Whatsapp - Época


     Bolsonaristas pretendem manter em atividade grupos de whatsapp Foto: ÉPOCA


    "Um estudo do Instituto de Tecnologia e Sociedade do Rio (ITS Rio) que monitorou 110 grupos políticos identificou indícios de ação automatizada, ou seja, envio coordenado de dados em múltiplos grupos de Bolsonaro. Se confirmada a hipótese, ela serviu para jogar mais gasolina em grupos formados com aparente espontaneidade, criando ambientes artificialmente úteis à campanha. Como artificial leia-se a publicação em profusão de vídeos sobre violência cotidiana, ataques a Deus e à família por esquerdistas e a incitação a polêmicas que tratavam de minorias. Essas abordagens encontraram guarida entre milhões de eleitores. E, claro: boa parte da leitura sobre a temática era recheada de informação falsa ou imprecisa — muitas vezes o importante não era informar, mas causar impacto.

    As múltiplas hipóteses de cruzamento de dados coloca nas mãos de usuários do serviço um poder devastador: de um lado você tem detalhes pormenorizados sobre a preferência de candidato A ou B em cada segmento da sociedade, tornados públicos em pesquisas eleitorais registradas no Tribunal Superior Eleitoral (TSE). De outro, o número de telefone do eleitor justamente com as características que você procura. Por exemplo: mulheres, de classe média, da periferia de Salvador. Segundo profissionais da área, bancos de dados mais sofisticados à disposição do mercado publicitário — e inevitavelmente também do eleitoral — apresentam até 700 pontos de informação de cada pessoa. Ou seja, detalhes cirúrgicos sobre cada uma delas. "


    mais na reportagem de Thiago Herdy​

    Bolsonaristas querem manter em atividade grupos de Whatsapp - Época: Grupos foram criados para sustentar a candidatura do PSL. Integrantes pensam agora nas eleições de 2020

    quarta-feira, novembro 14, 2018

    Adeus, trabalho



    DUKE

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    El Reloj - Lucho Gatica IN MEMORIAM

    Deten el tiempo en tus manos
    Haz esta noche perpetua
    Para que nunca se vaya de mi
    Para que nunca amanezca


    Como foi a conversa com Paulo Guedes que chocou senadores na véspera do reajuste do STF







    ""Ele olhou para mim e disse que orçamento não é importante, importante é aprovar Reforma da Previdência", contou o presidente da Casa.

    Eunício conta ter lembrado que aprovação do Orçamento é pré-requisito para o recesso parlamentar, estabelecido pela Constituição. “Ele me disse: 'vocês não aprovam orçamento, orçamento eu não quero que aprove não'. Mas não é o senhor querer, a Constituição diz que só podemos sair em recesso após a aprovação."

    Pela reconstituição de Eunício, Guedes o teria cortado: "'Não, eu só quero Reforma da Previdência. Se vocês não fizerem vou culpar esse governo, vou culpar esse Congresso e o PT volta, e vocês vão ser responsáveis pela volta do PT."

    O presidente do Senado relata ter lembrado ao futuro ministro que votação de Proposta de Emenda Constitucional só pode ser votada depois que o Executivo encerrar a intervenção federal no Rio."

    mais na reportagem de Severino Motta​

    EXCLUSIVO: Como foi a conversa com Paulo Guedes que chocou senadores na véspera do reajuste do STF

    Stan Lee



    TACHO

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    De pessoas e ideias


    Silvio santos vem aí



    RIBS

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    Política, mentiras e dois canos fumegantes


    AROEIRA

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    Partido sem escola





    "A extrema direita acredita sinceramente que atitudes descomplicadas e duras resolvem conflitos profundos. O problema é que ao descobrir, na prática, as consequências deletérias de tais gestos, em geral opta por dobrar a aposta na violência repressiva. Caminho aberto para a barbárie."
    leia a coluna de Andre Singer
    Choldraboldra: Partido sem escola

    Polar Bear - Dont Let The Feeling Go

    terça-feira, novembro 13, 2018

    SAFATLE: A crise seá permanente





    " Durante certo tempo, muitos acreditaram que o senhor Bolsonaro era alguém desastrado com as palavras e com as ações. Poucos perceberam que a aparente inabilidade era operação bem ensaiada. Ela é apenas um exemplo do que significa governar hoje em dia.

    O jogo consiste em fazer os ocupantes do poder definirem todas as pautas de discussão da sociedade civil. A sociedade deve se mobilizar, discutir e se rebelar a partir de uma agenda cujo enunciador é o próprio governo. Isso faz de todo movimento social um movimento reativo impulsionado pela velocidade descontrolada com que o governo parece produzir catástrofes potenciais."


    mais na coluna de Vladimir Safatle​

    Náufrago da Utopia: PRECISAMOS FAZER UMA AUTOCRÍTICA IMPLACÁVEL DO PASSADO E RESGATARMOS NOSSA CAPACIDADE DE PROPOR E AFIRMAR

    Stan Lee



    DALCIO MACHADO

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    Stan Lee: 1922-2018 | The Comics Journal


     
     
    "There may be no figure in the history of comics who is simultaneously more revered and more reviled than Stan Lee, who died this Monday morning at the age of 95. He was Smilin’ Stan, Stan the Man, the human face of the comics industry for a generation in which a consumer demographic transformed into a fan community. And he was still there, still smiling, when the general movie-going public finally fell in love with Spider-Man, the X-Men, the Avengers, Fantastic Four, the Hulk — all characters he had taught to speak more than 50 years earlier. He also, fairly or unfairly, came to embody the corporate greed that had trampled comics-creator rights.

    It would be hard to overestimate Lee’s impact on the art, business and cultural image of comics. His noteworthy creative work emerged during a roughly 10-year period, but his comics career spanned more than 75 years — very nearly the life of the comics industry itself. During that time, atypical among comics creators, he had only one boss: Marvel (aka Timely and Atlas Comics). In the 1960s, Lee ignited and oversaw the greatest burst of creativity the superhero genre had seen since the invention of Superman. As Marvel’s editor-in-chief, he infused the line with a recognizable house style built upon the prolific Jack Kirby’s solidly dynamic art. As Marvel’s head writer, he created a world where super-heroic tropes stumbled ironically and engagingly among the petty details of everyday life. As Marvel’s spokesperson, he made readers feel they were part of an elite club and shepherded comics out of the kid-lit ghetto and onto college campuses.

    But his willingness to toe the company line meant that his name and smiling face became corporate logos that were routinely stamped over the credits of other comics creators. Because his name became shorthand in the media for the multitude of creative efforts that had breathed life into the Marvel universe and because he allowed a “Stan Lee Presents” blurb to introduce even comics he had no involvement with, many in the fan community accused Lee of hogging the limelight and obscuring the work of Marvel artists.

    His relationships with some of those artists, notably Kirby, soured into enduring animosity, but Lee himself rarely, if ever, expressed anger toward his co-creators in public. And more often than not, his colleagues described him as a generous and enthusiastic storyteller, often acting out plots in his offices, generating ideas even into his eighth decade."

    read obit by Michael Dean​
    Stan Lee: 1922-2018 | The Comics Journal

     

    IZA - I Put a Spell On You

    Se a moda pega...



    J BOSCO
    (Belém, PA) 

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    Vitórias, derrotas e resistência democrática

    JOSÉ MAURICIO DOMINGUES

    Há vitórias eleitorais que se configuram, simultaneamente, como derrotas políticas. Este foi o resultado da eleição de Dilma Rousseff em 2014, infelizmente não foi isso o que ocorreu com a eleição de Jair Bolsonaro no domingo de 28 de outubro de 2018. Há derrotas eleitorais que constituem, por outro lado, vitórias políticas. Não conseguimos reverter a vantagem de Bolsonaro, mas não sabemos quantos mais votos teria tido se não houvesse uma grande mobilização democrática. Talvez parasse de crescer de todo modo, é verdade, mas as forças democráticas tiveram uma vitória: começar a se organizar para a luta que pode durar mais ou menos tempo, a qual será dura, de todas as maneiras. E evidenciaram para todos, inclusive seus eleitores, seu caráter autoritário e intolerante, embora, defensivamente, ele tenha buscado mesclar intimidação com palavras de conciliação para evitar que o estigma se grudasse à sua imagem.

    É preciso entender que foi a própria sociedade que deu essa resposta democrática às ameaças que a cercam. O sistema político e partidário continua em frangalhos e terá de ser aos poucos reconstruído. Quem não entendeu isso não entendeu nada. Há um processo extremamente complexo pela frente. Haddad parece tê-lo percebido e buscou abrir-se em parte a essa dinâmica, mas dificilmente a oligarquia do PT lhe deixará mover-se com autonomia, recusando-se a encarar a ojeriza da maioria da população a este e a todos os outros partidos neste momento. Muito da política, no plano federal, assim como no estadual, permanece ademais prisioneiro de malandragens e manobras, hegemonismos e disputas, que nada têm que ver com os desejos da população. Juntamente com a corrupção e a limitação das políticas sociais, foi isso que a sociedade brasileira – inclusive grande parte dos eleitores de Bolsonaro – recusou nesta eleição. É preciso, com seriedade, humildade e compromisso, reconstruir um sistema democrático robusto, mais aberto e menos cínico.

    Isso começa com o fortalecimento e ampliação da frente democrática que se formou nesta eleição. No cerne dos planos fundamentais de Bolsonaro e seu grupo se encontram a restrição da democracia e a repressão à esquerda. A autorreforma que o regime militar sonhou em inícios dos anos 1980 poderia agora se consolidar. A ameaça de violência, legal e física, está no ar. Precisamos manter viva a reorganização do sistema político societário que se agigantou neste momento dramático e estreitar os laços entre seus diversos setores, bem como com aqueles que, no sistema político centrado no estado, se comprometem com a democracia. É hora de cada um avaliar onde errou e onde pode contribuir. Talvez seja mesmo o caso de construirmos uma associação civil formal que responda, Brasil afora, pela resistência democrática. O direito nesse sentido será fundamental, da defesa cotidiana das liberdades daqueles que serão atacados e assediados às decisões das mais altas esferas, como o STF. Evitar cair em provocações e medir nossas forças, construindo a unidade a cada momento, será fundamental, incluindo as próximas eleições municipais, que podem consistir num plebiscito sobre o governo de Bolsonaro e a democracia.

    O Brasil, como qualquer país, somente tem futuro quando pode imaginar-se e imaginá-lo. Bolsonaro nos imaginou um futuro triste, de afetos pesados, rancoroso e passadista. Nas ruas, nas instituições e nas mídias, na semana que passou as forças democráticas do país começaram, na esteira de mobilizações que vêm de 2013 e mais uma vez com a decisiva participação da juventude, a reimaginá-lo com os afetos da alegria e da esperança, com os valores da liberdade, da igualdade, da solidariedade e da colaboração. Isso não nos garantiu ainda a vitória, mas nos indicou, sem dúvida, o caminho.

    * Sociólogo, professor do Iesp/Uerj

    Link Wray - Please Please Me (Lennon-McCartney0

    Foro Temer!



    MARIANO
    (Rio de Janeiro, RJ) 

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    Acampamento Quilombo Campo Grande


    RIBS

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    segunda-feira, novembro 12, 2018

    Stan Lee Is Dead at 95; Superhero of Marvel Comics





    "Under Mr. Lee, Marvel transformed the comic book world by imbuing its characters with the self-doubts and neuroses of average people, as well an awareness of trends and social causes and, often, a sense of humor.

    In humanizing his heroes, giving them character flaws and insecurities that belied their supernatural strengths, Mr. Lee tried “to make them real flesh-and-blood characters with personality,” he told The Washington Post in 1992.

    “That’s what any story should have, but comics didn’t have until that point,” he said. “They were all cardboard figures"

    READ STAN LEE'S OBIT

     

    Adeus, trabalho


    TIAGO RECCHIA

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    Veríssimo : Os omissos





    leia na coluna do Luís fernando veríssimo
    "Para não dizerem que estou de má vontade com um governo novo e cheio de planos, dou minha contribuição. Como será difícil distinguir um marginal vermelho de um cidadão normal, agora que até a direita usa barba, sugiro que se costure uma estrela vermelha na roupa dos marginais, para identificá-los. Deu certo em outros países."
     Os omissos – Blog do Gerson Nogueira:

    Adeus, trabalho



    GABRIEL RENNER


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    E o eleito ouviu uma voz



    Adeus, trabalho



    LUTE

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    SEI O QUE FIZERAM NO VERÃO PASSADO




    "Perdão porque sou advogada e votei num admirador da tortura. Perdão porque sou mulher e mesmo assim chamei a ex presidente de vaca. Porque sou contra a corrupção mas paguei “um por fora” para meu filho despreparado entrar na faculdade assim como fiz para ele ter carteira de habilitação. Porque nunca sonhei com um príncipe negro para a minha filha. Sou cristão e mesmo sabendo que Jesus nasceu numa manjedoura, aqui pra nós, meu Pai, não suporto pobre. Perdão porque não sou racista, mas não estranho a maioria branca na Tv e, na minha casa, no condomínio, na escola do meu filho, negros são só empregados e eu acho certo. Perdão por ser cristão e apesar do “vinde à mim as criancinhas”, quero armá-las, sou a favor da diminuição da maioridade penal, e não luto para que haja mais escolas e menos presídios; Por eu não me importar com o extermínio nas favelas, por eu não saber onde mora minha empregada, se tem filhos ou sonhos. Por que sou assim, Senhor? Que parte não entendi, se comungo todos os domingos? "

    mais no texto de Elisa Lucinda​

    SEI O QUE FIZERAM NO VERÃO PASSADO | Jornalistas Livres

    Kendrick Lamar - i

    I went to war last night
    With an automatic weapon, don't nobody call a medic
    I'ma do it till I get it right
    I went to war last night
    I've been dealing with depression ever since an adolescent
    Duckin' every other blessin' I can never see the message
    I could never take the lead, I could never bob and weave
    From a negative and letting them annihilate me
    And it's evident I'm moving at a meteor speed
    Finna run into a building, lay my body in the street
    Keep my money in the ceiling, let my mama know I'm free
    Give my story to the children and a lesson they can read
    And the glory to the feeling of the holy unseen
    Seen enough, make a motherfucker scream, "I love myself!"

    domingo, novembro 11, 2018

    Hildegard Angel: A CASA CAIU! | Jornalistas Livres




    "A mídia corporativa faz cara de paisagem, como se não tivesse nada a ver com esse quadro de pré barbárie que estamos vivendo, de obscurantismo e patrulhamento ideológico e moral. Mas ela foi, e é, a principal responsável. Até porque foi ela que liderou, desde o início, essa campanha de ódio, que se disseminou como bactéria, causando um quadro de septicemia generalizada em nosso povo, dificultando e distorcendo sua percepção da realidade."

    mais na coluna da HILDEGARD ANGEL: 

    Hildegard Angel: A CASA CAIU! | Jornalistas Livres

    SELEÇÃO BRASILEIRA 004 - Mês da Criança: Música Infantil Contemporanea 9More Brazilian Music for Kids)



    After last week's program, with classic Brazllian songs for children, this week we show some of the present-day groups that are making music for kids of all ages.

    Depois do programa da semana passada, com clássicos da música infantil brasileira, mostramos alguns músicos atuais que estão fazendo músicas para crianças de todas as idades. 



    Tom Morello - "Roadrunner" ft. Leikeli47

    I be damned I gave my last
    To a coyote
    To get me across the border
    Left me to be a sheep
    For the slaughter
    Somehow I survive
    When a lot of my friends died
    That's how I learn to run and
    Cry at the same time
    Spent days in the dark
    Looking for a spark for the fire
    That would keep me going
    At night
    In the valley of death
    My name changed
    Got introduced to
    My best friend pain
    That's my partner when
    I'm dancing in the rain
    I walk through the
    Desert until it became
    ]
    My lane, my Game
    I came through the desert
    Till it became
    My role, my goal, my soul
    In the desert
    Till became
    My own

    sábado, novembro 10, 2018

    Roy Hargrove - Greens At The Chicken Shack (IN MEMORIAM)

    O moderador



    LAERTE

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    Beatles/Crumb


    FESTA DE SÃO ROCK 002 - Homenagem a Aretha Frabklin


    When Aretha passed away I made this special program for my weekly radio show, honouring the Queen of Soul. 

    Após a partida de Aretha Franklin, fiz esta edição especial do meu programa de rádio, em homenagem a uma das maiores vocalistas de todos os tempos, a Rainha do Soul. 


    Justiça determina despejo de famílias do Acampamento Quilombo Campo Grande, em MG -


     Cerca de 2 mil trabalhadores produzem uma diversidade de alimentos para revenda e consumo.. Foto: Douglas Mansur



    "A decisão estabelece prazo de sete dias para que a ocupação seja desfeita. Com isso, aproximadamente dois mil hectares em produção de alimentos serão destruídos. São 1.200 hectares de lavoura de milho, feijão, mandioca e abóbora, 40 hectares de horta agroecológica e 520 hectares de café que geram renda a 2 mil trabalhadores e alimentos às famílias. As casas, currais e cercas construídas ao longo das duas décadas também deverão ser desfeitas.

    Durante o julgamento representantes das famílias reunidas em frente ao Fórum foram impedidos de acompanhar a audiência, bem como autoridades que se deslocaram para a Comarca em razão do julgamento. Contrariamente ao rito processual, o juiz não fez a leitura da sentença e apenas proferiu a decisão final

    Na área ocupada pelas famílias em 1998 estava instalada a inativa Usina Ariadnópolis Açúcar e Álcool S/A, que teve suas atividades encerradas em 1996, após decretar falência. A área, segundo consta a escritura, é de posse da Companhia Agropecuária Irmãos Azevedo (Capia). As dívidas trabalhistas da empresa ultrapassam atualmente R$ 300 milhões."

    leia mais>>

    Justiça determina despejo de famílias do Acampamento Quilombo Campo Grande, em MG - Notícias | Terra de Direitos: Medida resultará na expulsão de 450 famílias da área e destruição de cerca de 2 mil hectares de café, milho, feijão e hortas agroecológicas

    Moro entra para a politica



    MONTANARO

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    Diante do fascismo - Época


    PV Paraty (RJ) 03/07/2013 - FLIP 2013. Paulo Roberto Pires, jornalista, editor da revista Serrote do Instituto Moreira Salles. Foto : Leo Martins / Agencia O Globo Foto: Leo Martins / Época
    “Intelectual”, escreveu Millôr Fernandes, “é um cara capaz de chamar a galinha em meia dúzia de línguas diferentes, mas pensa que quem põe ovo é o galo.” Foi o debate da galinha que nos últimos meses mobilizou intelectuais e comentaristas empenhados, sabe-se lá com que fins, em destacar a impropriedade de definir como “fascista” a teoria e a prática de Jair Bolsonaro e seus seguidores. Preferiu-se discutir se marola é tsunami a organizar uma eventual fuga para as montanhas. Hoje, cheios de razão, estão prestes a morrer afogados.

    E tome Hannah Arendt, Norberto Bobbio, George Orwell e mal disfarçada Wikipédia para explicar por que seria exagero, tergiversação ou ignorância associar fascismo à peculiar concepção de sociedade que se traduz nos atos e planos do capitão, sua família, seu economista, seus generais e recrutas. Provou-se, por evidente, que Bolsonaro não é Stálin, Hitler ou Mussolini. Agora, com a besta à solta, quando se intimida, agride e mata em nome do que o rigor não deixa dizer, os zeladores do léxico político balbuciam, em tom moral, paráfrases de Pedro e o lobo: tanto se gritou — em vão, insistem — contra o fascismo que diante da ameaça real corre-se o risco de ninguém acudir"

    mais no artigo de Paulo Roberto Pires :  Diante do fascismo - Época:

    “Vocês vão dizer que estou tentando assustar vocês com esses paralelos”, pondera Stanley. “E, quer saber? Estou mesmo.”

    de bandeja



    GILMAR

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    Roy Hargrove - Speak Low IN MEMORIAM

    sexta-feira, novembro 09, 2018

    ex-Ministerio do Trabalho



    NANI

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    In Cave in Borneo Jungle, Scientists Find Oldest Figurative Painting in the World



    "It’s hard to say when people first began to make these cave drawings, but one intriguing clue comes from a hand stencil. A flowstone atop it is 23,600 years old, while another underneath is 51,800 years old.

    Combining the evidence from this stencil and the banteng image, it’s possible that people started making art in the Borneo caves sometime between 52,000 years ago and 40,000 years ago.
    The new discovery indicates that people in Borneo were already making figurative images at the same time as people in Europe — or perhaps even thousands of years beforehand.
    Now Dr. Aubert and other researchers are puzzling over what triggered these bursts of creativity."


    In his sleep, counting sheeo



    ELIHU

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    PALAVRAS: David Foster Wallace


    Estamos nos preparando para a repressão e o fascismo. Nossa fome por alguém que nos diga o que fazer - ou por alguma certeza, alguém que nos dirija - está tão terrivel que as próximas décadas serão assustadoras.

    - David Foster Wallace, 1996

    quarta-feira, novembro 07, 2018

    Esfarrapando



    GABRIEL RENNER

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    e o blog0news continua…
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