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  • TA TUDO MUITO ESQUISITO, DEPOIS QUE VISUAL VIROU QUESITO

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    Fragmentos de textos e imagens catadas nesta tela, capturadas desta web, varridas de jornais, revistas, livros, sons, filtradas pelos olhos e ouvidos e escorrendo pelos dedos para serem derramadas sobre as teclas... e viverem eterna e instanta neamente num logradouro digital. Desagua douro de pensa mentos.


    quinta-feira, janeiro 29, 2015

    Charge Gregária




    (Rio de Janeiro, RJ)

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    Perdida na tradução: Charlie Hebdo, liberdade de expressão e a esquerda monolíngue


    CHARLIE-HEBDO.0 "Estes bem intencionados cavaleiros-de-armadura-de-mídia-social não-falantes de francês têm envergonhado a si mesmos ao discursarem sobre coisas que eles não conhecem o suficiente. Isso não é um pensamento lúcido. Isso não é um pensamento de esquerda ou antirracista."

    "O autor Kenan Malik acerta quando escreve como o massacre ao Charlie se conecta à linha de frente da luta pela liberdade de expressão no Oriente Médio e no seio das comunidades muçulmanas no Ocidente. “O que é chamado de ‘ofensa a uma comunidade’ é mais frequentemente, na verdade, uma luta dentro das comunidades. Existem centenas de milhares de pessoas, dentro das comunidades muçulmanas no Ocidente e dentro dos países de maioria muçulmana em todo o mundo, desafiando ideias, políticas e instituições reacionárias de base religiosa; escritores, cartunistas, ativistas políticos, colocando diariamente suas vidas na linha de frente, enfrentando leis contra a blasfêmia, levantando-se pela igualdade de direitos e lutando por liberdades democráticas”.

    "É uma política de identidade bagunçada, ilógica e autodestrutiva em que todas as acusações de racismo são imediatamente acreditadas e qualquer um que questiona se torna um racista. Acusações de racismo (de fato quaisquer acusações) devem ser fundamentadas pelo acusador e não serem automaticamente consideradas como verdadeiras. Presunção automática de racismo sem comprovação não é antirracismo; é covardia e vaidade, visto que sugere que o indivíduo está mais interessado em garantir que ele ou ela não pareça racista do que em realmente lutar contra o racismo."

    |"O caso como um todo é precisamente o fundo do poço para a esquerda identitária, uma lição de como sua tendência atual em direção a um puritanismo censor, profissionalizado em se sentir ofendido, está limitando o avanço da esquerda, separando-nos da forma como as pessoas comuns vivem suas vidas e lidam com o preconceito, além de uma ruptura com centenas de anos de pensamento e prática de esquerda no que diz respeito à permanente questão da liberdade."


    leia mais no (longo) artigo de LEIGH PHILIPS 
    Perdida na tradução: Charlie Hebdo, liberdade de expressão e a esquerda monolíngue : Passa Palavra:

    Dinheiro pela janela





    (Uberaba. MG)

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    'UK-US mass surveillance threat to human rights’


    Europe’s top rights body says mass surveillance is a threat to human rights. (File photo)


    The report also said there is compelling evidence that Washington’s intelligence agencies and their allies including Britain are collecting data “on a massive scale,” adding that the US-UK operations encompass “numerous persons against whom there is no ground for suspicion of any wrongdoing.”

    In addition, the report said the assembly is deeply concerned by the fact that intelligence agencies have intentionally weakened Internet security by creating so-called back doors, which bypass normal authentication to gain access to a computer or its data, and systematically exploiting weakness in security standards and implementation.


    The report said the back doors can easily be exploited by “terrorists and cyber-terrorists or other criminals,” urging a greater use of encryption.

    The assembly is also worried over the use of “secret laws, secret courts and secret interpretations of such laws” to justify mass surveillance, saying the legislation is “very poorly scrutinized.”


    PressTV-'UK-US spying threat to human rights’:

    Quase 300 árvores estão sendo cortadas para revitalização da Marina da Glória no Aterro


     

    A concessionária BR Marinas explica que arbustos e árvores de diversos tamanhos terão de ser retirados — até agora, apenas parte do total de 298 foi arrancada — para possibilitar a construção de um estacionamento no subsolo. Além disso, informa a empresa, será necessário criar um espaço para manobra de máquinas.

    leia mais na reportagem de

    Quase 300 árvores estão sendo cortadas para revitalização da Marina da Glória no Aterro - Jornal O Globo

    Encaixando no orçamento...



    MYRRIA
    (Manaus, AM)



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    quarta-feira, janeiro 28, 2015

    pela cochlea> Aphrodite's Child - It's 5 O Clock



    In Memoriam DEMIS ROUSSOS

    terça-feira, janeiro 27, 2015

    pela cochlea: Tangerine Dream - Stratosfear

    PALAVRAS: Willem


    Podem vender nossas idéias - podem grudar uma etiqueta numa secadora de cabelo e dizer que é um "Je Suis Charlie" - mas não pódem roubar nossas idéias. Políticos e pedagogos que nos reinvindicam ou nos atacam não nos entendem. Tem gente dizendo je suis Charlie que nunca viu Charlie Hebdo. Tem gente nos atacando que nunca o viram, ou pensam ser algo que só se preocupa com o Islã. O fato é não sabem como ler um cartum. Tem gente que, mesmo sendo analfabeta, sabe como ver um cartum. E tem gente que se julga esperta mas que não tem a cultura necessária para entender o nosso riso. E no segundo grupo estão aquelas pessoas como seu primeiro ministro e todos os outros se dizendo Charlie, É completamente ridículo, primeiro porque no fundo eles não nos querem, e não querem ser Charlie - como poderiam? Eles nos odeiam! E segundo porque sAõ pretenciosos, e toda pretensão é falsa. Qando o rei contratou um bobo para rir dele, o bobo era o único que poderia fazer isto. Agora querem que ninguém ria deles, mas nós somos livres e nós riremos.

    - WILLEM

    It´s Only Words: WILLEM


    They can sell our ideas – they can stick a label on a hairdryer and call it ‘Je Suis Charlie’ – but they can’t steal them. Politicians and pedagogues who either claim or attack us don’t understand us. They are people saying je suis Charlie who’d never seen Charlie Hebdo. There are people attacking us who have never seen it, or think it’s only concerned with Islam. The fact is they don’t know how to read cartoons. There are people who, even if they are illiterate, know how to view a cartoon. And there are clever people with an agenda who just don’t have the culture to understand our laughter. And among the second group are these people like your prime minister and all the others calling themselves Charlie. It’s completely ridiculous, first because in the end they don’t want us, and they don’t want to be Charlie – how could they be? They hate us! And second because they are pretentious, and all pretention is false. When the king employed a fool to laugh at him, the fool was the only one allowed. Now they want no one to laugh at them, but we are free and we do.

    - WILLEM

    The 10 best quotable novels |


     Alice with the magic bottle. ca. 1865-1900

    “It was the best of times, it was the worst of times, it was the age of wisdom, it was the age of foolishness…”

    “It is a far, far better thing that I do, than I have ever done; it is a far, far better rest that I go to than I have ever known.”

    “yes I said yes I will Yes”

    “So we beat on, boats against the current, borne back ceaselessly into the past.”

     “all animals are equal, but some animals are more equal than others”

    “I am an invisible man. No, I am not a spook like those who haunted Edgar Allan Poe; nor am I one of your Hollywood-movie ectoplasms. I am a man of substance, of flesh and bone, fiber and liquids – and I might even be said to possess a mind. I am invisible, understand, simply because people refuse to see me”

    “Choose us. Choose life. Choose mortgage payments; choose washing machines; choose cars; choose sitting oan a couch watching mind-numbing and spirit-crushing game shows, stuffing fuckin junk food intae yir mooth. Choose rotting away, pishing and shiteing yersel in a home, a total fuckin embarrassment tae the selfish, fucked-up brats ye’ve produced. Choose life.”


    see the list by Alex Clarke
    The 10 best quotable novels | Books | The Guardian

    No século XV


    (Belo Horizonte, MG)
      
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    “American Sniper’s” biggest lie: Clint Eastwood has a delusional Fox News problem


     "American Sniper's" biggest lie: Clint Eastwood has a delusional Fox News problem

    "Much has been made recently about the inaccurate representation of Chris Kyle in “American Sniper.” We’ve learned that, despite the fact that the film depicts Kyle as a hero and a martyr, the real American sniper was heartless and cruel. Rather than struggle with moral dilemmas as we see in the film, the actual man had no such hesitation and no such conscience.

    But to focus on “American Sniper’s” depiction of Kyle is to miss the larger problems of the film.

    Let’s start with the delusion. The film draws a direct link between the events of 9/11 and the war in Iraq, forgetting completely that the war in Iraq had nothing whatsoever to do with 9/11. Not one of the attackers that day was in any way connected to Iraq. Thus to connect 9/11 to Iraq is delusional. Not even the Bush administration made that overt a link—at the time they claimed they went to Iraq to keep the Iraqis from using weapons of mass destruction that were never found.

    The second problem is the culture of violence. While the film tries to show Kyle wrestling at some level with some of his kills, he still very clearly divides the world into categories. As his father puts it in the film, there are wolves (those that want to kill you), sheep and sheep dogs (who have to protect the sheep from the wolves). Not only are there just three categories of life, but these categories are also defined solely by a logic of violence and aggression. In the film, Iraqis are almost all depicted as wolves, even women and children. Kyle’s first two kills are a young boy and his mother. But they posed a threat and thus needed to be killed. As Kyle later explains, he has no remorse over any of his kills, just over the lives he wished he could have protected."


    more in the article by Sophia A. McClennen > 

    “American Sniper’s” biggest lie: Clint Eastwood has a delusional Fox News problem - Salon.com: Sophia A. McClennen

    segunda-feira, janeiro 26, 2015

    pela cochlea: Edgar Froese - Aqua IN MEMORIAM

    Protestos no Egito deixam 15 mortos





    (Recife, PE)

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    Eu sou o cara dessa foto. E este é o meu relato


    "Fui imobilizado no chão com um mata-leão que quase me deixou inconsciente e fiquei atordoado. Senti uma pessoa me puxando e gritando “vem vem vem” sem sucesso na tentativa de me resgatar. Já estava imobilizado no chão e chegaram mais policiais, e então aconteceu a cena do vídeo, eu caído sendo agredido por uns 8 policiais. Diversas porradas de cassetetes na perna e na cabeça, uma bica nas costas. Um PM pega um skate e bate no meu rosto. Olho pro lado e vejo a cena de outro grupo de PM’s batendo a cabeça do Rudha no chão diversas vezes até abrir o supercílio dele e melar o asfalto de sangue, ele já imobilizado.

    Já com o meu rosto sangrando eles me algemam e me levam pra calçada, e lá um PM diz: “Agora que você tá sozinho você não aguenta,né?” Com as minhas mãos algemadas pra trás ele me dá dois murros na boca enquanto um segundo PM bate com o cassetete na minha costela e sim, eu que não aguento sozinho. No total, foi um “saldo” de 2 hematomas nas pernas, 1 na costela, 1 em cada braço, tudo a golpe de cassetetes, 1 nas costas que foi resultado de 1 chute, 1 atrás da orelha e a minha cabeça aberta. Tive que raspar parte do cabelo e tomar 4 pontos na cabeça. Meu cotovelo quase foi quebrado e está inchado até agora, se mexer causa muita dor. Se isso foi uma luta corporal eu não sei lutar.

    Assim que apareceu uma câmera gritei para que me revistassem e revistassem minha mochila (que possuía dentro apenas minha carteira e meu celular). Não o fizeram e o resultado foi o esperado: cheguei ao 2.o DP e revistaram minha mochila. A mágica acontece: aparecem pedras e garrafas na minha mochila. Forjaram."

    Diário do Centro do Mundo » Eu sou o cara dessa foto. E este é o meu relato

    Manual da sátira piedosa -

     "Há pelo menos uma vantagem em a tragédia do "Charlie Hebdo", ocorrida na primeira semana de janeiro, ter sumido do noticiário recente: não sermos mais obrigados a lidar com o lixo tóxico produzido pelos sócios do Clube dos Relativizadores de Fuzilamento." 

    " O humor deve ser livre, inclusive para errar. Mas, se o caso é domesticá-lo, urge um "manual da sátira piedosa" com dicas de humor a favor, acompanhado de planilha para calcular a renda dos alvos (no Brasil, quem ganha acima de R$ 291, segundo dados do governo em 2012, já é classe média; pode, portanto, ser malhado sem dó). Afinal, sátira é coisa seriíssima, que pode até matar --e não exatamente de rir."

    leia o artigo de Rogério Ortega > 
    Manual da sátira piedosa - 26/01/2015 - Opinião - Folha de S.Paulo

    Saco de maldades



    (Campinas, SP)
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    Não precisamos de empreiteiras criminosas de S.Paulo


    "É preciso urgentemente acabar com a ideia de que ao punir as empreiteiras envolvidas em cartel, tornando-as, assim, inidôneas, não haverá mais ninguém para tocar nossas grandes obras. Isso é uma mentira que deve estar sendo alimentada pelas próprias empresas.

    Ninguém mais acredita que esse cartel só atuasse na Petrobras. Aliás, podemos até concluir que o atraso brasileiro na área de infraestrutura se deva em boa parte a esse grupo nefasto de construtoras brasileiras.

    Como fazer desse limão uma limonada? Ora, em primeiro lugar punindo as empresas criminosas e proibindo-as de atuar por um bom par de anos em obras públicas."


    leia mais no artigo de Paulo Feldman > 
    Não precisamos de empreiteiras criminosas - 23/01/2015 - Opinião - Folha de S.Paulo

    Colunista do 'Financial Times' critica austeridade e falta de regulação



    " É urgente aplicar mais radicalismo. A velha política monetária, o sistema de metas de inflação e medidas macroprudenciais podem falhar. O aperto não nos leva longe. O caminho atual não é sustentável e, mantidos os parâmetros vigentes, a crise mundial deve voltar.

    É necessário mais experimentação. Proposta: um helicóptero de dinheiro, com governos dando dinheiro para contribuintes.

    As ideias acima não partem de nenhum pensador de esquerda. São de Martin Wolf, editor e principal colunista de economia do jornal britânico "Financial Times".

     Do ponto de vista macroeconômico, o jornalista critica a austeridade fiscal e opina que países erraram ao abandonar prematuramente estímulos fiscais.

    O ponto central na análise de Wolf são as finanças desregulamentadas. Segundo ele, na configuração atual, os bancos enriquecem fazendo apostas de alto risco, evitando buscar garantias necessárias, prometendo grandes retornos a investidores e pagando bônus exagerados a executivos. "Esse é um modelo maravilhoso para banqueiros. Mas e para o resto do mundo?", pergunta. "


    leia a crítica de Eleonora de Lucena > 
    Jornalista pede radicalismo no combate à crise mundial - 24/01/2015 - Mercado - Folha de S.Paulo:

    pela cochlea: Simone Kopmajer - Rolling in The Deep

    Je suis MIllôr


    Como disse Sérgio Augusto,
    JE SUIS MILLÕR


    MILLÕR FERNANDES
    (Rio de Janeiro, RJ)

    domingo, janeiro 25, 2015

    Games abordam eras reais, despertando interesse, mas muitas vezes distorcem os fatos


     A Paris da Revolução Francesa retratada em “Assassin's Creed: Unity”: jogo causou controvérsia ao retratar Robespierre, um dos líderes do movimento, como psicopata sedento de sangue e execuções Foto: Divulgação

    " Imagine que em vez de apenas ler sobre a Revolução Francesa, o leitor possa simplesmente caminhar pelas ruas da Paris de 1789, testemunhando toda a agitação do período e interagindo com ícones como o revolucionário Maximilien de Robespierre. Ou ainda, caso tenha curiosidade sobre a Guerra Fria, possa reviver eventos como a invasão da Baía dos Porcos, em Cuba, ou conflitos como a Guerra do Vietnã.

    No ano passado, por exemplo, “Assassin’s Creed: Unity” causou polêmica na França e foi criticado por partidos políticos de esquerda por mostrar uma controvérsia representação de Robespierre, tido por muitos como um dos heróis da Revolução Francesa: no jogo, o político francês ocupa o papel de um sanguinário vilão. Já em “Call of Duty: Black Ops”, liberdades criativas foram tomadas a respeito do assassinato do presidente americano John F. Kennedy, em 1963, durante a Guerra Fria, relacionando o fato a personagens fictícios do jogo.

    — É válido lembrar que muitas vezes os próprios livros didáticos mostram visões da História que se confrontam. Isso acontece entre os próprios historiadores. Então, é natural que os jogos, como produtos de entretenimento, também tomem as suas liberdades criativas — afirma ele. — O que é importante ter em mente é que nenhum elemento, sozinho, é o único capaz de ensinar História, pois não há gabarito para ela"

    leia a matéria de Thiago Jansen > 
    Games abordam eras reais, despertando interesse, mas muitas vezes distorcem os fatos - Jornal O Globo

    Dan Mangan + Blacksmith - Pretty Good Joke [Stream]



    Everybody’s dyin’. Already bored of just livin’. It’s not enough. My friends were eaten SLOWLY ALIVE. Somewhere it’s Christmas ALL THE TIME. Sorry. Everybody’s sorry. Everybody’s sorry. Guilty dirty sorry. Bodies. Filthy, horrid bodies, doing what the bodies only know to do.

    Falta dagua bandeirosa


      (Campina Grande - PB)

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    Paris attacks: unless we overcome fear, self-censorship will spread| Nick Cohen


     The Charlie Hebdo gunmen in the street.

    "We have a blasphemy law. No electorate has approved it. No parliament has passed it. No judge supervises its application and no jury determines guilt beyond reasonable doubt. There’s no right of appeal. And the penalty is death. It is enforced not by a police bound by codes of conduct, but by a fear that dare not speak its name; a cowardice so total it lacks the courage to admit it is afraid.

    Colleagues who wanted historians at a London museum to talk about the long history of depictions of Muhammad in Islamic art last week were met with panicking press officers trying to shut them up. Historian Tom Holland, who received death threats after he challenged the creation myths of Islam, said: “I cannot think of any other area of history where debate is so nervous.” He hopes that historians will continue to say that the Koran was a manmade creation, but doubts that journalists will be keen to take their work to the public.

    European liberals might try to be true to their principles and ally with dissidents, liberals, leftists and free thinkers within Muslim communities. They might help ex-Muslims who fear that one day they will be murdered for apostasy. They might reflect that a Muslim man will encounter xenophobia from the right, but they will hear no rigorous criticism at university or other leftist institutions of the sexism, anti-semitism, homophobia and bloodlust of militant religion."


    more by Nick Cohen > 
    Paris attacks: unless we overcome fear, self-censorship will spread| Nick Cohen | Comment is free | The Observer

    "De Melindre em melindre", por Ana Maria Machado

    "Até que ponto o fato de tratarmos militantes como vítimas frágeis, suscetíveis e facilmente melindráveis não contribui para comportamentos ressentidos e para narrativas de vitimização, teorias conspiratórias e interpretações alarmistas?

    De um modo simples, destaquemos um ponto miúdo. A defesa da liberdade de expressão não deve ser só genérica, mas deveria incluir a liberdade de ser politicamente incorreto.

    Não desqualificar o outro porque usa termos que um grupo acha inaceitáveis. Não restringir o diálogo apenas a quem usa o mesmo jargão.
    Alimentar melindres e aguçar suscetibilidades não é um bom caminho para se viver em paz. Gera ressentimentos."


    leia mais na coluna de Ana Maria Machado >  
    Rota 2014 - Blog do José Tomaz: 

    Humor afiado



    (Santo André - SP)

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    sábado, janeiro 24, 2015

    The Burning House: What People Would Take if the House Was on Fire |


      
    "If your house suddenly caught on fire, what would you grab as you fled out the door? That’s precisely the question Foster Huntington asked himself, so he gathered the belongings he himself would take and photographed them, then asked a few friends to do the same. Then, on May 10 of 2011, he launched The Burning House with 10 such photographs. Within a few hours, he got his first submission from a complete stranger. Within a few days, he was making headlines. But he soon realized the self-selection implicit to the project engendered a certain psychographic homogeneity in the responses he was receiving and, driven to make people of various walks of life feel included, he decided to seek out more diverse submissions himself."

    see the gallery>
    The Burning House: What People Would Take if the House Was on Fire | Brain Pickings

     

    ‘Lá fora com Bel Lobo’ e um passeio em Paquetá


     Bel Lobo (Foto: Daniela Dacorso)

    "Bel e sua equipe modificam um quintal de uma antiga colônia de pescadores. O espaço não é público, mas, ainda assim, coletivo. E o espectador acompanha todo o processo, desde as entrevistas para entender o que a comunidade deseja às etapas da obra. No centro do pátio, há um poste de luz. Num canto, um casebre sem ocupação, bicicletas antigas e alguns caiaques. Quando alguém faz aniversário, a comemoração é ali. As crianças usam o lugar para brincar depois da escola."
    leia mais> 
    ‘Lá fora com Bel Lobo’ e um passeio em Paquetá - Patrícia Kogut, O Globo

    Papa: não reproduzam como...




    (Rio de Janeiro, RJ)
      
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    peal cochlea: Odetta - "Sometimes I Feel Like a Motherless Child"

    Caning of Saudi Blogger Is Delayed Amid Protests


     

    ""Speaking through Skype from Jidda, Samar Badawi said her problems began after she fled her father’s house and moved into a shelter for battered women. Her father, angry that she had left, filed a lawsuit against her in 2009 for “parental disobedience.”

    For her defense, she took on a young lawyer named Waleed Abulkhair, who had started a group to track human rights in Saudi Arabia, and the two found common ground in their activism.

    The couple decided to marry, but Ms. Badawi’s father withheld his consent. So she sued him under a Saudi law that makes it illegal to prevent a woman from marrying.At the first court hearing in that lawsuit, she was arrested on the disobedience charge and spent six months in jail,

    The couple worked together on rights campaigns, calling for women to have the right to drive in the kingdom and criticizing Saudi Arabia’s guardianship system, which generally bars women from working, marrying or traveling abroad without the permission of a male guardian.

    But the Saudi government was pursuing her husband, barring him from traveling abroad, detaining him for holding “unauthorized gatherings” and charging him with various crimes, including seeking to overthrow the head of state, tarnishing the reputation of the judiciary and forming an unlicensed organization, according to a State Department report. Mr. Abulkhair was convicted last year and is now serving a 15-year prison sentence.

    Meanwhile, Ms. Badawi’s brother, Raif, started a website called “Free Saudi Liberal Network” that featured writings by him and others who had often criticized Saudi Arabia’s religious establishment.

    Mr. Badawi’s wife said he was arrested at a supermarket in 2012. A Saudi court convicted him of running a website that promoted “heresy” and of not removing comments that were considered insulting to God, Islam and prominent Saudi clerics, according to court documents.

    He was sentenced to 10 years in prison and 1,000 blows, to be given in installments of 50 with at least a week in between; he was also fined more than $250,000.

    In the video showing the first installment on Jan. 9, a uniformed security officer swiftly strikes Mr. Badawi up and down his back with a wooden cane as a crowd looks on. Mr. Badawi squirms a bit, and the crowd applauds and yells “God is great!” as he is led away."


     more in the newstory by BEN Hubbard > 
    Caning of Saudi Blogger Is Delayed Amid Protests - NYTimes.com

    jessuí X jênêssuipá




    (São Paulo, SP)

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    Bárbara Nascimento, professora e ativista: 'A lotação do Vidigal está esgotada'

     Barbara Nascimento Foto: Domingos Peixoto / Agência O Globo

    "A pessoa quando conhece seu lugar se reconhece como indivíduo. Aqui, uma população já marginalizada corre o risco de perder o sentido de pertencimento: o seu lugar está sendo negado. A memória pode ensinar que há uma história, uma identidade, que é preciso ficar, combater a gentrificação, e que isso inspire outros povos.

    Estou estudando para meu mestrado a relação de quem está aqui com quem vem de fora. Como lidam com os visitantes, a classe média que compra a casa do vizinho, os gringos e a turma que vem para essas festinhas na favela nas quais não vai favelado.

    Sou contra a apropriação. Estar passeando com meu filho e ser fotografada. Não sou macaco. E sou contra a alta dos preços de imóveis. Como fica para quem aluga? Antes, o interesse era pela Rua Nova e pela Rua 3, que não são favela. Agora querem ficar nos lugares que são nossos.


    leia mais na entrevista de Bárbara Nascimento para Arnaldo Bloch > 
    Bárbara Nascimento, professora e ativista: 'A lotação do Vidigal está esgotada' - Jornal O Globo

    foto Domingos Peixoto

    Wolinski debateu limites do humor e foi à favela no Rio - 11/01/2015 - Ilustrada - Folha de S.Paulo

     Charge de 1993 de George Wolinski, sobre a vida no Rio de Janeiro Crédito: BBC Brasil ORG XMIT: lkrMeU5lsLGdvSywNtbw ***DIREITOS RESERVADOS. NÃO PUBLICAR SEM AUTORIZAÇÃO DO DETENTOR DOS DIREITOS AUTORAIS E DE IMAGEM***

    "Um dos destaques daquela segunda edição do evento, com convidados como o italiano Milo Manara e o americano David Mazzucchelli, Wolinski passou cinco dias na cidade munido de um caderninho no qual fez mais de 40 desenhos –basicamente, mulheres e praia–, conforme "O Globo" noticiou à época.

    O desenho mostra o Maracanã, escadarias de favelas e mulheres. O maior espaço, no entanto, é dedicado ao texto, em francês, sobre a violência nas favelas. Wolinski comenta que elas "vivem das drogas", com os líderes das facções Comando Vermelho e Falange Vermelha comandando o tráfico desde a prisão, "protegidos pela polícia""


    leia mais na reportagem de Raquel Cozer > 
    Wolinski debateu limites do humor e foi à favela no Rio - 11/01/2015 - Ilustrada - Folha de S.Paulo

    sexta-feira, janeiro 23, 2015

    Nós,os provocadores

     

    (Rio de Janeiro, RJ)

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    25 lugares incríveis no Rio de Janeiro para ir além das praias


     

    veja aqui
    25 lugares incríveis no Rio de Janeiro para ir além das praias

    Vencidos pelo cansaço, tripulantes do Adamastos concordam em deixar o navio




    Após 164 dias confinados a 15 quilômetros da costa do Rio Grande, a tripulação restante do navio Adamastos decidiu, nesta terça-feira (20), deixar o cargueiro. A operação de retirada dos 11 tripulantes pode ocorrer até o fim de semana, mas depende de boas condições climáticas. Impasse agora é sobre destino da carga e da própria embarcação.

    O grupo permaneceu até agora no cargueiro na esperança de receber os salários atrasados. Ao todo, as dívidas trabalhistas passariam dos 350 mil dólares. No entanto, acabaram vencidos pelo cansaço

    leia mais
    Diário Popular

    pela cochlea: Fatboy Slim - The Rockafeller Skank (complete version)

    No debate sobre liberdade de expressão






    (Belo Horizonte, MG)
      
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    Porque eu sou Charlie: não culpar as vítimas

    "Dante Alighieri, no Canto XXVIII, do Inferno, traça uma caricatura de Maomé infinitamente mais brutal e ofensiva do que jamais nenhum desenhista contemporâneo ousou fazer."
     
    Marche-republicaine-a-Paris-trois-parcours-sont-prevus_article_popin (1)
    Dante Alighieri, no Canto XXVIII, do Inferno, traça uma caricatura de Maomé infinitamente mais brutal e ofensiva do que jamais nenhum desenhista contemporâneo ousou fazer. - See more at: http://www.ocafezinho.com/2015/01/12/porque-eu-sou-charlie-hebdo/#sthash.LbR7JicW.dpuf
    Dante Alighieri, no Canto XXVIII, do Inferno, traça uma caricatura de Maomé infinitamente mais brutal e ofensiva do que jamais nenhum desenhista contemporâneo ousou fazer. - See more at: http://www.ocafezinho.com/2015/01/12/porque-eu-sou-charlie-hebdo/#sthash.LbR7JicW.dpuf"
    Dante Alighieri, no Canto XXVIII, do Inferno, traça uma caricatura de Maomé infinitamente mais brutal e ofensiva do que jamais nenhum desenhista contemporâneo ousou fazer. - See more at: http://www.ocafezinho.com/2015/01/12/porque-eu-sou-charlie-hebdo/#sthash.LbR7JicW.dpuf"
    Dante Alighieri, no Canto XXVIII, do Inferno, traça uma caricatura de Maomé infinitamente mais brutal e ofensiva do que jamais nenhum desenhista contemporâneo ousou fazer. - See more at: http://www.ocafezinho.com/2015/01/12/porque-eu-sou-charlie-hebdo/#sthash.LbR7JicW.dpuf


    "Criticar o islamismo não é “islamofobia”.

    O Islã precisa ser criticado, e precisa aprender a ser criticado, inclusive duramente, com sarcasmo, acidez e violência simbólica.

    Como todo radicalismo religioso, o islâmico é retrógrado, brutal, discrimina mulheres, gays, minorias e “infiéis”.

    No Estado Islâmico (Isis), quase 4 ou 5 milhões de mulheres vivem sob o risco de amputação genital, porque é nisso que os radicais do Isis acreditam, que a mulher não pode ter prazer.

    Como assim não podemos criticar isso?

    É islamofobia fazer uma crítica radical a esse tipo de fanatismo brutal e desumano?"


    leia o artigo de Miguel Do Rosario > 
    Porque eu sou Charlie | O Cafezinho

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    (Campinas, SP)
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    quinta-feira, janeiro 22, 2015

    Via iris: THE BABADOOK (Jennifer Kent,EUA, 2014)

    Painel 'Última Ceia', pintado por Ziraldo, será restaurado no Rio


     Ziraldo posa com o seu painel na antiga casa de shows Canecão, no Rio

     Uma pequena favela, os Arcos da Lapa, um astronauta e um banquete regado a muita cerveja fazem parte do painel "Última Ceia", pintado por Ziraldo em 1967 e que será agora restaurado, em uma parede da antiga casa de shows Canecão, na Urca, zona sul do Rio de Janeiro.

     "Sabe aquela piada do índio que estava tentando fazer sinal de fumaça e, então, estoura uma bomba atômica perto? Ele diz: era isso o que queria fazer. Então, quando vi a parede em branco, pensei: era isso que eu queria pintar", diz o artista.

    Ziraldo lembrou o processo de pintura, em que criava as tintas. "Comprava as tintas brancas e colocava corante em pó, para criar as cores que eu queria. Assim como os pintores renascentistas. Demorei seis meses para fazer, com a parceria de outros colegas. Não tenho como definir minha alegria com a restauração", afirma ele.

    leia a reportagem de   Bruna Fantti >

    Painel 'Última Ceia', pintado por Ziraldo, será restaurado no Rio - 14/01/2015 - Ilustrada - Folha de S.Paulo:

    quarta-feira, janeiro 21, 2015

    pela cochlea: The Beatles - Rain-HQ

    Nenhum fato novo sobre o atentado





    (São Paulo - SP)

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    Je Suis Charlie - But I Have Other Names as Well


      Home 

    And why insist repeatedly that not only Muslims or Islamists can be bloody?

    Must I recall the uprising in Frances colony of Madagascar in 1947, whose people, dreaming of independence, naively hoping for USA-assistance, began their fight, armed mostly with spears? A well-armed French army of 30,000 men adopted a strategy of terror and psychological warfare involving torture, collective punishment, the burning of villages, mass arrests, executions and rape In Mananjary, hundreds were killed, among them 18 women and a group of prisoners thrown alive out of an airplane. An official estimate of the number killed was 89,000, but counting those who fled into the forest and were believed dead it was more likely over 100,000. -


    Why must I recall the bloody French war in Indochina soon thereafter? And what about Algeria?

    "First, the officer questions the prisoner in the traditional manner, hitting him with fists and kicking him. Then follows torture: hanging..., water torture..., electricity..., burning (using cigarettes, etc.)... Cases of prisoners who were driven insane were frequent... Between interrogation sessions, the suspects are imprisoned without food in cells, some of which were small enough to impede lying down. Some of them were very young teenagers and others old men of 75, 80 years or more.

    No, brutality is not somehow restricted to Islam or Muslims. Even my short-term memory and US nationality force me to remember Abu Zubaydah, father of four daughters, arrested in Pakistan in 2002 and in US custody for over twelve years, During that time he was water-boarded 83 times, subjected to forced nudity, sleep deprivation, confinement in small dark boxes, stress positions. After physical assaults he lost his left eye.

    In 2006 he was transferred to Guantanamos Camp 7, where conditions were especially miserable. Then in 2007 the Review Tribunal told Zubaydah that he was not significant. They told me 'Sorry, we discover that you are not Number 3, not a partner, not even a fighter.

    Gul Rahman was arrested at his doctors home after traveling to Islamabad for a medical checkup. He, too, was subjected to 48 hours of sleep deprivation, auditory overload, total darkness, isolation, a cold shower and rough treatment. Gul Rahman died on 20 November 2002, reportedly after being stripped naked from the waist down and shackled to a cold cement wall in the Salt Pit with 36 F/2 C temperatures.

    But did that not also apply to Charles Horman, US journalist and film-maker, killed during the USA-backed putsch in Chile in 1973 (and made famous by the film Missing)? Or, on the same occasion, to the wonderful singer-songwriter Victor Jara? What about the Belgian-organized, USA-supported torture and murder of the Congolese poet and political leader, Patrice Lumumba? Or of novelist and film-maker Ken Saro-Wiwa in Nigeria, hanged with the connivance of Shell Oil? Or the Palestinian Ghassan Kanafani, considered one of the greatest modern Arabic authors, whose car was booby trapped by the Mossad in July, 1972?


    read more in the aricle by Victor Grossman > 
    Je Suis Charlie - But I Have Other Names as Well | Portside

    pela cochlea: ESTOU DOIDO PRA FICAR MALUCO GORDURINHA

    Marcus Faustini: Reza forte por São Sebastião


    Marcus Faustini Foto: O Globo  "São Sebastião é o jovem negro e também o policial (quase sempre da mesma origem) que morrem por flechas comuns que sustentam uma política de guerra insana às drogas em nossa cidade, quando já temos exemplos claros de que é possível e necessário outro pacto que garanta a vida. São Sebastião é a coragem dos quase 1000 jovens que ocuparam as proximidades de um bar em Nova Iguaçu e realizaram um beijaço pacífico em protesto contra uma ameaça homofóbica sofrida por dois jovens rapazes em dias anteriores. Entre as flechas que matam São Sebastião está a ideia de que o outro é inimigo, a falta de crença numa cidade do encontro entre as diferenças. São Sebastião também é a alegria dos diversos vendedores de rua, de trem, que saem dos diversos cantos populares da metrópole em busca de oportunidades no Rio de Janeiro, com todas as dificuldades de mobilidade, e ainda têm a criatividade de inventar formas de vender seus produtos. São Sebastião é cada jovem de várias classes sociais, regiões da cidade e do país, que inventa a ocupação urbana livre, gratuita, numa cidade que ficou cara e gourmetizada. São Sebastião é a coragem de disputar o imaginário, com posts nas redes sociais, inventando um Rio que contraria colunistas que se dedicam a falar dos pobres como aberração, que odeiam um Rio popular. São Sebastião é a coragem do morador de rua, que insiste em viver apesar de tudo. "

    leia a coluna de Marcus Faustini > 
    Reza forte por São Sebastião - Jornal O Globo

    terça-feira, janeiro 20, 2015

    pela cochlea? Prince & 3RDEYEGIRL - MARZ

    Levy acena com alta de tributos




    (Campinas, SP)
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    G1 - Ziraldo celebra restauração de mural conhecido como 'Santa Ceia' -

    "Foi a melhor coisa que aconteceu nessa fase da minha vida", diz artista. Ziraldo ajudará no processo de restauro da obra, feita em 1967. 

      Ziraldo em frente ao mural que pintou no Canecão, em Botafogo, na Zona Sul do Rio. (Foto: Fernando Frazão/Agência Brasil)


    "Ziraldo desmente a polêmica de que o mural retrate uma versão carioca da Santa Ceia, que rendeu críticas na época da ditadura militar de que a obra seria muito transgressora. Segundo o artista, a versão surgiu por causa da semelhança entre as posturas dos personagens retratados no desenho dele e de um gênio renascentista.

    Um pedaço do mural, que não é nem um quinto dele, tem um monte de gente em uma mesa grande comemorando. Mas eu nunca falei que era ceia. Eu apenas arrumei os convivas da mesma maneira que Leonardo da Vinci arrumou os apóstolos na mesa. Mas como era uma coisa muito impactante, ficaram chamando o mural de ‘Última ceia’. Mas não é. É o mural do Canecão”, explica o artista, complementando que a pintura nada mais é do que uma homenagem ao estilo carioca.

    “Tem a Arca de Noé com os bichos, tem os Arcos da Lapa, tem a vista do Papa ao Rio de Janeiro. Tem as cariocas chegando para a festa, animadíssimas. Tem o cara celebrando na mesa de bar. Tem o sujeito de porre, tem o cara dando cachacinha para o santo. Tem toda uma visão brasileira sobre o ato de beber. Não tem ninguém comendo. Estão todos comemorando. Tem muitos brindes”, explica Ziraldo, que não mede palavras para falar como a notícia de que a obra será restaurada o deixou feliz.
    "

    leia mais e veja o video na reportagem de Cristina Boeckel > 
    G1 - Ziraldo celebra restauração de mural conhecido como 'Santa Ceia' - notícias em Rio 450 anos

     Ziraldo pintando o mural que retrata o estilo de vida do Rio, em 1967 (Foto: Ziraldo/ Arquivo pessoal)

    Reis do estelionato - Ricardo Melo -


    "A Assembleia Legislativa, salvo raríssimas exceções na área de direitos humanos, é um escárnio à democracia.
    Paga-se milhões para que deputados encenem debates, apresentem propostas diante de plenários esvaziados e depois concorram a reeleições. A Câmara Municipal paulistana não fica muito longe disso. "

    "E ainda tem gente lamentando que o pessoal vira as costas para a política. Ainda bem. Por que a política predominante no Brasil, infelizmente, é a política dos que só se lembram do povo na hora do voto. Depois hibernam quatro anos apostando em discursos e na falta de memória alheia. "

    " Quem quiser realmente mudar a política tem que olhar para este lado, e não fingir audácia em tertúlias nos corredores do Congresso. "


    leia a coluna de Ricardo Melo > 
    Reis do estelionato - 19/01/2015 - Ricardo Melo - Colunistas - Folha de S.Paulo:

    pela cochlea: Corinne Bailey Rae - Bluebird

    Terror na França. terror no Brasil





    (Belém, PA)

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    Charb


    De Fernando Vasqs 

     Os caras da Carta Maior não leram ou fingiram que não leram esse texto do Charb publicado no DCM 
     
    Em 2013, Stephane Charbonnier, o Charb, falou das acusações de racismo. Charb foi um dos chacinados:
    “O Charlie Hebdo está se sentindo decididamente doent
    e. Porque uma mentira inacreditável está sendo dita: o Charlie Hebdo tornou-se um panfleto racista.
    Estamos quase com vergonha de lembrar que o anti-racismo e uma paixão pela igualdade entre todas as pessoas são e continuam a ser os princípios fundadores do Charlie Hebdo.
    (…)
    Charlie Hebdo é filho de maio de 68, do espírito de liberdade e insolência. O Charlie Hebdo da década de 1970 ajudou a formar o espírito crítico de uma geração. Zombando dos poderes e dos poderosos. Por rir, às vezes escandalosamente, dos males do mundo. E sempre, sempre, sempre defendendo os valores universais do indivíduo.

     
    Por que essa idéia ridícula se espalha como uma doença contagiosa? Somos islamofóbicos, afirmam aqueles que nos difamam. O que significa, em sua própria novilíngua, que somos racistas.

     
    Quarenta anos atrás, era considerado obrigatório zombar da religião. Qualquer um que começou a perceber para onde o mundo estava indo não poderia deixar de criticar o grande poder dos maiores organismos clericais. Mas de acordo com algumas pessoas, na verdade, mais e mais pessoas, atualmente você tem que calar a boca.

     
    O Charlie ainda dedica muitas de suas capas a ilustrações papistas. Mas a religião muçulmana, imposta a inúmeras pessoas em todo o planeta, deve ser de alguma forma poupada.
    Por que diabos? Qual é a relação, a menos que seja apenas ideológica, entre o fato de ser árabe, por exemplo, e pertencer ao Islã? (…)

     
    Nós nos recusamos a fugir de nossas responsabilidades. Mesmo que isso não seja tão fácil como em 1970, nós vamos continuar a rir dos padres, dos rabinos e dos imãs – quer isso os agrade ou não. Somos minoria nisso? Talvez, mas ainda assim estamos orgulhosos. E aqueles que pensam que o Charlie é racista deveriam, pelo menos, ter a coragem de dizer isso em alto e bom som. Nós saberemos como responder a eles.”

    segunda-feira, janeiro 19, 2015

    Via iris: WHIPLASH (Damien Chazelle, EUA, 2014) http://

    Passagem barata




    (Rio de Janeiro, RJ)

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    O fenômeno da ‘camarotização’


    
Seguranças garantem a exclusividade dos camarores VIP’s nas noites da cidade
Foto: Marco Antônio Teixeira/Agência O Globo
    foto: Marco Antonio Teixeira

    "— O acesso de pessoas mais pobres a aeroportos, shoppings ou bairros mais nobres através do metrô gera uma grita dos que antes tinham vantagens. Essas pessoas querem preservar certas coisas porque não as entendem como privilégios, mas como consequência de mérito ou de dom — opina, lembrando casos que tiveram grande repercussão como os chamados rolezinhos e o episódio em que um passageiro foi ironizado nas redes sociais por estar de bermuda num aeroporto. — Esse processo de segregação é a negação do outro, da convivência com ele. E, embora às vezes a violência seja pretexto para a segregação, a segregação muitas vezes é a causa da violência."

     “O importante é que pessoas de contextos e posições sociais diferentes se encontrem e convivam na vida cotidiana, pois é assim que aprendemos a negociar e a respeitar as diferenças ao cuidar do bem comum”

    "— A “camarotização” é uma expressão máxima do que temos assistido no patético comportamento de nossas elites, que, na Europa, adoram pegar ônibus e, no Brasil, nunca entraram em um porque tem muito povão — critica. — Ao segregar, perde-se em diversos aspectos trazidos pela negação da alteridade. Ao nos confinarmos, emburrecemos. Achamos que estamos agradando, mas estamos nos tornando caricaturas do ridículo e da falta de imaginação."

    leia mais na reportagem de Dandara Tinoco > 
    O fenômeno da ‘camarotização’ - Jornal O Globo:

    orlando pedroso: a tragédia de charlie hebdo e 4 pequenas reflexões -




    "o atentado ao charlie hebdo aconteceu durante uma reunião de pauta que é quando se decide o que vai entrar ou não na próxima edição.
    essa é uma cena!
    senhores entre 40 e 80 anos sentados discutindo, trocando idéias, fazendo piadas!
    no brasil, isso acabou. cada cartunista virou uma ilha e isso é péssimo.
    tive a sorte de ainda pegar os fechamentos da página “vira-lata”, do angeli e os do jornal “movimento”.
    neles, cartunistas como angeli, fortuna, laerte, alcy, os carusos, jotinha, nilson, etc. chegavam, conversavam e faziam na hora os desenhos que estariam na página em algumas horas.
    não havia melhor escola."


    "na reunião de pauta havia pelo menos dois senhores da terceira idade: cabu, de 75 anos e wolinski, de 80.
    talvez poucos na frança ou em outro lugar se mantenham produtivos e criativos com essa idade.
    no brasil há, mas você imaginar qualquer um deles se deslocando semanalmente para uma reunião na redação é quase impossível.
    quase tão impossível quanto você encontrar algum “cabeça branca” entre as dezenas de iniciantes que compõem nossas redações hoje.
    wolinski continuava inquieto e inspirador.
    mesmo de uma forma torta e trágica, continuará dando o exemplo do velhinho que saia de casa para se dedicar a algo em que acreditava."


    leia mais no blog do Orlando Pedroso >
    a tragédia de charlie hebdo e 4 pequenas reflexões - Entretenimento - UOL Entretenimento:

    pela cochlea : The Freedom Singers - Woke Up This Morning



    For Martin Luther King Jr.

    A nova comissão julgadora


    Charge histórica de ANGELI, produzida em 2006. E válida até hoje (principalmente hoje).


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    O Charlie Hebdo era racista?


    De Kiko Nogueira: 

    Abaixo você pode ver a foto de Christiane Taubira em sua visita à sede do Charlie depois do atentado. Parece alguém que foi “vítima de racismo”? Alguém diria que ela está mentindo? Há mais humanidade nesta imagem do que em 20 mil especialistas que surgiram em dois dias, prontos a linchar doze desenhistas executados  covardemente por fanáticos religiosos.


    A ministra Christiane Taubira chega ao local da chacina em Paris
    |
    legenda: A ministra Christiane Taubira chega ao local da chacina em Paris.

    No Rio, polícia mata 30% a mais em 2014; em São Paulo, 28% -


    Pesquisa aponta que 11.197 pessoas foram mortas por agentes públicos, em todo o país, entre 2009 e 2013



     

    — Estamos revendo os procedimentos. Começa na próxima semana um treinamento com oficiais multiplicadores sobre abordagem e utilização da arma de fogo. Precisamos rever nossos procedimentos.

    — Obviamente, uma de nossas metas é diminuição da letalidade, até porque, nos embates, também morrem policiais. Então, com planejamento, inteligência, operações previamente organizadas e um policiamento de alta intensidade, nós temos absoluta convicção de que a letalidade diminuirá.

    leia a reportagem de Renato Onofre >

    No Rio, polícia mata 30% a mais em 2014; em São Paulo, 28% - Jornal O Globo

    domingo, janeiro 18, 2015

    Vi: THE DROP (dir Michael Roskam, rot Dennis Lehane, EUA, 2014)



    last film with James Gandolfini

    O humor tem o poder de ridicularizar





    (São Paulo, SP) 

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    O perfil de Marco Archer por um jornalista que conversou com ele 4 dias na prisão


     Nos bons tempos

    "Marco era um traficante tarimbado: “Nunca fiz nada na vida, exceto viver do tráfico.” Gabava-se de não ter servido ao Exército, nem pagar imposto de renda. Nunca teve talão de cheques e ironizava da única vez numa urna: “Minha mãe me pediu para votar no Fernando Collor”.

    Marco parecia exagerar no número de vezes que cruzou fronteiras pelo mundo como mula de drogas: “Fiz mais de mil gols”. Com o dinheiro fácil manteve apartamentos em Bali, Hawai e Holanda, sempre abertos aos amigos: “Nunca me perguntaram de onde vinha o dinheiro pras nossas baladas”.

    Marco guardava na cadeia uma pasta preta com fotos de lindas mulheres, carrões e dos apartamentos luxuosos, que seriam aqueles onde ele supostamente teria vivido no auge da carreira de traficante.

    A mãe dele, dona Carolina, funcionária pública estadual no Rio, se empenhou enquanto deu para livrar o ‘garotão’ da enrascada, até morrer de câncer, em 2010.

    As visitas dela em Tangerang eram uma festa para o staff da prisão, pra quem dava dinheiro e presentes, na tentativa de aliviar a barra para o filhão.

    Com este empurrão da mamãe Marco reinou em Tangerang, nos primeiros anos – até ser transferido para outras cadeias, à espera da execução.

    Eu o vi sendo atendido por presos pobres que lhe serviam de garçons, pedicures, faxineiros. Sua cela tinha TV, vídeo, som, ventilador, bonsais e, melhor ainda, portas abertas para um jardim onde ele mantinha peixes num laguinho. Quando ia lá, dona Carola dormia na cama do filho.

    Marco bebia cerveja geladinha fornecida por chefões locais que estavam noutro pavilhão. Namorava uma bonita presa conhecida por Dragão de Komodo. Como ela vinha da ala feminina, os dois usavam a sala do comandante para se encontrar.

    ara ele, a balada era permanente. Nos últimos anos teve várias mordomias, como celular e até acesso à internet, onde postou algumas cenas.

    Um clip dele circulou nos últimos dias – sempre sereno, dizendo-se arrependido, pedindo a segunda chance: “Acho que não mereço ser fuzilado”.


    leia mais na reportagem de Renan Antunes de Oliveira  > 
     Diário do Centro do Mundo » O perfil de Marco Archer por um jornalista que conversou com ele 4 dias na prisão


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