This site will look much better in a browser that supports web standards, but it is accessible to any browser or Internet device.



blog0news


  • O BRASIL EH O QUE ME ENVENENA MAS EH O QUE ME CURA (LUIZ ANTONIO SIMAS)

  • Vislumbres

    Assinar
    Postagens [Atom]

    Powered by Blogger

    Fragmentos de textos e imagens catadas nesta tela, capturadas desta web, varridas de jornais, revistas, livros, sons, filtradas pelos olhos e ouvidos e escorrendo pelos dedos para serem derramadas sobre as teclas... e viverem eterna e instanta neamente num logradouro digital. Desagua douro de pensa mentos.


    sábado, dezembro 11, 2021

    On “Succession,” Jeremy Strong Doesn’t Get the Joke

     

     



    "Actors try to find the real in the make-believe, but anyone who has worked with Strong will tell you that he goes to unusual lengths. Last year, he played the Yippie activist Jerry Rubin in Aaron Sorkin’s film “The Trial of the Chicago 7.” While shooting the 1968 protest scenes, Strong asked a stunt coördinator to rough him up; he also requested to be sprayed with real tear gas. “I don’t like saying no to Jeremy,” Sorkin told me. “But there were two hundred people in that scene and another seventy on the crew, so I declined to spray them with poison gas.” Between takes of the trial scenes, in which the Yippies mock Judge Julius Hoffman, played by Frank Langella, Strong would read aloud from Langella’s memoir in silly voices, and he put a remote-controlled fart machine below the judge’s chair. “Every once in a while, I’d say, ‘Great. Let’s do it again, and this time, Jeremy, maybe don’t play the kazoo in the middle of Frank Langella’s monologue,’ ” Sorkin said."
     “It’s hard for me to actually describe his process, because I don’t really see it,” Kieran Culkin said. “He puts himself in a bubble.” Before I interviewed his castmates, Strong warned me, “I don’t know how popular the way I work is amongst our troupe.” Since Kendall is the black sheep of a warring family, Strong’s self-alienation may be a way of creating tension onscreen. Though the cast is generally loose and collegial, Strong, during Season 2, began going to the makeup trailer only when no other actors were there—“which I remember making everyone else roll their eyes,” a cast member told me."

    "Strong’s dedication strikes some collaborators as impressive, others as self-indulgent. “All I know is, he crosses the Rubicon,” Robert Downey, Jr., told me. In 2014, Strong played Downey’s mentally disabled brother in “The Judge.” (To prepare, he spent time with an autistic person, as Hoffman had for “Rain Man.”) When Downey shot a funeral scene, Strong paced around the set weeping loudly, even though he wasn’t called that day. He asked for personalized props that weren’t in the script, including a family photo album. “It was almost swatting him away like he was an annoying gnat—I had bigger things to deal with,” a member of the design team recalled."

    READ ARTICLE BY MICHAEL SCHULMAN

    Copper tasked with shutting down the famous 1969 rooftop concert tells his tale

     

     

     "Ringo later joked he wanted the cops to drag him off. ‘It would have looked really great, kicking the cymbals and all but they didn’t, they just came bumbling in.’ Ray laughs. "

     

    read it here:

    Copper tasked with shutting down the famous 1969 rooftop concert tells his tale:

     

    Passaporte Vacinal


    LAERTE

     

    Marcadores: ,


     

    Miles Davis - Flamenco Sketches


     

    Brasil Wrapped



    MARZ

     

    Marcadores: ,

    Matriz ou Filial - Jamelão



    Quem sou eu
    Pra sufocar a solidão da sua boca
    Que hoje diz que é matriz e quase louca
    Quando brigamos diz que é a filial
     
    Afinal
    Se amar demais passou a ser o meu defeito
    É bem possível que eu não tenha mais direito
    De ser matriz por ter somente amor pra dar

    Quatro capas

    de OCTAVIO ARAGÃO


    Quatro capas no interior de automóveis.

     

    A chapa Lula e Alckmin será a chapa da tristeza

     

    "Ao pensar em 2022, eu votaria nesta chapa sem duvidar. Mas esta será a mais evidente imagem de como a política pode ser triste.. "

     

    leia a coluna de ESTHER SOLANO

     

    A chapa Lula e Alckmin será a chapa da tristeza - CartaCapital: Ao pensar em 2022, eu votaria nesta chapa sem duvidar. Mas esta será a mais evidente imagem de como a política pode ser triste

    A nova política



    BENETT

     

    Marcadores: ,

    Confetes para Moro l

     

    "A maneira despudorada como parte da mídia nacional tem incensado a candidatura de Sergio Moro revela que o establishment já escolheu seu candidato. Tudo o que setores do mercado financeiro e da direita tradicional brasileira desejam é um Bolsonaro civilizado e sem arroubos. Para eles, as políticas do governo Bolsonaro vão muito bem – a despeito de terem criado 19 milhões de famintos –, mas a figura do presidente causa constrangimentos todos os dias. Imaginem um Bolsonaro que use terno e não diga tantas baboseiras, eis o candidato ideal para a elite brasileira. Nas últimas semanas projetam euforicamente essa imagem no ex-juiz."

    leia artigo de GUILHERME BOULOS

    Confetes para Moro - CartaCapital

    quarta-feira, dezembro 08, 2021


     

    terça-feira, dezembro 07, 2021

    O trabalhador brasileiro como suco e bagaço da laranja mecânica

     

     

     

    Image

     

     Xico Sá

    Nunca falta ideia para lascar o trabalhador no Brasil. É uma fartura de capatazes com chicotes e relhos à espera dos lombos do exército de reserva.

    Não acredito no que estou lendo, porém é isso mesmo: o governo Bolsoguedes vem aí com mais uma proposta de reforma trabalhista. Creia. Acham pouco o desmantelo que fizeram da pinguela para o futuro —tema do primeiro mandatário pós-golpe de 2016— até agora.

    Bagaceira generalizada, pretendem fazer 330 alterações em dispositivos legais. A ideia agora é desconsolidar, se é que este verbo é possível, os restos mortais da CLT (Consolidação das Leis do Trabalho).

    Não vai sobrar nem o bagaço do homem que virou suco, para lembrar o personagem do extraordinário Zé Dumont no filme de João Batista de Andrade —fita de 1981, jovens, corram ao streaming mais próximo dos dedos.

    O mote principal é tornar o domingo um dia qualquer da semana, desprotegido de tudo ou hora extra. O domingo quase como uma nova segunda. Na maior cara de pau, dane-se o domingo de guarda. Desprotege o trabalhador, verbalizo de novo de forma esquisita, de reivindicar qualquer vínculo entre prestadores de serviços e aplicativos.

    A exemplo de outras reformas, prometem bilhões de empregos. Corta para “Segunda-feira ao Sol” (2002), do diretor de cinema espanhol Fernando León Aranoa. Segunda é o dia mais triste para quem procura emprego. Você acorda e ronda a cidade. Você volta para casa com as feições de derrota impressas ao lado das rugas.

    O sol dos recusados cega no retorno aos lares.

    Você desce do ônibus, finge que não viu o vizinho na sinuca da esquina (este já deu por perdido) e o que dizer aos mais próximos, você não tem mais saco para relatar apenas que preencheu algumas fichas e espera um telefonema. Escuto a voz do meu tio Alberto Novais contando isso quando cheguei a SP, Parque São Rafael, ZL, chaminés da Petrobrás ao oeste da Sapopemba, Brasil dos anos 90.

    Tem toda uma dramaturgia de humilhação no homem ou na mulher que voltam para casa sem nada feito. Não tem esse papinho de autoajuda ou da palavra resiliência, um vocábulo que cai muito bem para anúncio publicitário de banqueiro esperto.

    Estamos de volta aos anos 1980. Reparo em mim mesmo e outros colegas da pensão de Lampinha, grudados ao orelhão da esquina na rua das Ninfas com a Progresso, no Recife dos anos 1980. Todos esperando algum retorno das firmas.

    Só ligavam para oferecer enganações como vagas de revendedores de filtro de água com ozônio, moda à época. Tentei por algum tempo, mas era péssimo no ramo, minha cara de matuto não passava confiança aos bebedores do precioso líquido. Comissão zero. Óbvio que um dia veio a sorte grande: datilógrafo no crediário da Mesbla. Fiquei pouco, mas foi lindo, obrigado irmão Luiz Paz pela dica. Ainda te devo muitos chopes no Mustang, o bar ao lado da loja de departamentos mais incrível do planeta.

    Não acredito que os caras preparam uma nova reforma trabalhista pós-pinguela suicida do Temer. Talvez o sonho seja chegar a algo pré-1888, caro gênio abolicionista Luiz Gama.

    Agora sou obrigado a abrir o livro de crônicas de José Falero. Página 16 do “Mas em que mundo tu vive?” (editora Todavia).

    Um primo de Falero, sem equipamento que preste, apenas um martelinho de merda, está lá tentando demolir umas paredes de um casarão em Porto Alegre. Pede desculpa pelo ritmo lento, afinal de contas, com aquele martelinho de merda iria demorar pra cacete.

    No que a chefia, o Alemão, diz ao operário: “Amanhã vem a retroescavedeira e derruba isso aí em um minuto. Eu só pedi para vocês irem derrubando para não ficarem sem fazer nada o dia inteiro”.

    Resquício da escravidão é pouco para explicar. Agora vou gastar todo meu exibicionismo de leitor-matuto, se liga, bora para “As ideias fora do lugar” (Companhia das Letras), do crítico Roberto Schwartz:

    “Fernando Henrique Cardoso observa que “economia” não se destina aqui, pelo contexto, a fazer o trabalho num mínimo de tempo, mas num máximo. É preciso espichá-lo, a fim de encher e disciplinar o dia do escravo. O oposto exato do que era moderno fazer. Fundada na violência e na disciplina militar, a produção escravista dependia da autoridade, mais que da eficácia”.

    Falero não é apenas o grande cronista do trabalho precário no Brasil. É também o ficcionista dessa parada. No seu livro “Os Supridores” narra a história de dois guris, Pedro e Marques, que abastecem as prateleiras do supermercado Fênix e tentam as virações possíveis, picarescos quais os melhores Malasartes, para seguirem no jogo bruto.

    EL PAIS

    olha o caminhãozinho!


     

    Marcadores: ,



     

    Em que momento cai a máscara de Moro?

     

     

    Image

     

    Juan Arias 

    Há uma foto emblemática em que Moro, quando ministro da Justiça de Bolsonaro, aparece de pé diante do presidente, com a cabeça inclinada, enquanto este faz com os dedos seu típico gesto de disparar um revólver. Desde então, muita água passou sob a ponte, e hoje o ex-ministro de Bolsonaro repentinamente se transformou e começa a aparecer, ao aterrissar na política, como um alienígena, um robô de última geração e cheio de incógnitas.

    No campo da inteligência artificial e dos algoritmos, tudo parece possível hoje em dia, inclusive que o celular escrutine sua vida mesmo desligado. Somos espionados por robôs até quando dormimos. Dizem que nossos pensamentos já podem ser lidos.

    Jules Verne ficou antiquado com suas profecias, que no seu tempo pareciam puras alucinações.

    Hoje, a ciência do artificial parece não ter limites. E dizem os especialistas que novos assombros ainda estão em gestação. Um amigo me dizia brincando que chegará um dia em que, como os antigos iam às pitonisas para decifrar seus enigmas e hoje se vai aos psicanalistas para que interpretem nossos sonhos, amanhã serão os robôs com seus algoritmos quem nos dirão quem eu sou de verdade e que segredos escondemos.

    Tudo isso para dizer que, talvez sem sabê-lo, esse personagem frio, triste, severo e enigmático, o ex-juiz Sergio Moro, que repentinamente se jogou de paraquedas no mar agitado da política que lhe era desconhecido, pode parecer mais um alienígena que um simples humano.

    Daí que surpreenda, atraia e cause rejeição ao mesmo tempo. Trata-se de um fenômeno ainda sem decifrar, que começa a criar ao mesmo tempo surpresa, admiração, repulsa e medo. Se suas palavras fossem analisadas científica e semanticamente, descobriríamos por exemplo que parecem não dizer nada de novo, e que talvez por isso às vezes surpreendam. E o paradoxo é que justamente há quem pense que na obviedade de sua linguagem se encerra algum significado oculto que os simples mortais não alcançam compreender.

    Moro nadando na política se tornou de repente um enigma que parece difícil de decifrar, e é aí que reside sua força e ao mesmo tempo sua fraqueza. Nesse nada que talvez seja em sua aventura política ao lado dos velhos e especialistas na matéria, ele poderia acabar aparecendo como alguém diferente, com mensagens novas, mas indecifráveis para a política tradicional.

    Às vezes, a estranheza e até o assombro causados por algumas de suas afirmações aparentemente insignificantes –mas sobre as quais há quem imagine algum sentido oculto– podem induzir ao erro. Uma vez criado o mito e sua auréola de algo diferente e superior, é fácil render-se ao seu fascínio. Moro, de fato, pode aparecer para muitos como um ser frio, capaz inclusive de infundir medo e atração ao mesmo tempo.

    Quando seu sorriso nos parece forçado, quando seus gestos parecem mecânicos, ou quando suas palavras de tão óbvias poderiam recordar um robô dirigido à distância, a consequência é que justamente por isso pode chegar a parecer como algo novo e diferente, que não conseguimos entender. Daí à glorificação é um passo. Como pô-lo à prova para decifrar sua verdadeira personalidade e suas reais chances de ganhar uma das eleições mais problemáticas, difíceis e perigosas das últimas décadas?

    Essa prova do fogo para saber se estamos diante de um robô ou um candidato de carne e osso nos será oferecida nos debates que Moro deverá travar cara a cara com Lula ou Bolsonaro, os quais serão, com toda probabilidade segundo as pesquisas, seus dois grandes adversários.

    Será nesse momento quando as máscaras cairão e poderemos decifrar o enigma.

    Se Bolsonaro nas eleições passadas não tivesse se refugiado no atentado que sofreu para evitar esse cara a cara entre os candidatos, que é onde aparecem humanos ou robôs, hoje o Brasil provavelmente seria diferente, menos desesperançado, menos pobre, mais livre e menos envergonhado da imagem que seu presidente projetou dentro e fora do país. Infelizmente o capitão não era um robô. É de carne e osso, e por isso mais perigoso e capaz de arrastar o país para um clima de guerra, ódios e desesperança de tempos menos sombrios.

    Lula e Bolsonaro, embora ambos nos antípodas da ideologia, são tudo menos robôs e alienígenas. Todos sabemos o que pensam e querem e o tipo de país que representam, para o bem ou para o mal. Um prêmio, entretanto, para quem for capaz de decifrar a incógnita do ex-juiz impassível metamorfoseado em político.

    Não há dúvida a esta altura que o verdadeiro enfrentamento nas eleições se dará entre a tríade Lula, Bolsonaro e Moro, os únicos aspirantes que hoje são conhecidos até pelos menos cultos e pelos mais pobres. Todos os outros candidatos da procissão de aspirantes da terceira via aparecem no momento mais como fantasmas para a grande massa dos milhões de eleitores.

    Logo o ringue estará armado, e lá aparecerá a verdadeira personalidade e força política da tríade que desta vez disputará algo mais que umas simples eleições.

    Tudo isso se antes o mago Lula não puser ponto final à luta com um triunfo já no primeiro turno, algo que já começa a se desenhar como possível, caso Bolsonaro não consiga ressuscitar dessa fraqueza crônica com que hoje aparece nas pesquisas.

    EL PAIS 

     

     

     

    O mundo está perdido!


     

    Marcadores: ,

    Brincando de autoritatismo

     


    Marcadores: ,

    My Favorite Things - John Coltrane [FULL VERSION] HQ


     

    Anger Management



     


    segunda-feira, dezembro 06, 2021




     

    Viagra para Alzheimer



    CELLUS

     

    Marcadores: ,

    John Dowland's "Come Again: Sweet Love Doth Now Invite"



    Come again
    Sweet love doth now invite
    Thy graces that refrain
    To do me due delight

    Empreendedores

     



    TONI DÁGOSTINHO



    Marcadores: ,

    Depois da Tormenta - Medo e Esperança em 2022 |

     

     mauricio falavigna

     

    "Os interesses hegemônicos não criaram a tempestade para oferecer tão cedo um dia ensolarado." 

     

    LEIA TEXTO DE MAURICIO FALAVIGNA

    Depois da Tormenta - Medo e Esperança em 2022 | Reconta Aí: os interesses hegemônicos não criaram a tempestade para oferecer tão cedo um dia ensolarado.

    Beatles: 10 filmes e documentários para ver após Get Back

    ]



    "Não tem jeito, o documentário “The Beatles: Get Back” é um sucesso. O resgate das sessões de “Let it Be”, organizado por Peter Jackson, colocou uma nova luz sobre os momentos derradeiros dos Beatles enquanto grupo e se tornou item indispensável para os fãs e até mesmo admiradores de ocasião.

    Mas esta não é a única obra que os adeptos da banda de Liverpool precisam conferir. Entre obras cobrindo o conjunto e seus membros solo, o TV Insider escolheu dez registros indispensáveis para conhecer essa história mais a fundo"

    leia aqui>> 
    Beatles: 10 filmes e documentários para ver após Get Back


     

    Fonoaudiologia


    LAERTE
     

    Marcadores: ,

    Adriana Calcanhotto | Meu Bonde



    E assim eu levo a vida
    Na poltrona da janela
    Pelo mar, por ar, por terra
    Sendo noite quando é dia

    Todo mundo vai sofrer

     

    " Desde que o samba é samba e que o sertanejo é sertanejo, desde que a MPB é MPB, com todos os ritmos e letras, regionalismos e tendências que compõem a mistura musical mais extraordinária do mundo – porque não há, e isso eu assino embaixo e ofereço as mãos com que digito ao fogo, não há no mundo música mais rica que a brasileira –, enfim, desde o começo dos nossos esquindôs a mulher sofre nas letras. E Marília Mendonça ajudou a colocar ordem no palco, dizendo que agora todo mundo ia sofrer, e não apenas as mulheres. Cantando que o para sempre virou pó, que as mulheres precisavam esquecer e superar, e quem se prostituía não era vadia ou vilã.

    Ela não fez isso com delicadeza, como se fosse eu a dizer para minha filha: “Vai lá, meu bem, botar um casaquinho.” Marília Mendonça não tinha uma voz. Ela tinha um estrondo na garganta. Era um ciclone, que preenchia o palco e irradiava para a plateia. Na voz de Marília, versos se tornavam ordem. Por exemplo, na canção Alô Porteiro, sobre uma mulher que manda barrar o companheiro infiel na portaria: Pegue suas coisas que estão aqui/Nesse apartamento você não entra mais […] Alô porteiro, tô ligando pra te avisar/Esse homem que está aí/Ele não pode mais subir/Tá proibido de entrar."

    leia artigo de Martha Batalha​

    Todo mundo vai sofrer


     

    domingo, dezembro 05, 2021

    Barca & Camisa


     

    Contato Humano


    ALPINO
     

    Marcadores: ,

    Bozominions no tempo de Cristo




    KIPPER

     

    Marcadores: ,


    e o blog0news continua…
    visite a lista de arquivos na coluna da esquerda
    para passear pelos posts passados


    Mas uso mesmo é o

    ESTATÍSTICAS SITEMETER