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  • O BRASIL EH O QUE ME ENVENENA MAS EH O QUE ME CURA (LUIZ ANTONIO SIMAS)

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    Fragmentos de textos e imagens catadas nesta tela, capturadas desta web, varridas de jornais, revistas, livros, sons, filtradas pelos olhos e ouvidos e escorrendo pelos dedos para serem derramadas sobre as teclas... e viverem eterna e instanta neamente num logradouro digital. Desagua douro de pensa mentos.


    domingo, fevereiro 08, 2026

    Donald Trump is a Racist

     

     

    "By now everyone knows that Piggy Trump posted a racist video to his stupid ass Truth Social. I know everyone knows because it punched straight through the background noise and landed in the one place that only ever lights up when something is seriously fucked — my girlfriends’ group chat. The sacred space normally reserved for Instagram reels, town gossip, drink plans, and the ongoing existential crisis of what the fuck am I making for dinner because for the love of all things holy I cannot make pasta again. When that chat suddenly turns political, something has gone so wrong it kicked the door in and made itself everyone’s problem.

    Because when a group of women who are trying to decompress, drink wine, and watch people spin across ice in sequins are suddenly rage-typing about racism and Republican creeps instead, it means the bullshit didn’t stay where it was supposed to. It forced itself into the room, wiped barbecue sauce on the do-not-ever-touch decorative bathroom towels, drank the milk straight out of the carton, knocked shit over, sprawled out on the couch, and sat there long enough for the smell to register before your brain caught up."


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    Donald Trump is a Racist - by JoJoFromJerz

    Narrar sem entender

      

    (ilustração: Romero Cavalcanti)

    "Eneida de Moraes foi uma escritora nascida no Pará e depois radicada no Rio de Janeiro, com longa atuação na imprensa carioca. No seu livro de crônicas Aruanda (1957) ela conta, entre outras histórias saborosas, a história da amizade de seu pai com um vizinho. O pai dela era um ex-comandante de navio, e toda noite, depois do jantar, recebia a visita desse amigo, Seu Lima, que morava ali perto.

    O outro velho vinha para conversar, mas na verdade os dois ficavam sentados em duas cadeiras de balanço, no terraço, balançando-se, fumando e olhando a rua. Depois de meia hora de silêncio, o Comandante dava um suspiro fundo e dizia:

    -- Pois é isso, Seu Lima.

    E o outro respondia:

    -- É verdade, Comandante.

    Este é provavelmente o mais cinematográfico dos diálogos, e no entanto não aparece em nenhum manual-de-roteiro de Syd Field ou de Robert McKee. Não por culpa deles, é claro. Eu vejo esse diálogo, com sua tonelada de significados implícitos, como algo extraído de um filme de Andrei Tarkovsky ou do recentemente falecido Béla Tarr."


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    035) Narrar sem entender - Braulio Tavares


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