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  • O BRASIL EH O QUE ME ENVENENA MAS EH O QUE ME CURA (LUIZ ANTONIO SIMAS)

  • Vislumbres

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    Fragmentos de textos e imagens catadas nesta tela, capturadas desta web, varridas de jornais, revistas, livros, sons, filtradas pelos olhos e ouvidos e escorrendo pelos dedos para serem derramadas sobre as teclas... e viverem eterna e instanta neamente num logradouro digital. Desagua douro de pensa mentos.


    sábado, setembro 09, 2023

    Scorpion Party

     


    "As with the best TV series, a larger spirit enters the proceedings as the seasons progress and the worms begin to turn. In Succession, you start to realize that they have all, in a manner, been talking to themselves, and now action must take place. It’s like Hamlet fed on the Nasdaq and Oreos, with a disquieting pinch of digital unreality. At the center of it all, the trials of the young Roys never seem imposed on them from the outside, either by the writers, the actors, or even their circumstances. Each sibling’s disaster bursts from their character and conscience like fungus from a healthy tree. Kendall is just not very good at what he does with his life; he has no gift for planning, no strategy, and is a wonderful portrait of a realityimpaired child who can’t get over it. (“I think the headline needs to be fuck the weather—we’re changing the cultural climate.”) As dragon slayers go, they’re all pissants, spooked by every release of smoke from their father’s nostrils, while each of them slides into their own miasma of personal uselessness. "

    READ THE ARTICLE BY ANDREW HAGEN

      Illustration by Tom Bachtell  

    Curb your governismo

     

     

    ARNALDO BRANCO

     Sou roteirista do Greg news, um programa de comédia feito em cima do noticiário, que não raro simplifica nosso trabalho produzindo conteúdo em forma de piada pronta. O primeiro episódio de 2023, exibido em abril, alertava para o erro que seria gastar uma indicação para a vaga aberta no Supremo Tribunal Federal com o advogado Cristiano Zanin, um sujeito conservador e que se veste como um coroinha que começou tarde na carreira.

    É claro que aquilo que a gente chama de erro o Lula e membros do governo podem defender que é estratégia, embora qualquer cálculo feito em cima de um cargo que só vai expirar em 2050 seja um tanto arriscado. Mas não é proibido desejar que as coisas se aproximem um pouco mais do ideal e que um governo progressista dê mais espaço para, bem, progressistas.

    O fato é que depois que Zanin assumiu seu posto e enfileirou uma série de votos lamentáveis voltamos ao assunto para exercer nosso direito de fazer uma das coisas mais satisfatórias permitidas ao ser humano, que é dizer “eu avisei”. Mas não só isso: diante da abertura de uma nova vaga no STF, incitamos o governo a dessa vez dar preferência a uma mulher negra progressista — uma demanda de várias organizações do Movimento Negro que a gente encampou.

    Foi o bastante pra um povo na internet surtar e dizer que estávamos — juro que usaram esse termo — chantageando o governo, e que somos financiados por ONGs estrangeiras que desejam criar o clima para uma nova Operação Lava Jato. Quem lê isso pensa que no programa a gente ameaçou revelar algum podre do Lula em troca da nomeação, mas a gente só linkou um site onde você pode mandar uma mensagem para a assessoria da presidência pedindo pra ele considerar a proposta.

    É o tipo de campanha que representa uma ameaça tão grande ao governo quanto um abaixo assinado do avaaz ou uma nota de repúdio — mas assim como nesses casos não custa nada tentar. Se disparo de email é uma ferramenta de pressão assim tão eficaz quero uma auditoria em ações parecidas da época em que a gente pediu o impeachment do Bolsonaro e que movimentaram (inutilmente) milhões de pessoas.

    Todo mundo entende que é preciso fazer alguns sacrifícios em nome da governabilidade, mas abrir mão do pensamento racional não é um deles. Lula, um cara que pegou duas cadeias, comandou uma greve histórica e é obrigado a negociar com um congresso que o arrombado do eleitor brasileiro só ajuda a piorar deve olhar pra essa galera que trata ele como um cristal delicado e dizer “eu, hein”.

     

    CONFORME SOLICITADO

    https://conformesolicitado.substack.com/i/136787120/curb-your-governismo

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    Can - Moonshake

    Why can't we go away, just speeding out?You just don't want to stay where you aimYou can't depend and stay all nightYou can't often stay all night

    Governabilidade


    CAU GOMEZ  
     


    FRAGA

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    Horário de almoço no Congresso



    JOTA CAMELO

     

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    RADAMES GNATALLI - Fim De Semana Em Paqueta (Braguinha)

    How a Strike Over Streaming Could End Up Killing Network TV

     

     

    " While ratings will surely be way down, and ad revenue will also take a big hit, one of the biggest sources of revenue for broadcasters — the hundreds of millions in fees they collect from their affiliates and cable operators — will remain steady. At the same time, expenses will plunge, because reruns and reality cost a lot less than new episodes of scripted fare. One industry insider forecasts the networks have a “pretty good chance to come out ahead, at least for a little while.” That might sound cold and calculating, but it’s also probably true: In its earnings report Wednesday, Netflix said its cash-on-hand would jump by around $1.5 billion this year, a revenue jump that’s a direct result of not having to pay actors and writers. “That’s why there’s zero hurry to settle,” the network wag says. “Every quarter they’re on strike, spending is down and profits are up.”

    But while there could be some short-term “benefits” to broadcast TV switching to strike mode this fall, there’s also a real risk — specifically that the audience which tunes out will never return. “Whenever SVU is off for two weeks, there’s attrition in the ratings,” says Leight. The reality that most returning shows will go at least eight or nine months between original episodes — or longer if the strike drags on beyond October 1— could spell Nielsen disaster. “This is going to hammer the ratings when shows are back on,” he says. The biggest danger as these insiders see it is that the audiences who have stayed loyal to the broadcast ecosystem — the folks who still watch Abbott Elementary when it airs on ABC every Wednesday — may finally give up and give in to the streaming dark side. “Do they think they’re going to flip a switch and everyone is going to come running back [to network TV] for 10 episodes?,” a network insider says. “Maybe most people will, but it’s going to exacerbate what would’ve already been a 5 to 10 percent decline and make it so they’re down 20 percent
    when it’s all done. It’s just another chance for people to get out of the habit of watching network TV.”"

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    How a Strike Over Streaming Could End Up Killing Network TV

    Justin Johnson –Mystery Train

    sexta-feira, setembro 08, 2023


     

    Zippy the Pinhead creator Bill Griffith wins the National Cartoonists Society's Reuben Award


     

    'So Griffith attributed his success at the paper to his ability to refrain from drawing graphic sex and from shooting at the publisher. His daily strip was soon picked up by King Features Syndicate, and Griffith continues it to this day."

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    Zippy the Pinhead creator Bill Griffith wins the National Cartoonists Society's Reuben Award | Boing Boing:

    Wilson Simonal - CUIDADO CANTOR - PASSARINHO - NÊGA - NÃO PONHA A MÃO - JÁ VAI - NA ONDA DO BERIMBAU.

    Vamos falar de independência.

     


     

     

    LILIA SCHWARCZ

    Você sabia que o famoso 7 de setembro de 1822 não teve grande impacto no ano de sua realização? D. Pedro foi aclamado no Rio de Janeiro, então capital do vice reino, e só a partir de 1827, numa carta escrita pelo primeiro imperador, e clamando por seu próprio protagonismo, é que a data começou a ser, lentamente celebrada.
    Você sabia que o primeiro estado a reconhecer a emancipação política do Brasil foi Angola? Isso pois as elites agrárias não queriam interromper o tráfico de escravizados?

    Você sabia que a mais famosa imagem criada sobre o 7 de setembro, foi uma encomenda do império ao artista Pedro Américo, que a elaborou em grande parte na Itália? A imagem não tem nada de “verista” (no sentido de verdade) e é em sua maior parte imaginada? Não existia colina, d Pedro estava montado em um burro (e não em um cavalo), o rio Ipiranga não poderia estar tão próximo e o príncipe não usava roupas de gala pois não vinha de missão exatamente oficial? Mas Pedro Américo tratou de explicar em livro de sua autoria: “em nome da nação sacrificava a nacionalidade”.

    Você sabia que a famosa tela, criada para ficar no Museu do Ipiranga, chegou em 1888 e ficou guardada nos porões da faculdade de direito só podendo ser apreciada em 1895 e inaugurada oficialmente em 1922 — no centenário da independência? Até então circulou só em preto e branco, pois foi registrada pelo artista ainda em Florença. Mas logo virou ícone da independência, mesmo sem cores. Ela representava a elevação e o triunfo da monarquia, que estava com os dias contados e cairia em 1889.

    (Essas e outras histórias Carlos Lima, Lúcia Stumpf e eu contamos no livro “O sequestro da independência”)



    PIETRO SOLDI

     

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    A cartilha do Feder

     

     

     

     "E imprimir materiais didáticos por conta
    própria é uma prática que afeta os profes-
    sores há muito tempo. A gente precisa im-
    primir apostilas e outros materiais com
    os nossos próprios recursos, com o nosso
    salário, as nossas impressoras. Mas, ago-
    ra, imprimir apostilas para os alunos vai
    ser impossível, isso torna o trabalho em
    sala de aula totalmente inviável.” Gon-
    çalves, efetivado na rede pública em 2011,
    afirma que, nos últimos anos, “o plano de
    carreira foi jogado pelo ralo”. “Essa estra-
    tégia de dividir os professores em muitas
    categorias serve para evitar que a gente se
    organize, os professores mais novos estão
    no fio da navalha, não se sentem seguros
    para questionar as iniciativas do gover-
    no.” O maior problema da digitalização,
    prossegue, é não ter sido discutida com a
    base. Se o governo assim o fizesse, desco-
    briria a falta de estrutura das unidades de
    ensino. “Quando há muitos aparelhos co-
    nectados no wi-fi, a internet simplesmen-
    te não funciona e os professores precisam
    rotear o próprio sinal para os alunos. Esse
    é só um dos problemas do dia a dia.”
    Segundo Gonçalves, as novas apostilas
    têm cada vez menos conteúdo e obrigam o
    aluno a recorrer ao celular com frequên-
    cia. Alguns materiais se limitam a exibir
    o título do texto a ser trabalhado em sala
    de aula e oferecer um QR Code com aces-
    so ao conteúdo completo. “Um aluno de
    escola pública não tem um celular bom.
    A maioria ganhou o telefone de segunda
    mão dos pais, que já estava velho. As ba-
    terias não duram, é comum ver aquela te-
    la toda trincada, os aparelhos não supor-
    tam muitas vezes os aplicativos. É uma
    realidade muito dura.”"

     "O novo projeto estabelece ainda um
    roteiro em slides, que impede o professor
    de buscar alternativas. CartaCapital teve
    acesso a esse material. O tempo é crono-
    metrado para cada tópico, cujo máximo
    de explanação não passa de três minutos.
    Os professores não são tolhidos somen-
    te pelo material didático limitado. No co-
    meço de agosto, o governo estadual pu-
    blicou uma portaria que obriga diretores
    a assistir ao menos duas aulas por sema-
    na de cada professor, e enviar um relató-
    rio aos superiores. “Isso acontecia antes
    também, mas agora se intensificou. É o
    que a gente chama de ‘presenciômetro’. É
    uma situação muito constrangedora pa-
    ra todo mundo, porque o diretor também
    é observado e acaba tendo mais essa atri-
    buição, além de todas as demais respon-
    sabilidades na escola”, afirma Gonçalves."

    MAIS NA REPORTAGEM DE MARIANA SERAFINI 

     

     

    O desfile flopou!



    AROEIRA
     
     

     
     
     


    NANDO MOTTA

     

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    quinta-feira, setembro 07, 2023

    John Coltrane - Lonnie's Lament

    Independencia ou... ou... ou...


    CLAYTON
     

    FRAGA
     

    NANDO MOTTA

     

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    Paquetá, realmente, parou no tempo


     

    quarta-feira, setembro 06, 2023

    Big Thief - Love Love Love (Official Audio)

    I already died I’m singing from the other side Underneath love Avoidance and pride I look you in the face and lie I tell you I want your love You’re the cigarette in my fist You are s
    I already died
    I’m singing from the other side
    Underneath love
    Avoidance and pride
    I look you in the face and lie
    I tell you I want your love
    You’re the cigarette in my fist
    You are so hard to resist
    o hard to resist

    I already died I’m singing from the other side Underneath love Avoidance and pride I look you in the face and lie I tell you I want your love You’re the cigarette in my fist You are so hard to resist

    CHILE

     


    Image

     Dorrit Harazim

     Peter Kornbluh é incansável no seu pacto com a verdade e a História. Aos 67 anos, continua a não dar sossego a ditaduras, ditadores e ao governo que mais vezes incentivou a treva em terras estrangeiras — os Estados Unidos. Além de pesquisador sênior do National Security Archive (NSA), instituição que obtém, analisa e publica documentos secretos do governo americano graças à Lei de Liberdade de Informação, Kornbluh também dirige o Projeto de Documentação sobre o Chile, da mesma NSA. Às vésperas do 50º aniversário do feroz 11 de setembro de 1973 chileno, ainda resta muito a desenterrar sobre o golpe militar que matou, prendeu ou torturou pelo menos 40.018 pessoas. Mas Kornbluh tem método. E paciência. De garimpo em garimpo, ele desenterra novos documentos.

    Semanas atrás divulgou a transcrição de um telefonema do então presidente dos Estados Unidos, Richard Nixon, a seu assessor de Segurança Nacional, Henry Kissinger. Datado de 15 de setembro de 1970, o telefonema contém comentários de Nixon sobre seu encontro de véspera, ultrassecreto, com o todo-poderoso Agustín Edwards — dono do maior conglomerado de mídia do Chile. (Contexto: dez dias antes desse encontro, o socialista Salvador Allende conseguira surpreender meio mundo derrotando por estreitíssima margem o ultraconservador Jorge Alessandri. Pela legislação da época, o Congresso chileno precisava ratificar o resultado das urnas, abrindo o caminho para o presidente eleito assumir o Palacio de la Moneda.)

    Edwards tinha ido a Washington justamente para arredondar com o governo Nixon o plano em curso que impediria esse rumo da história: as Forças Armadas chilenas assumiriam o poder, dissolveriam o Congresso, e Allende não seria empossado. Soa familiar? Os conspiradores receberiam seguro de vida, armamentos e munição, além de garantias “claras e específicas de não serem abandonados ou postos no ostracismo” e US$ 50 mil em espécie. Tudo cortesia da CIA. O plano incluía sequestrar o comandante em chefe do Exército, general René Schneider, considerado um entrave constitucionalista.

    Só que deu tudo errado. Em novo telefonema de Nixon para Kissinger, desta vez já em outubro, o ocupante da Casa Branca pergunta:

    — O que está acontecendo no Chile?

    Kissinger respondeu ter havido um revertério para pior. O planejado sequestro do general, a dois dias da diplomação de Allende, fora um fiasco — a vítima acabou sendo mortalmente ferida à bala, e a população condenara a ação.

    — O passo seguinte — continuou Kissinger — deveria ter sido a tomada do poder, mas também isso não ocorreu. Provavelmente agora é tarde demais.

    Concluiu, com desprezo, que os militares golpistas eram “um bando de incompetentes” por não terem conseguido impedir a diplomação do eleito. A partir daquele 24 de outubro de 1970, em nenhum momento o magnata Edwards, os militares chilenos, a CIA, Kissinger ou Nixon deixaram de tramar, por um só dia, a queda do socialista dos Andes. Era só questão de tempo. O golpe veio nas primeiras horas do 11 de setembro de 1973, feroz, brutal, sanguinário. Durou 17 anos e teve no general Augusto Pinochet seu ditador-modelo: corrupto, obcecado e desumano.

    Entre os múltiplos eventos idealizados para marcar os 50 anos daquele trauma está uma edição em espanhol do trabalho de Kornbluh, pela Catalonia Books chilena: “Pinochet desclasificado: los archivos secretos de Estados Unidos sobre Chile”. Um documentário em quatro partes, baseado no esforço do pesquisador para desenterrar a documentação secreta do papel dos Estados Unidos na trama, também será transmitido por uma grande emissora de TV do país.

    — O Chile representa uma das mais infames operações clandestinas da CIA — diz Kornbluh —, pois é onde você tem um elo explícito de um presidente dos Estados Unidos ordenando a derrubada de um governo democraticamente eleito.

    Simples assim. O atual presidente chileno, Gabriel Boric, já solicitou ao governo do democrata Joe Biden a liberação de documentos da Casa Branca referentes ao Chile nos anos 1973 e 1974. Pedido difícil de atender, justamente pela ausência de escrúpulos que a papelada ainda poderá revelar.

    A ditadura chilena caminhava para seu 13º ano de abusos quando Boric nasceu, portanto o atual ocupante do La Moneda nada testemunhou. Por isso mesmo, quer que sua geração tenha acesso pleno e transparente a um passado nacional que muitos já tentam adulterar. De um ano para cá têm surgido postagens de extremistas rebatizando o 11 de setembro de “escolha pela liberdade” feita por chilenos patriotas. Soa familiar?

    Pela mesma razão, recomenda-se a leitura mais completa sobre a contribuição da ditadura brasileira ao golpe e à repressão da era Pinochet. “O Brasil contra a democracia – A ditadura, o golpe no Chile e a Guerra Fria na América do Sul” (Companhia das Letras, 2021), do jornalista e analista internacional Roberto Simon, é leitura obrigatória para que esse capítulo trevoso da História do Brasil também seja corretamente aprendido. 

    O GLOBO  

    ilustração: MARCELO

    PERDAS


     

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    Retratos Fantasmas versão Errejota

     


     

    Documentário inspira a newsletter dessa semana ou Eu Também Amo o Centro da Cidade.

    leia texto e veja galeria de HAROLDO MOURÃO > Retratos Fantasmas versão Errejota

    Lula fará gol contra se trocar Ana Moser por Fufuca

     O presidente Lula abraça a ministra do Esporte, Ana Moser

     

    Bernardo Mello Franco
     

    Na campanha de 2022, Lula anunciou um plano imodesto para o esporte brasileiro. “O que nós precisamos fazer é uma revolução”, declarou. A cinco dias do primeiro turno, o petista disse que o setor ganharia destaque inédito se ele voltasse ao poder. “Vocês nunca tiveram na história deste país um presidente comprometido com o esporte como eu vou ser daqui para a frente”, prometeu.

    O discurso empolgou celebridades que participavam do ato público, como o ex-jogador Casagrande, o técnico Vanderlei Luxemburgo e a ex-craque do vôlei Isabel Salgado. Eleito, Lula colheu novos aplausos ao anunciar a recriação do Ministério do Esporte, extinto por Jair Bolsonaro. Confiou a nova pasta a Ana Moser, medalhista nas Olimpíadas de Atlanta.

    A lua de mel com os atletas durou pouco. Ontem à tarde, Lula chamou a ministra para uma conversa reservada no Planalto. Aliados dão como certo que ela perderá o cargo para dar espaço ao deputado André Fufuca, um dos próceres do Centrão. Se confirmada, a troca será mais um dos piores gols contra do petista no terceiro mandato.

    Desde que o governo começou a esboçar a reforma ministerial, Ana Moser aparece entre os mais cotados para perder a cadeira. A ameaça não está ligada ao desempenho da ministra, e sim ao fato de ela não ter padrinhos influentes no Congresso. Sem filiação partidária, a ex-capitã da seleção de vôlei foi submetida a uma demissão em câmera lenta, a ser sacramentada antes da viagem do presidente à Índia.

    Em nota, a Comissão de Atletas do COB protestou contra a queda anunciada: “O esporte não é moeda de troca. Nos sentimos envergonhados e desprestigiados, vendo que o esporte no Brasil continua sendo encarado como algo menor”.

    Pelo que se sabe das negociações em curso, moeda é o que não vai faltar. Para valorizar a pasta, o governo promete turbiná-la com novas receitas da taxação de apostas. Se o plano der certo, o Centrão ganhará mais milhões de motivos para amar o esporte. 

    O GLOBO 

     
     
     

     

    Paquetá


     

    Lana Bittencourt - Se Alguém Telefonar (Jair Amorim) - 1958

    Se alguém / Alguém que eu sei 

    Pra mim telefonar / Não estou 

    Se alguém / A voz de alguém 

    Por mim mandar chamar / Não voltou

     

     

    segunda-feira, setembro 04, 2023


     

    Alvaro Lancellotti - Nossa horta / Merinha



    Tudo o que tinha levaram da Merinha
    Casa, família, tudo o que ela tinha
    Sentada na calçada ela cozia todo dia
    Sentada na calçada ela cozia todo dia
    Tudo o que tinha levaram da Merinha
    Casa, família, tudo o que ela tinha

    White Rabbit (Remix) - trippy video of fractal deepdream hallucinations



    One pill makes you largerAnd one pill makes you small

    With Multiple Battles, Russia and Ukraine Puzzle Over Where to Put Troops

     Ukrainian soldiers holding guard at a defensive position outside Kupiansk earlier this month.

     ~Russia’s military has put Kupiansk, already battered and mostly depopulated, in its cross hairs, hoping to prompt Ukraine to come to the city’s defense by siphoning soldiers away from its own counteroffensive in the South and Southeast.

    Ukrainian commanders, in turn, hope that the slow gains they are making in that counteroffensive will force the Russians to redeploy forces from Kupiansk to those battlefields.~

    read report by Constant Méheut

    With Multiple Battles, Russia and Ukraine Puzzle Over Where to Put Troops | USA Times

    domingo, setembro 03, 2023

    inverno em paquetá


     

    Brasil X Brasil



     
     
    CAU GOMEZ

     

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    Papo Pega-Trouxa



    JOTA CAMELO

     

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    Isso é que é transparencia



    REI DAS CHARGES

     

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    Seres de Paquetá


     

    MARGARITAVILLE by Jimmy Buffet (IN MEMORIAM)



    Nibblin' on sponge cakeWatchin' the sun bakeAll of you Parrotheads covered with oilAnd feathers, and signs, and pinsStrummin' my six string on my front porch swingSmell those shrimp, hey they're beginnin' to boilBubble, bubble, bubble, bubble
    Wastin' away again in MargaritavilleSearchin' for my long lost shaker of saltSalt, salt, salt


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