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  • Acabar com a corrupção eh o objetivo supremo de quem ainda nao chegou ao poder. (Millor Fernandes)

  • Vislumbres

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    Fragmentos de textos e imagens catadas nesta tela, capturadas desta web, varridas de jornais, revistas, livros, sons, filtradas pelos olhos e ouvidos e escorrendo pelos dedos para serem derramadas sobre as teclas... e viverem eterna e instanta neamente num logradouro digital. Desagua douro de pensa mentos.


    sábado, outubro 17, 2015

    Cunha soterrado






    (São Paulo, SP)

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    Cunha chora ao ver xerox de seu passaporte na Suíça e assume que tem um irmão gêmeo desaparecido






    Enquanto chorava de emoção, Eduardo Cunha explicou a situação: “Agora que acharam os documentos, não tenho mais como esconder a verdade. Tenho um irmão gêmeo que não vejo há anos. Nos separamos pois ele tinha uma vida moralmente condenável, diferente de mim que sempre fui honesto e integro”

    leia mais:
    Cunha chora ao ver xerox de seu passaporte na Suíça e assume que tem um irmão gêmeo desaparecido | Sensacionalista

    A “safada” que “abandonou” seu bebê

     EL PAÍS

    "A criminalização do aborto é, na prática, uma máquina estatal de produzir cadáveres femininos. E também órfãos, já que parte destas mulheres têm outros filhos esperando-as em casa. Pesquisas mostram que a morte da mãe multiplica as fragilidades e acentua a miséria, condenando a família que restou.

    É preciso confrontar o mito da maternidade, que esmaga as mulheres há tantos séculos. A ideia de que ser mãe é a realização suprema de qualquer mulher e de que nos tornamos mulheres mais completas ao vivermos a experiência da maternidade é uma armadilha na qual algumas de nós caem alegremente. Outras até mesmo se atiram. Ainda hoje, mulheres que não têm filhos são vistas por muitas de suas contemporâneas esclarecidas como uma espécie de ser pela metade. Ora histérica, ora frustrada. Para sempre incompleta. No mesmo sentido, é preciso combater a ideia de que a maternidade é feliz. E feliz mesmo quando é triste, o clássico clichê do “ser mãe é padecer no paraíso”. O lugar mitificado dado à maternidade por uma série de razões históricas reduz mulheres como Sandra a “safadas”, no jargão popular, a criminosas no Código Penal.

    Estamos todas implicadas nesse mito da maternidade que nos esmaga e que lamentavelmente ajudamos a reproduzir. Somos cúmplices de nossos algozes históricos quando chamamos uma mulher como Sandra de “safada”, por ter escolhido não se tornar mãe da forma desesperada e desesperadora que suas circunstâncias lhe permitiram. Nem posso alcançar a solidão e o horror de Sandra parindo um bebê num banheiro, escondida, cortando ela mesma o cordão umbilical, amamentando a criança para poder entregá-la para ser adotada por quem dela poderia se tornar mãe.

    Para alcançarmos a dignidade, precisamos dizer o mais difícil. O muito mais difícil: #SomosTodasSandra. Eu sou.! "


    leia a coluna completa de Eliane Brum​  >> 
    A “safada” que “abandonou” seu bebê | Opinião | EL PAÍS Brasil

    sexta-feira, outubro 16, 2015

    Ulstra no inferno




    (Rio de Janeiro, RJ)
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    pela cochlea: Paul Simon - That Was Your Mother

    Well, I'm standing on the corner of Lafayette
    State of Louisiana
    Wondering where a city boy could go
    To get a little conversation
    Drink a little red wine
    Catch a little bit of those Cajun girls
    Dancing to Zydeco


    Read 'Moby Dick' Online, One Line at a Time |

     

    If you really feel ambitious, you could read the whole of Moby Dick sitting at your computer screen, clicking away. Granted, getting through hundreds of pages of maritime minutia can be hard enough when you can skim a page, but The Whale gives you the opportunity to really savor Melville’s literary prowess. Go ahead, we’ll be here to discuss it when you finish in a few years. 
     
    Read 'Moby Dick' Online, One Line at a Time | Mental Floss

    PALAVRAS: HUmor


    O Humor, assim como os sapos, pode ser dissecado,
    mas o processo mata a coisa
    e suas entranhas causam engulhos
    aos que não tem as mentes mais científicas

    E. B. White

    Cunha na loja de animais




    SAMUCA
    (Recife, PE)
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    Via iris : LA SAPIENZA (Eugene Green, França, 2014)


    A interpretação artificial dos atores (intencional) me perturbou no início mas pela beleza dos cenários e detalhes arquitetõnicos persisti no filme. Realmente, são de tirar o folego. Pena que o final retome as platitudes.


    21 incríveis fronteiras internacionais ao redor do mundo




    Dependendo de como as nações que fazem a fronteira são amigáveis entre si, essas fronteiras mudam drasticamente. Por exemplo, é fácil não saber onde está a divisão entre nações amigas localizadas na zona Schengen da União Europeia, que são simplesmente marcadas por um sinal ou linha na estrada. Outras fronteiras são impossíveis de não ver, como no caso entre os EUA e o México, que é vigiada por guardas armados, longas filas e advertências claramente marcadas contra imigrantes ilegais.




    veja a galeria

    Grafitti on Homeland, unnoticed by producers, calls show racist


     

    The three artists criticized the first season for suggesting that Al Qaeda was an “Iranian venture” that had sought revenge against the United States on behalf of Iran. Al Qaeda is a Sunni Muslim extremist network, which Shiite Iran and its Lebanese proxy, Hezbollah, have in recent years treated as, in some ways, a more imminent danger than Israel.

    In October 2012, Lebanon’s tourism minister at the time, Fadi Abboud, threatened to sue the makers of the series for their depiction of Beirut, the Lebanese capital. The program’s portrayal showed a group of terrorists meeting on Hamra Street, which was depicted as a center for militia violence; in real life, the street is a cosmopolitan road with a Starbucks, outdoor cafes and women in outfits ranging from skimpy to fully veiled. Mr. Abboud was particularly angry that the episode had been filmed in Israel, which is officially at war with Lebanon.

    read more
    Street Artists Infiltrate ‘Homeland’ With Subversive Graffiti - The New York Times

    quinta-feira, outubro 15, 2015

    Histórias de Miele


    De MARIA LUCIA RANGEL

    Em novembro de 2013 fiz minha última entrevista com Mièle. Ele estava feliz com a perspectiva de futuros trabalhos e contando, como sempre, casos divertidos. Separei três historinhas que ele me contou este dia. A amizade vem de longe, desde que frequentávamos a casa de Elis. As duas últimas fotos são de Beti Niemeyer. A da piscina é de Paulo Garcez.

    Quando se separou de Ronaldo, Elis Regina separou-se também de Miele. Foram cinco anos sem se falar. Até que um dia ele foi avisado: “D. Elis está ao telefone”. Achou que era trote e não atendeu. O mensageiro voltou: “Ela deseja falar com o Carneiro”. Carneiro era seu apelido entre poucos amigos: coxas grossas e cabelos encaracolados. “Você não vem ver meu show não, seu veadinho?”. Típico jeito amoroso de Elis abordar os amigos. Ela estava fazendo um de seus melhores 
    espetáculos, Saudade do Brasil, e reservara uma mesa na primeira fila do Canecão para ele:

    - Ela era perigosa. Por via das dúvidas tomei duas vodkas no botequim ao lado e entrei bem. Elis cantou as primeiras músicas e nada. Eu quase no palco e nenhum olhar dela. Até que sentou-se no chão, disse que tinha uma pessoa ali que fazia parte da sua história e começou a cantar “Amigo é coisa pra se guardar, debaixo de sete chaves, dentro do coração...”. Eu morri, sabe? E ela não conseguiu cantar de tanta emoção, mas o conjunto tocou a melodia ao lado dela. Quando acabou, enxugou as lágrimas e, na minha fantasia, exclamou: “Não te devo mais nada. E tem mais um recado”, e emendou com Sabiá.

    À medida que as histórias são lembradas, Miele vai se animando. Pula de Elis para Bob Short e Tom Jobim e conta do almoço que a socialite Irene Singery ofereceu aos dois, em sua casa. Lá pelas tantas Bob Short falou para nosso maestro: “Você é muito bom. You´re great. Você só não é Cole Porter”. Tom recrutou: “Não sou porque não quero”. Miele lembra que, dias depois, Tom escreveu Chansong: “A música fala de Gloria Vanderbilt, que teve um caso com Bob Short, que ganhou um dinheirão fazendo um jeans com o nome dela. Short morava em Nova York e tinha uma casa na França, gostava de Brahma. A letra fala do “my boss Nesuhi”, que contratou os dois. Enfim, lá estava a resposta de Tom. Como tinha estado com Bob Short no Rio, levei uma fita com a música de Tom para ele, no Carlyle, em Nova York, onde ele se apresentava. Era a noite que marcava o início de temporada e estavam todos vestidos a rigor. E sentados, Kirk Douglas e Jack Lemmon. Lá pelas tantas Short chamou Lemmon para tocar piano Depois se referiu a mim, dizendo que eu vinha do Brasil e perguntou o que desejava ouvir. Escolhi There´s a Small Hotel (Rodgers e Hart).
    De Bob Short Miele vai para Michel Legrand, outra de suas paixões, “um gê-nio”, declara.

    Conheceu-o no Olympia, durante uma temporada de Elis na França. Perguntou se ele faria um arranjo para Elis: “Por que eu se vocês têm o Luiz Eça no Brasil?” Quando fomos para a Alemanha, Elis tinha direito de levar um convidado. Legrand foi conosco. Agora corta. Tempos depois, Legrand se apresentava no 150, uma boate do Hotel Macksoud, em São Paulo. Eu estava com Luiz Eça e revolvemos ir em cima da hora. Não tinha lugar, claro. Estávamos os dois na porta, cantando o porteiro para nos deixar sentar em qualquer lugar quando chegou Legrand. Perguntou se iríamos assistir seu show. Respondi que estava com Luiz Eça e não tinha mais lugar. “Luiz Eça? O lugar dele é no piano.” E levando nosso pianista pela mão sentou-o ao seu lado no piano e tocaram a quatro mãos Verão de 42, La Valse de Lilas e Parapluies de Cherbourg”.

    Plutão tem céu azul



    (Vila Velha, ES)
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    pela cochlea: "Telemática" - China

    Alckmin impõe sigilo de até 15 anos a dados da Polícia Militar


     A restrição não vale só para papéis que poderiam expor a população a riscos, mas para informações administrativas e financeiras da PM

    Além de dados técnicos do Metrô e da Companhia de Saneamento Básico do Estado de São Paulo (Sabesp), a gestão Geraldo Alckmin (PSDB) também impôs sigilo de até 15 anos para 26 assuntos da Polícia Militar do Estado de São Paulo - com a citação específica de 87 documentos. A restrição não vale só para papéis que poderiam expor a população a riscos, o que é previsto na Lei de Acesso à Informação (LAI), mas para informações administrativas e financeiras da PM.

    Com o decreto, fica impossível, por cinco anos, que cidadãos confrontem a distribuição do efetivo policial com o mapa dos bairros onde há mais registros de crimes - cuja divulgação é feita pela Polícia Civil. "Controle e distribuição do efetivo" é o primeiro item da lista de sigilo. Também é impossível avaliar o tipo de treinamento que os policiais recebem, uma vez que há 22 manuais sob sigilo
     leia mais
    Alckmin impõe sigilo de até 15 anos a dados da Polícia Militar - Agência Estado - UOL Notícias:

    Os trabalhadores sob o fogo do dragão

     
    "Recentemente, a Comissão Mista da Medida Provisória nº 680/15, que institui o Programa de Proteção ao Emprego (PPE), aprovou uma emenda de autoria do deputado Darcísio Perondi (PMDB-RS), que na prática revoga a CLT (Consolidação das Leis do Trabalho).

    Direitos assegurados na lei, como carteira assinada, 13º salário, horas extras, vale-transporte, auxílio-alimentação, seguro-desemprego, adicionais, fundo de garantia, férias, jornada de trabalho, direitos das domésticas e outros direitos ficam vulneráveis, correndo o risco de serem extintos.

    Muito grave também foi a forma como aprovaram a emenda: sem debate algum. Uma espécie de reforma trabalhista empurrada goela abaixo.

    Nesta mesma esteira encontra-se o projeto de lei nº 30/2015, da Câmara dos Deputados, que trata da terceirização de qualquer setor de uma empresa, incluindo a atividade-fim. Essa proposta enfraquecerá o sistema de negociação coletiva e o controle judicial.

    É importante destacar o que diz o Sindicato Nacional dos Auditores Fiscais do Trabalho sobre a terceirização: em cada dez acidentes de trabalho, oito ocorrem em empresas terceirizadas. De cada cinco mortes em ambiente de trabalho, quatro se dão em empresas assim.

    O levantamento das centrais sindicais, por sua vez, mostra que o salário nessas empresas é 30% inferior ao normal. Os terceirizados trabalham, em média, três horas semanais a mais e permanecem menos tempo no emprego: 2,5 anos, ao passo que os demais permanecem seis anos, em média."

    leia mais no artigo de Paulo Paim >> 
    SINTHOJUR

    quarta-feira, outubro 14, 2015

    Via iris: A BARONESA TRANSVIADA (dir Watson Macedo, rot Chico Anysio, c/ Dercy Gonçalves, Brasil, 1957)



    https://www.facebook.com/ricky.goodwin.5/videos/vb.1076152860/10206431892130881/?type=2&theater&notif_t=video_processedhttps://www.facebook.com/ricky.goodwin.5/videos/vb.1076152860/10206431892130881/?type=2&theater&notif_t=video_processed

    Former Employee Uploads a Fantastic Collection of Kmart In-Store Music From 1989-1991 to the Internet Archive

     Kmart


    "OK, I have to admit this this is a strange collection. In the late 1980’s and early 1990’s, I worked for Kmart behind the service desk and the store played specific pre-recorded cassettes issued by corporate. This was background music, or perhaps you could call it elevator music. Anyways, I saved these tapes from the trash during this period and this video shows you my extensive, odd collection. Until around 1992, the cassettes were rotated monthly. Then, they were replaced weekly. Finally sometime around 1993, satellite programming was intoduced which eliminated the need for these tapes altogether. The older tapes contain canned elevator music with instrumental renditions of songs. Then, the songs became completely mainstream around 1991. All of them have advertisements every few songs. The monthly tapes are very, very, worn and rippled. That’s becuase they ran for 14 hours a day, 7 days a week on auto-reverse. If you do the math assuming that each tape is 30 minutes per side, that’s over 800 passes over a tape head each month."

    Former Employee Uploads a Fantastic Collection of Kmart In-Store Music From 1989-1991 to the Internet Archive

    Charge enlameada


    (Salvador, BA)
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    pela cochlea: Miele - Melô do Tagarela (1980)

    in memoriam

    Cabelo loiro não pode!

    Marcus Vinicius Faustini, pensador e agitador cultural da periferia Foto: Gustavo Pellizzon / Agencia O Globo  

    "Em recentes conversas com jovens de algumas comunidades da periferia do Rio de Janeiro, ao perguntarmos sobre sua percepção da violência em seu entorno, a resposta imediata era de que havia pouca violência. Entretanto, numa pergunta posterior as respostas foram intrigantes: “Aqui pode tudo, só não pode pintar o cabelo de loiro, o pessoal que trabalha tomando conta não deixa.” E uma outra: “Teve um dia em que apareceu um corpo de um moleque todo cortado ali no campinho de futebol, mas isso faz tempo, e o cara tinha aprontado”. A ideia de violência estava totalmente descolada dos acontecimentos que descreviam e ligada à presença ou ausência de tiroteios e furtos. Ao mesmo tempo, numa outra ponta, não é preciso abordar ninguém numa pesquisa com rigor teórico ou em entrevistas documentais para escutar narrativas de senso comum de quem frequenta regiões nobres sobre o tema. Basta acompanhar as redes sociais que flagramos depoimentos carregados de certeza dizendo que o Rio está muito violento com flechas apontadas para culpados decretados: “São esses moleques que não querem nada da vida, sabem muito bem o caminho certo mas não querem”.

    Essas duas pontas da mesma questão são pistas para a compreensão de como estamos elegendo a juventude pobre como o perigo da vida urbana"

    leia mais na coluna de Marcus Faustini​ >>

    Freixo: Memórias do cárcere.


    Costumo dizer que os presídios são nossos centros de amnésia. No interior de seus muros, entulhamos o que desejamos esquecer.

    "Vinte e três anos se passaram, tragédias se repetiram e nós não conseguimos discutir seriamente o papel do sistema penitenciário. Ainda é difícil mostrar o óbvio: a violência nas cadeias alimenta a violência fora delas. Nossas prisões são lugares muito caros para tornar as pessoas piores.

    Punimos muito e mal. A população carcerária brasileira cresceu 317% entre 1992 e 2013. São 600 mil detentos, quase 40% deles ainda não foram julgados. Mesmo assim, muita gente insiste que somos o país da impunidade e pede o endurecimento penal. Isso só ocorre porque condenamos principalmente os invisíveis, pretos ou quase brancos quase pretos de tão pobres. As prisões têm cor e classe"

    mais na coluna de Marcelo Freixo​
    Memórias do cárcere. | Blog Henrique Barbosa

    Notícias de esportes?



    (Vitoria, ES)
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    Via iris: Jeanne Dielman, 23 Quai du Commerce, 1080 Bruxelles (Chantal Ackerman, Bélgica, 1976)

    O filme vai te enredando lentamente na rotina monótona de uma dona de casa
    até que lenta e quase imperceptivelmente essa rotina vai desandando

    Life On Hold - The struggle of Syrian refugees in Lebanon




     Displaced by a bloody conflict … over a million Syrians have flooded into Lebanon, where they now make up a quarter of the population. Haunted by the past, uncertain of the future, they wait out the war in makeshift camps and abandoned buildings. For these refugees, and for the country that shelters them, life has changed forever.

    follow it here
    Life On Hold - Al Jazeera:

    Guía animada: ¿quién lucha contra quién en Siria?




     Te explicamos en 90 segundos quién es aliado y enemigo de quién en este conflicto de Medio Oriente.

    Guía animada: ¿quién lucha contra quién en Siria? - BBC Mundo

    terça-feira, outubro 13, 2015

    O que Aecim ganhou de dia das crianças





    (Rio de Janeiro, RJ)

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    pela cochlea: James Blake - The Sound Of Silence (Simon & Garfunkel)

    Watch Film Legend Boris Karloff's Horrifyingly Funny Coffee Commercial

     Act alongside Boris Karloff in this interactive commercial


      Watch the commercial below to see the British star selling coffee—and read your lines aloud to feel like you’re “acting” alongside Karloff

    Watch Film Legend Boris Karloff's Horrifyingly Funny Coffee Commercial | Mental Floss

    Infância Debalde



    (Campinas, SP)
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    Além dos robôs, devemos temer o capitalismo, diz Stephen Hawking


     

    "O temor não é que um cientista maluco crie um exército de robôs maus, como em alguns filmes de ficção, mas que as máquinas se tornem tão competentes em alcançar seus objetivos que acabem prejudicando a Humanidade.

    “Você provavelmente não é uma pessoa que odeia formigas e pisa nelas por malícia, mas se estiver à frente de um projeto hidrelétrico de energia verde e existir um formigueiro na região que será alagada, azar das formigas”, exemplificou Hawking. “Não vamos colocar a Humanidade na posição dessas formigas”.

    Mas não são apenas as máquinas que devem ser temidas, mas também a ganância humana. Com o desenvolvimento de cada vez mais máquinas, é possível vislumbrar um mundo sem o trabalho, com robôs produzindo bens e riqueza.

    “Todos podem desfrutar de uma vida de luxo e lazer se a riqueza produzida pelas máquinas for compartilhada, ou a maioria das pessoas pode acabar miseravelmente pobre se os proprietários das máquinas conseguirem fazer lobby contra a distribuição da riqueza. Até agora, a tendência parece acompanhar a segunda opção, com a tecnologia aumentando cada vez mais a desigualdade”, disse Hawking.

    leia mais
    Além dos robôs, devemos temer o capitalismo, diz Stephen Hawking | Mundo | Gazeta do Povo:

    O mesmo é um vácuo: Nada mudou porque não aprendemos nada

    Fred Coelho, colunista Foto: O Globo


     Abra o arquivo, ele hoje é digital, está aí na sua frente, dê uns cliques, aperte os cintos e bem vindo ao reino da memória: em 19 de outubro de 1992, após os primeiros eventos que foram batizados de “arrastões”, eis algumas manchetes dos principais jornais do Rio: “Arrastões levam pavor às praias” (“O Dia”), “Arrastões invadem a orla da Zona Sul (“Jornal do Brasil”), “Arrastões aterrorizam as praias da Zona Sul” (“O Globo”). No dia seguinte, seguiram manchetes ainda parecidas com as de hoje: “Zona Sul vai reagir aos arrastões” (“O Fluminense”) ou “Zona Sul declara guerra ao arrastão” (“O Dia”). Nesse mesmo dia, o “Jornal do Brasil” publica, por fim, a notícia que nos arremessa no abismo de um tempo imóvel e patético: “Moradores culpam as linhas [de ônibus]”. Sim, as mesmas linhas, a mesma massa juvenil sob olhares de condenação por parte dos moradores, nenhuma solução para o transporte público de massa além de ônibus lotados. Aliás, há sim uma solução que muitos esperam há 23 anos: não circular mais na Zona Sul nenhum ônibus vindo da Zona Norte. Muros, grades, câmeras, duras, constrangimentos, violência generalizada. Nada mudou porque não aprendemos nada. O que adiantaram as manchetes? No que colaboraram com o imaginário já classista e divisor do carioca? Pois estamos aqui, no mesmo lugar.

    leia mais na coluna de FRED COELHO

    pela cochlea: Tudo Bem, Tanto Faz - Marcelo Jeneci (Arnaldo Antunes / Jeneci / Laura Lavieri)



    Sair?
    Pra quê?
    Prefere só ligar a tv
    Jornal pra ler
    E aquele amor, melhor esquecer

    Crianças





    SAMUCA
    (Recife, PE)

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    #WHYSYRIA : La crisis de Siria bien contada en 10 minutos y 15 mapas

    Higienópolis: Um bebê abandonado em uma sacola ‘gourmet’

     


    "Sandra está estigmatizada – de mãe incapaz, de cidadã irresponsável, de louca –, mas o homem que a ajudou a fazer essa criança está desaparecido. Dele, segundo a investigação policial sobre o caso, só se sabe o pré-nome: Edmilson. Sandra e Edmilson se conheceram em um forró, estiveram uma noite juntos, ela engravidou, ele seguiu a vida sem saber – acredita Sandra – da gestação dela. Interromper a gravidez indesejada, que sabia não poder assumir, era o primeiro crime que ela podia cometer, mas, sem saber o que fazer ou aonde ir, não cometeu. E, no Brasil, a mulher não tem o direito de doar recém-nascido de forma anônima.

    Não é preciso ir longe – ou esperar que ela volte a circular pelas ruas de Higienópolis ou de onde quer que seja – para perceber como a sociedade brasileira trata uma mulher que transforma muitos punhados de desespero em uma montanha de coragem para fazer o que fez.

    – Você conhece a Sandra? – pergunta a repórter a um segurança particular da rua onde ela mora.

    – Aquela safada? – ele responde."


    leia a reportagem de Camila Moraes Z​

    Higienópolis: Um bebê abandonado em uma sacola ‘gourmet’ | Brasil | EL PAÍS Brasil:

    segunda-feira, outubro 12, 2015

    Via Iris ; ENTREI DE GAIATO (dir J. B. Tanko., rot Chico Anysio, c/ Zé Trindade, Dercy Gonçalve e Costinha, Brasil, 1959)

    https://www.facebook.com/ricky.goodwin.5/videos/10206419666905258/

    Dia das Crianças



    (Rio de Janeiro, RJ)
     
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    Tá ficando pesado




    (Salvador, BA)

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    Por que Cunha não cai

    "Cunha patrocina os interesses de um poderoso exército que conduz a pauta mais retrógrada do país, e arrebanha para suas fileiras todos os que desejam um Brasil truculento, rico em retrocesso."
    Arnaldo Bloch Foto: O Globo

    "A bandeira de Cunha é a bandeira do desmatamento. Da revisão da demarcação de terras indígenas, passando a prerrogativa da União para o Congresso, e reabrindo a corrida das mineradoras, dos ruralistas, dos fazendeiros. É a bandeira das armas.

    É a bandeira da homofobia.

    Da criminalização de toda liberdade (desde que não seja a liberdade de dilapidar o patrimônio público).

    Por que Cunha não cai? Por que não cairá?

    Porque sua permanência interessa não somente à bancada do atraso, dos valores pétreos, da traição à pátria, da família à 1964.

    Interessa também à oposição e, eventualmente, à base e até ao Governo: todos disputam, dependendo do vento, uma casquinha do Cunha.

    Aos que se empenham, dia e noite, em aprovar o impeachment de Dilma, Cunha não causa espanto, asco, nada. Causa até admiração."


    leia mais na coluna de Arnaldo Bloch​>>

    Gabi




    Arthur Dapieve Foto: O Globo"A contemplação da Gabi t ornou-se a nossa religião particular. A inteligência, a graça, os olhos muito azuis, a máscara e as luvas pretas... Sua personalidade forte — que as nossas três pequenas detratoras chamavam de “maus bofes” — não nos deixava considerar a sério a hipótese de acrescentar outra divindade peluda ao nosso templo. No entanto, quando a Gabi já tinha quase oito anos, uma amiga precisou achar lares para uma ninhada. Receosos, adotamos um tigrado ruivo e magricela, que chamei de Tigre.

    Gabi não só aceitou o Tigre como deixou que ele sugasse suas tetas sem leite. Aberta a porteira, com o passar dos anos, adotamos o Gaudí, gordinho branco de pelo longo, focinho cor de coco queimado, e acolhemos o Bartók, gordinho preto com manchas brancas na barriga e nas axilas. Minha mulher praticamente transformou em hobby as fotografias dos quatro gatos. Eu pensava em Picasso. Els Quatre Gats.

    De manhã cedo, um a um, vinham nos dar bom-dia na cama que tomávamos emprestada deles. Se alguma vez na vida eu tive a consciência de estar sendo feliz foi nessas manhãs. Contudo, diferentemente da felicidade pura e simples, da qual se goza e ponto, a consciência de estar sendo feliz arrasta a percepção de que a felicidade acaba. Passei os últimos anos assombrado por essa inevitabilidade biológica."

     
    leia mais na coluna de Arthur Dapieve​  >>

    domingo, outubro 11, 2015

    pela cochlea: Kurt Cobain - And I Love Her (Lennon/MCartney)

    peal

    Photos of Empty Chinese Amusement Parks


     

    The amusement park is almost synonymous with noise: the rollercoaster’s creak, the visitor’s scream. But when there’s no one around to hear it, does a fairground make a sound? What happens when the crowds go home? That's what Stefano Cerio has spent the last year investigating for his latest book, Chinese Fun. The Italian photographer has traveled to off-season amusement parks in Beijing, Shanghai, Qingdao, and Hong Kong after the summer swarms have gone to see what remains. The structures, with faded colors and in various states of disrepair, appear grotesque in their loneliness. They don’t look like they’re having much fun.

    Photos of Empty Chinese Amusement Parks - The Atlantic

    Mulher de Cunha gastou US$ 59 mil em aulas de tênis nos EUA mas só aprendeu a sacar na Suiça




    leia mais
    Mulher de Cunha gastou US$ 59 mil em aulas de tênis nos EUA mas só aprendeu a sacar na Suiça | Sensacionalista: um jornal isento de verdade:

    Que horas ela volta?




    (São Paulo, SP)

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    pela cochlea: The Beatles in a Minute - Feat. Beatboxer Bronkar...

    ‘Quero minha filha de volta’, diz doméstica que abandonou bebê



     







    Reportagem de MARIANA SANCHES

    O Globo, 10 de outubro der 2015

    Growing Up Guantanamo


    Follow the incredible journey of Asadullah Rahman, the youngest inmate to be held at Guantanamo Bay.
     



    "Asadullah was only 10-years-old when he was arrested and imprisoned at Guantanamo Bay.

    While working as a tea-boy for an Afghan commander, he, along with 30 other Afghans were rounded up by US soldiers and sent to the notorious military site in Cuba.

    Branded a 'terrorist' he was held for 17 months before finally being released.

    Al Jazeera's Sonia Verma was the first journalist to find Asadullah after he was freed, travelling to his remote mountain village to interview him.

    What she discovered was a young boy who had been victimised by the US, abandoned by his country, yet nostalgic for his brief and unusual taste of the West.

    Ten years later, Sonia returns to Afghanistan to find the 22-year-old. This is no simple task."

    read the story and see the film by Sonia Verma
    Growing Up Guantanamo - Al Jazeera English: Sonia Verma

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    LEONARDO
    (Rio de Janeiro, RJ)
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