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  • O BRASIL EH O QUE ME ENVENENA MAS EH O QUE ME CURA (LUIZ ANTONIO SIMAS)

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    Fragmentos de textos e imagens catadas nesta tela, capturadas desta web, varridas de jornais, revistas, livros, sons, filtradas pelos olhos e ouvidos e escorrendo pelos dedos para serem derramadas sobre as teclas... e viverem eterna e instanta neamente num logradouro digital. Desagua douro de pensa mentos.


    domingo, agosto 09, 2026


     

    Amorim e o lançamento dos candidatos





     AMORIM

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    The Rivingtons Papa Oom Mow Mow

     

    Funniest sound I ever heard
    And I can't understand a single word
    Now, if he's serious or is he playin'
    Oom-mow-mow is all he say


     


    Final de 'Cem Anos de Solidão' acerta ao reforçar vínculo político com América Latina

     

     

     "À medida que Macondo envelhece, o verdadeiro protagonista da narrativa deixa de ser qualquer personagem. Passa a ser o próprio tempo. E poucos romances fizeram do tempo um personagem com tanta força quanto "Cem Anos de Solidão".

    Talvez seja esse o maior desafio da adaptação: deixar de lado o realismo mágico —convertido, ao longo das décadas, quase numa caricatura pelas inúmeras imitações que inspirou— e transmitir essa estranha sensação de que tudo já aconteceu antes e, ainda assim, continua acontecendo diante de nossos olhos."

     LEIA RESENHA DE SYLVIA COLOMBO  

     

     

    Dry Cleaning - Scratchcard Lanyard

     

    It's a Tokyo bouncy ballIt's an Oslo bouncy ballIt's a Rio de Janeiro bouncy ballFilter, I love these mighty oaks, don't you?


    Tarcizilla

     


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    Prove que você é humano

      

    "A própria Minotaur Books decidiu repentinamente cancelar o contrato de Jerry Falade, e não demoraram a divulgar publicamente a razão dessa medida tão drástica. De acordo com seus agentes, apesar do manuscrito do romance parecer “extraordinário”, eles não podiam mais autenticar a evolução da escrita, garantindo que não houve uso de Inteligência Artificial no processo.
    contecimentos dessa natureza acabam por fazer emergir muitas questões pertinentes. Especialmente envolvendo a tal literariedade que teóricos como Terry Eagleton tentaram definir. Por exemplo, qual seria o elemento preponderante que convenceria a comunidade de leitores sobre o quão literário um texto é? A voz? A originalidade? A irregularidade? A experiência vivida? Já era difícil antes refletir sobre as características supostamente únicas de uma obra estética: para piorar, precisaremos a partir de agora definir sua humanidade.
     
    Será então que, daqui em diante, todos os autores precisarão provar que escreveram seus próprios livros? Assim como precisamos compilar (ou escanear) uma pá de documentos para abrir conta no banco, os escritores terão que submeter seus arquivos e computadores a uma perícia? E caberá às editoras realizar uma triagem por meio de rascunhos, arquivos de Word, históricos do Google Docs, e-mails, sites de pesquisa, metadados?
     
    Escritores que precisam apresentar os vestígios de sua humanidade à cada livro submetido aos editores: não parece uma situação kafkaniana?"
     
    mais no stack de RAFAEL SENRA

    Prove que você é humano - by Rafael Senra Coelho


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