This site will look much better in a browser that supports web standards, but it is accessible to any browser or Internet device.



blog0news


  • O BRASIL EH O QUE ME ENVENENA MAS EH O QUE ME CURA (LUIZ ANTONIO SIMAS)

  • Vislumbres

    Assinar
    Postagens [Atom]

    Powered by Blogger

    Fragmentos de textos e imagens catadas nesta tela, capturadas desta web, varridas de jornais, revistas, livros, sons, filtradas pelos olhos e ouvidos e escorrendo pelos dedos para serem derramadas sobre as teclas... e viverem eterna e instanta neamente num logradouro digital. Desagua douro de pensa mentos.


    quinta-feira, abril 19, 2012

    SONHOS


    Acordei e descobri que aquele canto da cama onde ficava meu pé amanhecia sempre molhado por causa de uma goteira.

    Pensei "que raio de hotel é esse que tem goteiras"?

    ..

    Marcadores:

    sábado, janeiro 07, 2012

    SONHOS


    Voando para São Paulo. Um homem imensamente gordo ocupava as duas poltronas ao meu lado e ainda me imprensava na terceira. Eu viajava encolhido. O homem ao lado quando se mexia suas carnes ondulavam como mar batido e sacudiam como gelatina. Na fileira de cadeiras à frente uma criança pequena emitia gritos imensos, agudos lancinantes, cada uma delas fincando na testa sobre meus olhos como espeto de luz.

    Woody Allen e Mia Farrow estavam neste vôo.

    ..




    Marcadores:

    domingo, dezembro 25, 2011

    SONHOS


    SONHOS

    Com a ceia de Natal, dormi pesado. Só me lembro do espião russo olhando pela fresta da janela por dez segundos...

    Marcadores:

    terça-feira, dezembro 13, 2011

    SONHOS


    Fui fazer uma palestra numa cidade estranha. Eu e Ana nos hospedamos num hotel antigo, esquisito, escuro. À medida que as águas da enchente foram alagando os andares tivemos que sair pelo telhado. Os homens quebraram as telhas por dentro, passamos para fora, para uma claridade dura pelo peso da chuva,  e para dentro de uma canoa desequilibrada pela corrente de água lamacenta.

    Marcadores:

    sábado, dezembro 10, 2011

    SONHOS


    Estendi a mão e o garotinho aceitou. Colocou sua mãozinha dentro da minha, maior, ele se levantou e fomos caminhando até a beira do mar, pés no rasinho. Andamos por ali um tempo, ele quieto, sorrindo, embevecido com a água. Quisera que o sonho tivesse um twist interessante - o menino era eu, algo desse tipo - mas não. Era apenas uma criança pequena que estava chorando na praia e que levei para dar uma voltinha e depois devolvi para os pais.

    ..

    Marcadores:

    domingo, dezembro 04, 2011

    SONHOS


    A moda era jogar extrato de tomate nas roupas.
    Esfregava-se bastante para criar manchas vermelhas, sanguíneas.

    ..

    Marcadores:

    quarta-feira, outubro 19, 2011

    SONHOS


    Mais um sonho num encontro de desenhistas. Bira Dantas estava lá e, claro, tocou gaita. A festa de abertura estava animada, bebida à rodo, com todos se divertindo. Mas não havia nada para comer. Alimentos. Com bastante fome, pedi um jantar servido no quarto.

    O quarto era minúsculo, só tinha dentro uma cama, e sem lugar onde colocar os pratos de comida, fui ajeitando sobre o cobertor esfarrapado. A tigela de sopa, para não entornar, eu coloquei no chão.

    ..

    Marcadores:

    domingo, setembro 04, 2011

    SONHOS


    Disse para Haroldo Mourão e Felipe Flexa antes de sair de férias: Dessa vez não vou a Salvador, quero ir a um lugar diferente. 

    Fomos então eu e Ana Pinta para o interior. Na Chapada, ficamos chapados pela beleza agreste. A viagem para lá foi de carona, na boléia de um caminhão que sacudia muito. Ana conversava com os matutos sobre a criação de ovelhas. 

    No segundo dia acordei cedo e caminhei até a margem de um imenso lago cristalino, silente, profundo que se comportava como um mar, por ter suas marés, nível subindo e descendo no decorrer do dia como a respiração lenta e lunar de ser ancestral caído das estrelas em meio ao sertão baiano. Até onde a vista alcançava. Cansado, me quedei em visita silenciosa.

    Quando as águas estão em baixa, me tinha dito Luís Pimentel, voce desce nas pedras pela trilha que começa no poste com a caveira de boi espetada, e chega numa caverna maravilhosa cavada pela água na rocha. De estalactites pingava água tamborilando no solo como os dedos de um gigante entediado. E lá estava Capinan.  

    - Sou viramundo virado nas rondas da maravilha - ele disse. 
    Pensei: - Quem me dera agora eu tivesse a viola pra cantar.

    Um dia, pra cantar.


    Marcadores:

    quinta-feira, agosto 04, 2011

    SONHOS


    Combinamos que enquanto escrevessemos os nossos livros trocaríamos de casas. Os ambientes estranhos nos levariam a outros mundos e nos instigariam a imaginação. Além do que, o romance dele era ambientado no Rio e o meu em São Paulo; e, assim, vivendo cada qual nas devidas cidades dos cenários, poderíamos nos imbeber das sensações locais.

    ..

    Marcadores:

    segunda-feira, agosto 01, 2011

    SONHOS


    Fizera e refizera as informações e o período de tempo era esse: de 12:00 a 12:50. Mas o relógio marcava 12:55. O que aconteceu naqueles cinco minutos?

    ..

    Marcadores:

    sábado, julho 30, 2011

    SONHOS


    Descobri que os corpos não estavam enterrados em algum lugar, mas escondidos sob o mar, naquela praia, a das falésias.

    O código tinha a ver com a formação de ondas peculiar àquele trecho do litoral.

    ..

    Marcadores:

    sexta-feira, julho 15, 2011

    SONHOS


    Sonhei que voltava a estudar, tinha que fazer um curso, alguma escola, colégio, faculdade... É um tema recorrente no meu universo sonhado: chego no local, na sala, onde não me encaixo direito, os demais me estranham, os professores passam em outra frequencia, nao tenho conseguido manter a minha própria frequencia regular, nas matérias estou ou aquém ou além daquele momento... E que foram sensações recorrentes também na minha vida real.

    Nesta noite fazia frio e fui com um poncho tipo aqueles dos gauchos. Ando pelos corredores atraindo olhares e comentários. Neste sonho pelo menos tenho companhia. Ana foi comigo à escola. Entramos e procuramos duas carteiras vazias ao fundo do recinto.

    Sentamos para assistir a essa coisa sem sentido que chamam de aula.

    ..

    Marcadores:

    terça-feira, junho 28, 2011

    SONHOS

    Sonhei que eu ia morrer. Os amigos de Paquetá, cada um, traziam presentes de despedida, a maioria feitos por eles mesmo, como bolos e CDs gravados. Foi comovente.
     
     

    Marcadores:

    segunda-feira, setembro 06, 2010

    Sonhos


    Sonhei que eu criava um cartum onde um torturador moderninho arrancava de sua vítima:

    - Anda! Confessa logo! E em menos de 140 caracteres!

    ..

    Marcadores:

    quarta-feira, agosto 25, 2010

    Sonhos

    Meu pai dava tiros pra cima pra espantar as nuvens. Nossa casa ficava onde a rua fazia uma curva acentuada no aclive que subia a encosta.

    A área que ficava em frente à nossa casa, abrangendo uns 100 metros para cima e uns 200 metros para baixo era o que eu chamava de A Rua. Na rua eu podia brincar à vontade, minha livre circulação. O que não impedia que eu fizesse incursões clandestinas para o alto do morro onde num descampado faziam prospecção de petróleo. Ali havia um acampamento de trabalhadores mal encarados, sujos de óleo, misteriosos.

    Descia também nossa rua que dava numa rua maior, numa esquina com um barranco de terra. O perigo de ir até ali era esbarrar com a turma de garotos mais velhos e mais fortes que me zoavam muito, o que era desagradável. Eu dizia que era a turma da zona norte como nas histórias do bolinha.

    No barranco de terra tinha um buraco, uma entrada oca que na minha concepção de criança só eu sabia que existia ali, mas que servia bem para eu me esconder quando andava pela rua de baixo e ouvia vindo a turma que eu dizia que era da zona norte como nas histórias da luluzinha.

    Mas tudo isso é passado.
    No sonho eu aprendo a dar o arranque num automóvel quando numa ladeira. Aquele mecanismo complexo de ir soltando o pé da embreagem enquanto o outro pé comprime lentamente o acelerador e o motor ronca girando, eu num carrinho velho, meu primeiro carro.

    Às vezes o carro engasga; às vezes realmente se movimenta para a frente (e para cima). Treino isto e a curva acentuada atrapalha pois os carros vem do alto apressados e da frente de minha casa antiga não vejo se vem ou não.

    ..

    Marcadores:

    sexta-feira, agosto 13, 2010

    Sonhos


    Na pequena aldeia de interior onde eu moro há uma noite no ano em que os pichadores saem para deixarem suas marcas nas fachadas dos casebres. Os moradores passam a noite em vigílias, sob o fogo das tochas, em frente às suas casas para impedir que os jovens se aproximem. Misteriosamente, porém, um ou outro consegue burlar uma desatenção ou se esgueirar por um dorminhoco para rabiscar suas alcunhas sobre portas e paredes.

    As marcas registradas nessa noite devem permanecer durante o resto do ano, como signos de vitoria, e seus autores são celebrados nos bares com rodadas de bebidas. Os donos das casas marcadas, por outro lado, caminham pela rua e ouvem risadinhas à socapa, comentários cochichados, e quando entram na venda não podem mais comprar a crédito.

    Embora fizesse muito frio fiquei de tocaia em frente à minha casa. Ao invés de me postar na soleira, numa roda bebendo e comendo e cantando, como fazem as grandes famílias, pensei em enganar quem viesse e me escondi nas sombras, fingindo que ali não havia ninguém.

    Já cochilava, tiritando, quando percebi um vulto todo de cinza se aproximando pelo quintal. De um salto me pus de pé e corri sobre a pessoa.

    - Vândalo! - gritei, enquanto arrancava o capuz.

    Era uma mulher, uma senhora, e de mais idade, e era alguém de fora da vila que eu nunca vira antes. Com minha surpresa conseguiu se desvencilhar de mim e começou a falar calmamente. Disse que não era uma pichadora e o que ela criava era arte. Que não queria assinar ou marcar nas casas e sim embelezá-las com desenhos fabulosos.

    Para demonstrar o que dizia pegou sua lata de spray e esguichou um riscos no chão do terreiro. Eu - e todos ali - só conheciamos o spray preto. Pois o que saiu de seu esguicho era uma tinta multicolorida, com traços de várias cores, onde a cada vez que se olhava os tons variavam.

    Ouvi os gritos de pessoas correndo na vizinhança. Virei a cabeça para ver o que era e quando olhei de novo para a mulher ela desaparecera. Ventava muito e a poeira ia cobrindo os traços no chão.

    Mas a lata de tinta spray, multicolorida, ela esquecera em pé sobre uma pedra.

    Vou esconder essa lata muito muito bem escondida. No ano que vem vou sair entre os pichadores.





    Marcadores:

    quinta-feira, agosto 12, 2010

    Sonhos


    Sonhei que tinha ganho um bumerangue.
    Original da Austrália.

    Era um bumerangue sensacional.
    Não importa como o atirasse,
    piruetava e circulava e voltava exatamente para a minha mão estendida.

    360 graus.

    Um dia eu o atirei do alto do Pao de Açucar.
    Nunca mais voltou.

    ..

    Marcadores:

    domingo, janeiro 31, 2010

    Sonhos


    Mariana Bricio, ex-colega de trabalho, veio nos visitar por alguns dias na ilha. E nos deu de presente a colecao Grandes Cadeiras do Seculo XX.

    Era uma colecao como essas de banca, em fasciculos, mas ao inves de virem miniaturas embrulhadas de plastico ou caixinhas recebiamos as cadeiras de verdades, envoltas em papel bolha, em caixas de madeira, exemplares de assentos marcantes no design de moveis. E com livreto acompanhando mostrando os detalhes da obra, narrando a historia do designer, etc.

    So que assim: entregaram o primeiro numero, o segundo numero... e no terceiro a colecao começou a ratear...


    Marcadores:

    sábado, janeiro 16, 2010

    Sonhos


    eu era ingles e morava no Haiti e tinha bolado um esquema que rendia uma boa grana. fotografava os visitantes à ilha em pseudo-situações tais para que de volta às suas paragens paradas pudessem mostrar como tinham sido aventureiros.

    com os últimos acontecimentos modifiquei o tema fotográfico: retratava agora turistas distribuindo água, remexendo em entulhos, segurando a mão de criancinhas, para mostrar como eram humanitários e filantrópicos e tinham vindo ajudar os pobres haitianos.

    .

    Marcadores:

    quarta-feira, janeiro 13, 2010

    Sonhos


    eu era lanceiro no Exército Imperial de Sua Majestade e fui à Índia onde vi macacos pela primeira vez

    .

    Marcadores:


    e o blog0news continua…
    visite a lista de arquivos na coluna da esquerda
    para passear pelos posts passados


    Mas uso mesmo é o

    ESTATÍSTICAS SITEMETER