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  • O BRASIL EH O QUE ME ENVENENA MAS EH O QUE ME CURA (LUIZ ANTONIO SIMAS)

  • Vislumbres

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    Fragmentos de textos e imagens catadas nesta tela, capturadas desta web, varridas de jornais, revistas, livros, sons, filtradas pelos olhos e ouvidos e escorrendo pelos dedos para serem derramadas sobre as teclas... e viverem eterna e instanta neamente num logradouro digital. Desagua douro de pensa mentos.


    terça-feira, março 31, 2020

    Sopa de Letrinhas


    AMORIM

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    The Guardian view on Jair Bolsonaro: a danger to Brazilians





    "Mr Bolsonaro may not believe in physical distancing, but he is proving remarkably successful in isolating himself."

    read the editorial:

    The Guardian view on Jair Bolsonaro: a danger to Brazilians | Editorial | Opinion | The Guardian

    Bolsonavirus


    THIAGO RECCHIA

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    High Street


    A MULHER NA VARANDA (OU REQUIEM PARA UMA ESTRELA)


    Aurora Goodwin

    Hoje eu vi uma mulher
    Chorando na varanda.
    Ela deitava no chão,
    em posição fetal,
    e se encolhia tanto, abraçando firme os joelhos,
    como se quisesse guardar dentro de si.
    Ela tentava recolher-se ao próprio útero
    Refúgio da mãe terra
    e ali se esconder para sempre.
    Ela se contorcia, esforço inútil
    em ocupar o menor espaço possível
    num mundo onde talvez ela não queira mais viver.
    Ela quer atomizar, reduzir-se ao quase nada
    que agora habita o espaço
    onde um dia batia o seu coração.
    Olhando para a mulher chorando na varanda,
    pensei em uma serpente
    devorando o próprio rabo
    Linda
    Trágica
    E letal.
    Mas talvez ela fosse uma estrela
    que deixou-se queimar toda
    para enfim colapsar.
    Uma mulher que já expandiu em supernova,
    e num ato final foi-se embora
    toda a luz e energia do seu corpo em implosão.
    Eu chorei junto com essa mulher
    em estado de entropia,
    E as lágrimas no meu rosto
    entraram em combustão.
    Me encolhi e me enrolei
    Colapsei e me guardei
    dentro de mim.
    Mergulhei no ventre escuro da mãe terra.
    Porque essa mulher era eu
    E eu, essa mulher, era ela.

    Image may contain: water

    Nome, Sobrenome, Codinome

    Familia Buraco


    Eu sou a doença



    JOTA CAMELO

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    No meu quintal | In my garden

    No meu quintal | Ibn my garden

    Big Bad Vodoo Daddy- Ain't Nobody Here but Us Chickens

    One night farmer Brown was takin' the airs
    Locked up the barnyard with the greatest of care
    Down in the hen house, somethin' stirred
    When he shouted, "Who's there?"
    This is what he heard

    “There ain't nobody here but us chickens
    There ain't nobody here at all
    You're stompin' around and shakin' the ground
    You're kickin' up an awful dust
    We chicken's tryin' to sleep and you butt in
    And hobble, hobble hobble hobble, it's a sin”

    Quem mandou nascer pobre no Brasil?





    "Pobre é uma desgraça. Mora em área de risco para curtir a vista e a natureza, adora fazer cocô e xixi nos rios e no mato, joga lixo e sofá nas encostas e córregos, provoca enchentes e entope bueiros. Pobre causa desmatamento na Amazônia e é o maior inimigo do meio ambiente. Pobre não sabe poupar e, quando aparece um dinheirinho e o dólar favorece, desperdiça com excursão à Disney.
    Quem mandou nascer pobre no Brasil? Ainda por cima, pobre sobrecarrega o SUS. É um escândalo. Pobre adoece com frequência, não se cuida e morre até na fila ou no corredor de hospitais, expondo prefeitos, governadores e presidente. Pobre empurra pobre para poder entrar em trem e ônibus superlotados e ir trabalhar. Cadê as boas maneiras em transporte tão inseguro e sucateado?"

    LEIA COLUNA DE RUTH DE AQUINO 

    A histeria de Bolsonaro


    Som Imaginário - Feira moderna (Beto Guedes - Fernando Brandt))

    Nessa caverna, o convite é sempre igual
    Oh! telefonista, se a distância já morreu
    Independência ou morte
    Descansa em berço forte
    A paz na Terra amém

    Gilberto Gil - "Água De Meninos" - Louvação (Gil-Capinan)




    Água de Meninos, quero morar
    Quero rede e tangerina
    Quero o peixe desse mar
    Quero o vento dessa praia
    Quero azul, quero ficar
    Com a moça que chegou
    Vestida de rendas, ô
    Vinda de Taperoá

    A solidão dos idosos



    DALCIO



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    segunda-feira, março 30, 2020

    The epic dread of Bob Dylan’s ‘Murder Most Foul’





    "He’s using music the way many of us do, to blot out the horror, to tune out the fear. But he understands the futility of the gesture. He knows that with JFK’s killing, “the Age of the Antichrist has just only begun.”

    Which means we’re standing hip-deep in it now. Makes sense."

    review by Ty Burr​

    The epic dread of Bob Dylan’s ‘Murder Most Foul’ - The Boston Globe

    AÍLA - RÁPIDO

    Rápido Tá tudo rápido Acelerado Demasiado O tempo, o vento, o oi, o tchau

    Yuval Noah Harari: the world after coronavirus





    "HUmankIND is now facing a global crisis. Perhaps the biggest crisis of our generation. The decisions people and governments take in the next few weeks will probably shape the world for years to come. They will shape not just our healthcare systems but also our economy, politics and culture. We must act quickly and decisively. We should also take into account the long-term consequences of our actions. When choosing between alternatives, we should ask ourselves not only how to overcome the immediate threat, but also what kind of world we will inhabit once the storm passes. Yes, the storm will pass, humankind will survive, most of us will still be alive — but we will inhabit a different world. 

    Many short-term emergency measures will become a fixture of life. That is the nature of emergencies. They fast-forward historical processes. Decisions that in normal times could take years of deliberation are passed in a matter of hours. Immature and even dangerous technologies are pressed into service, because the risks of doing nothing are bigger. Entire countries serve as guinea-pigs in large-scale social experiments. What happens when everybody works from home and communicates only at a distance? What happens when entire schools and universities go online? In normal times, governments, businesses and educational boards would never agree to conduct such experiments. But these aren’t normal times. 

    In this time of crisis, we face two particularly important choices. The first is between totalitarian surveillance and citizen empowerment. The second is between nationalist isolation and global solidarity. "

    more in the article by Yuval Noah Harari​

    uval Noah Harari: the world after coronavirus | Free to read | Financial Times

    St. John's Wood


    Gorgeous - Kanye West Ft. Kid Cudi, Raekwon

    Is hip hop, just a euphemism for a new religion
    the soul music for the slaves that the youth is missing
    this is more than just my road to redemption
    Malcolm West had the whole nation standing at attention
    as long as I?m in Polo?s they think they got me
    but they would try to crack me if they ever see a black me
    I thought I chose a field where they couldn't sack me
    if a n-gga aint running shootin a jump shot running a track meet
    but this pimp is, ar the top of mount Olympus
    ready for the World?s game, this is my Olympics

    Guedes está apavorado


    VASQS

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    Fora Bolsonaro


    Vou te contar um segredo.... | Im gonna tell you a secret ...

    Voute contar um segredo... | Gonna tell you a secret...

    O comportamento da burguesia brasileira


    #QuadrinhosParaAQuarentena



     Visualiar revista

    "A campanha "#HQsNaQuarentena" é feita por artistas brasileiros e disponibiliza quase 100 HQs gratuitas para download no site da iniciativa por tempo limitado. Devido o cancelamento ou adiamento de diversos eventos neste semestre por causa da covid-19 no país, alguns quadrinistas se reuniram para criar o projeto.

    No site há diversas histórias em quadrinhos com estilos e gêneros diferentes para todos os tipos de leitores. Os quadrinhos são tanto de autores mais experientes como de novos no ramo da ilustração."


    #QuadrinhosParaAQuarentena

    Azulay


    CLAUDIO DUARTE

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    Conheça os corona-machos, cujo espécime mais famoso é Bolsonaro


     Ilustração mostra pessoa em mesa. Ela é verde, com vários olhos saindo da cabeça. Segura um celular e tem uma garrafa em sua frente.





















    "Um comportamento peculiar dos corona-machos é fazer comparações sem sentido. “Para que se preocupar com a Covid-19? A fome mata muito mais”, costumam dizer. “A varíola exterminou milhões de pessoas.” Esquecendo-se de que, se vivessem na época da varíola, teriam participado da Revolta da Vacina e, provavelmente, estariam mortos."

    leia coluna de Flavia Boggio

    Conheça os corona-machos, cujo espécime mais famoso é Bolsonaro – JORNAL TIJUCAS

    ilustração Galvão Bertazzi

    O jogo dos sete erros


    Distopia e futuro ruim


    Parabéns e Cada Macaco No Seu Galho, por Riachão - IN MEMORIAM RIACHÃO

    The Better Beatles - Penny Lane (1982).wmv


    In Penny Lane there is a barber showing photographs
    Of every head he's had the pleasure to know
    And all the people that come and go
    Stop and say hello

    Singin in the Rain



    BENETT

    Militares temem piora da crise com Bolsonaro cada vez mais isolado



     presidente Jair Bolsonaro

    " A cúpula militar brasileira acompanha com preocupação o isolamento de Jair Bolsonaro na crise da pandemia do coronavírus. Teme que o presidente, visto como instável e num momento de particular agressividade reativa, fomente radicalismos que acabem por envolver as Forças Armadas."

    análise de Igor Gielow

    Militares temem piora da crise com Bolsonaro cada vez mais isolado

    Primo do porteiro


    domingo, março 29, 2020

    Pescando pássaros | Netting Birds


    Azulay



    ED CARLOS

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    St John's Wood


    O limite do bom senso



    KLEBER

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    Bauhaus - Telegram Sam (T. Rex)



    Me I funk
    But I don't care
    I ain't no square with my corkscrew hai

    Presidente do BB quer fim da quarentena. Diz: "Vida não tem valor infinito"



     Rubem Novaes (à dir.), presidente do Banco do Brasil, cumprimenta ministro da Economia, Paulo Guedes. Diante da atividade econômica, Novaes considera que "a vida não tem valor infinito". Convenham: o lugar dele é mesmo esse governo... - Foto: Fabio Rodrigues Pozzebom/Agência Brasil

    "Ou será que Novaes está querendo dizer — acho que está e que deveria ser corajoso — que a vida dos pobres não deveria atrapalhar a atividade econômica do ricos, que depende, claro!, de alguns pobres. Mas dos pobres ainda vivos. Como existem aos muitos milhões, pobres não faltarão para a "atividade econômica", ainda que muitos morram, certo?"!


    coluna de Reinaldo Azevedo

    Presidente do BB quer fim da quarentena. Diz: "Vida não tem valor infinito" - 26/03/2020 - UOL Notícias

    Striking photos show empty landmarks around the world

    Rome's Colosseum is no longer teeming with people as Italy is on lockdown, with this photo taken on March 28, 2020.


    With more than one-third of the world's population hunkered down indoors, once-bustling international landmarks and attractions are now vacant. The near-total absence of people has allowed for extraordinary photographs that show some of world's most celebrated places as quiet shadows of their pre-COVID-19 existences. 

    see the gallery
    Striking photos show empty landmarks around the world

    Paquetá

    Paquetá

    Kitty Daisy & Lewis 'Going Up The Country'


    Bolsonaro quer convencer que vida de idoso é pedágio a pagar ao coronavírus


     Máscara N95, usada por Bolsonaro, é uma das mais avançadas, mas não protege os olhos - Reuters


    "Infelizmente, algumas mortes terão, paciência, acontece, e vamos tocar o barco." A declaração de Jair Bolsonaro ao jornalista José Luiz Datena, da TV Bandeirantes, nesta sexta (28), não é nova. Mas repetição mostra esforço em passar uma mensagem cínica e sociopata.

    "Vão morrer alguns [idosos e pessoas mais vulneráveis] pelo vírus? Sim, vão morrer. Se tiver um com deficiência, pegou no contrapé, eu lamento", disse ao apresentador Ratinho, no último dia 20, outro exemplo

    Não se pode forçar alguém a sentir empatia pelo seu semelhante. Principalmente quando ela não reconhece outro ser humano como seu semelhante. Se Bolsonaro não aprendeu isso nos últimos 65 anos, não aprenderá agora."

    leia coluna de Leonardo Sakamoto​

    Bolsonaro quer convencer que vida de idoso é pedágio a pagar ao coronavírus - Leonardo Sakamoto - UOL

    PASQUIM 50 ANOS


    Já que nao se pode mais mais sair de casa para ir ver a exposição PASQUIM 50 ANOS no Sesc-Ipiranga (São Paulo)
    aqui vai uma imagem da expo para curtir o seu conteúdo:

    Brincando nas Férias / Glorioso São José / Boiadeiro

    Sergio Augusto: Levando na conversa


    Praticamente tudo o que vemos agora é pela TV, pela internet ou pela janela mesmo. Imaginem como estaríamos anos atrás, nos informando só pelo rádio. O que me leva a supor que a maior paranoia, depois da contaminação pela covid-19 e sua possível mutação, é que a internet, de tão sobrecarregada, caia e não se reerga.
    Por outro lado, saber demais sobre o que está acontecendo pode gerar neuroses, angústia e depressão. E o que é saber demais ou de menos numa guerra? Revelou-se na quinta-feira que nove em cada dez casos de covid-19 não são detectados no Brasil. O que fazer: bloquear o noticiário (e arriscar perder alguma informação fundamental, de utilidade pública e privada) ou promover uma alienação terapêutica, ventilando a cabeça com abobrinhas espirituais, livrescas e cinematográficas?
    Talvez seja recomendável evitar, por inúteis ou irrelevantes, as análises e profecias mais pessimistas, como as do economista Nouriel Roubini, apelidado de “Doutor Catástrofe”, sobretudo porque ele costuma acertar todas. Roubini previu a crise econômica de 2008 com três anos de antecedência e está mais do que pessimista com os estragos imputáveis à covid-19: recessão persistente, com mais de US$ 2 trilhões de perdas em créditos e uma crise bancária sistêmica. Desculpem o spoiler.
    Outra recomendação: não se deixar envenenar por teorias conspiratórias e alopradas, do tipo “o novo coronavírus foi inventado em laboratório pela China visando a destruir o sistema capitalista” ou “os EUA espalharam a covid-19 para evitar que a China se torne a primeira economia mundial”.
    É bom lembrar que a pandemia de 1918 originou-se no Kansas, mas virou Gripe Espanhola porque a Espanha foi o único país que, diferentemente dos EUA e do resto da Europa, não censurava o noticiário sobre a devastação causada pela doença: cerca de 500 milhões de infectados, um quarto da população mundial na época.
    As pessoas tendem a acreditar naquilo que gostariam que fosse verdade, que corresponda aos seus desejos confessáveis e inconfessáveis. Uma amiga ligou para me dar em primeira mão a notícia de que o presidente fora testado positivo. “Minha empregada ouviu na Globo News.” A empregada, que, aliás, deveria ter sido temporariamente dispensada do serviço sem perda salarial, para proteger-se junto aos seus, afinal reconheceu ter ouvido errado e guardou para si o “wishful thinking”.
    Durante a primeira fase da quarentena conheci virtualmente muita gente bacana empenhada em aliviar as limitações do confinamento. Um personal de Nova York passou a oferecer ginástica de grupo aos vizinhos. A italiana Antonietta Orsini fez o mesmo da varanda de seu apartamento em Roma. Vi shows vocais, instrumentais e coreográficos – em janelas e terraços. Recebi dicas sobre improvisadas livrarias virtuais, com farta oferta de leitura.
    Encantei-me particularmente com o exemplo de um poeta italiano, Franco Arminio, 60 anos, que no segundo fim de semana de março divulgou o número do seu celular nas mídias sociais e, identificando-se como “velho hipocondríaco”, se ofereceu para conversar com quem sentisse necessidade de espantar a solidão da quarentena. Prontificou-se a ficar de plantão diariamente, das 9h ao meio-dia, até 3 de abril, fim oficial da quarentena italiana, que no entanto pode continuar.
    A receptividade foi quase instantânea. Quando descoberto e entrevistado por um correspondente do Washington Post em Roma, Armínio já recebia mais de uma centena de chamadas diárias de todas as regiões da Itália e do exterior. “A maioria se sente solitária, insegura, atormentada pelo medo”, disse o poeta, que não esconde de nenhum dos interlocutores que também está com medo. “Eles precisam mais de um companheiro de sofrimentos do que de um terapeuta.”
    Foi por um medo crescente da agitação urbana e das consequências físicas e psíquicas de seus deslocamentos como palestrante (passava 25 dias por mês na estrada), que Armínio trocou Roma pela comuna de Bisaccia, no Avelino, onde aproveita o confinamento para ler Kafka, namorar a paisagem e ruminar sobre o tema mais presente em sua poesia: o medo da morte.
    “As ligações me dão energia criativa”, diz. Livros, solidão e as ameaçadas dádivas da natureza são os assuntos mais abordados nas conversas, inevitavelmente sombreadas pelo avanço recrudescente da pandemia.
    Nos primeiros dez dias, Armínio conversou com um ministro, dois senadores, um músico, um apicultor, um estudante de medicina forçado a exercer a profissão antes de se formar e outro universitário que sofre por não ter ideia de quando poderá abraçar os pais novamente. Conheceu ainda uma viúva que se vangloriou de ter finalmente aprendido “a viver consigo mesma” e outra, de 76 anos, residente na napoleônica ilha de Elba, cuja libido, adormecida havia alguns anos, fora “na pior hora” reacendida pelo distanciamento social obrigatório.
    Depois do quarto dia de reclusão, as pessoas começam a perguntar sobre o que lhes pode acontecer. Raros não esperam pelo pior. Muito menos Armínio: “A Itália não está equipada, nem economicamente nem do ponto de vista emocional. Mesmo depois de o país diminuir as severas restrições vigentes, passaremos por uma fase cinzenta, em que o risco ficará reduzido, mas ainda presente, e as pessoas continuarão preocupadas, tensas, irmanadas no espanto e necessitadas de alguém para conversar. Algumas, tenho certeza, vão me ligar de novo.”

    SÉRGIO AUGUSTO

    Preocupada com reação de Bolsonaro ao coronavírus, cúpula militar acende alerta e sinaliza apoio a Mourão |


    O vice Mourão e o presidente Bolsonaro em 5 fevereiro, no Palácio do Planalto.


    "Nesse cenário, avaliam que a popularidade do presidente poderia despencar e que fosse colada nele a pecha de um fracassado líder que prefere alavancar a economia do que salvar vidas. “É um discurso de que estamos em guerra. Mas quem está na linha de frente da guerra é um soldado que sabe que pode morrer. Em uma pandemia, não podemos colocar todos na mesma situação que os soldados”, afirmou, em caráter reservado, um dos membros do grupo. Responsável por atrair a maçonaria à campanha de Bolsonaro, o vice-presidente já garantiu o apoio dela caso tenha de assumir o Planalto.

    Na terça-feira, o comandante do Exército, o general Edson Leal Pujol, tratou de vacinar as forças de qualquer responsabilidade sobre a crise. Na contramão do defendido pelo presidente, declarou que os militares devem, sim, se preocupar com a Covid-19 e disse que o combate à disseminação da doença “talvez seja a missão mais importante de nossa geração”.

    Tem circulado em Brasília também a tese de que o presidente poderia dar uma cartada extrema e decretar um estado de sítio ou de defesa "

    mais no artigo de Afonso Benites

    Preocupada com reação de Bolsonaro ao coronavírus, cúpula militar acende alerta e sinaliza apoio a Mourão | Brasil | EL PAÍS Brasil

    sábado, março 28, 2020

    Mãozinha no caminho | The Hand along the Path


    Limite do Bon Senso



    KLEBER

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    Bob Dylan: Murder Most Foul review – a dark, dense ballad for the end times




    "The point is clearly the lyrics, which are dense and intriguing enough to hold your interest, and give the listener plenty to digest. Quite aside from all the cultural references, there’s a narrator that keeps switching from Kennedy himself to Dylan, who in turn seems to keep switching from firebrand mode to the grimly resigned old grouch of Things Have Changed and It’s All Good (“I hate to tell you Mister but only dead men are free”) and a plethora of details about the assassination itself: “Don’t say Dallas don’t love you, Mr President” is a mangling of the last words spoken to Kennedy by Nellie Connally, the first lady of Texas."

    review by Alexis Petridis​

    Bob Dylan: Murder Most Foul review – a dark, dense ballad for the end times | Music | The Guardian

    Bolsonaro ajuda o Lobo Mau



    JOTA A

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    Billie Holiday - Stormy Weather (Clef Records 1952)


    Can't go on
    All I have in life is gone
    Stormy weather
    Since my man and I ain't together
    Keeps rainin' all the time
    Keeps rainin' all the time

    Brazil’s Bolsonaro makes life-or-death coronavirus gamble





    "Does Bolsonaro actually believe, as he says, that the virus will be vanquished by a cocktail of drugs and Brazil’s tropical climate? It’s possible, but analysts say a more calculated political gamble may underlie his increasingly defiant position.

    Bolsonaro may have concluded that when he faces reelection in two and a half years, the economy will matter more to most Brazilians than the death toll from coronavirus. By labeling the virus threat as overblown and decrying state governors’ quarantines and shutdowns as unnecessary, he could be preparing to blame others for any recession that might happen."

    article by David Biller

    Brazil’s Bolsonaro makes life-or-death coronavirus gamble

    Na quarentena


    Com a intensificação da quarentena, as regras de casa vão relaxando e algumas deixam de existir....

    Cachorro pode deitar no sofá.

    I Gotta Wash My Hands!

    I Gotta Wash My Hands!

    Enquanto isso, os bancos...



    MIGUEL PAIVA

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    Exposição Vírus versus Nós - Associação dos Cartunistas do Brasil





    "A Associação dos Cartunistas do Brasil está iniciando uma exposição virtual que deverá ter adesão de outros países no decorrer de sua trajetória pela internet e que centraliza a discussão na luta contra o vírus que avança pela humanidade."

    VEJA A GALERIA> 

    Exposição Vírus versus Nós - Associação dos Cartunistas do Brasil

    Murder Most Foul - Bob Dylan 2020 (Lyric video)

    It was a dark day in Dallas, November '63
    A day that will live on in infamy
    President Kennedy was a-ridin' high
    Good day to be livin' and a good day to die
    Being led to the slaughter like a sacrificial lamb
    He said, "Wait a minute, boys, you know who I am?"
    "Of course we do, we know who you are!"
    Then they blew off his head while he was still in the car
    Shot down like a dog in broad daylight
    Was a matter of timing and the timing was right
    You got unpaid debts, we've come to collect
    We're gonna kill you with hatred, without any respect
    We'll mock you and shock you and we'll put it in your face
    We've already got someone here to take your place
    The day they blew out the brains of the king
    Thousands were watching, no one saw a thing
    It happened so quickly, so quick, by surprise
    Right there in front of everyone's eyes
    Greatest magic trick ever under the sun
    Perfectly executed, skillfully done
    Wolfman, oh wolfman, oh wolfman howl
    Rub-a-dub-dub, it's a murder most foul
    Hush, little children, you'll understand
    The Beatles are comin', they're gonna hold your hand
    Slide down the banister, go get your coat
    Ferry 'cross the Mersey and go for the throat
    There's three bums comin' all dressed in rags
    Pick up the pieces and lower the flags
    I'm goin' to Woodstock, it's the Aquarian Age
    Then I'll go to Altamont and sit near the stage
    Put your head out the window, let the good times roll
    There's a party going on behind the Grassy Knoll
    Stack up the bricks, pour the cement
    Don't say Dallas don't love you, Mr. President
    Put your foot in the tank and then step on the gas
    Try to make it to the triple underpass
    Blackface singer, whiteface clown
    Better not show your faces after the sun goes down
    Up in the red light district, they've got cop on the beat
    Living in a nightmare on Elm Street
    When you're down on Deep Ellum, put your money in your shoe
    Don't ask what your country can do for you
    Cash on the ballot, money to burn
    Dealey Plaza, make a left-hand turn
    I'm going down to the crossroads, gonna flag a ride
    The place where faith, hope, and charity lie
    Shoot him while he runs, boy, shoot him while you can
    See if you can shoot the invisible man
    Goodbye, Charlie! Goodbye, Uncle Sam!
    Frankly, Miss Scarlett, I don't give a damn
    What is the truth, and where did it go?
    Ask Oswald and Ruby, they oughta know
    "Shut your mouth," said a wise old owl
    Business is business, and it's a murder most foul
    [Verse 3]
    Tommy, can you hear me? I'm the Acid Queen
    I'm riding in a long, black Lincoln limousine
    Ridin' in the backseat next to my wife
    Headed straight on in to the afterlife
    I'm leaning to the left, I got my head in her lap
    Hold on, I've been led into some kind of a trap
    Where we ask no quarter, and no quarter do we give
    We're right down the street, from the street where you live
    They mutilated his body and they took out his brain
    What more could they do? They piled on the pain
    But his soul was not there where it was supposed to be at
    For the last fifty years they've been searchin' for that
    Freedom, oh freedom, freedom over me
    I hate to tell you, mister, but only dead men are free
    Send me some lovin', then tell me no lie
    Throw the gun in the gutter and walk on by
    Wake up, little Susie, let's go for a drive
    Cross the Trinity River, let's keep hope alive
    Turn the radio on, don't touch the dials
    Parkland hospital, only six more miles
    You got me dizzy, Miss Lizzy, you filled me with lead
    That magic bullet of yours has gone to my head
    I'm just a patsy like Patsy Cline
    Never shot anyone from in front or behind
    I've blood in my eye, got blood in my ear
    I'm never gonna make it to the new frontier
    Zapruder's film I seen night before
    Seen it thirty-three times, maybe more
    It's vile and deceitful, it's cruel and it's mean
    Ugliest thing that you ever have seen
    They killed him once and they killed him twice
    Killed him like a human sacrifice
    The day that they killed him, someone said to me, "Son
    The age of the Antichrist has just only begun"
    Air Force One comin' in through the gate
    Johnson sworn in at 2:38
    Let me know when you decide to throw in the towel
    It is what it is, and it's murder most foul
    [Verse 4]
    What's new, pussycat? What'd I say?
    I said the soul of a nation been torn away
    And it's beginning to go into a slow decay
    And that it's thirty-six hours past Judgment Day
    Wolfman Jack, he's speaking in tongues
    He's going on and on at the top of his lungs
    Play me a song, Mr. Wolfman Jack
    Play it for me in my long Cadillac
    Play me that "Only the Good Die Young"
    Take me to the place Tom Dooley was hung
    Play "St. James Infirmary" and the Court of King James
    If you want to remember, you better write down the names
    Play Etta James, too, play "I'd Rather Go Blind"
    Play it for the man with the telepathic mind
    Play John Lee Hooker, play "Scratch My Back"
    Play it for that strip club owner named Jack
    Guitar Slim going down slow
    Play it for me and for Marilyn Monroe
    [Verse 5]
    Play "Please Don't Let Me Be Misunderstood"
    Play it for the First Lady, she ain't feeling any good
    Play Don Henley, play Glenn Frey
    Take it to the limit and let it go by
    Play it for Carl Wilson, too
    Looking far, far away down Gower Avenue
    Play tragedy, play "Twilight Time"
    Take me back to Tulsa to the scene of the crime
    Play another one and "Another One Bites the Dust"
    Play "The Old Rugged Cross" and "In God We Trust"
    Ride the pink horse down that long, lonesome road
    Stand there and wait for his head to explode
    Play "Mystery Train" for Mr. Mystery
    The man who fell down dead like a rootless tree
    Play it for the reverend, play it for the pastor
    Play it for the dog that got no master
    Play Oscar Peterson, play Stan Getz
    Play "Blue Sky," play Dickey Betts
    Play Art Pepper, Thelonious Monk
    Charlie Parker and all that junk
    All that junk and "All That Jazz"
    Play something for the Birdman of Alcatraz
    Play Buster Keaton, play Harold Lloyd
    Play Bugsy Siegel, play Pretty Boy Floyd
    Play the numbers, play the odds
    Play "Cry Me A River" for the Lord of the gods
    Play Number nine, play Number six
    Play it for Lindsey and Stevie Nicks
    Play Nat King Cole, play "Nature Boy"
    Play "Down In The Boondocks" for Terry Malloy
    Play "It Happened One Night" and "One Night of Sin"
    There's twelve million souls that are listening in
    Play "Merchant of Venice", play "Merchants of Death"
    Play "Stella by Starlight" for Lady Macbeth
    Don't worry, Mr. President, help's on the way
    Your brothers are comin', there'll be hell to pay
    Brothers? What brothers? What's this about hell?
    Tell them, "We're waiting, keep coming," we'll get them as well
    Love Field is where his plane touched down
    But it never did get back up off the ground
    Was a hard act to follow, second to none
    They killed him on the altar of the rising sun
    Play "Misty" for me and "That Old Devil Moon"
    Play "Anything Goes" and "Memphis in June"
    Play "Lonely At the Top" and "Lonely Are the Brave"
    Play it for Houdini spinning around his grave
    Play Jelly Roll Morton, play "Lucille"
    Play "Deep In a Dream", and play "Driving Wheel"
    Play "Moonlight Sonata" in F-sharp
    And "A Key to the Highway" for the king on the harp
    Play "Marching Through Georgia" and "Dumbarton's Drums"
    Play darkness and death will come when it comes
    Play "Love Me Or Leave Me" by the great Bud Powell
    Play "The Blood-stained Banner", play "Murder Most Foul"

    Contramão



    DALCIO MACHADO

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    Os cúmplices

    Vocês sabiam o horror que estavam apoiando, vão se f*der todos, desabafa professora e socióloga Esther Solano


    "O fascismo nunca se mantém em
    pé sozinho. Necessita de cola-
    boradores, de auxiliares abne-
    gados que fazem a máquina da destrui-
    ção funcionar com eficácia. Durante es-
    te primeiro ano da era Bolsonaro, e ca-
    da dia um pouco mais experientes na
    dinâmica do poder fascistoide, foi pos-
    sível identificar vários tipos de perso-
    nagens colaboracionistas. Eu sempre
    os divido em categorias diferentes, pois
    são tipos humanos que pertencem a di-
    versas espécies e que, talvez em outras
    circunstâncias, não estariam tão empe-
    nhados em um trabalho comum, fazer
    girar a roda do ódio. Uns por serem fas-
    cinados pelo ódio, outros porque lhes
    convém, outros por subserviência, ou-
    tros por medo... Cada um com uma mo-
    tivação própria, com caraterísticas es-
    pecíficas, mas todos no mesmo barco."


    LEIA COLUNA DE ESTHER SOLANO

    Centro Dom Bosco: Fundado por universitários alarmados com a popularidade da Teologia da Libertação,


     

    "Fundado por universitários católicos alarmados com a popularidade da Teologia da Libertação em alguns círculos, o Centro Dom Bosco milita em um formato inédito dentro do catolicismo brasileiro. Seus associados não devem devoção a nenhum fundador santificado, como os Arautos do Evangelho. Tampouco cultivam a animação e a musicalidade de uma Canção Nova. Opera mais como um think thank, nos moldes do Movimento Brasil Livre. A sede do Centro Dom Bosco no Rio fica em uma sala comercial ainda modesta. Lá, os associados rezam o terço e assistem a palestras sobre temas como as Cruzadas, o darwinismo e a busca pela santidade. Frequentam a missa tridentina – aquela rezada em latim enquanto o padre fica de costas para os fiéis. Na Igreja, os homens do movimento estão sempre de terno. As mulheres, com a cabeça coberta por um véu. Escuro para as casadas, claro para as solteiras.

    Esses novos cruzados têm uma missão ambiciosa: recristianizar o Brasil (ou melhor, a Terra de Santa Cruz)."


    reportagem de Thais Reis Oliveira

    Grupo que abriu guerra ao Porta dos Fundos quer "cristianizar" o Brasil - CartaCapital

    sexta-feira, março 27, 2020

    Tokyo 2020



    DUKE

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    TURMA DO LAMBE-LAMBE - Daniel Azulay - Algodão Doce | in memoriam

    IMAGENS



    JOEDSON ALVES

    Cartunistas repercutem morte de criador de Asterix

    O criador de Asterix, Albert Uderzo, em 2005 Foto: Yves Herman / REUTERS




    "Autor de livros e biografias sobre quadrinhos, o jornalista e quadrinista Gonçalo Júnior considera Asterix a "maior criação dos quadrinhos europeus no século XX", capaz de rivalizar em popularidade com o universo dos super-heróis americanos.

    — Com uma diferença: ao contrário daqueles, o alcance de Asterix sempre foi maior de público e de faixa etária e virou quase um ritual religioso acompanhar nesses mais de 50 anos a produção e o lançamento de cada álbum, mesmo depois da morte de Goscinny — diz Júnior. — A partir daí, Uderzo se mostrou talentoso o suficiente para alimentar o mito que os dois criaram. Asterix viveu nos primórdios da era cristã e continuará a existir daqui a cinco mil anos com a condição de ter elevado os quadrinhos a um outro patamar, o de arte. Por tudo isso, Uderzo merece toda reverência possível."

    LEIA A REPORTAGEM E VEJA A GALERIA 


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