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  • O BRASIL EH O QUE ME ENVENENA MAS EH O QUE ME CURA (LUIZ ANTONIO SIMAS)

  • Vislumbres

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    Fragmentos de textos e imagens catadas nesta tela, capturadas desta web, varridas de jornais, revistas, livros, sons, filtradas pelos olhos e ouvidos e escorrendo pelos dedos para serem derramadas sobre as teclas... e viverem eterna e instanta neamente num logradouro digital. Desagua douro de pensa mentos.


    quarta-feira, setembro 30, 2020

    Copacabana

     

    Copacabana

    QUINO

    The Unbelievable Trump vs. Elections





    TOM TOMORROW 

     

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    Maus-tratos contra cães e gatos



    GILMAR

     

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    A trajetória de Quino, pai de Mafalda, a menina que odeia sopa e autoritarismos

     Última tira da personagem Mafalda, criada em 1973 pelo argentino Joaquín Lavado, o Quino


    "O fim de Mafalda nunca foi bem explicado. Na época, Quino afirmou que tinha medo de começar a se repetir, porém, em entrevistas mais recentes, deixou subentendido que passara a temer ser alvo de represálias de caráter político.

    Eram anos pré-golpe militar e de intensa violência na sociedade de seu país, com repressão do Estado ocorrendo ainda em tempos de democracia por meio da Triple A, o esquadrão da morte do governo de Isabelita Perón, e o exílio de vários artistas e intelectuais argentinos. "Se eu continuasse desenhando, poderia tomar uns quatro tiros", disse o cartunista, numa entrevista ainda na década de 1990."


    mais no artigo de Sylvia Colombo​

    A trajetória de Quino, pai de Mafalda, a menina que odeia sopa e autoritarismos | O TEMPO

    QUINO


     

    Quatro capás



    Quatro capas da Elenco com o onipresente “Ponto Vermelho”.


     

    Chupa essa, mangue!



    DALCIO

     

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    Alice Passos - Na Baixa do Sapateiro (Ary Barroso)


    Ai, o amor, ai ai
    Amor, bobagem que a gente não explica, ai ai
    Prova um bocadinho, oi
    Fica envenenado, oi
    E pro resto da vida é um tal de sofrer
    Ô-la-rá, ô-le-rê]
     
     

    Vamos intimar o Biden!



    LAERTE

     

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    QUINO


     

    Paquetá

     

    Paquetá

    Prepare-se para a ‘eleição mais miliciana da história’

    GettyImages-479045614-edit


    "José Cláudio Alves, que pesquisa milícias no Rio há mais de duas décadas, me disse que o conceito de milícia é insuficiente para abarcar tudo o que elas representam. Para ele, as milícias “são grupos de extermínio que estão hoje vivendo uma fase denominada miliciana, a partir da expansão dos seus negócios”. O assassinato por aluguel ou encomenda é o mais conhecido deles, mas há ainda o controle territorial conquistado a partir desses homicídios, a prestação de segurança para o comércio e, mais recentemente, o fato de eles se elegerem – e terem formado muitas, mas muitas alianças com quem tem um mandato pela frente.

    O exemplo mais popular dessas amizades “despretensiosas” são os elos da família Bolsonaro com o Escritório do Crime, nome dado a milícia suspeita da morte de Marielle. Milicianos foram empregados pelos Bolsonaro, homenageados por eles, emprestaram dinheiro à primeira-dama, pescaram juntos. Mas não tem nada a ver com a família, tá okey?

    Outro pesquisador com quem conversei, André Rodrigues acredita haver o que ele chama de “ideologia miliciana“, uma espécie de “crença de que o uso ilegal da força e do poder de matar é o principal instrumento de produção da ordem e da segurança”. E alerta: essa será a “eleição mais miliciana da história”.

    leia reportagem de Cecília Olliveira​


    Prepare-se para a ‘eleição mais miliciana da história’

    Murió Quino, el creador de Mafalda que trascendió las fronteras


     

    "¿Cuánto mide una autobiografía? Tal vez pueda sintetizarse en una viñeta. Hay una de Mafalda en la que Guille, con las paredes de toda la casa recién garabateadas, le pregunta a su madre, que mira el paisaje atónita: “¿No ez increíble todo lo que puede tened adentro un lápiz?”. Algo de eso habrá sentido Quino la noche de 1935 que sus padres lo dejaron a él y a sus dos hermanos al cuidado de su tío para ir al cine.

    Ese tío, pintor y dibujante publicitario, decidió que entretendría a sus sobrinos haciéndoles dibujos. Quino tenía tres años y esa noche mendocina supo que él también dibujaría. Incluso con toda esa determinación, era imposible saber que sus viñetas se traducirían a más de 35 idiomas y que, sólo de la mano de su creación más inagotable, lograría que uno de cada dos argentinos tuvieran un libro suyo. Poner en números el legado de Quino, que murió hoy a los 88 años por tras haber sufrido un ACV la semana pasada, es más un vicio periodístico que un acto de justicia: ni esos números -ni estos 16.000 caracteres- alcanzan."


    obit por Julieta Roffo

    Murió Quino, el creador de Mafalda que trascendió las fronteras - Clarín

    MASKS



    SEKOER

     

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    terça-feira, setembro 29, 2020

    Pinacoteca


     

    O Pequeno Ministro



    THIAGO LUCAS

     

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    Marc Ribot - "Knock That Statue Down" (feat. Syd Straw)

    Fiscal de rua



    LEANDRO ASSIS

     

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    Governo Bolsonaro deve ser principal processado por política de devastação no Pantanal

     















    JAÑIO DE FREITAS

    O governo Bolsonaro deve ser o primeiro e principal processado pelo crime de devastação incendiária do Pantanal. As leis de proteção ambiental e numerosos acordos internacionais de que o Brasil é signatário, assim como a própria Constituição, foram e continuam transgredidos na meticulosa desmontagem do sistema de vigilância, prevenção e combate às agressões ao patrimônio natural. Esta é, notoriamente, uma rara política de governo em um governo sem políticas.

    É notória, aqui e no mundo, a responsabilidade pessoal e direta de Bolsonaro. Da sua decisão vieram os cortes de verbas, a redução dos quadros técnicos e científicos, e as nomeações de dirigentes inabilitados em setores como Ibama, Funai, ICMBio, INPE, e os outros de importância vital para a Amazônia, o Pantanal e os povos indígenas.

    Amazônia tem 2º pior agosto de desmate, atrás só de 2019” (já governo Bolsonaro). “Em 14 dias, Amazônia queimou mais que em setembro de 2019.” Títulos como estes recentes, da Folha, sucederam-se desde a posse de Bolsonaro. E, por consequência, a do executor do projeto de desmonte da proteção ambiental, Ricardo Salles —já condenado por improbidade na secretaria do Meio Ambiente de um governo paulista de Geraldo Alckmin.

    A indiferença de Bolsonaro ao clamor interno e internacional, a cada pesquisa de desmatamento e queimadas, só não foi completa por suas provocações e represálias administrativas. Entre elas, a demissão escandalosa do cientista Ricardo Galvão, conceituado presidente do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais que divulgou, como de hábito e do seu dever, o crescimento alarmante da devastação amazônica no então novo governo.

    Constatado que o fogo no Pantanal tornava-se incontrolável, a explicação foi imediata: não era tanto pelo fogo, mas pela falta de equipes habilitadas para combatê-lo. Explicação complementar: a verba deste ano para combatentes a queimadas, em comparação com a de 2019, foi cortada em mais de metade. A dimensão da tragédia pantaneira não estava prevista, mas o fogaréu na Amazônia já exigia maior investimento, e não perda de verba.

    Acima das necessidades está a política contra a Amazônia e a riqueza ambiental. Com mais provas oferecidas pelo próprio governo. O Orçamento para 2021 mandado por Bolsonaro ao Congresso, por exemplo, corta ainda mais os recursos dos setores de monitoramento, defesa e pesquisa visados pela destruição programada.

    Essa política transgride a legislação. É criminosa. Proporciona a apropriação de terras do patrimônio da União, o desmatamento e o contrabando de madeira valiosa. Protege o garimpo ilegal e se incorpora a toda essa criminalidade. Bolsonaro e seu governo são passíveis de processo criminal — e o merecem.


    Tuiutinzas



    DALCIO

     

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    DSCF9751

    Sobre “caboclos e índios”

     



    Texto de Pedro Daltro

    Bolsonaro culpou “caboclos e índios” lá na ONu, lembra? E não foi a primeira vez que ele expôs essa curiosa tese:

    “Os incêndios que devastaram 25 mil hectares do Pantanal começaram em quatro fazendas de grande porte em Corumbá (MS), segundo investigação da Polícia Federal (PF) iniciada em junho (veja, abaixo, quais são as propriedades). A suspeita é que produtores rurais tenham colocado fogo na vegetação para transformação em área de pastagem.” [Folha]

    Quero saber o nome do índio ou do caboclo!

    “Conforme a PF, havia gado em duas das quatro fazendas de Corumbá onde os focos teriam começado. As propriedades rurais são as seguintes:

    – Califórnia, que pertence Hussein Ghandour Neto e tem 1.736 hectares;
    – Campo Dania, que pertence a Pery Miranda Filho e à mãe dele, Dania Tereza Sulzer Miranda, e tem 3.061,67 hectares;
    – São Miguel, que pertence a Antônio Carlos Leite de Barros e tem 33.833,32 hectares;
    – Bonsucesso, de Ivanildo da Cunha Miranda e tem 32.147,06 hectares.”

    Nenhum cacique?!


    LEIA MAIS NO MEDO & DELIRIO EM BRASILIA 


    segunda-feira, setembro 28, 2020

    Putting out fires



    PIA GUERRA

     

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    Baden Powell - Samba Triste

    Dia Mundial do Turismo



    JBOSCO

     

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    Cristovão Bastos e Rogério Caetano | Um chorinho em Cochabamba (Rogério ...

    PASQUIM HÁ 50 ANOS

     LAN cria esta célebre caricatura de CAETANO VELOSO 



    Guedes e o pantano


     

    Gardenia

     

    Gardenia

    Micheque e os Talkey Boys



    AROEIRA

     

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    Quarentena



    GALVÃO

     

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    Carta ao Tom


     

    Remake da Novela "Pantanal"



    AMORIM

     

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    domingo, setembro 27, 2020

    Nick Cave: Cosmic Dancer (Marc Bolan)


     Is it wrong to understand 
    The fear that dwells inside a man? 
    What's it like to be alone 
    I liken it to a balloon


    Pinacoteca


     

    4 capas

    de OCTAVIO ARAGÃO

    Quatro capas que remetem a páginas de jornais, com um eventual elemento em vermelho.




     

    O monstro do pantano


    ALVES

     

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    To Beat Trump, Mock Him





    "Denouncing dictators has its place, but sly wit sometimes deflates them more effectively. Shaking one’s fist at a leader doesn’t win people over as much as making that leader a laughingstock.

    “Every joke is a tiny revolution,” George Orwell wrote in 1945.

    American progressives have learned by now that frontal attacks aren’t always effective against Trump. Impeaching Trump seemed to elevate him in the polls. A majority of Americans agree in a Quinnipiac poll that Trump is a racist, yet he still may win re-election. Journalists count Trump’s deceptions (more than 20,000 since he assumed the presidency) and chronicle accusations of sexual misconduct against him (26 so far), yet he seems coated with Teflon: Nothing sticks.

    America has had “Baby Trump” balloons, “Saturday Night Live” skits and streams of Trump memes and jokes. But all in all, Trump opponents tend to score higher on volume than on wit. So, having covered pro-democracy campaigns in many other countries, I suggest that Americans aghast at Trump absorb a lesson from abroad: Authoritarians are pompous creatures with monstrous egos and so tend to be particularly vulnerable to humor. They look mighty but are often balloons in need of a sharp pin."

    read column by Nicholas Kristof​

    To Beat Trump, Mock Him

    PASQUIM HÁ 50 ANOS

     Chopnics do JAGUAR e o idioma ipanemense




    NA ONU



    QUINHO

     

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    Je Hais les Dimanches (Aznavour) - Juliette Greco | IN MEMORIAM



    Dans la rue y a la foule
    Des millions de passants
    Cette foule qui coule
    D'un air indifférent
    Cette foule qui marche
    Comme à un enterrement
    L'enterrement d'un dimanche
    Qui est mort depuis longtemps.
    Je hais les dimanches !

    The Castle

     

    The Castle

    O plano paranoico de Bolsonaro contra chineses e ONGs na Amazônia



    Paranoia com invasões, indígenas, quilombolas e ambientalistas alimenta proposta para ocupar uma das partes mais preservadas da Amazônia no Pará. Na foto, o desmatamento na terra indígena Menkragnoti, em  Altamira, em agosto passado.

    "O governo de Jair Bolsonaro está discutindo, desde fevereiro, o maior plano de ocupação e desenvolvimento da Amazônia desde a ditadura militar. Gestado pela Secretaria de Assuntos Estratégicos, com coordenação de um coronel reformado, o projeto Barão de Rio Branco retoma o antigo sonho militar de povoar a Amazônia, com o pretexto de desenvolver a região e proteger a fronteira norte do país.

    Documentos inéditos obtidos pelo Intercept detalham o plano, que prevê o incentivo a grandes empreendimentos que atraiam população não indígena de outras partes do país para se estabelecer na Amazônia e aumentar a participação da região norte no Produto Interno Bruto do país. A revelação surge no momento em que o governo está envolvido numa crise diplomática e política por conta do aumento do desmatamento no Brasil. Bolsonaro se comprometeu a proteger a floresta em pronunciamento em cadeia nacional de televisão, mas o projeto mostra que a prioridade é outra: explorar as riquezas, fazer grandes obras e atrair novos habitantes para a Amazônia"


    leia reportagem de Tatiana Dias​

    O plano paranoico de Bolsonaro contra chineses e ONGs na Amazônia

    Familias Desajustadas

     

    por DALCIO MACHADO

    Ministro Milton Ribeiro: "O adolescente que muitas vezes opta por andar no caminho do homossexualismo (sic) tem um contexto familiar muito próximo. São famílias desajustadas, algumas. Falta atenção do pai, falta atenção da mãe. Vejo menino de 12, 13 anos optando por ser gay, nunca esteve com uma mulher de fato, com um homem de fato, e caminhar por aí"




    Imagem Queimada: Os abalos que prejudicam a operação do Inpe

     Dados do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais registraram 99 pontos de fogo no Pantanal há duas semanas, no maior incêndio ocorrido na região nos últimos 14 anos. Foto: Silas Ismael

    "“Se os recursos não vierem, minha estimativa é que o Inpe não tenha dinheiro para pagar as contas de energia elétrica”, alertou. “Ou seja, vai parar de funcionar em maio de 2021. Imagine termos de desligar o supercomputador e o país ficar sem previsão numérica do tempo, por exemplo. Pergunte a algum agricultor o que ele faz sem esse dado ou como atuará um funcionário do Cemaden (Centro Nacional de Monitoramento e Alertas de Desastres Naturais) para salvar vidas.”"

    LEIA REPORTAGEM DE RENATO GRANDELLE

    Marc Ribot - "Rata de dos Patas" (feat. Ohene Cornelius)

    Donald Trump!
    Im talking to you!

    Rata imunda
    Animal rastero
    Escoria de la vida

    Queimada



    NANDO MOTTA

     

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    sábado, setembro 26, 2020

    Pinacoteca


     

    Get Down - Mandamentos Black

    Dançar como dança um black!
    Amar como ama um black!
    Andar como anda um black!
    Usar sempre o cumprimento black!
    Falar como fala um black!


    IN MEMORIAM GERSON KING COMBO

    40% a mais



    MIGUEL PAIVA

     

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    Juliette Gréco " La Javanaise " | IN MEMORIAM

    La vie ne vaut d'etre vécue sans amour
    Mais see'est vous qui l'avez voulu mon amour
    Ne vous déplaise
    En dansant la Javanaise
    Nous nous aimions
    Le temps d'une chanson

    Serge Gainsbourg

    Doguinho



    GILMAR

     

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    Detonautas - Micheque]

    Hey Michelle, conta aqui pra nós
    A grana que entrou na sua conta é do Queiroz?

    Regent's Canal

     

    Regent´s Canal

    Verissimo: Geração Lemingue

    VERÍSSIMO

    Sabe lemingue? É aquele bicho que migra em bandos na direção do mar atrás de um líder, qualquer líder, e, quando o líder se atira no mar, se atira junto e morre. Ninguém entende bem essa propensão do lemingue ao suicídio coletivo, mas está no seu DNA, impossível discuti-la. O lemingue é descrito como um pequeno roedor de cauda curta e cor amarelada, mas essa é sua descrição zoológica. Para nosso efeito, ele é uma pessoa jovem que gosta de aglomeração e para a qual o suicídio coletivo é apenas mais um programa com a turma.

    Me lembrei de um episódio contado pelo Mino Carta. Num cinema do Bixiga, em São Paulo , passa um documentário sobre a vida animal e seus horrores, inclusive cenas sangrentas de pobres gazelas sendo trituradas por bichos mais ferozes do que elas. É quando se ouve uma voz com indisfarçável sotaque do Bixiga, de alguém que provavelmente entrou num cinema pela primeira vez na vida e diz “Que mentalidade!”. É o comentário que merece a estranha compulsão dos lemingues. Que mentalidade!

    2020 vai ser lembrado como o ano em que se revelou a vocação para lemingue de toda uma geração. Uma insuspeitada vontade de seguir o contemporâneo que passar por perto com claros sinais de que vai se matar e de ir atrás dele com todo o bando para morrer também. O que mais impressiona nos bandos que enchem as praias a caminho do mar e as calçadas dos bares é sua alegria. Sem máscaras e sem distância um do outro.

    Os lemingues estão nas ruas. Se há mesmo uma crise internacional, uma pandemia viral que grassa no planeta sem controle à vista, o problema não é deles. Afinal, que crise internacional é essa em que o presidente de um dos países supostamente mais afetados por ela não acredita nas medidas recomendadas para detê-la? Bolsonaro & Filhos se comportam como se ele também fosse um lemingue, jovem e sem compromisso com a realidade. Que mentalidade!



     

    PASQUIM HÁ 50 ANOS




     


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