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  • TA TUDO MUITO ESQUISITO, DEPOIS QUE VISUAL VIROU QUESITO

  • Vislumbres

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    Fragmentos de textos e imagens catadas nesta tela, capturadas desta web, varridas de jornais, revistas, livros, sons, filtradas pelos olhos e ouvidos e escorrendo pelos dedos para serem derramadas sobre as teclas... e viverem eterna e instanta neamente num logradouro digital. Desagua douro de pensa mentos.


    quarta-feira, outubro 17, 2018

    Haddad quer debate



    NANI

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    Um canalha à porta do Planalto | Opinião | PÚBLICO




    "A barbárie tem muitos rostos: é estúpida, boçal, intolerante, sectária, fanática, simplista, racista, xenófoba, homofóbica, sexista, classista, irremediavelmente preconceituosa, inevitavelmente primária. Jair Bolsonaro é um dos rostos perfeitos dessa barbárie em versão actual. Tudo nele aponta para a pequenez: é um ser intelectualmente medíocre, eticamente execrável, politicamente vulgar. Nele observa-se uma prodigiosa ausência de qualquer tipo de grandeza e uma assustadora presença de tudo quanto invalida um cidadão para o desempenho da mais humilde função pública. Por isso mesmo ele é extraordinariamente perigoso: é a expressão quase exemplar do homem sem qualidades subitamente erigido a um papel de liderança."

    LEIA O ARTIGO DE FRANCISCO ASSIS:

    Um canalha à porta do Planalto | Opinião | PÚBLICO: Equiparar Haddad a Bolsonaro constitui um acto moral e politicamente inqualificável. Quem o faz torna-se cúmplice de Bolsonaro.

    terça-feira, outubro 16, 2018

    João e Maria - Chico Buarque e Nara Leão

    Não, não fuja não
    Finja que agora eu era o seu brinquedo
    Eu era o seu pião, o seu bicho preferido...
    Vem, me dê a mão, a gente agora já não tinha medo
    No tempo da maldade acho que a gente nem tinha nascido

    Nova bandeira brasileira

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    À espreita

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    Paulo Guedes contra o liberalismo: A história mostra que uma onda de ódio só chega ao poder quando normalizada

    Miguel Lago 


    "O historiador inglês Ian Kershaw, um dos maiores especialistas no nazismo, afirma que Von Papen convenceu seus colegas da direita tradicional, e em especial o presidente Hindenburg, dizendo que Hitler estava totalmente sob seu controle. Von Papen não teve controle algum: virou um vice-chanceler decorativo, teve seus principais colaboradores eliminados e, por fim, foi demitido, tendo sido relegado às embaixadas da Áustria e da Turquia.

    Kershaw vai além e afirma que é possível que, sem Von Papen, o nazismo não tivesse sido mais que uma moda: “Se as elites não tivessem feito essa aposta insana em janeiro de 1933, Hitler e seu partido provavelmente teriam caído no esquecimento da História.” De fato, nos anos 20, o Partido Nacional-Socialista não fazia nem traço nas eleições gerais. Foi só a partir da crise econômica de 1929 que sua popularidade começou a subir. Seu ápice eleitoral ocorreu em julho de 1932, quando chegou a ter mais de 37% dos votos. Apesar disso, naquele momento a direita tradicional se recusou a nomear Hitler chefe de governo. Quando uma nova eleição ocorreu em novembro de 1932, o nacional-socialismo já demonstrava sinais de declínio, tendo obtido dois milhões de votos a menos que na eleição anterior. Foi então que Von Papen atuou como operador da naturalização da barbárie, tornando o governo Hitler viável. Todo o resto – a guerra, o totalitarismo e o Holocausto – foram desdobramentos de uma tragédia anunciada."


    mais no artigo de Miguel Lago​

    Paulo Guedes contra o liberalismo:

    Pesquisa de intenção de voto

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    Moa do Katendê ajudou a formar identidade musical afro-brasileira

    Mestre Môa do Katendê em 2011

    . “Tinha ido ver alguma coisa na sala de ensaio do Teatro Castro Alves e, ao sair de lá, vi esse grupo que subia a rampa que vem da Concha Acústica cantando e dançando. Era de tarde. Para mim, a visão daquele grupinho nos fundos do Castro Alves foi o sinal da mudança da feição social da cidade do Salvador, com os negros, maioria de sua população, protagonizando a vida social da cidade.”


    LEIA OBITUÁRIO POR ANDRE UZEDA

    Alô Ciro

    Paulo Freire é terceiro teórico mais citado em trabalhos acadêmicos no mundo |


    PAULOFREIRE5

     "O educador, pedagogo e filósofo brasileiro Paulo Freire é considerado, mundo a fora, um dos mais notáveis pensadores da história da pedagogia. Patrono da educação brasileira, Freire é simplesmente o brasileiro mais homenageado em todos os tempos, com 29 títulos de Doutor Honoris Causa por universidades da Europa e da América, e centenas de outras menções e prêmios, como Educação pela Paz, da UNESCO, que Freire recebeu em 1986.

    O criador da Pedagogia de Oprimido agora é citado em um novo e impressionante título de reconhecimento: Paulo Freire é o terceiro pensador mais citado do mundo em universidades da área de humanas. O levantamento foi feito através do Google Scholar – ferramenta de pesquisa para literatura acadêmica – por Elliot Green, professor associado da London School of Economics. Segundo ela, Freire é citado 72.359 vezes, atrás somente do filósofo americano Thomas Kuhn (81.311) e do sociólogo, também americano, Everett Rogers (72.780)."


    LEIA MAIS:: Paulo Freire é terceiro teórico mais citado em trabalhos acadêmicos no mundo | Hypeness – Inovação e criatividade para todos.:

    O educador, pedagogo e filósofo brasileiro Paulo Freire é considerado, mundo a fora, um dos mais notáveis pensadores da história da pedagogia. Patrono da educação brasileira, Freire é simplesmente o brasileiro mais homenageado em todos os tempos, com 29 títulos de Doutor Honoris Causa por universidades da Europa e da América, e centenas de outras…

    Badauê, aralecolê - Mestre Moa do Katendê / in memoriam

    Eleição Zap

    O PT em segundo lugar


     


     "Para além de todas as atrocidades conhecidas pelas quais Bolsonaro é responsável, é aterrorizante pensar que um candidato totalmente desprovido de equipe e de qualquer experiência de coordenação de governo possa vir a ocupar esse lugar crítico neste momento crítico. Bolsonaro tem muita mobilização e nenhuma organização. É receita certa de desastre.

    Uma tarefa dessa magnitude não cabe a uma pessoa. Não cabe a um partido tampouco. É problema que só pode ser enfrentado com a formação de uma ampla frente de pessoas, organizações, instituições, partidos, grupos e movimentos preocupados com a reconstrução institucional da democracia. A impressão de que estamos de volta à década de 80, aos primórdios da redemocratização, tem algo de real. Porque estamos de fato em um momento de refundação institucional. E, como em todo momento inaugural, as chances de dar muito errado são muito maiores do que em qualquer outro momento."


    leia artigo de Marcos Nobre​: O PT em segundo lugar:

    Depenado

    RONALDO

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    Recebi no ZAP

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    segunda-feira, outubro 15, 2018




    "Impedir que o autoritarismo se imponha pelo voto, abrindo as comportas para perseguições lastreadas em preconceitos, é algo que vai muito além de apoiar um candidato do PT. Devia ser um imperativo democrático. Todos sabem que Haddad, com seus poucos aliados (PC do B, PSB, PPL e PSOL), dificilmente conseguirá virar o jogo. Isso só será possível se houver uma unidade vigorosa na sociedade civil e na esfera partidária mas o que tem prevalecido, além da omissão, é uma resignação melancólica.Com tanto mi-mi-mi, devemos ir nos preparando para o governo Bolsonaro."

    leia a coluna de TEREZA CRUVINEL

    Se você está preocupado com a crise, deveria se preocupar com o plano econômico de Jair Bolsonaro





    "São muitas as propostas estranhas ou inviáveis de Bolsonaro para a área econômica. Não se pode sequer chamar o documento de plano de governo, ou coisa que o valha. Trata-se de um apanhado de generalidades, de citações superficiais de documentos de terceiros, sem uma gota de suor ou esforço próprio de sua equipe.

    Os “formuladores” (permitam a liberdade poética) do plano podem afirmar que nossas interpretações estão equivocadas, que eles queriam dizer outra coisa. É possível. O problema é que as propostas são tão rasas, tão supérfluas, tão mal elaboradas, desacompanhadas de quaisquer explicações ou números, que só podemos imaginar que se trata de um trabalho feito às pressas, sem qualquer preocupação com a seriedade da tarefa de governar o Brasil.

    Causa surpresa que o “mercado” brasileiro, após o fracasso da candidatura de Alckmin (PSDB) e Meirelles (MDB), tenha abraçado Bolsonaro como um candidato sério, viável e preferível às demais alternativas. "

    leia o artigo de Alexandre Andrada​

    Se você está preocupado com a crise, deveria se preocupar com o plano econômico de Jair Bolsonaro: Li o sofrível plano de Jair Bolsonaro para economia. Ele parece ter sido feito por um comentarista da internet.

    Caetano Veloso - Badauê IN MEMORIAM MESTRE MOA

    A imprensa precisa fazer autocrítica


    Fabiana Moraes


    "Não, o candidato do PSL não é engraçado ou “meio Sérgio Mallandro”, como ouvi há alguns dias de colegas jornalistas. Ao contrário dos mitos, ele é real e seu discurso propaga a intolerância, reverberada por eleitores mais extremistas. Os últimos dias tornaram-se pesadelos para milhões de pessoas no Brasil, o lugar onde mais se mata LGBTs no mundo – entre 2016 e 2017, o número de mortes aumentou 30% e se deu em sua maioria, adivinhe, por arma de fogo. Nos banheiros e muros, proliferam mensagens de ódio decoradas com tristes suásticas tupiniquins. Um aluno gay, morador de Caruaru, agreste de Pernambuco, passeava na rua quando um homem, de moto, aproximou-se e gritou “o capitão vai acabar com essa raça”. Em Recife, um amigo, promotor de Justiça, estava em uma fila, ao lado de seu namorado, quando ouviu ameaça semelhante: “Isso já já vai acabar.” Outro amigo estava com os filhos e uma colega que usava uma camiseta #EleNão quando vários adolescentes – sim, adolescentes – quase os agrediram na rua.

    Assim, a imprensa precisa perguntar para a maioria dos LGBTs, pretos e mulheres se eles e elas acham o candidato polêmico. Se o acham controverso. Engraçado. “Meio Sérgio Mallandro.” Para indígenas, quilombolas. Para as pessoas que trabalham com movimentos sociais. Para quem está deixando de usar uma camiseta vermelha ou um #EleNão com medo de ser espancado. O jornalismo que está agora atônito, dizendo que estamos vendo a ascensão de uma população violenta até então silenciosa, não percebe que um naco considerável dessa violência, a que deseja o extermínio do que é visto como diferente, sempre acompanhou milhões de brasileiras e brasileiros que vivem nas faixas mais pobres. Ela, agora, amplia-se e mostra-se à
    luz do dia, atingindo setores da classe média e da elite intelectual – com destaque para os jornalistas."

    mais no artigo de Fabiana Moraes​
    A imprensa precisa fazer autocrítica: Foram anos tratando o inaceitável como controverso ou mesmo engraçado

    Interpretação


    BENETT

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    A eleição do fim do mundo

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    Entre mitos e lacres, uma guerra civil de memes


    "Eis que chegamos às eleições e nos damos conta de que essas podem ser fortemente influenciadas (ou mesmo definidas!) por memes e dualidades rasas, com lutas do bem contra o mal, do novo contra o velho etc., com uma consequente (se já não presente) “fascistização” da política institucional. A reflexão e o argumento não têm tido espaço na arena da política; e, enquanto ocorrem escândalos de corrupção, reuniões no porão do Jaburu, perda de direitos, abusos no uso da máquina pública, nós, a sociedade civil, vamos nos estapeando, muitas vezes em nome “deles”, em vez de funcionarmos como mecanismos de freio e de contrapoder em relação à classe política e ao Estado."

    LEIA ARTIGO DE SAULO DAMASCENO

    Eu só atirei...


    LAERTE

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    Steve Bannon cita Brasil como parte do movimento que promove pelo mundo




    Steve Bannon cita Brasil como parte do movimento que promove pelo mundo | Poder360: Ex-estrategista de Trump ajuda grupo. Ação é global e com ideias populistas. Leia no Poder360.

    Debates (ou a ausencia de)










    MONTANARO

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    Uma coletânea de vira-latismo brasileiro ao descobrir que Roger Waters é de esquerda - VICE


     


    "O incidente lembrou um parecido que eu vivi há alguns anos, num show do System of a Down. O show rolou em 2015, quando o clima do Brasil estava tenso e o impeachment da ex-presidente já era iminente, e muitas músicas do grupo foram acompanhadas de coros de "Fora Dilma". Sim, num show do System of a Down, que é conhecido por suas críticas a, entre outros temas, o genocídio armeno, a guerra às drogas e governos autoritários num geral, e cujos membros fazem shows usando camisetas em referência à União Soviética.

    Até onde vai a ingenuidade e a ignorância do roqueiro brasileiro? Sinceramente, só deus sabe, mas dá pra ter uma ideia pelo nível do que os eleitores de Bolsonaro postaram nas redes sociais depois do show de ontem."

    LEIA  o apanhado de  Amanda Cavalcanti​

    Uma coletânea de vira-latismo brasileiro ao descobrir que Roger Waters é de esquerda - VICE: Quem diria que "Another Brick in the Wall" não é sobre o muro do Trump?

    quarta-feira, outubro 10, 2018

    Dark Side

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    Amarelão

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    ALVO

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    Um ano depois: 'Lei não é feita para bandido, o Brasil ama a ordem e o progresso'


    "“Brasileiros amantes da pátria, venho a público em cadeia nacional, um ano após nossa grande vitória nas eleições de 2018, para anunciar medidas que nosso governo tomará contra o grave momento por que passamos. As forças subversivas que lutam dentro de nosso país contra os interesses supremos da pátria, aliados ao comunismo internacional, se voltaram contra as reformas que implementamos neste ano de 2019, semeando mentiras, cizânias e fake news entre o povo.

    Quando flexibilizamos as leis de trabalho para garantir que os empresários voltassem a empregar mais, tirando entulhos que eles chamavam de ‘direitos’, esses delinquentes foram capazes de sorrateiramente convencer gente ingênua de que nós estávamos apenas governando para os ricos. Porra, quando eu falei que era melhor ter menos direitos e emprego do que mais direitos e desemprego parece que teve gente que não entendeu. O cara fica sonhando com férias, 13º, acordo coletivo, mas ninguém queria contratar.

    Então a gente liberou e os empregos apareceram, tá OK?"

    mais no artigo de VLADIMIR SAFATLE 

    A eleição da vingança

     


    "Muito se falou do ódio que veio à tona com a campanha de 2014. Mas o ódio é parte da política há um bom tempo, e negar a sua existência é ignorar a realidade. A questão é o que fazer com esse ódio. Até 2014, PSDB e PT tinham conseguido conter os ódios respectivos dentro dos limites institucionais. O PT não fez a reforma política que tinha prometido em 2002, mas também não tomou atitudes como possibilitar um terceiro mandato para Lula. Ao perder uma eleição, o PSDB dizia que o problema não estava no sistema político enquanto tal, mas em um sistema político que funcionava sob a liderança do PT.

    Depois da estupidez pós-eleitoral de Aécio Neves, o ódio antipetista ficou solto na rua, pronto para ser canalizado não só fora das instituições, mas, sobretudo, contra elas. Já não era mais o funcionamento do sistema político que devia ser odiado, era o sistema enquanto tal. Quem quer que viesse de dentro desse sistema era já culpado por suspeita.



    Bolsonaro canalizou esse ódio em vingança. Prometeu fazer terra arrasada do sistema político. Prometeu “fuzilar essa petralhada”, como disse em um ato de campanha no Acre poucos dias antes de ser esfaqueado em Juiz de Fora. Não foi por acaso que disse não aceitar outro resultado a não ser sua própria vitória. É o único resultado que pode prometer um vingador. Quem aceita uma derrota em uma eleição confessa fazer parte do sistema que prometeu demolir."


    mais no artigo de Marcos Nobre​

    A eleição da vingança: A democracia virou arma de destruição que uma parte do eleitorado aponta contra a outra

    Fascismo Fofinho



    MARINGONI

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    Mestre Moa do Katendê: “licença para matar” faz primeira vítima após primeiro turno das eleições




    "Romualdo Rosário da Costa, conhecido como Mestre Moa do Katendê, famoso capoeirista de 63 anos, recebeu 12 facadas nas costas depois de dizer que havia votado em Fernando Haddah, candidato do PT à Presidência, em um bar de Salvador. Moa cometeu o “hediondo” crime de discordar, e seu assassinato simboliza o perigo do pensamento extremista à direita que emergiu das urnas. Mestre Moa foi morto por um eleitor de Jair Bolsonaro, o barbeiro Paulo Sérgio Ferreira Santana, que estava no mesmo bar que o capoeirista no Engenho Velho de Brotas. Santana foi até sua casa, pegou uma faca, voltou ao bar e esfaqueou Moa 12 vezes.

    A briga feriu também o primo do capoeirista, Germínio do Amor Divino Pereira, atingido no braço. Em tempos normais, um simples bate boca por divergências de visões políticas após uma eleição não acabaria em tragédia. Mas em um clima bélico cresce no país, inflado por discursos bolsonaristas que apelam às armas e ao ataque. Entre as muitas declarações que ultrapassam o limite da polêmica, o candidato Jair Bolsonaro disse em entrevista no ano passado: “Nós vamos brigar pelo excludente de ilicitude. O policial militar em ação responde, mas não tem punição. Se alguém disser que quero dar carta branca para policial militar matar, eu respondo: quero sim (…)”
    ."

    leia reportagem de Eliana Alves Cruz​

    Mestre Moa do Katendê: “licença para matar” faz primeira vítima após primeiro turno das eleições:

    Bolsonaro lamenta morte e agressões, mas diz não controlar apoiadores




    "Ao ser questionado sobre como vê os episódios, o candidato reclamou que a pergunta deveria ter sido invertida, citando o ataque sofrido por ele no dia 6 do mês passado, durante ato de campanha. "Quem levou a facada fui eu, pô. O cara lá que tem uma camisa minha e comete um excesso, o que é que eu tenho a ver com isso?", indagou "

    leia mais>>

    Bolsonaro lamenta morte e agressões, mas diz não controlar apoiadores - Notícias - UOL Eleições 2018: Evocado por autores de atos de violência ocorridos em diversos locais do país nos últimos dias, o presidenciável Jair Bolsonaro (PSL) disse nesta terça-fei...

    terça-feira, outubro 09, 2018

    Ardendo


    BRUNO MARON

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    Na sorte


    AMARILDO

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    O Brasil mudou


    "O que o eleitor disse agora, ao rejeitar os candidatos convencionais, foi mais ou menos o seguinte: já que é para seguir na merda, com os mesmos políticos que sempre nos enganaram, vamos pelo menos nos divertir, vendo-os se estreparem, agarrados a suas mentiras como se fossem boias. Na Alemanha dos anos 1930, Adolf Hitler também se aproveitou de tais oportunistas, de centro ou de centro-direita ou de centro-esquerda ou de centro-qualquercoisa, gente que se protegia sob definições indefinidas. E era só os populistas autoritários abrirem os braços, que os oportunistas se projetavam em seus colos. 

    Sempre que alguma revolução, de direita ou de esquerda, ganha a guerra e se instala no poder, depois das alegres comemorações solidárias acontecem sempre noites de terror, com fuzilamentos e guilhotinas indiscriminadas. Não acho que isso possa acontecer no Brasil, não é o caso. Mas antes que cheguem as nossas brandas noites de terror, vamos acreditar que o Brasil cansou mas não acabou."

    mais no artigo de CACÁ DIEGUES 

    Porre, porrete e psicologia das massas

    Ilustra de Bruna Barros para Mario Sergio Conti de 6.out.2018

    "Se Jânio era a UDN de porre, Jair é o PSL de porrete. Eleito, terá a legitimidade do voto, o amparo da lei e, a seus pés, partidos prostrados ou servis. Bastará a Bolsonaro dar um assobio da janela do Planalto para chamar os milicos: já avisou que terá "um montão" de ministros generais
    .

    Por que o encantamento com a boçalidade? Por que milhões ficam surdos à razão e se insurgem contra os próprios interesses?""


    LEIA O ARTIGO DE MARIO SERGIO CONTI 

    ILUSTRAÇÃO BRUNA BARROS 

    TREVAS


    RIBS

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    É pra quando ?



    NANI

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    Ele e seus eleitores





    "Para eles e elas, como aponta a pesquisadora, Bolsonaro representa o político honesto, em contraposição à “classe política”, generalizada exatamente dessa forma por todos eles. Além do combate à corrupção, a questão da insegurança é fator fundamental e proteger o “cidadão de bem” deve ser uma prioridade.

    Para eles, também, as políticas públicas como o Bolsa Família ou cotas universitárias são negativas porque levariam à acomodação, ao clientelismo e ao cidadão dependente do Estado. Eles reconhecem que negros, mulheres e a população LGBTQIA sofrem preconceito, mas consideram que esses grupos têm se “vitimizado” demais para obter benefícios do Estado, tirando de quem não pertence a essas parcelas da população.

    O que mais se encontra em mensagens de parte de seus eleitores é o bordão “não me importam as propostas, o que importa é que ele vai mudar o país”, como disse uma eleitora no Twitter. Uma parte do seu eleitorado não está preocupada com o conteúdo do que ele propõe. A insatisfação é tamanha que o sentimento é de que alguma mudança tem de acontecer, não importa qual seja e nem de que forma ela venha."


    leia mais no artigo de Ana Carolina Evangelista​

    Aval do Crime

    do globo




    segunda-feira, outubro 08, 2018

    Mestre Moa


    Mais informações »

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    Furacao devastador



    O Nordeste garantiu o segundo turno, mas as outras regiões, levando Jair Bolsonaro a tão perto da vitória no primeiro, fortalecem profecias de um segundo turno sangrento. “É porrada. Se tiver segundo turno, o confronto vai ser direto”, disse o presidente do PSL, Gustavo Bebiano. Será outra eleição, Bolsonaro terá que se expor e dizer o que pensa, ou dissimular o que pensa, mas a verdade tem que ser dita: será muito difícil impedir que ele se eleja.

    O candidato do PT, Fernando Haddad, liderando a frente de centro-esquerda que deve começar hoje mesmo a ser construída, terá que conquistar eleitores (46,38%) que votaram em Bolsonaro. Terá que fazê-lo encolher, como Lula fez com Alckmin em 2006, quando o tucano, no segundo turno, perdeu 2,5 milhões de votos. Não será fácil, depois da forte adubação do antipetismo. Por isso agora ele precisa ir além do PT, além da esquerda. Como candidato de Lula, ele foi até onde deu. Lula também já fez por ele o que podia. Agora ele precisa ser o candidato da unidade democrática, como dizíamos no tempo da ditadura.

    Bolsonaro estava crescendo, sabíamos, mas nenhuma pesquisa captou a força do furacão de extrema-direita que vinha varrendo os estados do Sul, Sudeste e Centro-Oeste, atropelando os concorrentes à direita, abduzindo seus votos e arrastando os indecisos para produzir uma vitória que não se confirmou por muito pouco.

    O furacão sumiu com os votos de Marina Silva, que saiu do pleito atrás do Cabo Daciolo, com menos de 1% dos votos. O voto antipetista que ela tinha foi para Bolsonaro e o voto progressista para Ciro ou Haddad, quando o eleitor sentiu a força do vento.

    O PSDB encerra melancolicamente sua trajetória como partido líder da direita liberal. Geraldo Alckmin ficou com menos 5% dos votos e não chegou a 10% em São Paulo, reduto tucano. O voto antipetista que estava com ele migrou para seu novo e verdadeiro dono. Muitos foram os tucanos derrotados nos estados, como Beto Richa (PR) e Marcone Perillo (GO).

    O furacão arrasou com oligarquias e forças conservadoras, o que torna Bolsonaro ainda mais imperial. Com a votação que teve, não vai negociar com ninguém. Se virar presidente, depois verá o problema da governabilidade. Adesistas não faltarão num congresso que virá renovado pela direita. Foram derrotados nomes Eunício Oliveira, Edison Lobão, Sarney Filho, Ricardo Ferraço, Roberto Requião, entre tantos.

    O PT, sofreu derrotas estaduais importantes, como as de Fernando Pimentel e Dilma Rousseff em Minas, mas garantiu a sobrevivência elegendo bom número de governadores e senadores no fiel Nordeste. Ciro Gomes afirmou-se como alternativa de esquerda ao PT, para o futuro. Boulos tornou-se conhecido e conferiu ao PSOL a relevância não obtida com a candidatura de Luciana Genro em 2014.



    Ovo da serpente



    JAN THEOPHILO

    A outra margem do Rio


    "Recorro a exemplos históricos para mostrar que o desempenho de Bolsonaro no Rio não tem nada de surpreendente. Como costuma alertar a esquerda na França: ‘Cuidado, a direita está de volta!”.


    LEIA A COLUNA DE OTAVIO COSTA 

    domingo, outubro 07, 2018

    São Jorges



    AROEIRA

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    Match eleitoral


    MONTANARO

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    Propostas


    BRUM

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    O enfrentamento





    "Contra a volta do PT vale tudo, dirão todos da direita autodenominada centro. Bolsonaro, que não tem projeto para o país, abraçará o programa neoliberal que lhe será oferecido.

    Com ele marcharão forças poderosas, juntando o capital financeiro e produtivo, máquinas e oligarquias políticas conservadoras, militares assanhados e buscando o protagonismo perdido, governadores reeleitos com o manche estadual na mão, grupos de mídia e igrejas pentecostais, que às vezes se fundem num mesmo aparelho condutor de vontades, como o consórcio TV-Record-Igreja Universal.

    Ainda assim, será outra eleição, e Haddad terá que passar a ser o candidato da esquerda, e não apenas do PT. Mais que da esquerda, se restarem forças de centro preocupadas com o futuro da democracia."

    LEIA ARTIGO DE TEREZA CRUVINEL

    Aos 85 anos, morre o cartunista Hermenegildo Sábat, mestre do cartum político




    Aos 85 anos, morre o cartunista Hermenegildo Sábat, mestre do cartum político - Jornal O Globo: Uruguaio trabalhava no jornal argentino 'Clarín' desde 1973, e fez fama com suas releituras de acontecimentos políticos

    sábado, outubro 06, 2018

    The Guardian view on Brazil’s elections: democracy in danger | Editorial | Opinion | The Guardian





    "It is true that he, like the US president, is a symptom of deeper problems. A congressman since 1991, he was previously seen as offensive but irrelevant. Now he has capitalised on the country’s woes with a populist campaign. Brazil is struggling to recover from its worst ever recession. The Operation Car Wash inquiry exposed the staggering breadth and depth of corruption. And the shocking rate of violent crime – Brazil saw a record 63,880 homicides last year – has increased the appeal of an iron fist. Being stabbed only boosted his campaign. He casts himself as an outsider who will clean up politics, has built support through social media, and does best among young voters. Yet he draws strength too from old Brazilian forces: the military, wealthy farmers and business people, the socially conservative; evangelical churches have thrown their weight behind him."

    READ MORE: 
    The Guardian view on Brazil’s elections: democracy in danger | Editorial | Opinion | The Guardian: Editorial: The rightwing extremist Jair Bolsonaro is in the ascendant as Sunday’s poll approaches. He’s not Trump – he’s worse

    Reelegendo e andando


    NANI

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    A campanha politica acontecendo


    MYRRIA

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    Bolsonaro fará guerra aos pobres


    Jimmy Hughes - Steal Away

    Now, don't start thinking, tryin' to make up your mind
    Your folks are sleeping, let's not waste any time
    I know it's late, whoa I can't wait
    So come on and steal away
    Please, steal away

    Os reacionários






    "A reação ao #EleNão nãoA reação ao #EleNão não foi o #EleSim, mas a versão pornô dos protestos de sábado que circulou pelos grupos de WhatsApp, apelando a imagens escatológicas. Quem não foi às manifestações nem viu as raras e curtas reportagens televisivas sobre elas pode ter ficado com a impressão de que era um protesto contra a religião e contra a moral que rege a maioria de eleitores. Nas pesquisas, virou freio para Haddad e impulso para Bolsonaro."

    leia o artigo de JOSE ROBERTO DE TOLEDO  : Os reacionários:

    Renovação Política


    LEONARDO

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    Ciro, a vela e o dane-se


     

    "Os órfãos de Alckmin e Marina pularam a segunda fase do luto. Da negação, foram direto para a negociação. Não experimentaram a raiva porque seus candidatos nunca foram de despertar paixão. Sem poder reviver o que já era, contemplam a perspectiva da depressão, materializada como voto em branco, nulo ou abstenção. A alternativa é votar no remanescente menos pior. Em qualquer caso, a democracia está longe de lhes parecer uma festa.

    Não se trata de decisão óbvia nem automática para a maioria daqueles deixados antecipadamente na orfandade eleitoral. Por natureza, resistem à rotulação como petistas ou antipetistas. Para alguns deles, mas não muitos, Ciro surge como um muro a separar dois abismos. Para outros, o aeroporto ou a rodoviária parecem bem mais tentadores do que a zona de votação."


    LEIA O ARTIGO DE JOSÉ ROBERTO DE TOLEDO : Ciro, a vela e o dane-se:

    Se houver chance



    Esta conjungação de fatos e fatores, a partir do final de semana, produziu a onda que ontem levou Bolsonaro aos 35% de votos totais, e 39% de votos válidos. Haddad também cresceu um ponto mas na simulação de segundo turno o ex-capitão leva a melhor (44% a 43%), o que já antecipa enormes desafios para o conjunto da esquerda e das forças democráticas em geral, no segundo turno, se houver esta chance. Será preciso esquecer as feridas e formar uma frente, buscando despertar a consciência democrática. O PT terá que ter abertura e humildade.

    A Constituição cidadã de 1988 faz hoje 30 anos mas a Nova República morreu, e o espírito que está solto é o da República Velha, tanto tempo depois da revolução de 1930: não há mais coronéis, mas há empresários ameaçando demitir milhares de empregados se votarem na esquerda. A justiça interfere diretamente na campanha, como fez Sergio Moro. Mentiras e calúnias campeiam nas redes sociais. Se os padres do passado ajudavam a encabrestar o voto, agora os pastores do obscurantismo evangélico tangem o rebanho. Serve emprestada a pergunta de um personagem de Vargas Llosa sobre o desvão peruano nos anos 70: em que momento foi que o Brasil se perdeu?

    A verdade é que o país está a um passo de eleger, em primeiro turno, um candidato declaradamente racista, misógino e homófobo, assumidamente autoritário, defensor da ditadura e da tortura, disposto a virar a mesa se não ganhar e a aplicar-se um autogolpe para governar sem maioria parlamentar. O mundo, lá foram parece mais espantado do que nós, como na manchete do jornal francês “Liberation”, que indagava ontem sobre como foi que ele seduziu a maioria.


    TEREZA CRUVINEL

    sexta-feira, outubro 05, 2018

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    THIAGO RECCHIA 

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