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  • O BRASIL EH O QUE ME ENVENENA MAS EH O QUE ME CURA (LUIZ ANTONIO SIMAS)

  • Vislumbres

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    Fragmentos de textos e imagens catadas nesta tela, capturadas desta web, varridas de jornais, revistas, livros, sons, filtradas pelos olhos e ouvidos e escorrendo pelos dedos para serem derramadas sobre as teclas... e viverem eterna e instanta neamente num logradouro digital. Desagua douro de pensa mentos.


    sexta-feira, maio 01, 2026

    BAD CITIZEN

     

     

    Jeffrey St. Clair >

     + Cole Allen seemed like a regular guy. Cole Allen is a sturdy American name, right out of a Louie L’Amore novel. But in America, even regular guys snap.

    In the Republic of the Gun, almost all of the regular guys have one or two. When they snap, they tend to grab one.

    Cole Allen grabbed two. He also grabbed some knives. Then he took a train, rode the iron rails through the long night into the American outback, nursing his grievances across the Sierra Nevada and the Great Basin, over the Rockies and the Great Plains. He looked out on the lights of houses, towns and cities, filled with other regular guys late on their car payments, stuck in dead-end jobs sucking up to dead-end bosses, worried about their kids’ rotten teeth and no dental coverage, going thick in the waist, watching their teams lose night after night. Regular guys with gripes and grudges and real intractable problems eating away at their souls.

    Men like him sitting alone in a room at night, or worse in a room full of people and feeling alone, caught in the tense grip of some affliction, with no one to talk to about it, because regular guys don’t do that. They get talked at instead: hectored, belittled, talked down. Regular guys, normal guys, posting rants on some dark corner of the Net, bathed in the cool blue light of the screen, about how the software they once programmed, now programs them, making their jobs, if not their very self, expendable.. Guys who feel afflicted by the world around them and their only security is found in the reassuring grip of that most American of objects, a gun.

    They want to settle scores. But how and with whom?

    Cole Allen had been sold too many promises that didn’t pan out. The promise of hope and change. The promise of restoring the “soul of America,” whatever that really means. The promises of tech, trickledown, and wokeness. The promise of nostalgia restored, a reified America from the land of hope and dreams. But it’s the little annoyances that can loom large: the rising insurance payments, crappy cell service and internet too slow to stream, the damn heat, the traffic that doesn’t move, the commercialization of everything, even church, the bad TV, and the worse movies, music that grates and irritates, rather than consoles and inspires.

    Cole Allen rode the rails twenty-seven hundred miles to do what, exactly? Did he even know? Does he know now? Did he feel betrayed by both political parties, exasperated by years of empty rhetoric, worn down by a ravenous economic system that works only for the super-rich and pits average guy against average guy? Or was he just bored with it all, that deadliest of American sins?

    Did he want to shoot or get shot? Was he acting on nihilistic impulse, an American Raskolnikov lashing out against the cultural nothingness leaching the life from him, even if, like most regular American guys, he’d never heard of Rodion Raskolnikov?

    And that’s fine. That’s as it should be. Reading Dostoevsky is not good for the mind of the regular guy. His cold, dark stories of normal people driven mad can release to the surface all kinds of buried anxieties and neuroses he didn’t know he had and he had enough anxieties already. He had so many they’ve brought him here on this night train, bound for glory or infamy. Either will do.

    Or did he see himself as an avenger? If so, what was he avenging? What was he going to save? Something tangible or abstract? On whose behalf?

    Do we really want to know these things? Do we want answers? Or will the answers, if there are any, strike too close to the bone? Have the myths of the country begun to eat itself, to cannibalize the collective psyche of the nation, like the furies in “The Bacchae” of Euripides?

    In a country with 500 million guns, everyone has the chance to be an avenging angel, to enter the spotlight and create a spectacle, disrupt the programmed flow of time, if only for a few seconds, and be forever memorialized on security cameras, running down a hallway with a shotgun toward some kind of blazing destiny, you write for yourself, just like those archetypal American guys, Butch and Sundance.

    In 1988, George Will attacked novelist Don DeLillo for humanizing Lee Harvey Oswald in his novel Libra and blaming “America” for shaping Oswald’s character. The pious Will denounced DeLillo as “a bad citizen.” DeLillo, who rarely says anything publicly, took Will’s attempted slander as a badge of honor, saying: ”I don’t take it seriously, but being called a ‘bad citizen’ is a compliment to a novelist, at least to my mind. That’s exactly what we ought to do. We ought to be bad citizens. We ought to, in the sense that we’re writing against what power represents, and often what government represents, and what the corporation dictates, and what consumer consciousness has come to mean. In that sense, if we’re bad citizens, we’re doing our job.”

    Am I “humanizing” Cole Allen? He is human, isn’t he? And, for the country that reared him’s sake, he had better be understood that way.

    COUNTERPUNCH  

     

     

     

    HOLE IN MY SHOE (1967) by Traffic

     

    I looked in the sky where an elephant's eyeWas looking at me from a bubblegum treeAnd all that I knew was the hole in my shoeWhich was letting in water (letting in water)


    IN MEMORIAM DAVE MASON



    Erasto Vasconcelos - Baile da Betinha

     

    sapato bico fino, paletó de linho
    o grande baile vou dançar
    betinha vem ca vem ca vem ca larara


    quinta-feira, abril 30, 2026

    Paquetá


     

    TEJO


     

     

     

     


    Kotscho: Na rejeição a Messias pelo Senado, Lula derrotou Lula



    "Já vi Lula cair e se levantar de novo inúmeras vezes como um nirvana, mas acho que nunca enfrentou uma situação tão desfavorável e delicada como agora, com a popularidade em baixa e a rejeição em alta, hostilizado pelo Congresso, a mídia e o mercado, como se estivesse com o prazo de validade vencido, a menos de seis meses da eleição. Se nada mudar, Lula pode perder a eleição para ele mesmo, qualquer que seja o adversário, como aconteceu ontem."
    leia coluna de Ricardo Kotscho

    Kotscho: Na rejeição a Messias pelo Senado, Lula derrotou Lula

    O estreito de Ormuz




    AMORIM
     


     
    THIAGO LUCAS
     

     
     
    AMORIM
     
     
     
    CELLUS
     
     
     

     

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    quarta-feira, abril 29, 2026

    Aracy de Almeida | Sáia do caminho (Custodio Mesquita - Evaldo Ruy) 1946

     

    Fracassei novamente Pois sonhei, e sonhei em vão E você francamente, decididamente Não tem coração

    um homem caminha sozinho pela cidade abandonada (lisboa) | a man walks alone through the abandoned city (lisbon)


     

    Onde está o foco?

     Onde está o foco?

     "O portal Infoteatro – criado para divulgar e democratizar as artes cênicas – e que debuta na produção com ­Sete ­Minutos, divulgou na semana passada uma pesquisa realizada com usuários das redes sociais com a pergunta: “O que mais te incomoda quando você vai ao teatro?”

    As respostas foram, obviamente, as mais variadas: “A pessoa roendo amendoim”; “Gente que pega o celular para mandar mensagem no Instagram quando a peça está rolando”; “Gente cochichando ao lado, amassando embalagem de bala”; ou “Outro dia tive que pedir para uma pessoa desligar o jogo de futebol que estava mais alto que o ator no palco”.

    O problema também existe nos cinemas. A jornalista Marinete Veloso se surpreendeu durante uma sessão no Espaço Petrobras de Cinema, em São Paulo, quando um espectador tirou da mochila uma marmita com carne e mandioca. “As pessoas estão perdendo a noção da diferença entre um lugar público e a sala de sua casa”, afirma ela"

    leia reportagem de EDUARDO MAGOSSI 

     

    Mulheres pagam para ser reféns da misoginia

     

     

    Nina Lemos 

    Nas suas redes sociais, onde é um sucesso de audiência, o policial rodoviário federal Breno Faria, conhecido pelo perfil “Café com teu pai”, se identifica como um homem que tem uma missão: “ajudar as mulheres a entender os homens e entrar em um relacionamento feliz”. Para isso, ele faz vídeos curtos com conteúdos extremamente machistas e vende cursos que ensinam a “deixar um homem obcecado”, fazer um “homem te assumir” e por aí vai.

    Breno, que tem milhares de seguidores nas redes (seus vídeos no TikTok, por exemplo, somam quase 30 milhões de likes), foi denunciado ao Ministério Público Federal e à Corregedoria da Polícia Rodoviária Federal pela deputada estadual Ediane Moura, do PSOL, e pela advogada Natália Boulos. Elas apontam irregularidades entre seu trabalho como influenciador e seu cargo no serviço público. Além disso, pedem que o MPF investigue o conteúdo de suas postagens, que, segundo a deputada, “desqualificam as mulheres”. Ela tem razão. E, para atestar isso, é só visitar seus perfis, que continuam ativos.

    Ali, você vai encontrar vídeos com títulos como “por que uma mulher que come muita gente é vagabunda e um homem não”, “por que uma mulher não deve controlar uma relação”, “não tenha iniciativa na cama para o cara não achar que você tem um passado obscuro”, “homem bem sucedido só gosta de mulher magra” e outras pérolas do preconceito. É impossível ver sem tremer de raiva.

    Ideologia redpill

    Mas bobo ele não é. Breno faz a linha “simpaticão” e amigo das mulheres. Ele se coloca como um “brother”, que está ajudando e entregando segredos sobre “como os homens funcionam.”

    Só que, no mundo do Breno, mulher não fala alto, não discute, não usa roupa “sensual”, não se impõe. Ou seja, mulheres são submissas e obedientes. Como sabemos, esse tipo de “ideologia redpill” (rótulo que ele, espertamente, nega), além de arruinar a vida das mulheres, pode fazer com que elas corram risco de vida.

    Em março passado, o tenente-coronel da PM Geraldo Leite da Rosa Neto foi preso sob acusação de matar a esposa, Gisele Alves Santana. Em seu celular, a polícia encontrou mensagens que diziam coisas como: “Eu te trato como todo homem macho alfa trata sua esposa, com amor, carinho e autoridade de macho alfa provedor, e fêmea beta obediente submissa”(sic). É isso o que os coaches de relacionamentos misóginos pregam. Ou seja, o risco é real.

    A imagem mostra uma mulher sorrindo, vestindo uniforme policial e tirando uma selfie em ambiente urbano iluminado ao fundo. No contexto da reportagem, o retrato humaniza a vítima de feminicídio e reforça o impacto real das narrativas misóginas que naturalizam relações de poder e violência contra mulheres. Gisele Alves Santana
    Gisele foi assassinada pelo marido, tenente-coronel da PM Geraldo Leite Neto (Foto: Reprodução)

    Breno não é o primeiro nem vai ser o último a lucrar dando dicas de auto-ódio para mulheres. As redes estão cheias deles. Outro famoso e de sucesso é Ítalo Santos, que, com mais de 1.7 milhão de seguidores no Instagram, fala coisas como: “a mulher que se cala seduz mais”.

    O sonho que esses homens vendem é legítimo: ter um parceiro e uma família. Não há nada de errado nisso. Problemático é o preço que muitas mulheres estão dispostas a pagar para se encaixar nesse sonho. E, claro, os homens que lucram ensinando mulheres a se odiarem precisam, sim, ser responsabilizados, assim como as plataformas que distribuem e lucram com esse tipo de conteúdo.

    Lavagem cerebral

    Entender as mulheres que caem nessa não é uma tarefa fácil. Mas a gente tem que lembrar que são anos de lavagem cerebral. Por um lado, elas se sentem diferentes das outras mulheres e, por isso, mais especiais.

    Alguns comentários femininos que encontrei na página “Café com teu pai”: “Tenho o mesmo ponto de vista que o dele, por que um homem vai assumir uma mulher se ela já faz tudo dentro do namoro?”. “Mulher feminina nunca será rejeitada porque ela não chega em homem nenhum. Ela sabe que esse não é o papel dela.” “Do lado do meu namorado, nem abrir lata de geleia eu sei”. “Muita mulher não se dá valor. A culpa é dos dois lados. Por isso que estamos nesse caos”. Claro, a maioria dos comentários em suas páginas são de mulheres revoltadas. Ainda bem.

    Mas não podemos negar o fato de que as discípulas existem e fazem cursos caros com esses misóginos. Um deles, ministrado por Breno, se chama Mulher Única e é vendido por ele no Instagram por mais de R$ 200.

    A fórmula de lucro encontrada por esses coaches  misóginos para ganhar é absurda e radical, mas não é nenhuma novidade.

    A premissa de ensinar “fórmulas” de como conquistar um homem é antiga e popular. Quem tem mais de 40 anos lembra de ver em revistas femininas dicas de “como conquistar um homem”, “como agradar um homem na cama” e intermináveis listas do que esses reizinhos curtiam ou não. Fomos ensinadas a agradar e a achar que, sem namorado ou marido, havia algo errado com a gente.

    Repito: são muitos anos de lavagem cerebral. Não é fácil sair dessa. Mas, sim, as instituições têm que agir (e, por isso, a lei que criminaliza a misoginia é tão importante) para que esses homens parem de lucrar com misoginia. E para que as mulheres brasileiras saiam dessa vivas.

    (*) No sábado (18/4), o perfil “Café com teu pai” ficou indisponível no Instagram, mas permaneceu ativo em outras redes sociais.


    LIBERTA

      

    AMORIM e a direita europeia


     

        AMORIM
     
     

     

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    Não assumimos a nova consciência planetária: Artemis II

     

     

     Leonardo Boff 

    As muitas viagens espaciais – seis tripuladas para a Lua e outras que saíram até de nosso sistema solar e percorreram o espaço ilimitado do universo – não criaram, no geral da humanidade e muito menos nos dirigentes dos povos, a nova consciência planetária que daí se deriva. Vivemos ainda no regime dos estados-nações, cada um com seus limites, definidos pelo Tratado de Westfália, de 1648. A covid-19 não respeitou os limites das nações: afetou a todos. Disso ainda não se tiraram as devidas consequências. O modo de vida predador e consumista voltou com ainda mais furor. Não se ouviu as lições que a Mãe Terra nos deu.

    Acresce ainda o fato de, em nossos dias, termos ainda guerras por territórios (Ucrânia, Faixa de Gaza, Groelândia e outros). Vista da perspectiva dos astronautas, como um dos quatro da nave espacial Artemis II bem observou: ”Daqui de cima, somos um só povo”. Essa afirmação torna estas disputas ridículas. São sustentadas pelos cruéis e genocidas, como Netanyahu e Trump, que ainda não descobriram que somos uma só espécie humana e a Terra, nossa única Casa Comum, na qual cabem judeus e palestinos e outros.

    Testemunho de astronautas

    Inesquecíveis são as palavras de Neil Amstrong, o primeiro a pisar na Lua, em 20 de julho de 1969: “É um pequeno passo para um homem, um grande salto para a Humanidade”. E continuava: ”De repente, notei que aquela pequena e bela ervilha azul era a Terra… Com meu dedão cobri totalmente a Terra”.

    Demos mais alguns testemunhos de astronautas, reunidos no livro de Frank White, The Overview Effect (Boston, 1987, tenho um exemplar autografado por ele). Do astronauta Russel  Schweickart: “A Terra, vista a partir de fora, você percebe que tudo o que lhe é significativo, toda a história, a arte, o nascimento, a morte, o amor, a alegria e as lágrimas, tudo isso está naquele pequeno ponto azul e branco que você pode cobrir com seu polegar. E, a partir daquela perspectiva, se entende que tudo em nós mudou, que começa a existir algo novo, que a relação não é mais a mesma como fora antes”(The Overview Effect,38).

    Do astronauta Gene Cernan: “Eu fui o último homem a pisar na Lua, em dezembro de l972. Da superfície lunar olhava com temor reverencial para a Terra num transfundo de azul muito escuro. O que eu via era demasiadamente belo para ser compreendido, demasiadamente lógico, cheio de propósito para ser fruto de um mero acidente cósmico. A gente se sentia, interiormente, obrigado a louvar a Deus. Deus deve existir por ter criado aquilo que eu tinha o privilégio de contemplar” (Op.cit,39).

    Sigmund Jähn: “Já são ultrapassadas as fronteiras políticas. Ultrapassadas também as fronteiras das nações. Somos um único povo e cada um é responsável pela manutenção do frágil equilíbrio da Terra. Somos seus guardiões e devemos cuidar do futuro comum”(Op.cit,43).

    Essas visões, que parecem evidentes, nunca foram tomadas a sério pela geopolítica e pelos chefes de Estado. Mesmo sem ter visto a Terra de fora da Terra (nunca saiu de sua cidade, Königsberg), Immanuel Kant (1724-1804), em sua última obra, A Paz Perpétua (1795), enfatizou que a Terra pertence à inteira Humanidade e constitui um bem comum de todos. Então, não há por que lutarmos por terras, se tudo é nosso. Podemos viver numa paz perpétua.

    Mas quem, no nosso tempo, se deu conta da mudança de consciência a partir do fato de vermos a Terra de fora da Terra foi o prolífico escritor russo, autor de centenas de livros de teor científico, mas populares, Isaac Asimov. Por ocasião dos 25 anos da primeira viagem espacial pelo Sputnik, realizada em 4 de outubro de 1957, inaugurando a Era Espacial, ele foi convidado pela revista New York Times para escrever um artigo sobre o legado deste um quarto de século. Escreveu um pequeno artigo com o título “Sputnik’s Legacy: Globalism” ou O Legado do Sputnik: Globalismo.

    Sigo alguns tópicos, pois são atuais, embora desconsiderados.

    “A primeira palavra a dizer é globalismo. Mesmo contra a vontade, há de se considerar a Terra e a Humanidade como uma única entidade (single Entity)”. (…) “Os satélites mostram esse ser único (unit), quer o aceitemos ou não. Pela primeira vez na história, podemos identificar os furacões, os distúrbios climáticos, do começo ao fim”. Os meios de comunicação nos ligam globalmente uns aos outros, comprovando o globalismo (nós diríamos, globalização). Esse é o lado material.

    Mas há o lado psicológico: ”A visão da Terra como um todo, a esfera planetária, nos obriga a senti-la como pequena e frágil. É arbitrária a divisão de sua superfície em porções (nações), consideradas sagradas, preservá-las a todo custo mesmo que implique a destruição do planeta”. Importa ver o todo, o Planeta.

    A imagem mostra o escritor Isaac Asimov em preto e branco, levantando a mão em um ambiente urbano, com pessoas e carros ao fundo. No contexto da discussão sobre globalismo e era espacial, a presença de Asimov reforça a reflexão sobre como a exploração espacial ampliou a percepção da humanidade como uma única entidade global.
    O escritor Isaac Asimov, um dos maiores nomes da ficção científica (Foto: Divulgação)

    Cooperação global

    Por fim, há o lado das potencialidades. A Era Espacial abriu o espaço para novas viagens e a descoberta de como são compostos os planetas e como funcionam. “Tudo isso será impossível sem uma cooperação global. O desenvolvimento do espaço é o projeto da humanidade como um todo e nisso se mostrará o valor do globalismo”.

    No entanto,  devemos fazer uma escolha entre o local e o global. “O localismo (as nações tomadas em si) pode acelerar nossa deriva para uma eventual destruição, inclusive, da humanidade. O globalismo nos oferece a esperança de uma civilização maior, mais vasta e melhor, com mais versatilidade e flexibilidade, libertando-nos do aprisionamento do local”. Se considerarmos as alternativas – localismo como morte versus globalismo como vida –, seguramente, vamos escolher a vida. Esse é o legado da Era do Espaço”.

    Hoje, estamos vivendo o contrário de tudo o que se expressou acima. Predomina a afirmação da nação (nacionalismo) opondo-se a outra nação, com a ideologia do fascismo, geralmente, acompanhando esse movimento, em nível nacional e mundial. Ao invés de aprofundarmos a globalização (para além de sua redução ao econômico) como um nova fase da Terra e da Humanidade (todos estamos voltando da grande dispersão) e encontrando-nos num mesmo lugar, no planeta Terra, regredimos a um passado de divisões, oposições e guerras no afã de conquistar territórios.

    Mas creio que o que é verdadeiro tem força e acaba se impondo. Ele superará a regressão nacionalista/fascista e reforçará o novo rumo da Terra e da Humanidade como uma única e grande complexa realidade, nossa Casa Comum.

    LIBERTA 

      

    A luta pela terra como fronteira de riscos e violações

     

     

     

    Por Glaucia Marinho e Antonio Neto*

    Numa tarde de 17 de abril 1996, centenas de pessoas que marchavam em luta pela reforma agrária em Eldorado do Carajás, sudeste do Pará, foram brutalmente reprimidas por um comboio de policiais militares, resultando em 21 camponeses mortos e diversos ataques com gás lacrimogêneo e cassetete. A data marca o Dia Internacional da Luta Camponesa, celebrado pela Via Campesina, e a Jornada Nacional de Luta pela Reforma Agrária, realizada anualmente pelo Movimento Sem Terra (MST).

    Passadas quase três décadas, os fatores que estruturam esses conflitos permanecem. Quem atua pela democratização do acesso à terra segue mais exposto à violência, inclusive com participação ou omissão do Estado. Dados do último relatório Na Linha de Frente, da Justiça Global e da Terra de Direitos, indicam que, entre 2023 e 2024, mais de 80% dos casos de violência contra defensoras e defensores atingiram pessoas envolvidas na defesa da terra, do território e do meio ambiente.

    Lideranças indígenas, quilombolas e camponesas estão entre os principais alvos. A maioria dos assassinatos ocorre em áreas rurais e territórios tradicionais, com concentração na Amazônia Legal, onde há disputas com grileiros, fazendeiros e grandes empreendimentos, especialmente de mineração.

    Vetores do conflito

    No final do ano passado, o governo brasileiro editou como Medida Provisória o Plano Nacional de Proteção a defensoras e defensores de direitos humanos, comunicadores e ambientalistas, como uma medida para mitigar a violência contra essas pessoas. Mas para concretizar, efetivamente, essa política e alterar o padrão de violência, é preciso encarar os conflitos fundiários, como forma de enfrentamento às questões estruturais que originam as violências históricas no campo brasileiro.

    A concentração de terras, associada à expulsão histórica de populações indígenas e negras, segue como uma das bases das desigualdades no país. A Lei de Terras, de 1850, consolidou um modelo de acesso excludente, sobretudo da população negra, cujos efeitos persistem. Ainda há entraves na titulação de territórios quilombolas e na demarcação de terras indígenas.

    O processo de ocupação e exploração da Amazônia, por sua vez, priorizou interesses econômicos privados e externos em detrimento dos direitos coletivos de seus povos. Esse modelo impulsionou um padrão de desenvolvimento baseado na expropriação territorial, na degradação ambiental e na violência contra quem defende direitos humanos. Nesse contexto, o agronegócio, a mineração (legal e ilegal) e a exploração madeireira figuram entre os principais vetores de conflito.

    Casos emblemáticos de assassinatos de defensores e defensoras, como os de Chico Mendes, Dorothy Stang, José Cláudio Ribeiro, Maria do Espírito Santo, Paulo Paulino Guajajara, Bruno Pereira e Dom Phillips, evidenciam a persistência de falhas na responsabilização dos mandantes. No caso do Pará, de acordo com a Comissão Pastoral da Terra, mais de 90% dos assassinatos no campo seguem impunes.

    Avanços pontuais

    A trajetória da Justiça Global, ao longo de mais de duas décadas de atuação, reforça esse diagnóstico. Diversos casos levados ao Sistema Interamericano de Direitos Humanos envolvem violência extrema contra trabalhadores rurais e comunidades tradicionais, frequentemente com participação ou omissão do Estado. Em alguns deles, o Brasil foi condenado pela Corte Interamericana de Direitos Humanos, o que evidencia a gravidade e a recorrência dessas violações.

    Arley Escher, Sebastião Camargo Filho, Almir Muniz da Silva, Manoel Luiz da Silva, Antonio Tavares Pereira, Povo Xucuru e Comunidades Quilombolas de Alcântara são algumas das vítimas dos casos em que já houve decisão do tribunal.

    No entanto, as políticas públicas recentes caminham de forma desigual. Apesar de avanços pontuais, observa-se o fortalecimento de agendas ligadas ao agronegócio e à mineração, especialmente no Congresso Nacional, ao mesmo tempo em que a reforma agrária padece de fôlego e instrumentos de proteção socioambiental são fragilizados. É o caso da aprovação do Marco Temporal para demarcação de terras indígenas e as mudanças no licenciamento ambiental.

    Justiça global militantes mst marcha curionopolis Pará 30 anos eldorado carajás foto marcelo cruz mst divulgação (1)
    Marcha do MST em Curionópolis (Pará) marcou 30 anos do massacre de Eldorado do Carajás (Foto: Marcelo Cruz/MST)

    Memória dos mártires

    Além disso, o Brasil ainda não ratificou o Acordo de Escazú, tratado regional fundamental para garantir acesso a informação, participação pública e proteção de defensores ambientais na América Latina e no Caribe. Informações levantadas por organizações, como a Repórter Brasil, mostram que a destinação de terras para a reforma agrária permanece limitada, enquanto mecanismos como a compra de terras têm sido priorizados, sem enfrentar estruturalmente a concentração fundiária.

    A política de proteção a defensoras e defensores é um passo importante, mas não caminha sozinha. A proteção efetiva desses sujeitos, que são centrais para a democracia, depende de transformações estruturais. Democratizar o acesso à terra, enfrentar o racismo, reduzir a militarização e ampliar o acesso à informação e à participação social são condições indispensáveis para romper o ciclo de violência no Brasil. Sem isso, o direito à terra seguirá sendo, no país, uma fronteira de violações.

    A memória dos mártires de Eldorado dos Carajás nos ensina que o direito à terra e ao território é condição necessária para a existência física e política das comunidades camponesas, indígenas, quilombolas e comunidades tradicionais. Enquanto a terra for tratada apenas como mercadoria e não como espaço de reprodução da vida, o Brasil continuará a ser uma fronteira de violência. A efetiva proteção integral às defensoras e aos defensores passa, necessariamente, por uma reforma agrária que enfrente as raízes da desigualdade e assegure que o chão de quem luta seja, finalmente, um lugar de paz.

    *Glaucia Marinho é diretora-executiva da Justiça Global, jornalista (PUC-Rio), mestre em Educação, Cultura e Comunicação em Periferias Urbanas (UERJ) e doutoranda em Comunicação e Cultura (UFRJ); Antonio Neto é pesquisador no programa de Proteção de Defensoras/es de Direitos Humanos e da Democracia da Justiça Global, mestre em Políticas Públicas em Direitos Humanos (UFRJ) e doutorando na Universidade Estadual do Rio de Janeiro.

    LIBERTA 

    A ameaça de jogo sujo nas eleições de 2026

     

     

    Fraudes nas redes só podem ser enfrentadas com regulação séria e transparente da Inteligência Artificial


     

    As eleições sempre foram um reflexo do seu tempo e, em 2026, esse tempo é marcado pela ascensão vertiginosa da Inteligência Artificial. A menos de seis meses do primeiro turno do pleito de 4 de outubro, o Brasil se prepara para enfrentar disputas políticas que ocorrerão num ambiente em que vozes podem ser clonadas, rostos fabricados e narrativas inteiras geradas em escala industrial com poucos comandos. O que está em jogo, aqui, não é apenas quem vence nas urnas, mas sob quais condições de realidade essa escolha é feita.

    O Tribunal Superior Eleitoral avançou, significativamente, ao aprovar resoluções que regulam o uso de IA nas campanhas. As novas regras – que proíbem deepfakes, exigem rotulagem explícita de conteúdo sintético e vedam que modelos de IA sugiram ou indiquem candidatos ao eleitor – são um passo necessário em direção à proteção da integridade do processo democrático.

    No entanto, pessoas e organizações que atuam pela regulação das plataformas e mídias digitais têm o dever de soar o alarme: o jogo sujo nas redes não apenas persistirá como poderá se tornar mais sofisticado, e a atual arquitetura de responsabilização ainda é frágil diante da velocidade das mudanças tecnológicas e da opacidade de funcionamento dos algoritmos.

    Tempestade perfeita

    A preocupação não é retórica. Dados do Comitê Gestor da Internet no Brasil (CGI.Br) revelam um cenário preocupante: 41% dos usuários relatam contato diário com deepfakes e apenas 17% dos brasileiros têm alto desempenho na identificação de conteúdo falso ou verdadeiro. Mais grave: um terço da população sequer considera que vale a pena verificar a veracidade das informações que recebe. Essa combinação de uma tecnologia generativa cada vez mais acessível e um eleitorado desarmado criticamente é a tempestade perfeita para a desinformação em escala industrial.

    Se as últimas eleições foram assoladas pelas notícias falsas, o problema cresce substancialmente agora com os perfis de pessoas falsas, personagens criados inteiramente pelas IAs, com apelo pensado estrategicamente para cativar públicos específicos e gerar credibilidade para mensagens deturpadas e sem lastro em informações embasadas ou dados confiáveis.

    Para agravar o quadro, um levantamento do Data Privacy Brasil mostrou que conteúdos sintéticos políticos circularam sem rótulo de IA em 73% dos posts, o que comprova que as plataformas não estão cumprindo espontaneamente as regras do TSE. A autorregulação, mais uma vez, falha na largada.

    Diante desse cenário, o Sleeping Giants Brasil acredita que o enfrentamento ao uso manipulador da IA nas eleições exige medidas estruturais que vão além das resoluções eleitorais. Precisamos de um marco regulatório robusto para a Inteligência Artificial no país, e é por isso que acompanhamos de perto a tramitação do PL 2338/2023, que institui o marco legal da IA no Brasil. Nossa atuação se concentra em três pontos considerados centrais para evitar que a tecnologia seja usada como arma de manipulação em massa.

    Deepfake
    Novas regras proíbem deepfakes e exigem rotulagem explícita de conteúdo (Foto: AFP)

    Transparência e responsabilização

    Defendemos a inclusão expressa da recomendação algorítmica de conteúdo na lista de serviços de IA de alto risco, prevista no artigo 14 do PL 2338. Os sistemas de recomendação são o motor da viralização. São eles que decidem o que vai chegar à tela do eleitor, o que será impulsionado e, portanto, o que terá potencial de influenciar seu voto. Esses sistemas precisam estar sujeitos a graus ampliados de transparência e responsabilização, permitindo que a sociedade e as autoridades compreendam e auditem seus critérios de funcionamento.

    Em segundo lugar, afirmamos que a lista de serviços de IA de alto risco não pode ser taxativa, mas exemplificativa. A tecnologia avança em ritmo muito mais acelerado do que o processo legislativo e, se a lei estabelecer uma lista fechada, estará fadada à obsolescência em poucos anos, criando brechas perigosas para novas formas de manipulação ainda não imaginadas. A lista deve ser permanentemente aberta, cabendo à autoridade reguladora, no caso a Agência Nacional de Proteção de Dados (ANPD), desenvolver protocolos ágeis para incorporação de novos serviços à medida que os riscos forem identificados, sem depender de uma nova lei a cada inovação.

    Por fim, somos contrários a qualquer disposição que pretenda concentrar, exclusivamente, no Congresso Nacional a competência para tratar de moderação e recomendação de conteúdo. Isso significaria engessar a resposta estatal diante de crises eleitorais em tempo real. O Poder Executivo tem competência regulamentar residual e o Poder Judiciário, como já demonstra o próprio TSE com suas resoluções, sempre poderá e deverá atuar para coibir abusos e proteger a integridade do pleito. A democracia não pode ficar refém de vazios legislativos.

    As eleições de 2026 serão um teste de estresse para a democracia brasileira. As plataformas já demonstraram, de saída, que não têm compromisso com o cumprimento voluntário das regras. O TSE deu passos importantes, mas não pode atuar sozinho. Precisamos de uma lei de IA que seja à prova do futuro, que inclua os sistemas de recomendação como risco sistêmico, que tenha lista exemplificativa e que preserve a competência dos demais poderes para agir. O jogo sujo nas redes não vai acabar por decreto, mas pode ser enfrentado com regulação séria, transparente e tecnicamente qualificada.

    LIBERTA 

     

     

     

    What about Hamnet’s twin, Judith?


    JEFFREY ST, CLAIR  

    + Chloe Zhao’s film Hamnet wrenched forth a torrent of tears from most of us, as would almost any account of such a cruelly abbreviated life. (Shakespeare and Anne Hathaway’s only son died when he was 11.) But what about Hamnet’s twin, Judith? The most erudite and loquacious (he did tend to go and on) man in English letters, the man who added by far the most new words to the language–more than Milton, Dickens and Joyce combined–didn’t even bother to educate his second daughter, leaving her unable to read his sonnets, epic poems and plays, leaving her illiterate, incapable of writing her own name, so that she had to sign her signature with a “pigtail” mark and have a lawyer or scribe spell it out for her. Another point in favor of my man, Kit Marlowe…

    + This strange to the point of inhumane decision by the glovemaker’s son of a  from Avon is potentially revelatory because there are many literate women in the plays and poems, who read and write letters, in particular: Lady Macbeth, Lear’s daughters, Juliet, Rosalind in As You Like It (a gender-bending play that probably can’t be performed in Florida, Texas and Oklahoma), Ophelia, Desademona and, of course, Miranda, who is tutored by her “father” Prospero, an education which doesn’t keep her from falling for the first shipwreck sailor she sees. Then, of course, there are the sonnets, which, if the “Dark Lady” is really a lady, and not an “unfair” young man (as opposed to the “fair youth”), you would expect her to be able to read. All of this lends some pretty heavy weight to those who contend that Shakespeare wasn’t the main author of the plays attributed to him…

    COUNTERPUNCH 

    John and Beverley Martyn ‎"Primrose Hill''

     

    IN MEMORIAM BEVERLEY MARTYN

    Went to see the sun go down on Primrose Hill
    The Sunday evening sun go down on Primrose Hill
    Never could be anything else
    Never should be anything else
    Cos I like that kind of Life
    I like that kind of life.

    5 aves | 5 birds




     

    terça-feira, abril 28, 2026

    Mott The Hoople - All The Way From Memphis

     

    Yeah it's a mighty long way down rock 'n' rollFrom the Liverpool docks to the Hollywood bowl

    'n you climb up the mountains 'n you fall down the holesAll the way from Memphis


    Master Charges

     

    FRAGA
     

     
    LAERTE
     

     
     
    KLEBER

     
    MIGUEL PAIVA
     

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    Moby Dick: a nova Caça

    TRIMANO
     
     
     
     
     

     

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    Casa da Morte: britânicos treinaram tortura na ditadura



    "“O relatório é um dos documentos mais importantes já encontrados sobre as áreas de sombra do aparelho repressivo. É um raríssimo caso de relatório secreto sobre laços entre o aparelho repressivo brasileiro e aparelhos de outros países. Foi tão secreto que o sistema de espionagem americano não captou. Os americanos não conseguiram saber a origem de mudanças nos métodos de interrogatório. Muito menos as vítimas. Foi uma coisa ultrassecreta, que se concretizou na vinda de pessoas do Exército britânico para cá e a construção do que ficou conhecido como a geladeira”, afirmou Martins Filho."

    leia reportagem de Juliana Dal Piva, Igor Mello e Chico Otavio|

    Casa da Morte: britânicos treinaram tortura na ditadura


     

    EUA e China: uma disputa palmo a palmo na América Latina

     

     "Observadores na China destacam que, poucas vezes nas últimas décadas, a América Latina ocupou uma posição tão central na disputa entre duas nações em busca da hegemonia. Resta saber, para diplomatas, qual será o limite da guerra pelos recursos naturais da região e como os governos locais irão reagir para tirar proveito dessa disputa."

    LEIA COLUNA DE JAMIL CHADE

     

    Flávio Bolsonaro dançou

     

      "Bizarríssimos deputados e senadores compõem o reconhecido “Congresso inimigo do povo”. Seguem sendo muito bem votados sem projeto, sem construir nada pelo Brasil. Quem se pergunta como é possível que cidadãos e cidadãs votem em candidatos tão desqualificados, corruptos, estupradores, assassinos, religiosos visivelmente embusteiros, homens cheios de ódio contra meninas e mulheres, gente sem escrúpulos, capaz de tudo por dinheiro e poder, em geral fica sem resposta. Mas quem analisa o valor da performance da desqualificação na política e da violência que dela faz parte começa a entender o que se passa."

    LEIA COLUNA DE MARCIA TIBURI

     

    Um pornô nada soft

     

    "Não se trata aqui de condenar fetiches ou impor regras morais. Se combinado, vale tudo o que a dupla (o trio, o quarteto…) quiser. O que ocorre, no entanto, é o condicionamento do desejo a um impulso de infligir violência às mulheres no contexto sexual, cultura que se popularizou junto à explosão de plataformas digitais dedicadas à pornografia." 

    LEIA COLUNA DE ADRIANA FERREIRA SILVA 

    segunda-feira, abril 27, 2026

    À margem da lei

     À margem da lei

     

     "Homens encapuzados, perseguições eletrizantes por vielas mal iluminadas e discursos de guerra típicos de filmes de ação dos anos 1990. Vídeos com essa estética têm grande apelo nas redes sociais, sobretudo quando os protagonistas são policiais fardados que buscam entreter o público com uma amostra da “realidade das ruas” e, claro, ganhar uns bons trocados com isso. Para impulsionar o próprio engajamento, vale quase tudo: de dancinhas da última trend a conselhos amorosos para os seguidores.

    Os policiais influencers surfam no vácuo regulatório e, não raro, usam a popularidade alcançada nas redes como trampolim político. Especialistas observam que esse comportamento tem gerado uma crise de legitimidade nas forças de segurança, pois a opinião individual do agente se confunde com a voz do Estado, e alertam para a falta de regulação para conter esses abusos."

    LEIA REPORTAGEM DE MARIANA SERAFINI

    The Ronettes - Be My Baby


    IN MEMORIAM NEDRA ROSS

    be my little baby


    Theo de Barros, Renato Braz & Alice Passos - Camaradinho



    eu cheguei na conceição
    fui pra roda mostrar meu documento
    botei logo a mão no chão
    o meu corpo virou um catavento

    7 embarcações | 7 boats




     

    CESSAR FOGO | CEASE FIRE

    JBOSCO
     

     
    AMORIM
     


     AMORIM 
     

     
    QUINHO
     

     

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    GLORIA


     

    WE JUST DISAGREE: Dave Mason (in memoriam)

     

    So let's leave it alone'Cause we can't see eye to eyeThere ain't no good guy, there ain't no bad guyThere's only you and me and we just disagree


    "Rala-Bucho" - Antônio Carlos e Jocafi, Adrian Younge & Ali Shaheed Muhammad

     

    me bota pra ferver
    me bota pra quebrar
    que nesse ralabucho tá um pega pra capar


    domingo, abril 26, 2026

    KINO


     

    Trump vs Pope





    AMORIM 

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    sábado, abril 25, 2026

    Beyonce & Eddie Vedder - Redemption Song (Bob Marley)

     

    Won't you help to sing
    These songs of freedom?
    'Cause all I ever have
    Redemption songs
    Redemption songs




     

    sexta-feira, abril 24, 2026

    Dave Mason - All Along The Watchtower (Hendrix) - in memoriam

     

    Outside in the cold distance
    A wildcat did growl
    Two riders were approaching
    And the wind began to howl, hey



    e o blog0news continua…
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