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  • O BRASIL EH O QUE ME ENVENENA MAS EH O QUE ME CURA (LUIZ ANTONIO SIMAS)

  • Vislumbres

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    Fragmentos de textos e imagens catadas nesta tela, capturadas desta web, varridas de jornais, revistas, livros, sons, filtradas pelos olhos e ouvidos e escorrendo pelos dedos para serem derramadas sobre as teclas... e viverem eterna e instanta neamente num logradouro digital. Desagua douro de pensa mentos.


    terça-feira, abril 28, 2026

    Mott The Hoople - All The Way From Memphis

     

    Yeah it's a mighty long way down rock 'n' rollFrom the Liverpool docks to the Hollywood bowl

    'n you climb up the mountains 'n you fall down the holesAll the way from Memphis


    Master Charges

     

    FRAGA
     

     
    LAERTE
     

     
     
    KLEBER

     
    MIGUEL PAIVA
     

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    Moby Dick: a nova Caça

    TRIMANO
     
     
     
     
     

     

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    Casa da Morte: britânicos treinaram tortura na ditadura



    "“O relatório é um dos documentos mais importantes já encontrados sobre as áreas de sombra do aparelho repressivo. É um raríssimo caso de relatório secreto sobre laços entre o aparelho repressivo brasileiro e aparelhos de outros países. Foi tão secreto que o sistema de espionagem americano não captou. Os americanos não conseguiram saber a origem de mudanças nos métodos de interrogatório. Muito menos as vítimas. Foi uma coisa ultrassecreta, que se concretizou na vinda de pessoas do Exército britânico para cá e a construção do que ficou conhecido como a geladeira”, afirmou Martins Filho."

    leia reportagem de Juliana Dal Piva, Igor Mello e Chico Otavio|

    Casa da Morte: britânicos treinaram tortura na ditadura


     

    EUA e China: uma disputa palmo a palmo na América Latina

     

     "Observadores na China destacam que, poucas vezes nas últimas décadas, a América Latina ocupou uma posição tão central na disputa entre duas nações em busca da hegemonia. Resta saber, para diplomatas, qual será o limite da guerra pelos recursos naturais da região e como os governos locais irão reagir para tirar proveito dessa disputa."

    LEIA COLUNA DE JAMIL CHADE

     

    Flávio Bolsonaro dançou

     

      "Bizarríssimos deputados e senadores compõem o reconhecido “Congresso inimigo do povo”. Seguem sendo muito bem votados sem projeto, sem construir nada pelo Brasil. Quem se pergunta como é possível que cidadãos e cidadãs votem em candidatos tão desqualificados, corruptos, estupradores, assassinos, religiosos visivelmente embusteiros, homens cheios de ódio contra meninas e mulheres, gente sem escrúpulos, capaz de tudo por dinheiro e poder, em geral fica sem resposta. Mas quem analisa o valor da performance da desqualificação na política e da violência que dela faz parte começa a entender o que se passa."

    LEIA COLUNA DE MARCIA TIBURI

     

    Um pornô nada soft

     

    "Não se trata aqui de condenar fetiches ou impor regras morais. Se combinado, vale tudo o que a dupla (o trio, o quarteto…) quiser. O que ocorre, no entanto, é o condicionamento do desejo a um impulso de infligir violência às mulheres no contexto sexual, cultura que se popularizou junto à explosão de plataformas digitais dedicadas à pornografia." 

    LEIA COLUNA DE ADRIANA FERREIRA SILVA 

    segunda-feira, abril 27, 2026

    À margem da lei

     À margem da lei

     

     "Homens encapuzados, perseguições eletrizantes por vielas mal iluminadas e discursos de guerra típicos de filmes de ação dos anos 1990. Vídeos com essa estética têm grande apelo nas redes sociais, sobretudo quando os protagonistas são policiais fardados que buscam entreter o público com uma amostra da “realidade das ruas” e, claro, ganhar uns bons trocados com isso. Para impulsionar o próprio engajamento, vale quase tudo: de dancinhas da última trend a conselhos amorosos para os seguidores.

    Os policiais influencers surfam no vácuo regulatório e, não raro, usam a popularidade alcançada nas redes como trampolim político. Especialistas observam que esse comportamento tem gerado uma crise de legitimidade nas forças de segurança, pois a opinião individual do agente se confunde com a voz do Estado, e alertam para a falta de regulação para conter esses abusos."

    LEIA REPORTAGEM DE MARIANA SERAFINI

    The Ronettes - Be My Baby


    IN MEMORIAM NEDRA ROSS

    be my little baby


    Theo de Barros, Renato Braz & Alice Passos - Camaradinho



    eu cheguei na conceição
    fui pra roda mostrar meu documento
    botei logo a mão no chão
    o meu corpo virou um catavento

    7 embarcações | 7 boats




     

    CESSAR FOGO | CEASE FIRE

    JBOSCO
     

     
    AMORIM
     


     AMORIM 
     

     
    QUINHO
     

     

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    GLORIA


     

    WE JUST DISAGREE: Dave Mason (in memoriam)

     

    So let's leave it alone'Cause we can't see eye to eyeThere ain't no good guy, there ain't no bad guyThere's only you and me and we just disagree


    "Rala-Bucho" - Antônio Carlos e Jocafi, Adrian Younge & Ali Shaheed Muhammad

     

    me bota pra ferver
    me bota pra quebrar
    que nesse ralabucho tá um pega pra capar


    domingo, abril 26, 2026

    KINO


     

    Trump vs Pope





    AMORIM 

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    sábado, abril 25, 2026

    Beyonce & Eddie Vedder - Redemption Song (Bob Marley)

     

    Won't you help to sing
    These songs of freedom?
    'Cause all I ever have
    Redemption songs
    Redemption songs




     

    sexta-feira, abril 24, 2026

    Dave Mason - All Along The Watchtower (Hendrix) - in memoriam

     

    Outside in the cold distance
    A wildcat did growl
    Two riders were approaching
    And the wind began to howl, hey


    St. John the Evangelist


     

    Fiz muita arte, que tanto me impressiona como me dá vergonha, diz Robert Crumb

     

     Desenho em preto e branco mostra perfil de homem com cabelo penteado para trás, cercado por balões de texto que discutem alimentação ruim e penteado ruim destruindo a civilização humana. Inclui retratos menores de outras pessoas e textos explicativos em estilo de quadrinhos.

     "Fechado em seu estúdio, ele consegue, ainda hoje, se autoanalisar e expurgar tantas angústias no papel, num desenho tão hachurado e realista quanto cartunesco, conciliando Walt Disney, o estilo borrachento de um "Popeye" e as nojeiras da revista "Mad".

    Os trabalhos mais recentes de "Tempos Modernos", dos últimos dez anos, exibem ainda um pincel mais atento ao grotesco das coisas como elas são, tamanho o detalhismo, por exemplo, do topete do presidente Donald Trump numa história de título autoexplicativo: "Alimentação ruim e penteado ruim destroem a civilização humana".

    "A fase otimista do meu trabalho durou apenas alguns anos, de 1965 a 1968. Depois disso, começa a ficar sombrio e pessimista. Meu estilo de desenho tornou-se mais realista ao longo dos anos à medida que lidava mais com a realidade humana cotidiana", diz. "Talvez seja hora de eu voltar para aquele estilo mais cartunesco. Era mais fácil, levava muito menos tempo.""

    leia entrevista com ROBERT CRUMB

    feita por HENRIQUE ARTUR

     

     

     

    Descobrimento do Brasil



    AMORIM

     

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    Fru­tas viram estre­las de nove­las fei­tas com inte­li­gên­cia arti­fi­cial que domi­nam redes

     

    Se você abriu o Tik­tok ou o Ins­ta­gram nas últi­mas sema­nas, é bem pos­sí­vel que tenha esbar­rado com um aba­cate tra­ído, uma banana revol­tada ou um morango no meio de uma briga. As cha­ma­das “nove­li­nhas das fru­tas” toma­ram conta das redes com enre­dos que pode­riam ir ao ar no horá­rio nobre, mas estre­la­dos por per­so­na­gens impro­vá­veis.

    Em vídeos cur­tos, com vozes sin­té­ti­cas, his­tó­rias de trai­ção, ciú­mes e con­fli­tos fami­li­a­res são con­den­sa­das em menos de um minuto. O resul­tado é vici­ante — epi­só­dios rápi­dos, cheios de gan­chos, que fazem o público que­rer saber o que acon­tece depois.

    O fenô­meno cres­ceu rápido. Per­fis como o Ai.cinema021_, Novela.fru­tas e Nove­li­nhas dopo­mar aju­da­ram a popu­la­ri­zar o for­mato, acu­mu­lando milhões de segui­do­res e de cur­ti­das ao adap­tar nar­ra­ti­vas de um rea­lity show para o uni­verso das fru­tas.

    Entre os cri­a­do­res está Andrea Mar­tins, de 25 anos, dona do per­fil Roman­ces Fruti, com mais de 400 mil segui­do­res. Para ela, o apelo está jus­ta­mente no absurdo. “O público ama uma briga e casos de trai­ções, meus vídeos mais vis­tos têm essa pre­missa.”

    Mar­tins diz que, no iní­cio, o maior desa­fio foi lidar com o pro­grama que cria as nove­li­nhas. “A IA gerava uma maçã em uma cena e, na segu­inte, ela pare­cia um tomate. Tive que estu­dar muito para man­ter a con­sis­tên­cia dos per­so­na­gens.” Hoje, ela afirma domi­nar as fer­ra­men­tas. “Con­sigo criar um vídeo em 30 minu­tos, antes demo­rava três horas.”

    O retorno tam­bém veio. “Muita gente acha que é só brin­ca­deira, mas já con­sigo mone­ti­zar, e o dinheiro ajuda com as con­tas”, diz ela, que ganha com visu­a­li­za­ções em vídeos mais lon­gos. “O enga­ja­mento está ficando melhor, agora que as pes­soas estão conhe­cendo.”

    O sucesso não ficou res­trito aos cri­a­do­res inde­pen­den­tes. Mar­cas, influ­en­ci­a­do­res e até ins­ti­tui­ções públi­cas pas­sa­ram a sur­far na onda. Foi o caso da Pre­fei­tura de Sal­va­dor. Ana Sta­matto, de 30 anos, conta que a ideia sur­giu den­tro da pró­pria equipe de mídias soci­ais do governo. “A gente já tinha per­ce­bido esses con­te­ú­dos há um tempo e ficou meio obce­cado. Sem­pre que apa­re­cia, man­dava um para o outro”, ela afirma.

    A adap­ta­ção, no entanto, exi­giu cui­dado. “O mais difí­cil foi o roteiro. A gente pre­ci­sava man­ter a graça da ‘trend’, mas tam­bém tra­zer uma infor­ma­ção impor­tante”, afirma. No caso, a equipe usou a nar­ra­tiva para divul­gar ser­vi­ços públi­cos como aca­de­mias gra­tui­tas e res­tau­ran­tes popu­la­res.

    O esforço valeu a pena. “Foi o maior enga­ja­mento da pre­fei­tura no ano. Tive­mos mais de 500 mil cur­ti­das e milha­res de comen­tá­rios. Mais impor­tante que isso, con­se­gui­mos fazer as pes­soas conhe­ce­rem ser­vi­ços que muita gente nem sabia que exis­tiam”, afirma.

    Por trás da apa­rente sim­pli­ci­dade dos vídeos, há lógica —e estra­té­gia. Segundo o advo­gado e espe­ci­a­lista em direito digi­tal Ale­xan­der Coe­lho, o sucesso está menos na qua­li­dade esté­tica e mais na forma como o con­te­údo é con­su­mido hoje. “O que prende a aten­ção é a com­bi­na­ção de fami­li­a­ri­dade, estra­nheza e recom­pensa rápida. É sim­ples de enten­der e não absurdo o sufi­ci­ente para inter­rom­per o ‘scroll’”, afirma.

    Num ambi­ente domi­nado por algo­rit­mos, ganhar segun­dos de aten­ção vale mais do que um vídeo tec­ni­ca­mente sofis­ti­cado.

    “As his­tó­rias explo­ram gati­lhos nar­ra­ti­vos anti­gos —con­flito, curi­o­si­dade e ante­ci­pa­ção. É o velho folhe­tim, só que adap­tado para a eco­no­mia da aten­ção”, diz.

    O fenô­meno tam­bém levanta aler­tas. O espe­ci­a­lista aponta que esse tipo de con­te­údo —mui­tas vezes clas­si­fi­cado como “AI slop”, ou seja, pro­du­zido em grande volume pelas IAS e com baixo esforço— pode até gerar alcance, mas nem sem­pre cons­trói valor de marca. “Existe o risco de tro­car aten­ção por ero­são de repu­ta­ção.”

    Além disso, o con­sumo cons­tante de vídeos cur­tos e repe­ti­ti­vos pode impac­tar o com­por­ta­mento dos usu­á­rios. “Há indí­cios de asso­ci­a­ção com desa­ten­ção, fadiga cog­ni­tiva e difi­cul­dade de man­ter foco pro­lon­gado, espe­ci­al­mente entre os mais jovens”, afirma Coe­lho. Outro ponto sen­sí­vel é o poten­cial de desin­for­ma­ção. “Quando um for­mato apa­ren­te­mente ino­fen­sivo vira­liza, ele pode ser usado para espa­lhar con­te­ú­dos pro­ble­má­ti­cos ou refor­çar estig­mas. A escala não eli­mina o dano —às vezes, só dis­farça.”

    No campo jurí­dico, o uso de inte­li­gên­cia arti­fi­cial tam­bém abre dis­cus­sões sobre direi­tos auto­rais, como alerta Coe­lho. “A IA não res­ponde legal­mente. Quem res­ponde e deve se aten­tar aos cui­da­dos são as pes­soas ou empre­sas por trás do con­te­údo.”

    FOLHA 

     

    O Vale do Silício quer governar



    De Palantir Technologies a outras gigantes do Vale do Silício, corporações deixam de influenciar o Estado e passam a redefinir o próprio conceito de poder

    leia artigo de Reynaldo José Aragon Gonçalves

    O Vale do Silício quer governar | Brasil 247

    MESHELL NDEGEOCELLO - RAISE THE ROOF (2024)

     

    If there's any humanity left in you get up, stand upJoin a fucking protest, pick up a fucking penWrite, scream, wail, march, meet, gatherPlan, strategize, it is time to find a way to make them listenIt is time to make the powers that be hearThey need to see we are no longer complicitIt's time to raise the roof on these motherfuckersIt is time, it is time we raise the roof on these motherfuckersSo they know we are never, ever going away


    quarta-feira, abril 22, 2026

    4 X Crystal Palace





     

    Traffic - "Feelin' Alright?" (in memoriam Dave Mason)

     

    Seems I've got to have a change of scene'Cause every night I have the strangest dreamImprisoned by the way it could have beenLeft here on my own or so it seemsI've got to leave before I start to screamBut someone's locked the door and took the key


    terça-feira, abril 21, 2026

    Sylvan Road


     

    Tiradentes...

    FRAGA 



    AROEIRA



    AMORIM








     

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    Jacqueline Humbert & David Rosenboom - Androgyny

     


    There's a woman in me who's achin' to beA little less she and a lot more of heI must have a chance to lead in this danceAnd sometimes at home, honeyI'll wear the pants


    Fio Condutor

     



    LOREDANO >


    O pequeno jornaleiro, no trívio Avenida Rio Branco com Ruas do Ouvidor e Miguel Couto, no Centro do Rio de Janeiro. Mimosa escultura de Fritz, pseudônimo do caricaturista Anísio Oscar Mota, inaugurada em 1933; homenagem do vespertino A Noite aos adoráveis moleques que invadiam a Cidade na boca na noite apregoando as manchetes dos jornais que traziam debaixo do braço para vender. Um deles, particularmente, José Bento de Carvalho, de 10 anos, era exímio “caroneiro”, conhecido pela naturalidade com que, sobraçando as folhas, saltava para o estribo de bondes em velocidade e deles apeava.

    O desenho é uma colagem, a imagem do menino é uma foto da escultura, porque seria burrice tentar ser mais feliz do que foi Fritz com seu modelo.

    LEIA MAIS NO PASMADO
    https://pasmado.substack.com/i/193293666/loredano

    segunda-feira, abril 20, 2026

    Sylvan Road


     

    domingo, abril 19, 2026

    Sylvan Road


     

    'Iran and Gaza are Only the Beginning'

     

    "The genocide in Gaza is the beginning. Welcome to the new world order. The age of technologically-advanced barbarism. There are no rules for the strong, only for the weak. Oppose the strong, refuse to bow to its capricious demands and you are showered with missiles and bombs. We watch this madness daily with the war on Iran, the saturation bombing of southern Lebanon and the suffering in Gaza."

    READ ANALYSIS BY CHRIS HEDGES  

    'Iran and Gaza are Only the Beginning' (Chris Hedges at Princeton)

    Oscar

    HIPPERT
     
     

     

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    ELOMAR - O Pedido

     

    Já que tu vai lá pra feira Traga de lá para mim Água da fulô que cheira Um novelo e um carrim Traz um pacote de miss Meu amigo, ah, se tu visse Aquele cego cantador Um dia ele me disse Jogando um mote de amor Que eu havera de viver Por este mundo e morrer Ainda em flor  



     

    Penultimato


     

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    A Lesson of Vietnam: Getting in Is Easier than Getting Out

      

     "From the beginning, in other words, a paramount American interest in Vietnam was “face.” The important thing was not to lose. “I knew from the start that I was bound to be crucified either way I moved,” Johnson told Doris Kearns Goodwin. “If I left the woman I really loved—the Great Society—in order to get involved with that bitch of a war on the other side of the world, then I would lose everything at home. . . . If I left that war and let the communists take over South Vietnam, then I would be seen as a coward and my nation would be seen as an appeaser and we would both find it impossible to accomplish anything for anybody anywhere on the entire globe.”

    Johnson had to do it to show that he could do it. Much like Vietnam, only a lot faster, the American war in Iran has reduced itself to saving face. Within two weeks, the United States was trying to figure out how to end the war without losing it. Meanwhile, people were being killed"

    READ ESSAY by 
     Louis Menand

     

     

    4 x Gypsy Hill





     

    sábado, abril 18, 2026

    A Treta do Dia

    FRAGA
     

     

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    Mão Santa

    KLEBER

    DUKE
     

     
     
    THIAGO LUCAS
     

     

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