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  • O BRASIL EH O QUE ME ENVENENA MAS EH O QUE ME CURA (LUIZ ANTONIO SIMAS)

  • Vislumbres

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    Fragmentos de textos e imagens catadas nesta tela, capturadas desta web, varridas de jornais, revistas, livros, sons, filtradas pelos olhos e ouvidos e escorrendo pelos dedos para serem derramadas sobre as teclas... e viverem eterna e instanta neamente num logradouro digital. Desagua douro de pensa mentos.


    sábado, julho 18, 2026

    4 X St. John the Evangelist





     

    Disse o Capeta


     

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    Lionel Messi talks about ‘crazy’ Lamine Yamal baby photos before they meet in World Cup final

     

     

    Lionel Messi talks about ‘crazy’ Lamine Yamal baby photos before they meet in World Cup final - The Athletic

    America 2026 Season 7, Episode 17 Review 📺

     from space_ranger_o

    The writers room has devolved into a bunch of raccoons fighting over a keyboard.

    In today's episode: an election document drop that accidentally exonerates China, a war on Canadian wind, & a multi-state diarrhea parasite at Taco Bell.
    The plot holes are big enough to drive a tank through. The "president" is leaking his own incriminating receipts. The script is nonsense.
    THIS WAS JUST TODAY: FRI JUL 17!
    1/ The Damage Control Campaign. The episode opens in the East Room with the White House in absolute panic mode.
    Trump’s highly anticipated primetime address on "election vulnerabilities" backfired so spectacularly that the overnight hours were spent entirely on desperate cleanup.
    Instead of delivering a grand political victory, the main character just got thoroughly humiliated by every fact checker on earth. 
     

    2/ The Public Data Discovery.
    Let’s talk about the glaring script holes in his speech.
    Trump claimed China pulled off the "largest election data breach in history" during 2020. Except federal officials immediately pointed out that the data accessed was standard, public voter registration rolls that anyone can literally buy online.
    Failing to realize the difference between a cyber warfare hack and a public record is peak lazy writing. The continuity errors are exhausting 
    3/ The Wrong Country Subplot. It gets worse. To "prove" voting machines are catastrophically insecure, Trump cited newly declassified intelligence regarding a software vulnerability. The catch? The security flaw was found in a Venezuelan system that isn't even used in the United States. Our machines are closely monitored and backed by audited paper ballots. They are plagiarizing foreign dictator subplots because the domestic script isn't dramatic enough
     4/ The Streaming Tantrum. The main character then threw a tantrum claiming major television networks "refused" to carry his address to conceal election corruption. In reality, ABC, NBC, and CNN broadcasted the whole thing live on their streaming platforms and YouTube. He also rambled that mail-in ballots are inherently corrupt, completely forgetting that he literally just voted by mail himself. He's fighting invisible monsters while actively participating in the system.
    5/ The White House Projection Therapy. Because the truth hurt his feelings, the White House spent the night attacking journalists on social media. They issued an official statement targeting "MSDNC," calling the network "group therapy for the mentally deranged" because they cut away from his speech early. Labeling the media the "ENEMY OF THE PEOPLE" because they didn't want to broadcast your repetitive, 45 minute rerun of 2020 grievances is top tier toddler behavior
    6/ The Self-Own. This is the plot twist of the century. The writers just dropped the plot twist of the century, and it is pure episodic comedy.
    Trump declassified a massive stack of intelligence files to prove China rigged the 2020 election against him. The catch? The actual text explicitly states China didn't meddle at all. Instead, his own leaked files confirm Vladimir Putin was the one running operations to help him win.
    He literally pulled off the mask and found himself
    7/ The "I'm Researching" Investigator. To make the document drop even funnier, Trump's own hand picked investigator, John Solomon, went on air and completely blew up the script.
    Solomon publicly admitted that zero votes were changed in 2020, 2022, or 2024, and that Venezuela never touched our machines. When asked if Biden actually won, the guy Trump hired to prove fraud could only sputter: "I’m researching.


    Aretha Franklin - Oh Me, Oh My (I'm a Fool for You Baby) 1971 (B J Thomas)

     

    To make you laugh I'd play the fool for you
    Although the people turn and stare
    I'd give my everything to keep you girl
    It breaks my heart when you're not there

    sexta-feira, julho 17, 2026

    3 X Paquetá




     

    Is the ceasefire over?

     

    JEFFREY ST. CLAIR >

    Q: Is the ceasefire over? Is the MOU dead?

    Trump: I think it’s over. I don’t want to deal with them anymore. They’re scum. Do you know what scum is? They’re led by sick people. They’re vicious, violent people. They’re liars. They’re cuckoo.

    + These are the same Iranians, I suppose, that only a day earlier Trump had exalted for being shrewder and more rational than “the first and second regimes” that he’d knocked off in airstrikes. They were even willing, Trump bragged, to let the US have some of their “dust, I call it dust.” He was referring to Iran’s stockpile of enriched uranium…I think.

    Then, only a couple of hours after calling the Iranian leadership “scum,” “liars,” “cuckoo,” and “sick,” “vicious, violent people,” he said they called him up (on his cell perhaps) to make up. They wanted to deal, Trump said. They wanted it “bad.” But maybe it wasn’t the Islamic Republic of Iran that had called. Perhaps it was the one in Japan.

    Meanwhile, the missiles kept flying in both directions. Ships were set aflame in the Strait of Hormuz and the price of oil shot up again.

     

    3 X Flores




     

    Menção a ego de Lula em post sublinha sabujice de Rubio a Trump

     

     O secretário de Estado dos EUA, Marco Rubio, e o presidente americano, Donald Trump, durante reunião de gabinete

    Por Eduardo Graça

     Aconteceu há quatro meses na Flórida. O presidente dos Estados Unidos e seu Secretário de Estado oficializavam o Escudo das Américas. A aliança costurada por Washington com 17 países latino-americanos, sem adesão do Brasil, dedica-se, no papel, ao combate conjunto ao crime organizado e ao narcotráfico na região. Após breve e desconexo discurso de Donald Trump, Marco Rubio tomou a palavra. Em inglês, para plateia formada majoritariamente por líderes cuja língua nativa é o espanhol, enfatizou o privilégio de todos estarem na presença de “uma das figuras mais importantes da História norte-americana”. Foi quando olhou sorridente para seu chefe e balbuciou um “tudo bem se eu…?”, interrompido por um “claro, por favor” do líder da maior potência global.

    A cena foi descrita no diário Los Angeles Times de forma detalhada por Gustavo Arellano, a mais importante voz de origem latina da imprensa dos EUA, em texto intitulado, em tradução livre, “Rubio provou ser mesmo o Pequeno Marco de Trump”. Vale seguir o colunista: “Em espanhol impecável, ele fez então apenas uma nova observação, a de que, sob a liderança de Trump, 'o que faremos tornará as gerações futuras gratas a todos nós'”.

    A frase, argumenta Arellano, sintetiza a trajetória do político tão ambicioso quanto camaleônico, por ele acompanhado há quase três décadas. É preciso ser "um certo tipo de pessoa", argumenta o filho de mexicanos e vencedor do prêmio Robert F. Kennedy de Jornalismo, para "ir de filho predileto de uma comunidade exilada de cubanos, que transformou Miami de paraíso de aposentados em uma das capitais da América Latina, a afirmar que os EUA e a Europa abriram as portas para uma onda sem precedentes de imigração em massa que ameaça a coesão de nossas sociedades, a continuidade de nossa cultura e o futuro de nosso povo". O aspecto mais triste da ascensão de Rubio, afirma o colunista, é que seus apoiadores "de fato viram nele a culminação de sonhos há muito acalentados pelos latinos quando um de nós chegasse ao Poder". Balela.

    Tarifaço como punição política

    Em publicação nas redes sociais, Rubio criticou nesta quinta-feira (16/7) “o ego do presidente Luiz Inácio Lula da Silva”, que teria dificultado as tratativas em torno do novo tarifaço imposto ao País. Inadvertidamente, ao perseguir explicação outra que não o uso coercitivo do tarifaço como arma política contra Brasília para justificar as novas penalizações, sublinhou sua própria sabujice a Trump. Na seara política, o Secretário de Estado é o exemplo mais eloquente da capitulação das elites americanas aos avanços autoritários da segunda temporada do trumpismo na Casa Branca.

    Em 2016, o então senador Rubio mirou a Presidência pela primeira vez. Disputou as prévias republicanas e foi barulhentamente rejeitado pela base. À época, classificou Trump, que acabaria vencendo o pleito, de “o mais despreparado cidadão a buscar a Presidência na História do país”. Dos seus 1,90m, o capitão do Faça os EUA Grandes Novamente (Maga, na sigla em inglês) deu de ombros e rebatizou o filho de cubanos, com 1,74m, de “Pequeno Marco”. O infame apelido, desgraçadamente, pegou.

    Ainda assim, e após ter classificado Trump de “golpista” por seu papel na invasão do Capitólio pelos negacionistas do Maga, Rubio decidiu apoiá-lo no projeto de retorno à Casa Branca. Ciente da fragilidade do governo de Joe Biden, detectou ser aquele o atalho mais óbvio para se reaproximar da militância e, com sorte, chegar ao Poder. A costura foi feita por Susie Wiles, comandante da campanha presidencial, futura chefe de gabinete do Trump 2.0, central na nomeação do político, como ela, da Flórida, para a Secretaria de Estado e, depois, para o comando do Conselho de Segurança Nacional. Apenas Henry Kissinger, que acumulou as funções nos governos de Richard Nixon e Gerald Ford, concentrou tamanho poder na Washington moderna, com a ressalva de o paralelo aqui ser mais estrutural do que de estofo intelectual.

    Frankenstein da direita

    Foi quando o Pequeno Marco voltou à tona. A pequenez agora passou a ser traduzida por críticos na aposentadoria sumária de diretrizes que anteriormente norteavam a trajetória do político. Contradições em sequência sintetizadas a este blog pelo jornalista Fareed Zakaria, colunista do Washington Post e apresentador do “GPS” na CNN americana, como um mix de pragmatismo e capacidade singular de se jogar princípios para debaixo do tapete.

    Entre os exemplos mais notórios estão a conversão de Rubio, no Trump 2.0, de defensor da agência americana de ajuda internacional, a USAID, como elemento essencial do soft power ianque, para seu algoz. Sob seu comando, mais de 80% da estrutura do organismo foi desmantelada, pouco mais de 10 mil funcionários demitidos e programas de ajuda humanitária sumariamente cancelados. Entre eles, o de combate à AIDS, iniciado no governo de George W. Bush, e o voltado para enfrentar a fome infantil, o que gerou o aumento, em um ano, informa a UNICEF, de 27% de crianças admitidas em hospitais por desnutrição nos países antes beneficiados, em sua maioria na África.

    Gustavo Arellano vai além. Destaca que Rubio levou para a Casa Branca uma máxima da realpolitik ironicamente apropriada anteriormente por caudilhos latino-americanos: para os amigos, tudo, para os inimigos, a lei. Aliados, entre eles os presidentes da Argentina, Javier Milei, e de El Salvador, Nayib Bukele, “são mimados e recebem ajuda política e financeira”, enquanto estudantes latino-americanos com visto em dia “são perseguidos e presos pela Imigração”. Quem não cede à coerção de Washington, leva porrete, retórico, vide a menção ao ego de Lula, ou real, como na interferência em eleições na região e na substituição à força de Nicolás Maduro por Delcy Rodríguez em Caracas. Ao apoiar ações militares externas e se tornar uma espécie de vice-rei da Venezuela, administrando o país de Washington, Rubio, aponta o colunista, se revelou "o filho sacrílego do neo-conservadorismo da era Bush Filho com o Maga”. Uma espécie de Frankenstein da direita, em reinvenção possível para o trumpismo em 2028.

    Aos 55 anos, o político tende hoje, apontam de forma reservada figurões estaduais do Partido Republicano, a se acomodar na segunda posição em eventual chapa comandada pelo atual vice-presidente, JD Vance, para a sucessão de Trump. Erra, no entanto, quem ler no eventual arranjo, vá lá, contenção de ego. Nas palavras de Arellano, ainda é cedo, e “Marco Rubio está apenas começando”. 

    O GLOBO 


     

     

    Theremin - Clara Rockmore play "The Swan" (Saint-Saëns)

     

    quinta-feira, julho 16, 2026

    The Woman in the Metro Photo Wanted to Be Alone. Instead, She Went Viral.

     

    Members of Patriot Front ride the metro as a commuter looks on. 

    The Woman in the Metro Photo Wanted to Be Alone. Instead, She Went Viral. - NOTUS — News of the United States

    A boca do jacaré tá abrindo

    AROEIRA
     
     

     

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    Nenhum rio recupera suas margens começando pela foz

     



    Paulo André

    Velho Chico,

    Dizem que o sertão espera pela chuva. Espera. Mas é com o rio que aprende a viver. E rio nenhum chega sozinho.

    • Certa vez, vi uma canoa amarrada numa margem barrenta e um homem velho que dizia que rio bom não é o que passa depressa. É o que volta todo ano. Naquele dia entendi, sem entender direito, que a água era só a parte do rio que os olhos alcançavam.

    Depois disso, nunca mais estranhei um sertão inteiro viver à espera do mesmo rio. Quando o rio parece grande demais, o homem esquece de cuidar da nascente.

    Chico, herdaste um rio que já não corre como antes. Encontraste barragens que não construíste, erguidas por homens que trataram a água como propriedade e a nascente como despesa.

    Não escolheste o rio que recebeste. Escolherás o rio que deixarás.

    Rio não seca de uma vez. Primeiro adoecem as margens. Depois rareiam os peixes. A corrente parece a mesma. A vida já mudou faz tempo.

    Não será na foz que decidirão teu destino. Será na nascente.

    Rio nunca corre sozinho. Corre com a mata, com os peixes e com o barro. Quando um adoece, o outro sente.

    Houve um tempo em que bastava nascer perto deste rio para acreditar que água e vida jamais faltariam.

    O homem foi bebendo do rio até esquecer que o rio também tem sede. O rio foi ficando magro. As margens perderam o verde.

    A canoa continuava amarrada no barro. O velho, à espera dos peixes.

    Água ainda tinha.

    Vida, cada vez menos.

    Não é preciso odiar o rio para represá-lo. Às vezes basta ter medo de perder o controle da água.

    Represas armazenam poder.

    Rios distribuem vida.

    Com o tempo, ninguém mais estranha a represa. Algumas margens recebem água suficiente para continuar dependendo, sem precisarem aprender a cavar. Outras recebem tanto que esquecem a existência da seca. E chamam isso de equilíbrio.

    Dirão que certas curvas não podem ser desfeitas. Que determinadas pedras não podem ser removidas do leito porque fazem parte da paisagem. Que sempre foi assim.

    Convém lembrar que toda pedra no meio do rio já foi apenas pedra.

    Foi a imobilidade que lhe deu prestígio.

    Não a utilidade.

    Rio nenhum bebe da própria água.

    Tudo o que carregam pertence aos outros.

    Talvez essa seja tua maior responsabilidade. Não porque tenhas criado este rio, mas porque recebeste, por algum tempo, a tarefa de conduzi-lo. E rio não existe para si. Existe para tudo aquilo que toca.

    Para aquela canoa esquecida na margem, para a lavoura distante, para o menino que aprende a nadar. Para que ele não precise conhecer a grandeza deste rio apenas pelas histórias dos mais velhos. Que possa voltar a reconhecer nele um pedaço de si.

    Não te peço enchentes, Chico.

    Elas impressionam durante uma estação.

    Peço correnteza.

    Porque só a correnteza muda a geografia sem precisar fazer barulho.

    Um dia dirão que este rio esteve em tuas mãos.

    Nem por isso era teu.

    Tu nunca foste dono da água.

    Ninguém é.

    Foste apenas o próximo homem encarregado de fazê-la correr.

    O sertão continuará aqui quando este tempo passar.

    Tu também continuarás, de um jeito ou de outro.

    Resta saber se serás lembrado pela água que acumulaste…

    …ou pelas margens que voltaram a florescer.

    P.S. Talvez essa carta mereça uma explicação. O rio desta carta é o sistema que sustenta o futebol brasileiro. As nascentes e os afluentes são a rua, a várzea, o futsal, as famílias, o futebol feminino, os clubes formadores e os ecossistemas regionais. Hoje, esses caminhos seguem fragmentados, cada qual correndo por seu próprio leito. As represas e as pedras representam estruturas e práticas que, durante décadas, concentraram poder e naturalizaram a imobilidade. O desafio de quem conduz a CBF é construir um sistema capaz de ligar essas “águas”, para que elas possam correr por todo o país. Nenhum rio recupera suas margens começando pela foz. A força da seleção será consequência. A confiança do povo também.


    O GLOBO 



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