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  • O BRASIL EH O QUE ME ENVENENA MAS EH O QUE ME CURA (LUIZ ANTONIO SIMAS)

  • Vislumbres

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    Fragmentos de textos e imagens catadas nesta tela, capturadas desta web, varridas de jornais, revistas, livros, sons, filtradas pelos olhos e ouvidos e escorrendo pelos dedos para serem derramadas sobre as teclas... e viverem eterna e instanta neamente num logradouro digital. Desagua douro de pensa mentos.


    sábado, maio 23, 2026

    3 imagens




     

    O espirito da coisa

    AROEIRA
     

     

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    sexta-feira, maio 22, 2026

    Em troca do fim do 6 x 1, empresários propoem "legalizar" trabalho escravo

      

    LEONARDO SAKAMOTO

    O relator da PEC contra a escala 6x1, deputado Leo Prates, sugeriu liberar jornadas sem limite para quem ganha acima de R$ 16,9 mil. A ideia, defendida por PL e Novo, venderia como “modernização” o que a legislação brasileira reconhece como um dos pilares do trabalho análogo à escravidão: a jornada exaustiva.

    A questão é que trabalhar sem limite de horas leva à jornada exaustiva, um dos elementos que caracteriza o trabalho análogo ao de escravo segundo a legislação brasileira.

    A justificativa apresentada para sustentar a mudança, segundo a Folha de S.Paulo, é de que há muita gente contratada como PJ nessa faixa salarial com um controle frouxo ou inexistente de jornada e escala. Então, se a "jornada infinita" deixasse de ser ilegal e passasse a ser legal, haveria a celetização desses trabalhadores com a garantia de outros direitos. Ou seja, para incentivar as empresas a cumprirem a lei, garantindo o que já está previsto, como férias, remuneração mínima, 13º salário, FGTS, INSS, os congressistas eliminariam o descanso semanal e o limite de jornada.
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    Primeiro, essa lógica torta não seria garantia alguma de celetização, pois os custos continuariam os mesmos. Além disso, remover o limite de tempo à disposição do empregador é ignorar a primeira reivindicação que os trabalhadores fizeram quando resolveram cruzar os braços em nome da dignidade há mais de 200 anos: oito horas de trabalho, oito horas de descanso, oito horas para fazer qualquer outra coisa.

    Não só isso. De acordo com o artigo 149 do Código Penal, quatro elementos podem definir escravidão contemporânea: trabalho forçado (que envolve cerceamento do direito de ir e vir), servidão por dívida (um cativeiro atrelado a dívidas, muitas vezes fraudulentas), condições degradantes (trabalho que nega a dignidade humana, colocando em risco a saúde e a vida) ou jornada exaustiva (levar o trabalhador ao completo esgotamento dado à extensão e intensidade da exploração, também colocando em risco sua saúde e vida).

    Permitir jornadas sem limite é legalizar a jornada exaustiva. Vale lembrar que, hoje, a Constituição Federal determina um máximo de 44 horas e escala 6x1. A proposta do governo federal quer reduzir para 40 horas e escala 5x2.

    Quando uma operação de fiscalização resgatou 163 operários chineses submetidos a condições análogas à escravidão durante a construção da fábrica da BYD, em Camaçari (BA), em dezembro de 2024, o relatório apontou que contratos previam jornada de dez horas por dia, seis dias por semana, com possibilidade de extensão, levando a jornadas semanais de 60 a 70 horas.

    A jornada exaustiva criava um ambiente propício a acidentes de trabalho — houve pelo menos quatro, inclusive com amputação de membros e perda de movimentos nos dedos. Um dos operários, que perdeu movimentos, afirmou estar sonolento no momento do acidente. Ele estava trabalhando dez horas por dia, durante 25 dias, sem folga, e dormindo mal.

    É isso o que uma situação de jornada sem limite implica. Se a pessoa está empreendendo de fato, ela é dona do próprio negócio e é livre para trabalhar nele quantas horas quiser. Mas, se alguém está subordinado a outra empresa, com chefe, batendo ponto, a história é diferente. Leis, normas e convenções coletivas é que devem balizar a relação entre patrão e empregado para evitar que o mais forte se aproveite do mais fraco.
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    A coisa complica mais um pouco. Porque, estatisticamente falando, quem ganha mais, trabalha bem menos no Brasil. E não aceita se sujeitar a qualquer situação. A questão da proposta do relator, portanto, é mais profunda, não está perdida no tempo e no espaço. Vai ao encontro de um movimento que visa a compensar o fim da 6x1 com a limitação da própria CLT que ele disse defender. Diz respeito à mudança no modelo do trabalho no Brasil, pois a autorização da jornada sem limite é um passo para a legalização da pejotização.

    Um julgamento em curso no Supremo Tribunal Federal que pode enfraquecer o emprego formal vai ao encontro disso. O Tema 1389 discute de quem é a competência para julgar conflitos contratuais entre CNPJs, mesmo que seus donos reclamem que, na verdade, eram trabalhadores precarizados que batiam cartão. Se o STF apontar que é a Justiça Comum, e não a Justiça do Trabalho, especializada na questão, pode vir a corroborar situações que hoje são consideradas ilegais.

    O julgamento também vai definir quem deve provar que houve fraude na relação: a empresa-patrão ou a empresa-trabalhador. A Procuradoria-Geral da República (PGR) enviou um parecer ao STF dando aval à Justiça Comum. A análise pelo plenário deve acontecer ainda este ano e terá repercussão geral. Alerta de spoiler: há ampla maioria pró-empregador no tribunal.

    A ideia defendida por parte dos ministros do STF é que a legislação trabalhista passe a valer apenas para quem ganhe até o teto ou duas vezes o teto (R$ 16.951,19) do INSS. Acima disso, todo mundo pode virar empresa, sem direitos ou proteções. E, se depender de parte do Congresso Nacional, sem limite de jornada.

    UOL 

    The Guardian elege '100 melhores romances de todos os tempos

      Jornal britânico elege '100 melhores romances de todos os tempos'

    "Nem Machado de Assis, nem José Saramago. Na lista dos “100 melhores romances de todos os tempos” publicada pelo jornal britânico The Guardian não há nenhuma obra brasileira ou escrita em língua portuguesa. O primeiro lugar ficou com um romance tipicamente inglês (e pouco conhecido no Brasil): “Middlemarch: um estudo da vida provinciana”, de George Eliot, que veio à lume em 1872. "

    Rob Base & DJ EZ Rock - It Takes Two (in memoriam)

     

    I wanna rock right nowI'm Rob Base and I came to get downI'm not internationally knownBut I'm known to rock the microphoneBecause I get stoopid, I mean outrageousStay away from me if you're contagious'Cause I'm the winner, no, I'm not the loserTo be an M.C. is what I choose 'a


    Como o Jair de 'Dark Horse', Flávio Bolsonaro está à espera de um milagre

    Homem de pele clara com expressão neutra, iluminado parcialmente da esquerda, fundo totalmente escuro. 

     

    Angela Alonso

    Flávio B. deve estar pedindo misericórdia aos céus. Depois dos chocolates, malogrou no cinema e periclita na política. O perrengue da vez veio de Raleigh, na Carolina do Norte, a terra escravista da qual o roteiro de "Dark Horse" é assinado.

    O título alude àqueles tempos por repetir o de livro sobre o reformista James Garfield. Levado à Presidência graças ao racha no Partido Republicano (que fez a abolição) em 1881, levou bala no primeiro ano de governo. Seu assassinato virou série da Netflix. Já a facada em Bolsonaro deu filme. A semelhança acaba aí. Nos dois casos, há um azarão, mas o segundo faz também jus ao apelido juvenil: Cavalão.


    É um filme descomplicado, mas faz vários serviços. Propagandeia um liberalismo radical. Jair-ator pragueja contra "socialistas, trabalhistas, comunistas": "Vou deixar você em paz —e proteger você— para que o que você construiu não seja roubado". Programa anti-Estado, prática patrimonialista: "Dark Horse" veio do mesmo mundo do qual saíram as festas de Daniel Vorcaro, regadas a prosecco e recursos públicos. Ali, políticos bolsonaristas e empresários fizeram amizades e negócios. Por que não um filme?

    O enredo é nacionalista, mas o "a Amazônia é nossa" vem redigido em inglês e por estrangeiros. A conjuntura nacional se reduz à meia dúzia de eventos na abertura: fim da ditadura, "levantes comunistas/socialistas", eleição e prisão de Lula, derrota na Copa do Mundo por 7 a 1, eleição de Bolsonaro.

    A política é tripartite: há o "Far Left Progressives" ("vermelhos"), o "Ruling Party" (corrupto) e o antissistema. Os "socialistas radicais" aparecem na tramoia para matar Bolsonaro.

    É um filme pró-família, mas família à moda do Jair. Flashbacks constroem sua persona de "alto e bonito", sedutor e desbocado. Sua origem é clã de machos. Desenha-se um capitão que prende traficante (e minimiza-se sua ida para a reserva do Exército). Depois, vem o casamento romântico com a "linda" Michelle e se materializa o pai rigoroso, mas amoroso, de Laura e três zeros (esqueceram o 04!).

    Bolsonaro é um escolhido de Deus. Além das preces do casal e de seguidores, há uma senhora humilde que provê pílulas salvadoras. Assim se explica o "milagre" da sobrevivência pós-atentado. Nas paredes do hospital estão "Pietà" e "A Ressurreição de Lázaro". No hospital, Bolsonaro, como Lázaro, se levanta e anda até os braços do povo, enquanto os planejadores do atentado são mortos.

    É um drama de inadvertidos efeitos cômicos. Há a peruca fora de lugar do protagonista, o "papai" de Carluxo salpicado no enredo e uma mescla de português e espanhol: a milagreira se chama Dolores, o bandido toma "cerveza" e, em vez do "seu Jair" da averiguadora da tornozeleira, temos o "senhor Bolsonaro".

    A narrativa embaralha fatos e ficções. Amaina, sem negar, o politicamente incorreto, como o ataque a Maria do Rosário. O preconceito some na cordialidade —amigo de um negro, simpático com enfermeiro gay.

    A fabulação cresce ao longo do roteiro, desclassificando os inimigos: a imprensa é inescrupulosa e esquerdista, o "Ruling Party" é quem arma complôs para matar o Mito. Tecem-se suspeitas sobre o resultado eleitoral de 2022. Um possível ministro do STF calvo e um empresário-traficante (o mesmo preso pelo capitão) mancomunam-se. É a apoteose da teoria da conspiração.

    A única referência à tentativa de golpe de Estado são manifestações pró-Mito "em todo o Brasil, em sua maioria pacíficas". A sentença do STF condenando Bolsonaro vem no final. Não se espere mais que isso sobre o 8 de Janeiro, nada de oração para pneu nem patriota do caminhão.

    "Dark Horse" é maniqueísta como o bolsonarismo: há bons e maus, fortes e fracos, nós e eles. Bolsonaro é pintado como vítima do "sistema" à espera de um novo milagre. Mas quem agora precisa dele é o 01. A santa Dolores não opera livramentos na vida real, e a "linda" Michelle já encomendou a alma do enteado: "Pergunta para o Flávio".

    FOLHA

     

     

     

    A grandeza de Noca da Portela precisa ser estudada

    Noca da Portela começou a compor com 15 anos

    João Pimentel>

    "Noca carregava o samba com a naturalidade dos escolhidos. Seus versos jamais eram artificiais. Vinham da alma popular brasileira, das ruas, dos terreiros, das madrugadas, das procissões. Das alegrias e também das dores do nosso povo". 

    leia aqui: 

    Correio do Povo Penedo - A grandeza de Noca da Portela em foco

    Uma inspiração do passado para ilustrar o momento de transformação do Genesis

     

    "A história de como um jovem ilustrador, Colin Elgie, recorreu a estilos do século anterior para apresentar ao mundo o primeiro disco do grupo depois da saída de Peter Gabriel "

    leia no FAROL o stack de Jose Emilio Rondeau 

    Uma inspiração do passado para ilustrar o momento de transformação do Genesis

    Un Sueno Don Jose and His Orchestra Jose Morand

     

     


    Frank Zappa - Joe's Garage (in memoriam Ike Willis)

     

    We could jam in Joe's GarageHis mama was screamin' "Turn it down!"We was playing' the same old songIn the afternoon, and sometimes we would play it all night longIt was all we knew, and easy tooSo we wouldn't get it wrongEven if you played it on a saxophone

    quinta-feira, maio 21, 2026

    Clarence Carter - Back Door Santa (1968) - in memoriam

     

    They call me Back Door Santa
    I make my runs about the break of day
    They call me Back Door Santa
    I make my runs about the break of day (oh, ho, ho)
    I make all the little girls happy
    While the boys are out to play

    2 urubus visitam meu quintal | 2 buzzards in my yard


     

    quarta-feira, maio 20, 2026


     

    Flávio Bolsonaro escolhe a pior desculpa possível -- e aposta que vai colar

     

     

    LEONARDO SAKAMOTO

        Flávio Bolsonaro visitou Daniel Vorcaro em casa após a primeira passagem do banqueiro pela prisão devido às falcatruas do Banco Master e à tentativa de fuga para Dubai. Publicada pelo site Metrópoles, a história forçou o senador a se pronunciar. Ele tinha duas alternativas: contar o que conversaram de fato ou chamar o Brasil inteiro, especialmente seus eleitores, de besta. Escolheu a segunda opção.

    "Estive com ele mais uma vez quando ele passou a usar o monitoramento eletrônico, não podia sair da cidade de São Paulo. Fui, sim, ao encontro dele para botar um ponto final nessa história, dizer que, se ele tivesse me avisado que a situação era grave como essa, eu já teria ido atrás de investidor há muito mais tempo", disse em coletiva hoje.

    Já tinha sido forçar a amizade o senador afirmar que não havia nada contra Vorcaro durante o período em que ele lhe prometeu lealdade eterna ("Irmão, estou e estarei contigo sempre, não tem meia conversa entre a gente") e pediu R$ 134 milhões. O próprio Flávio Bolsonaro reconheceu o momento pelo qual o banqueiro estava passando era "dificílimo". Mas o homem que já era tóxico após a prisão, ficou ainda mais tóxico. E mesmo assim, ganhou uma visita do senador.

    O que Flávio quer convencer é que ele preferiu fazer à moda antiga e romper pessoalmente. Nada de ghosting, nada de tchau pelo zap. Ahã, Claudia, senta lá.

    É a pior justificativa que alguém poderia dar, mas considerando o beco sem saída em que está o senador, ele resolveu dobrar a aposta. Sabe que vai perder, pelo menos por enquanto, parte do eleitorado independente. Mas também tem consciência de que a maior parte da extrema direita estará com o seu clã mesmo se surgir um vídeo dele torturando filhotes de gato ou espancando um doguinho indefeso. Basta uma desculpa, por mais tosca que seja.

    Uma coisa, contudo, é o comportamento do eleitor médio da extrema direita. Outra é como a classe política vai reagir. Deputados, senadores, lideranças partidárias são espertos, sabem que, a cada nova resposta, o senador se afunda mais. E isso faz diferença na hora de composição de alianças.

    E, neste momento, há muita gente no entorno do clã com medo, não do que já apareceu, mas do que ainda pode surgir. Flávio Bolsonaro prometeu que não brotaria mais nada de bombástico, e brotou — o que prova que não dá para confiar nele.

    A candidatura continua de pé e, a meu ver, competitiva. Vai depender, a partir de agora, de quantas vezes o primogênito de Jair tiver que abrir a boca para se justificar. Pois a cada vez que ele se enrola, sua madrasta, possível presidenciável, sorri.

    O eleitor da extrema direita é fiel por convicção, não por avaliação. Esse não vai embora. O problema é o eleitor que estava considerando Flávio como alternativa — o que cansou do PT mas ainda não engoliu o bolsonarismo de carteirinha. Esse eleitor tem memória curta, mas não tão curta assim. E dizer que ele visitou um bandidão que tinha acabado de sair do xilindró para "botar um ponto final nessa história" entre ambos não é o tipo de desculpa que some da cabeça com facilidade.  

    UOL 

    Invasão do MST no set e medo da Venezula: os delírios do ator que interpretou Bolsonaro em sua passagem pelo BrasiL

     

     

    "Outro fator que elevou a tensão foi um comunicado de Donald Trump, no dia 3 daquele mês, orientando cidadãos norte-americanos a deixarem a Venezuela "imediatamente". Segundo a equipe, a declaração repercutiu diretamente no entorno de Caviezel e levou o ator a pedir um plano de evacuação para deixar o Brasil, caso considerasse necessário.

    De acordo com um integrante do projeto, Caviezel queria que a produção preparasse alternativas para uma saída “por terra, ar e mar”. O planejamento, segundo o relato, chegou a ser executado pela equipe."


    LEIA MAIS>  

    Invasão do MST no set e medo da Venezula: os delírios do ator que interpretou Bolsonaro em sua passagem pelo Brasil | Brasil 247

    How Plausible Is ‘Project Hail Mary’? Astrophysicists Have Thoughts

     

     In a scene set on a spaceship, a man is a at work near a scientific instrument.

     "In some ways, this is silly. “Project Hail Mary” is a work of science fiction, emphasis on the fiction. And while it’s possible to get caught up in the wattage of a light saber or the precise speed a warp drive allows, such speculation is extraneous to the stories. But this movie is based on a novel by Andy Weir (“The Martian”), who writes hard science fiction, which blends imagined tales with fact, or at least plausibility. As Weir said recently, scientific accuracy is his “whole shtick.”

    So discussions of the science of “Project Hail Mary” aren’t exactly ancillary. Armchair physicists and even some actual physicists have powered countless online threads with questions around interstellar travel, alien life and why Grace, who has a doctorate in microbiology, can’t seem to balance a centrifuge."

    read review by  ALEXIS SOLOSKI 

     

    Maria Beraldo - Sussussussu

     

    Sussussussu
    Vavavava
    Cocococo
    Cacacaca
    Bebebebe
    Lulululu
    Dodododo


    PAQUETAENSES Cristiano


     

    Dark Horse: a cena da facada

    SPACCA
     

     
     
    QUINHO

     
    AROEIRA
     
     

     
     
    FRAGA 
     

     

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    Cristina e Mauro Duarte | A alegria continua (Mauro Duarte e Noca da Portela) .

     

    Mas enquanto houver samba

    Alegria continua, alegria continua Alegria continua

    IN MEMORIAM NOCA DA PORTELA


    terça-feira, maio 19, 2026


     

    And who is it that’s assembling and writing most of these deranged late-night social media posts for Trump?

     

    JEFFREY ST. CLAIR 

    + I don’t always read Heather Cox Richardson (because, frankly, one can hardly keep up with her, given that dishes need to be washed, the grass needs to be cut, the dog needs to be walked, a baseball game needs to be watched), but this pretty accurately sums up the current mental state of the person running our country…

    Over the course of three hours last night, he posted on social media fifty-five times. Those posts accused a number of those Trump considers his personal enemies, including former president Barack Obama, of treason…reposted a fake quotation from Senator John Kennedy (R-LA) accusing Obama of making a personal fortune of $120 million from the Affordable Care Act, also known as Obamacare…. He posted an AI image of Obama, Biden, and former House speaker Nancy Pelosi (D-CA) apparently swimming in a filthy version of the reflecting pool with the caption: “Dumacrats Love Sewage.” Then he posted an image of himself on the $100 bill. And then he was back to calling House minority leader Hakeem Jeffries (D-NY) “Low IQ.”

    After posting a number of AI images showing the U.S. military destroying the Iranian military, Trump posted: “When the Fake News says that the Iranian enemy is doing well, militarily, against us, it’s virtual TREASON in that it is such a false, and even preposterous, statement. They are aiding and abetting the enemy!”

    Then he posted an image of a map with Venezuela overlaid with the U.S. flag. The caption read: “51st State.

    And who is it that’s assembling and writing most of these deranged late-night social media posts for Trump? Natalie Harp, who looks as if she walked right out of Trump Central Casting: blonde, svelte, an adoring supplicant to Trump’s divinity on Earth. She’ll probably have an absolutely fabulous second career as a Fox News anchorette.

     To the mounting frustration of White House Chief of Staff Suzy Wiles, who has to clean up the mid-morning damage inflicted by these after-hours rants, Harp answers to no one at the White House other than Trump, who very personally approves each post.

    + Trump and his late-night social media helper, Natalie Harp, on a Marine One flight. Harp is the person who presented Trump with the Obamas as apes video and Trump as Jesus meme for posting on Truth Social...(I had to scroll through about 15 seconds in the video clip of Trump’s excitedly nodding head to capture that revelatory smile on Harp’s face.) 

    + As for Wiles, she appears to be slowly being driven mad by her duties keeping the Oval Office running. These are the eyes of someone you wouldn’t want to ride alone with on an elevator in a Brian DePalma movie…

     

    COUNTERPUNCH 

     

    We’ve Become Too Savage for ‘Lord of the Flies’

     

     "Not everyone has read “Lord of the Flies,” but thanks to the novel’s million descendants, everyone has encountered the novel’s core conceits and feral mythology, generic monuments that loom titanic over the psycho-oceanography of the zeitgeist.

    Golding’s novel might feel somewhat dated, but his delirious beast-haunted island, in shattered refracted form, sure as hell does not. And many of these newly risen Hispaniolas of depravity have kept up with our rising incivility, our deepening tribalism, our social media derangements.

    So could a talent as massive as Mr. Thorne make Golding’s island haunt and disturb when we live in a society that isn’t just obsessed with brutality, it almost is brutality?"

    read review by Junot Diaz

     We’ve Become Too Savage for ‘Lord of the Flies’

    Mariene De Castro - Garaximbola

     

    Olha bala emboladeiro, que o baleiro embala
    Ele é bom embaladeiro
    Embalador de bala
    Embala bem bala de coco como quem no coco embola
    Chama o embalador de bala, emboladeiro pra embolar



    Slip Away- Clarence Carter (in memoriam)

     

    Tell me you will tryTo slip away somehowOh, I need you, darlingI want to see you right now

    segunda-feira, maio 18, 2026


     

    Ipê de esquerda, Ypê de direita

     
     

     
     
    MIGUEL PAIVA
     

    CELLUS
     
     




     
     
    RUCKE

     

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    Claudine Longet - Meditation (Tom Jobim) - in memoriam

     

    Spit, vomit and a banned baby: Cannes controversies – ranked!

     

     

    "For every standing ovation there’s a riotous backlash – the film festival’s history is littered with boos, protests, furious rows and career-defining disasters"

    read it here> 

    Spit, vomit and a banned baby: Cannes controversies – ranked! | Cannes film festival | The Guardian

    Wrestling With Trump review

     

    "But it’s kayfabe that is the key to Trump’s success. Kayfabe, in wrestling, is the pretence that everything is real – that the invective is unscripted, that the Heels’ and heroes’ backstories are authentic, that the moves are unchoreographed, and that the bodyslams, hip checks and chokeholds are as dangerous and painful as they look. For as long as the fight lasts, you live the illusion. Nothing is true except what you are told you see."

    read review by Lucy Mangan  

    Wrestling With Trump review – the president gets an almighty smackdown! | Television | The Guardian

    Tangendo o Gado



    DUKE

     

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    Bomba sobre Flávio Bolsonaro foi boa notícia para um de seus amigos

    7.12.25 - Flávio Bolsonaro conversa com jornalistas na saída de um culto, em Brasília 

    LEONARDO SAKAMOTO

    Se há alguém que celebrou, intimamente e em silêncio, as revelações do Intercept Brasil sobre o pedido de milhões de Flávio "Irmão, estou e estarei contigo sempre" Bolsonaro ao banqueiro Daniel Vorcaro é o senador Ciro Nogueira.

    Com 134 milhões de razões, o presidente do PP e amigo do primogênito de Jair, teve um respiro de alguns dias após a operação da Polícia Federal contra ele, no dia 7 de maio, revelar investigação sobre uma mesada de até R$ 500 mil que ele receberia de Vorcaro. Em troca, teria feito favores ao Banco Master no Senado. Naturalmente, os holofotes saíram de cima dele e foram para o pré-candidato à Presidência da República.

    Muitos apostavam, porém, que Flávio Bolsonaro não tardaria em copiar o padrão comportamental de seu pai que, diante de adversidades, não hesitava em largar aliados à beira da estrada.

    Em entrevista à GloboNews, após o escândalo dos milhões pedidos por ele a Vorcaro, Flávio foi questionado sobre o envolvimento de Ciro, um dos principais apoiadores de sua candidatura, no caso Master. Disse que a hipótese que havia sido aventada de tê-lo como seu vice foi apenas um "gesto", que o senador "não tinha perfil" para a vaga e que ele "é acusado de coisas graves e vai responder" e que, se Deus quiser, provará a inocência.

    Mas tratou de largar o amigo no acostamento, sem um triângulo, uma chave de roda ou um macaco: "Pelo amor de Deus, não misturem alhos com bugalhos. Estão comparando lata com diamante. Não tem nada a ver uma coisa com a outra". Fica a dúvida: quem é a lata e quem é o diamante?

    Questionado por Júlia Duailibi sobre a emenda que beneficiaria o Master ao ampliar o teto do FGC e havia sido proposta por seu aliado Ciro, Flávio respondeu: "O que eu tenho com isso?"

    Um naco dos políticos da direita no Congresso viu as declarações como Flávio largando a mão de Ciro. Ironizaram dizendo que Lula, ao contrário do clã Bolsonaro, não joga companheiros investigados ao mar com tal facilidade.

    O sossego do presidente do PP não durou muito, uma vez que ele voltou a ser lembrado nesta sexta, com a Operação Sem Refino, da Polícia Federal, que atingiu o ex-governador Cláudio Castro no Rio de Janeiro. Jonathas Assunção, que foi o número dois de Ciro Nogueira na Casa Civil na gestão de Jair Bolsonaro, teria recebido R$ 1,3 milhão da Refit.

    A empresa pertence a Ricardo Magro, também alvo da operação, apontado como o maior sonegador de impostos do Brasil. Ele, que teria causado um dano de R$ 52 bilhões, teve sua prisão decretada pelo STF, mas mora nos Estados Unidos. Lula já pediu a Trump para mandá-lo de volta.
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    Ciro Nogueira, que sobreviveu aos escândalos do Mensalão e da Lava Jato, não vai chorar se outras bombas continuarem caindo na estrada de Flávio Bolsonaro, pelo menos por enquanto, se isso lhe trouxer paz. Já que o amigo não o quer mais como carona... 

    UOL
     

      

    domingo, maio 17, 2026

    Carmen Miranda - O SAMBA E O TANGO - Amado Régis

     

    Chegou a hora, chegou, chegouMeu corpo treme e ginga qual pandeiroE a hora é boa e o samba começouE fez convite ao tango pra parceiro



     


    Campo minado

     Campo minado

     "“A operação pode inviabilizar o mercado potencial de terras-raras no Brasil, uma vez que prevê a destinação de 100% da produção a uma única empresa compradora ligada ao governo norte-americano. Na prática, essa exclusividade impede que empresas brasileiras e o próprio Estado tenham acesso a minerais essenciais para o desenvolvimento de uma indústria nacional no setor”,

    leia reportagem de MAURICIO THUSWOHL  

    Campo minado – CartaCapital

    sábado, maio 16, 2026

    minha casa, de noite


     

    Noga Erez - VIEWS (feat. Reo Cragun & ROUSSO)

     


    People buy views, I know it's old newsBut I got bad news for everybody

    sexta-feira, maio 15, 2026

    paquetá


     

    O Vorcarinho viu



    MARTINEZ
     

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    quarta-feira, maio 13, 2026

    Marise Marra e Luiz Carlini - Agora Só Falta Você (Rita Lee- Carlini)

     


    IN MEMORIAM LUIZ SERGIO CARLINI

    terça-feira, maio 12, 2026

    Trump Is Openly Meddling in Brazil’s Upcoming Presidential Election


    "The plot involves establishing a digital media network in Washington, D.C., with help from Hernández’s Republican friends, aimed at destabilizing the region by interfering in elections that install far-right leaders willing to bow to Trump’s political wants. Noboa is already exploiting his relationship with Trump by using “counternarcotics operation” pretexts to target his opponents and partnering with the U.S. to do it violently. Brazil is in the early stages of Trump’s meddling and is expected to be forced to endure outside interference in its political future."

    read stack ny Arturo Dominguez

    Trump Is Openly Meddling in Brazil’s Upcoming Presidential Election

    segunda-feira, maio 11, 2026


     

    Tony Joe White - What Does It Take (To Win Your Love)

     

    I've tried, I've tried, I've tried,I've tried in every wayI could to make you see how much I love youOh, I thought you understoodSo you gotta make me see,What does it take to win your love for me



     

    Feliz Dia das Mães

    THIAGO LUCAS



    FRAGA




    LAERTE


     

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    Rita Lee e Tutti Frutti - Mamãe Natureza 1974



    IN MEMORIAM LUIZ SERGIO CARLINI

    Nobody's watching what's beneath the Strait of Hormuz

     Sean Baggett>

    Everyone’s watching the Strait of Hormuz for oil tankers. Nobody’s watching what’s on the ocean floor beneath it. They should be because Iran just made a move that could affect every person on earth with a phone, a bank account, or a job.

    🧵Quick geography lesson most people never learned. 97% of the world’s internet doesn’t travel through satellites. It travels through fiber-optic cables laid on the ocean floor.
    Cables thinner than a garden hose carrying the entirety of global communication, finance, and commerce. There are seven of them running through the Strait of Hormuz.

    🧵Iran’s Revolutionary Guard, the IRGC, just declared sovereignty over all seven of those cables. Their demand is foreign operators must obtain Iranian permits to maintain infrastructure on the seabed.. Meta, Amazon, Microsoft, Google. All of them would be required to pay “protection fees” to the IRGC just to keep the internet running through the Strait. That’s not a metaphor. That’s the literal demand.

    🧵To understand why this matters, you need to understand what moves through those cables daily.
    ☑️ $10 trillion in global financial transactions.
    ☑️ Every wire transfer.
    ☑️ Every stock trade.
    ☑️ Every international payment.
    ☑️ Every email.
    ☑️ Every cloud backup.
    ☑️ Every video call.
    All of it pulsing through fiber-optic lines sitting on the floor of a war zone

    🧵Here’s what makes this genuinely terrifying. On April 22, weeks before this announcement, Iranian state media began publishing detailed maps.. cable routes, landing stations and regional data hubs across the Persian Gulf.
    Analysts who study infrastructure warfare have one two words for publishing that kind of detail in the middle of a conflict. Those two words are target preparation

    🧵If you think Iran wouldn’t follow through, look at the Houthis in the Red Sea. In early 2024, Houthi leadership circulated a plan to target undersea cables there. People dismissed it, then they cut them. Cable repair ships cannot enter active conflict zones. Regions went partially offline for weeks. Iran has been watching and taking notes

    🧵So what does actual cable disruption look like in practice? It’s not a clean outage. It’s degradation.. slower speeds, rerouted traffic, cascading failures across interconnected systems. Financial markets freeze or slow, banking systems in exposed regions fail to clear transactions, supply chain software goes dark, and the most vulnerable countries aren’t the US or Europe. They’re Jordan, Lebanon, Bangladesh, Singapore, South Korea and India.

    🧵Hundreds of millions of people with no backup infrastructure. Here’s the part that should make Washington pay attention. The US military’s own logistics and communications in the region run partially through commercial cable infrastructure. This isn’t just economic warfare. It’s a potential military blind spot sitting in plain sight on the ocean floor.

    🧵Last night, Trump called Iran’s ceasefire counter-proposal “totally unacceptable.”
    Iran’s proposal included recognition of Strait of Hormuz sovereignty. The cables sit in the Strait. Tehran isn’t just asking for a ceasefire, they’re asking for control of the world’s digital throat, and they already have their hand around it.

    This is what modern warfare looks like.. not just missiles and tankers, but Infrastructure, leverage and chokepoints. Oil was the weapon of the 20th century. Data is the weapon of the 21st, and right now, Iran is sitting on top of both.
    Stay locked in. This is developing, and we’re watching.
    Without borders.
    Even here.
    Even now.

    Thiago Livre



    GILMAR

     

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    domingo, maio 10, 2026

    ANA


     

    SIN CITY, 35

     

     

     

     

     

     

     

     

    "Miller lançou Sin City há 35 anos e, a partir dali, sua carreira atingiu um novo auge. Depois de uma década premiada nos quadrinhos, a cidade do pecado ganhou vida nova no cinema e deu ao autor um prestígio que ele não esperava após relações de amor e ódio com Hollywood. E, aos leitores, deu um universo violento, noir, com arte exuberante.

    Na retrospectiva abaixo, lembre do que faz Sin City ser Sin City e por que ela é um marco para os quadrinhos."


    leia o stack de Érico Assis 

    141: SIN CITY, 35 - by Érico Assis - VIRAPÁGINA


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