This site will look much better in a browser that supports web standards, but it is accessible to any browser or Internet device.



blog0news


  • O BRASIL EH O QUE ME ENVENENA MAS EH O QUE ME CURA (LUIZ ANTONIO SIMAS)

  • Vislumbres

    Assinar
    Postagens [Atom]

    Powered by Blogger

    Fragmentos de textos e imagens catadas nesta tela, capturadas desta web, varridas de jornais, revistas, livros, sons, filtradas pelos olhos e ouvidos e escorrendo pelos dedos para serem derramadas sobre as teclas... e viverem eterna e instanta neamente num logradouro digital. Desagua douro de pensa mentos.


    sábado, junho 06, 2026

    Somos 213 milhões em ação criticando o uniforme do escrete canarinho

     


    Eduardo Affonso

    Lá se foi o Brasil, pela sexta vez, rumo ao hexa. E, em vez de nos dedicarmos a pintar asfalto, pendurar bandeirola e tirar do armário a vuvuzela, somos 213 milhões em ação criticando o uniforme do escrete canarinho. Cansados de ser especialistas em logística naval no Estreito de Ormuz, em definição de “grupo terrorista” e em escala 6 x 1, viramos fashionistas. Tudo porque o traje social da seleção divide opiniões: há quem ache feio, há quem ache horroroso.

    É que você, torcedor ingrato, não capta as referências e não entende que, em moda, o resultado é o de menos — o que importa é o conceito.

    Sim, parece que os jogadores estão de pijama — uma forma de nos lembrar que é preciso continuar sonhando em ser campeões. Mesmo numa disputa em que também estejam Espanha, França, Inglaterra, Argentina e Portugal. Sem contar Alemanha, Holanda, Bélgica, Noruega, Colômbia e meia dúzia de outros sérios candidatos a nos mandar pra cama mais cedo.

    Sim, lembram internos do sistema prisional — o que sugere uma crítica subliminar à demora em políticos, juízes e gestores públicos serem agraciados com tornozeleiras eletrônicas ou introduzidos no ambiente carcerário.

    Dir-se-ia tratar-se de enfermeiros — uma forma empática e sutil de mostrar que estarão ao lado do Neymar na lesão e na entorse, na queda e na contusão. Ou talvez sejam técnicos de laboratório de análises clínicas, reforçando a ideia de que todos ali darão o sangue pela vitória.

    A fatiota pode também evocar uma convenção da firma, daquelas com treinamento de liderança, imersão em coaching e palestras sobre mindset, protagonismo e metas disruptivas para o terceiro trimestre. Pode e deve, porque é exatamente disso que se trata.

    • A foto oficial, no avião, parece ter sido feita numa oficina mecânica? Parece. A ideia daquela modelagem desconstruída, com o caban sem estruturas internas ou ombreiras, é nos dar a sensação de que a seleção passou por um processo de alinhamento e balanceamento, talvez até de cambagem. Que nada os freará no ataque e que têm tração suficiente para evitar o arrefecimento na defesa. Que a direção do elenco será firme e não haverá problema de suspensão.

    (Caso você, como eu, esteja sendo apresentado neste momento ao mundo da alfaiataria, caban é uma espécie de casaco, ali entre o blazer e o jaleco, só que mais metido a besta. É o que os jogadores estão vestindo, no lugar do bom e velho paletó.)

    Aquele look desestruturado remete, ainda, às nossas instituições cada vez menos democráticas, ao desequilíbrio entre os podres poderes da República, ao tariflávio e ao rombo bilionário dos Correios.

    Por isso, antes de reclamar do problemático uniforme, pense que a CBF poderia ter contratado a Balenciaga, e nossa pátria de chuteiras estaria embarcando de chinelo de dedo, bermuda destroyed e camiseta regata de campanha eleitoral, carregando seus pertences numa sacola de plástico de supermercado. Tudo a um custo muitíssimo maior.

    Melhor acreditar que o pior que poderia acontecer já aconteceu — no uniforme, não em campo. E agora é bola pra frente, futebol é uma caixinha de surpresas, treino é treino e jogo é jogo, são 11 contra 11, é vencer ou vencer, empatar fora de casa é um bom resultado, o importante é competir e vamos correr atrás do prejuízo.

    Vai, Brasa!


    GLOBO

    Frank Zappa : The Man From Utopia Meets Mary Lou

     

    I'm going to tell you a story about Mary LouI mean the kind of girl who make a fool of youShe'd make a young man groan and a poor man painThe way she took my money was a cryin' shame

    IN MEMORIAM IKE WILLIS

    sexta-feira, junho 05, 2026


     

    There were more notable films released in 1975 than there have been in the last decade…

    graphic for roaming charges column by Jeffrey St. Clair 

     JEFFREY ST CLAIR >

    + There were more notable films released in 1975 than there have been in the last decade…

    Galileo, Report to the Commissioner, Shampoo, The Stepford Wives, Jacques Brel Was Alive and Well and Living in Paris, Mahler, Mirror, Funny Lady, Great Waldo Pepper, Prisoner of 2nd Ave, Rancho Deluxe, Tommy, The Yakuza, Rosebud, The Passenger, Monty Python and Holy Grail, Seven Beauties, Day of the Locusts, The Wild Party, The Man in the Glass Booth, The Fortune, Wind and the Lion, The Hiding Place, Love and Death, Nashville, Night Moves, Jaws, The Drowning Pool, Dersu Uzala, Picnic at Hanging Rock, Rocky Horror Picture Show, 92 in the Shade, Swept Away, Dog Day Afternoon, Three Days of the Condor, Conduct Unbecoming, Hard Times, Litzomania, Lies My Father Told Me, Crazy Mama, Sunshine Boys, The Human Factor, One Flew Over the Cuckoo’s Nest, The Romantic Woman, Barry Lyndon, The Man Who Would Be King, Killer Elite, Story of Adele H., Aaron Loves Angela, Peeper, The Wrong Move, Stardust, Let’s Do It Again, Shivers, Hearts of the West, Black Moon.

    In other words, films by Robert Altman, Akira Kurosawa, Andrei Tarkovski, Stanley Kubrick, Woody Allen, Gordon Parks, Mike Nichols, Joseph Losey, Ken Russell, Peter Weir, Jonathan Demme, Milos Forman, Sydney Lumet, Lina Wertmüller, Sam Peckinpah, Sydney Poitier, Francois Truffaut, David Cronenberg, Louis Malle, Sydney Pollack, Walter Hill, Jan Kadar, Michael Apted, Edward Dymtryk, Wim Wenders, Peter Hyams, Gene Wilder, John Huston, Robert Wise, Robert Aldrich, Stanley Donen and even the novelist Tom McGuane…1975 was a good year to be 16, I guess, though I’m not sure I thought so at the time.

     

    Risco financeiro para todo o sistema bancário brasileiro e abertura jurídica para ação militar extraterritorial americana.

     

    Romario Regis >

     A direita brasileira comemorou ontem a entrada em vigor da decisão americana que classifica o PCC e o Comando Vermelho como organizações terroristas estrangeiras. Hoje, 5 de junho, a designação está oficialmente em vigor, publicada no Federal Register dos Estados Unidos. Mas a quinta-feira trouxe uma reportagem da Reuters, assinada de Brasília, que vira o argumento da direita do avesso. Eu explico

    Segundo fontes ouvidas pela Reuters, a designação ameaça romper a histórica cooperação bilateral entre Brasil e EUA no combate ao tráfico de drogas e armas. Especialistas ouvidos por CNN, Conjur e Folha confirmam o diagnóstico. As ferramentas que efetivamente importam, sanções a integrantes, bloqueio de vistos, congelamento de ativos e rastreamento financeiro, já estavam disponíveis aos EUA sem designação terrorista. Bastava aplicar.

    O que muda, agora, na frase do analista Lourival Sant'Anna, da CNN: "entra a doutrina de segurança nacional dos Estados Unidos". O tema sai do trilho da cooperação técnica entre Polícia Federal e DEA e entra no trilho do que os EUA já fizeram em outros lugares, com base na mesma doutrina. México, com agentes da CIA participando de ataques contra cartéis. Venezuela, com a Operação Southern Spear. Caribe, com bombardeios a embarcações em águas internacionais.

    O promotor Lincoln Gakiya, do Gaeco de São Paulo, principal especialista do país em PCC, alerta para o efeito menos discutido. A partir da designação, todas as instituições financeiras brasileiras que comercializaram títulos do Banco Master ou fundos do grupo Reag podem ser sancionadas pelos EUA. Nas palavras dele, em entrevista à CNN: "Estamos falando de todo o sistema financeiro nacional, porque praticamente todos os bancos comercializaram. Isso é muito grave.

    E o procurador da República Vladimir Aras, professor da UnB, em entrevista à Conjur, é ainda mais direto. A designação americana não traz "qualquer ganho instrumental" para a Polícia Federal ou para o Ministério Público brasileiros. Pelo contrário, pode "atrasar investigações e potencializar nulidades" por questões de competência jurídica. Quem investiga PCC e CV hoje no Brasil é a PF, o MP e a Justiça brasileira. A entrada da doutrina americana pode complicar processos em curso.

    A síntese. Flávio Bolsonaro foi ao Salão Oval em 26 de maio pedir pessoalmente a Trump a designação. Comemorou em vídeo nas redes. Era para ser, no discurso dele, combate ao crime organizado. Saiu, na prática, segundo Reuters, Gakiya, Aras e o FBSP, enfraquecimento da cooperação técnica que já existia, risco financeiro para todo o sistema bancário brasileiro e abertura jurídica para ação militar extraterritorial americana.

     

    Can Ancelotti get the best out of Brazil's star names?

     Brazil World Cup 2026 team guide

    "Brazil went on a true rollercoaster ride to reach the 2026 World Cup. There was a political crisis within the Brazilian Football Confederation (CBF) which led to a change in presidency. On the pitch it was just as bad, if not worse. It was the country’s worst qualifying campaign ever with defeats in Argentina, Colombia, Uruguay, Paraguay and Bolivia, as well as a historic home defeat – a first in World Cup qualifying – by Lionel Messi and co.
     
    After the 4-1 reverse in Buenos Aires in March 2025, the head coach Dorival Júnior was sacked and there were even fears Brazil would miss out on the tournament. However, the South American qualifying – with six direct spots for 10 teams – is extremely forgiving and there was renewed hope, not only for qualification but for the actual tournament, when Carlo Ancelotti was appointed in May 2025."
     
    read more>

    Brazil World Cup 2026 team guide | Brazil | The Guardian

    BR Sonny Rollins - The Freedom Suite (in memoriam)

     

    quinta-feira, junho 04, 2026

     


    O pix é do Brasil

     

    AROEIRA




    QUINHO



    CRIS VECTOR



    CARVALL


    Marcadores: , , , ,

    Alexander's Ragtime Band (1946) - Johnny Mercer and The Pied Pipers (Irving Berlin)

     

    Hey, come on and hear

    Alexander's ragtime band

    Come and hear, come on and hear

    It's the best band in the land


    paqueta


     

    A gente sabe que vai morrer, mas não acredita

     

     

    "O que mais me marcou foi o modo como ele falava da morte sem transformar isso em mito. O pior, ele disse, não foi morrer. O pior foi descobrir que estava morrendo. Receber essa notícia por partes. Em exame, em porcentagem, no corredor de hospital, em dias da semana que passam a ter peso próprio. Como se o tempo deixasse de ser tempo e virasse um aviso. A morte deixa de ser evento. Vira estado. Vira presença. E, ainda assim, ele continua. Trabalha. Desenha. Escreve. Acorda cedo. Produz página. Volta para a mesa. Como se o trabalho fosse a última forma de negar a dissolução. Ou a única forma de não mentir."

    mais no stack do YURI MORAES  

    A gente sabe que vai morrer, mas não acredita

    Pobres pouco nutritivos


    QUINHO

     

    Marcadores: ,

    Environmentalism Without Class Struggle Is Just Gardening

     

     

    "Mendes was not an environmentalist in the comfortable sense of the word. He was a Brazilian rubber tapper, trade unionist and socialist from Acre, in the Amazon. He fought for the forest not out of some abstract “love for nature”, but he fought for the people whose lives depended on it: rubber tappers, peasants, Indigenous communities, forest workers.
    Chico Mendes in Acre, Brazil.

    His struggle was not the defense of an untouched nature against society. It was the defense of a form of life against ranchers, landowners, deforestation, and the organized violence of capital. Mendes defended the Amazon by defending those who lived from the forest without destroying it, and he was assassinated in Xapuri in 1988 exactly for this reason.

    This is why the slogan still matters. It does not mean that ecology must be reduced to class politics in a narrow sense.

    It means that ecology becomes politically serious only when it asks: who owns the land? Who controls production? Who profits from destruction? Who breathes the poisoned air? Who loses their home to floods, drought, fires, mines, pipelines and plantations? Who is asked to change their lifestyle while fossil companies, agribusiness, militaries and logistics empires reorganize the entire planet for their own profit?"

    read stack by THE ECOSOCIALIST 

    Environmentalism Without Class Struggle Is Just Gardening

    Beth Carvalho - Virada (in memoriam Noca da Portela)

     

    Vamos botar lenha nesse fogoVamos virar esse jogoQue é jogo de carta marcadaO nosso time não está no degredoVamos à luta sem medoÉ hora do tudo ou nada


    The Lunatic In The White House

     

     

    "For decades Donald Trump stayed juuust slippery enough to dodge humiliation. When legitimacy felt shaky, fake gold wandered in to solve the problem. Giant glowing letters. Decorative clutter with the aesthetic profile of a casino lobby trying desperately to convince you velvet rope equals Versailles. Rooms that look like somebody panic-shopped “wealth” at three in the morning while muttering, “More columns. More marble. More shiny shit. Make it scream billionaire.” When desirability felt shaky, fiction arrived carrying tabloid gossip, whispered fairy tales and the deeply weird little theater of calling newspapers pretending to be his own PR guy because admiration had to be confected, exaggerated, dramatically lit and repeatedly sold back to himself. When competence felt shaky, television rolled in with flattering light, dramatic music and a fake fucking boardroom where bluff briefly dressed itself up as brilliance and half the country briefly mistook performance for substance.

    The entire tawdry operation.

    A lifetime spent trying to silence the same unbearable noise.

    No one wants you.

    No one likes you.

    You’re not smart.

    You’re not strong.

    You’re not special.

    It’s why the towering letters matter. Why jackhammering his name onto things matters. Why the spray-tanned pageantry matters. Why the pompadoured cosplay matters. Why the whole gaudy, grasping, gold-plated grandpa circus matters. He spends an astonishing amount of psychic energy trying to convince himself, let alone everybody else, that the image still matches the carefully constructed fiction he has been selling to himself and to everyone else his entire adult life."

    more here: The Lunatic In The White House - by JoJoFromJerz

    paqueta


     

    quarta-feira, junho 03, 2026

    Pink Floyd - Shine On You Crazy Diamond

     

    IN MEMORIAM  DICK PARRY 


    segunda-feira, junho 01, 2026

    Ser bolsonarista é...

     
     
    REGIA SOARES
     
     
     

     

    Raw Artistic Soul feat. Wunmi - Oya O (Main Mix)

     

    domingo, maio 31, 2026


     

    Sonny Rollins: 12 Essential Albums

     Sonny Rollins, wearing a black shirt and black sunglasses, plays a saxophone onstage.

     

    The towering saxophonist, who died at 95, was a master of living in the moment. Listen to some of his most compelling work, onstage and in the studio. 

    "Sonny Rollins’s contribution to jazz can be hard to sum up easily. The saxophone great, who died Monday at 95, didn’t spearhead new movements, like Charlie Parker or Miles Davis; establish a unique compositional universe, like Thelonious Monk or Wayne Shorter; or lead an iconic working band, like John Coltrane or Duke Ellington. But what Rollins unquestionably did do, across his roughly 65-year career, is commit himself to the genre’s core imperative: inventing in real time, brilliantly and indefatigably."

    listen to selection by


    e o blog0news continua…
    visite a lista de arquivos na coluna da esquerda
    para passear pelos posts passados


    Mas uso mesmo é o

    ESTATÍSTICAS SITEMETER