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  • O BRASIL EH O QUE ME ENVENENA MAS EH O QUE ME CURA (LUIZ ANTONIO SIMAS)

  • Vislumbres

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    Fragmentos de textos e imagens catadas nesta tela, capturadas desta web, varridas de jornais, revistas, livros, sons, filtradas pelos olhos e ouvidos e escorrendo pelos dedos para serem derramadas sobre as teclas... e viverem eterna e instanta neamente num logradouro digital. Desagua douro de pensa mentos.


    sábado, fevereiro 21, 2026

    Marika Hackman - Playground Love (AIR)

     I'm a high school lover

    And you're my favorite flavour
    Love is all, all my soul
    You're my playground love




    sexta-feira, fevereiro 20, 2026

    Dilbert Creator’s AI Resurrection Not So Comic for His Family

      

     "Dubbed “AI Scott Adams,” the synthetic creation, which first popped up on X and YouTube, looks and sounds nearly identical to the actual Adams. Its appearance has sparked a clash between the Silicon Valley wing of MAGA, which finds it all pretty remarkable, and many of Adams’s fans and family, who are horrified."

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    Dilbert Creator’s AI Resurrection Not So Comic for His Family

    Tim Hardin - How Can We Hang On To A Dream

     

    What can I say, she's walking awayFrom what we've seenWhat can I do, still loving youIt's all a dream
    How can we hang on to a dream?How can it really be the way it seems?


     

    AGU defende Marinha e afirma que Revolta da Chibata foi 'insubordinação grave' e 'ameaça à ordem pública'

    Bernardo Mello Franco

    União afirma que Força Naval não é obrigada a homenagear João Cândido, o Almirante Negro, que lidrou rebelião contra castigos físicos em 1910




    Em ofício à Justiça Federal, a AGU classificou a rebelião histórica como um "episódio marcado por mortes, insubordinação grave e ameaça à ordem pública e ao Estado de Direito".

    O documento afirma que a Força Naval buscou "preservar os princípios da hierarquia e disciplina" e "não está juridicamente obrigada a endossar honrarias simbólicas as quais (sic) não concorda".

    A AGU se manifestou no último dia 3, em resposta a ação do Ministério Público Federal para que a União seja condenada a pagar R$ 5 milhões por dano moral coletivo.

    O ofício da AGU é assinado por Cláudio de Castro Panoeiro, advogado da União que comandou a Secretaria Nacional de Justiça no governo de Jair Bolsonaro.

    Em 2024, o comandante da Marinha, almirante Marcos Olsen, disse à Comissão de Cultura da Câmara que a Revolta da Chibata foi um "fato opróbio" (vergonhoso) em que "abjetos marinheiros" desrespeitaram a hierarquia e a disciplina.

    Foi a segunda vez em que a Força tentou convencer os deputados a barrar o projeto de lei que inclui João Cândido, conhecido como Almirante Negro, no Livro dos Heróis e Heroínas da Pátria.

    No ofício da semana passada, a AGU também contestou o pedido para que a Marinha seja impedida de fazer novas manifestações ofensivas à memória de João Cândido.

    Segundo Panoeiro, a ordem representaria "censura institiucional" e violação ao princípio da separação de Poderes.

    A Revolta da Chibata foi um movimento de marinheiros, em sua maioria negros, pela abolição das punições físicas nos navios.

    A revolta começou quando o marujo Marcelino Rodrigues Menezes foi castigado diante da tripulação do encouraçado Minas Gerais. Ele foi amarrado ao mastro e levou 250 chibatadas.

    O GLOBO

    Mulher assassinada por ser mulher é um dos tantos assuntos esquecidos no debate podre

     VINICIUS TORRES FREIRE

    No começo de fevereiro, reinício oficial do ano oficialesco, líderes dos três Poderes assinaram o "Pacto Nacional Brasil contra o Feminicídio". Basicamente, criaram uma comissão, que pode dar em nada ou em alguma coisinha, a depender da política. É o "Comitê Interinstitucional de Gestão", de acompanhamento de dados e ações, com representantes dos Poderes, do Ministério Público e das Defensorias Públicas.

    O que tem isso a ver com as conversas do momento, de bandalheira, besteira e acordão nos Poderes ou de governo e oposição envolvidos nessa história de escola de samba do Lula? Nada. É o problema: mais do que de costume, estamos bestificados a assistir um palco tomado por podres e bobagem. Convém lembrar do que não estamos cuidando por causa disso. Por exemplo, feminicídio.

    No reinício do ano político-jurídico, ainda estava na memória mais comum a história de horror de Tainara Souza Santos, torturada ao ser arrastada pelo carro de um homem. Morreu aos 31 anos, na véspera do Natal do ano passado. Desde então, teriam morrido outras 228 mulheres, dado o número médio de quatro feminicídios por dia. Deve ter sido bem pior.

    A taxa média de solução de homicídios no Brasil tem ficado entre 30% e 40% nos últimos nove anos, segundo dados compilados pelo Instituto Sou da Paz. Até o fim de 2024, apenas 36% dos homicídios dolosos que ocorreram em 2023 tinham sido esclarecidos —o instituto avisa que não há informações para todos os estados, mas em geral para algo em torno de 17 deles, por precariedade até do mero registro dos homicídios.

    Quantos mais feminicídios há enterrados nessa violência obscura toda? Quanta subnotificação de feminicídio há mesmo entre as mortes registradas e investigadas?

    Por falar em homicídio: em 2024, dado mais recente, houve no Brasil 44.127 "Mortes Violentas Intencionais", segundo o Anuário Brasileiro de Segurança Pública. Cerca de 37 mil pessoas morreram no trânsito. Não importa a conversa fiada do calor e do amor no país do Carnaval (que nem é mais muito disso): um lugar que convive sem revolta maior com esse morticínio é monstruoso e morto. "Ah, vão votar (talvez) uma PEC da Segurança". Planos reais, com coordenação nacional, apoio político, projetos e supervisão de gente especializada, com verificação de resultados, não existem. Não sabemos nem mesmo quem foi morto, por qual motivo.

    O que isso tem a ver com o tumulto vexaminoso na cúpula dos Poderes e agregados? Com a República afundando ainda mais, como na lama do Master? Há até esforços meritórios e que devem aparecer no palco do ano, como a tentativa de Flávio Dino de conter a roubança com emendas parlamentares ou a lambança com penduricalhos. Mas que esses casos estejam no STF e sejam sabotados pela politicalha também é mau sinal. Assim como tantos outros assuntos fundamentais, o feminicídio não tem nada a ver com isso. Perde o lugar.

    Qualquer cidadão prestante pode fazer sua lista de assuntos cruciais e ignorados no centro do debate constante: pobreza e ineficiência crônicas, baderna da energia, ciência precarizada, ou notas sempiternamente ruins nas escolas. Ignoramos até assuntos da moda, como o nosso atraso terminal em IA. Nosso assunto é desordem institucional, a politicalha mais baixa degradando a função dos Poderes, sem movimento político ou social forte ou de partido relevante de oposição a esse estado de coisas.

     FOLHA  

     

    Gang Of Four - I Can't Forget Your Lonely Face

      On your nights out, you danced alone

    You loved the sights, the siren's moan

    All the other losers dreaming of a break
    Everyone had been displaced
    I can't forget your lonely face


    Carnaval é bom, né

     
     



     
     
     

     

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    quinta-feira, fevereiro 19, 2026

    Cure - Close to Me

     I've waited hours for this

    I've made myself so sick I wish I'd stayed asleep today I never thought this day would end I never thought tonight could ever be This close to me


     

    quarta-feira, fevereiro 18, 2026

    A Rio Carnival Party That Goes On and On

     

     Many people dance in a festive, crowded space. In the foreground, two people embrace, one with animal-print ears and another in a colorful skirt.

      The Boi Tolo, one of the city’s most iconic street parties, has come to represent the glittery, gritty grass-roots celebration far from the glamour of the official parades. 

    "

    "The square started filling well before dawn. Some revelers arrived clad in neon fishnets and doused in glitter. Others, who had been at parties elsewhere, napped on a grassy patch. The musicians came last, lugging drums and trumpets.

    It was Sunday morning during carnival in Rio de Janeiro, and the square in the city’s historic center was the setting for the start of a kind of roving marathon block party known as the Boi Tolo.

    The Boi Tolo has no set time, script or route, a swell of thousands of euphoric revelers marching through the city at a frantic pace.

    Those who miss the start spend the day trying to catch up, firing off messages in group chats: “Where is Boi Tolo?”"

    READ REPORT BY ANA IONOVA
    AND SEE THE GALLERY BY DADO GALDIERI

     

     

     

     

    Toffoli e o pião

     

    MARIO BAGG : 

    Robert Duvall Seared Himself Into Our Memories Even When He Wasn’t the Star

     

     A black-and-white head shot of Robert Duvall.

     " The first time you watch the opening of Francis Ford Coppola’s “The Godfather,” you may not notice the pale man with the hawklike stillness seated quietly in the room. There are so many other things to look at in this seismic opener, including James Caan’s Sonny as he waits restlessly in the background and Marlon Brando’s Don Corleone, who’s seated behind a desk in pooling shadow and holding a cat as he listens to a man ask him to murder someone. The Don declines to do so though promises to handle matters, and then both men stand.

    As soon as the petitioner leaves, the pale man suddenly and silently takes his place before the Godfather, materializing from the inky black like an apparition. For the rest of this scene, these two men remain close to each other, the darkness enveloping them like a shroud. Don Corleone is facing the camera while the pale man’s face remains largely obscured. You can’t quite make him out, and he doesn’t say a word as the Godfather speaks, adding to his strange mystery. Yet by the time the scene ends, so much has already been expressed, including the men’s intimacy and the unwavering intensity of the pale man’s supplication. This is a man, you understand, who doesn’t just serve power but also helps make it happen.

    In a sense, the same was true of Robert Duvall, who died on Sunday at 95."

    read article by MANOHLA DARGIS  

     

     

    Simon Brehm och Hans Orkester - Lady Be Good (George & Ira Gershwin)

     

    Oh, please have some pity
    I'm all alone in this big city

    I tell you I'm just a lonesome babe in the wood

    So lady be good to me

     

     



    Fraga no Carnaval




    FRAGA





     

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    Jason Isbell -Bury Me

     Well, I ain't no cowboy, but I can ride

    And I ain't no outlaw, but I've been inside

    And there were men of stone, boys, and there were men of sand
    Long nights alone, boys, head in my hands


    terça-feira, fevereiro 17, 2026

    ‘They All Tried to Break Me’: Gisèle Pelicot Shares Her Story

     

     A black-and-white studio photograph of a woman wearing a light-colored collared shirt and resting her chin in her left hand.

    "Pelicot explains why she decided to forgo anonymity and make the 2024 trial public. That choice made her a feminist icon, inspiring women all over France to rally around her and to demand change to France’s consent laws.

    Still, Pelicot has remained in many ways an enigma. Outside of the trial, she never sat down to tell her story. But over a nearly three-hour interview last month in Paris — her first to be published with an American media outlet — Pelicot gave a candid and emotional account of the early years of her marriage; the toll that the abuse, and then the trial, took on her; the fallout for her family; and how, despite everything she has been through and the many questions that linger, she has found love and some peace in her life again."

    INTERVIEW WITH GISELE PELICOT
    CONDUCTED BY LULU GARCIA-NAVARRO 

     

     


     

     


     

    PALAVRAS

    As pessoas com vantagens se recusam a crer que são simplesmente pessoas com vantagens. Estão prontos a se definirem como inerentemente merecedoras do que possuem; chegam a acreditar que são "naturalmente" a elite; e, de fato, a imaginar que suas posses e seus privilégios são extensões naturais do seus próprios seres que formam a elite. 

    C. Wright Mills 






    Robert Duvall, a Chameleon of an Actor Onscreen and Onstage, Dies at 95

     

    An Oscar winner, he was known for disappearing into wide-ranging roles in movies like “Apocalypse Now” and “The Godfather” and in the television series “Lonesome Dove.” 

     A closeup of a balding man lightly smiling at the camera and squinting his eyes a bit.

     " Robert Duvall, who drew from a seemingly bottomless reservoir of acting craftsmanship to transform himself into a business-focused Mafia lawyer, a faded country singer, a cynical police detective, a bullying Marine pilot, a surfing-obsessed Vietnam commander, a mysterious Southern recluse and scores of other film, stage and television characters, died on Sunday. He was 95."

    READ OBIT BY CLYDE HABERMAN

     

    Reforma trabalhista na argentina


     

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    Fintech de André Valadão sai do ar e entra na mira da CPI do INSS

     

     

    "O casal Samuel* e Sara* trabalha há anos numa das várias unidades da Igreja Batista da Lagoinha espalhadas por Minas Gerais. Nos primeiros meses de 2025, um evento na igreja reuniu pastores, funcionários e membros do setor financeiro. Foi quando conheceram o Clava Forte Bank, que lhes foi apresentada como “uma ferramenta espiritual com tecnologia de ponta, criada para destravar o propósito financeiro do Reino”. Convencidos pela proposta, resolveram abrir uma conta no banco da igreja."


    leia reportagem de LEANDRO AGUIAR  

    Fintech de André Valadão sai do ar e entra na mira da CPI do INSS

    segunda-feira, fevereiro 16, 2026


     

    Trofeu Carnaval 2026

    AROEIRA
     

     
     
    GILMAR
     
     
     
     
    GEUVAR
     
     

     

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    Maria (Ary Barroso e Luiz Peixoto) e Linda flor (Henrique Vogeler, Luiz Peixoto e Marques Porto) – Maria Bethânia e João Gilberto

     

    Chorei toda noite, pensei
    Nos beijo de amor que te dei
    Ioiô, meu benzinho do meu coração
    Me leva pra casa, me deixa mais não


    domingo, fevereiro 15, 2026


     

    Um fantasma de carnavais passados


     

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    Dear Pam Bondi, (A Letter From A Father)





    "I sat incredulous, watching you appear to lie with great ease, even perverse joy, seeming, to my ears, to contradict both irrefutable evidence and your own words in the past. It was a tour de force in distraction, a true masterclass in gaslighting.


    And while a thousand thoughts ran through my head, when it was all over, I was left with a single question:

    How does someone become Pam Bondi?

    I’m not speaking about your education, your professional experience, or your career path, which are easily retrieved with a few keystrokes. I’m talking about the meandering road to losing one’s soul."


    read stack by JOHN PAVLOVITZ


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    Mas uso mesmo é o

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