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    sexta-feira, outubro 14, 2022

    ALMOÇO: uma conversa com Eliane Brum






    "Almoço: uma conversa com Eliane Brum, o quadrinho de Pablito Aguiar que sai na semana que vem, é um quadrinho sobre Brum, em que as falas são praticamente só dela, mas não é uma biografia nem um comentário sobre sua carreira. É um respiro. É, na prática, um almoço.

    O quadrinho se estrutura em torno do feijão. É o feijão do almoço, que Brum coloca para cozinhar no início de Almoço e que (spoiler) fica pronto ao final. Enquanto ela mexe o feijão, a conversa passa da receita ao que ela pensa do trabalho e da vida.

    “Desde pequena eu tenho raiva”, diz Brum. “Com cinco, seis anos, quando tentei botar fogo na prefeitura com uma caixa de palitos de fósforo. Não consegui, ainda bem. Eu queria botar fogo era pela raiva de terem humilhado o meu pai.” Pablito faz o foco na boca do fogão aceso. “Acho que me tornei jornalista ali. Se eu não posso botar fogo, então escrever foi essa maneira. Escrevo para não morrer, mas escrevo também para não matar.”

    Nos quadrinhos do Pablito, mesmo quando duram só uma ou duas páginas, quase sempre há um momento de silêncio. São quadrinhos de fala, fala, fala, geralmente uma pessoa olhando para nós e contando uma história. São entrevistas, mas Pablito nunca publica suas perguntas. De repente o entrevistado para, respira e apenas nos olha. É um tique, um estilo e um jeito de Pablito mostrar o ritmo real de uma conversa.

    Em um quadrinho de 80 páginas, ele não fica só focado na cara de sua entrevistada. Passeia pelo cenário, a casa de Eliane Brum, seus gatos e cachorros e a floresta ao redor. E as pausas, quando acontecem, não são mais de um quadro só, mas de meia página, de página inteira, até de uma linda panorâmica de página dupla da Floresta Amazônica."

    mais na coluna de Érico Assis​

    Enquanto Isso... nos Quadrinhos | Coluna de Érico Assis #093

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