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    quarta-feira, julho 10, 2019

    Tempo do dia, clima da era



     
    "No Brasil, os números não deixam dúvidas, como mostram o IBGE e o Banco Mundial. Nos últimos anos, apesar do desemprego elevado, as mulheres vêm aumentando sua participação no mercado de trabalho. Contudo, o índice de subemprego entre elas ainda é pouco mais de uma vez e meia maior do que entre os homens. Em cargos de diretoria e gerência, elas representam 42% do total de empregados, mas recebem apenas o equivalente a 71% do salário deles. Entre profissionais das diversas áreas do conhecimento — ou seja, falamos de pessoas com ph.D. ou doutorado — elas são maioria: 63%. Contudo, recebem o equivalente a 65% dos rendimentos deles, cuja qualificação é a mesma. Pasmem — esse é o pior diferencial entre as dez ocupações pesquisadas pelo IBGE. Em média, tomando-se todas as ocupações, elas recebem 79% do rendimento deles. O que salva esse número são os empregos como cargos de apoio administrativo — em que elas ganham 86% do salário deles — e o que o IBGE chama de “ocupações elementares”, em que elas ganham cerca de 90% do salário deles. Ou seja, o que fica bastante claro é que, no Brasil, quanto mais qualificada a mulher, maior a disparidade salarial em relação aos homens de mesma qualificação. Não há qualquer explicação para diferença tão gritante. Ou melhor, há uma diferença não surpreendente: mulheres que têm filhos recebem cerca de 35% menos do que mulheres que não têm filhos. Para as mulheres de renda mais elevada, essa diferença diminui, pois são capazes de superar as dificuldades contratando babás ou pagando creches. Para as mulheres de renda baixa, a falta de estrutura para atender a suas necessidades impõe enorme custo de ter filhos. Custo que poderia ser aliviado com políticas públicas como a provisão de creches ou a escola em tempo integral."

    mais na coluna de Monica de Bolle  
    E Viva a Farofa!: Tempo do dia, clima da era

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