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    sábado, fevereiro 09, 2019

    A vida acabou em Brumadinho mesmo para quem teve a sorte de sobreviver



     Nesta sexta-feira, o rompimento de uma barragem da Vale em Brumadinho (MG) gerou uma das maiores tragédias recentes do Brasil, com ao menos 292 pessoas desaparecidas e 60 mortos. Na foto, um filhote de cachorro é resgatado dos escombros Rodney Costa / picture alliance via Getty Image

    " O relógio marcava 12h20 de 25 de janeiro de 2019. A dona de casa Darlene Monteiro servia o almoço para os filhos Felipe, de 4 anos, e Larissa, de 8. Preparava-se para chamar o marido, Vagner Rogério, que trabalhava no quintal na obra da pizzaria que o casal inauguraria ainda neste verão perto do Córrego do Feijão, que dá nome ao povoado em Brumadinho, na Região Metropolitana de Belo Horizonte, Minas Gerais.

    Darlene então estremeceu com um estrondo, que lhe pareceu um trem descarrilhando. Era a força da lama se deslocando. Veio o grito de terror do marido: “Foge! Corre para o mais alto que der com as crianças”. O mais alto que Darlene Monteiro encontrou foi o telhado do galinheiro. De lá, agarrada aos filhos, viu o tsunami de lama de mineração, que se deslocava com força e pressa desde o rompimento da barragem do Córrego do Feijão, administrada pela Vale. A onda chegou levando as casas de seus vizinhos, um amontoado de árvores e animais e subiu até seu jardim. Rogério olhou para trás e se jogou na lama para resgatar uma senhora que afundava. Sobreviveram. "


    leia a reportagem de Ana Lucia Azevedo​ e@Cleide Marco Carvalho​


    (fotos Daniel Marenco)

    A vida acabou em Brumadinho mesmo para quem teve a sorte de sobreviver - Época

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