Eliana Paiva revela o que é 'ficção' em Ainda Estou Aqui
"Quando eu e mamãe entramos no DOI-Codi, fomos separadas. Fui revistada de uma maneira brutal, enfiaram o dedo em tudo quanto é lugar, e eu estava de capuz. Depois disso vi ela uma única vez: ela entrando e eu saindo da cela de interrogação. Ela virou pra mim e falou: “Filhinha, está tudo bem?”. Uma maneira bem doce de falar. “Fica tranquila, nada vai acontecer.” Aí voltei para o corredor, sentada, e desabei. Chorei de soluçar."
leia entrevista feita por Manuela Azenha