Dia da solidariedade da mulher do Saara
"Mas o medo que senti quando fui interrogada, ao entrar no país, ao ser o
tempo todo seguida na rua e ao me dar conta da quantidade de câmeras,
homens fardados e bandeiras do Marrocos
fincadas a cada cinco metros me mostrou porque Mahfouda insistiu na
minha visita. É difícil dimensionar a tensão e a violência constante em
que vivem as mulheres do território ocupado sem caminhar por ele."}}
mais no depoimento de BIANCA SANTANA