Em 1 ano, Força Nacional no RJ apreende 10 mil maços de cigarros e 1 arma de fogo
" A apreensão de drogas não alcançou 1 kg.
Três mortes de agentes ocorreram durante o período de operação no Rio. Em 2023, Edmar Felipe Alves, 36, foi morto na porta da casa, onde morava com outros agentes, na zona oeste. Ele era de Alagoas.
Alves saiu de casa após ouvir tiros na rua. Um homem que havia acabado de cometer feminicídio, segundo investigação, disparou contra Edmar.
No mesmo dia, agentes da Força Nacional entraram por engano na comunidade do Chapadão, em Costa Barros, zona norte, e tiveram as armas roubadas.
Em 2024, dois agentes morreram em casos relacionados à doenças, ocorridos em razão do serviço. O ministério não detalhou as circunstâncias.
"São medidas improvisadas, paliativas e sem impacto nenhum. A população sente, grita, e o governo do estado faz sempre o mesmo: pede algo que não sabe nem como vai utilizar", afirma o coronel da reserva da Polícia Militar e cientista social Robson Rodrigues, do Laboratório de Análise da Violência da Uerj"
lria mais na reportagem de YURI EIRAS