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    domingo, março 13, 2022

    Reação do governo na guerra mostra que preços são principal risco para Bolsonaro

     

    Bruno Boghossian


    O risco de uma disparada do preço dos combustíveis produziu um ajuste na máquina eleitoral de Jair Bolsonaro. Embora defendam o uso de armas diferentes, a ala política e a equipe econômica do governo sinalizam que alguma intervenção será necessária para conter aumentos excessivos nas bombas nos próximos meses. A campanha levou os dois lados a falarem línguas parecidas.

    A reação do consórcio bolsonarista à nova alta do petróleo indica o perigo que esse grupo enxerga nas bombas de combustíveis. Símbolo do desconforto vivido pelos brasileiros nos últimos anos, a alta acentuada de preços é considerada dentro do governo uma das principais ameaças à recuperação da popularidade do presidente e à reeleição.

    A guerra na Ucrânia mexeu com algumas expectativas políticas para o ano de campanha. Os últimos meses haviam dado algum alívio a Bolsonaro, com sinais difusos de bem-estar econômico se traduzindo em pontos positivos para o presidente nas pesquisas. Mas os impactos do conflito nos preços dos alimentos e da energia devem renovar alguma insatisfação no eleitorado.

    Posto vende gasolina aditivada a R$ 8,29, em Lauro de Freitas, na região metropolitana de Salvador - Franco Adailton - 7.mar.2022/Folhapress

    Uma pressão inflacionária atingiria grupos importantes para Bolsonaro. A comida mais cara, com a alta do trigo e dos fertilizantes, afetaria principalmente os mais pobres, recém-beneficiados com o Auxílio Brasil. A alta dos combustíveis azedaria uma classe média com inclinações bolsonaristas e grupos organizados, como os caminhoneiros.

    O Brasil vai atrás de fontes para compensar a limitação dos fertilizantes russos, mas o esforço de guerra mais significativo do governo está na gasolina e no diesel. Mesmo a equipe de Paulo Guedes reduziu as resistências a alguma política de controle temporário nas bombas.

    Até aqui, Bolsonaro foi convencido a deixar no papel seus planos de interferência no setor, em nome da manutenção de uma fantasiosa marca liberal do governo. Agora, com sua sobrevivência em jogo e uma guerra como justificativa, o preço político dessa conversa mudou.

    folha

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