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    terça-feira, janeiro 18, 2022

    Proposta de revisão trabalhista simboliza desafio de Lula em 2022

     

    Bruno Boghossian

    Na campanha de 2018, o PT prometia com todas as letras "revogar a reforma trabalhista". O programa de Fernando Haddad dizia que a legislação aprovada no ano anterior era parte de um "legado do arbítrio" e deveria ser substituída. Quatro anos depois, o partido parece interessado em mudar esse vocabulário.

    Há uma semana, Lula anunciou a intenção de mexer na reforma de 2017. Ele não deu detalhes da proposta, mas a presidente do PT, Gleisi Hoffmann, foi categórica ao dizer que era preciso revogar a lei. Depois de uma intervenção do petista, a sigla passou a falar em "revisão" das regras, a partir de uma negociação envolvendo patrões e empregados.

    O ajuste simboliza um dos desafios da campanha do ex-presidente. Lula trabalha por um programa que atraia trabalhadores mais pobres e fidelize a base sindical petista. Mas ele também procura reduzir resistências em outros setores e construir uma maioria em torno de sua candidatura.

    Ao substituir a revogação pela revisão, os petistas querem indicar que não preparam nenhum cavalo de pau nessa área, num recado a empresários e aos partidos que aprovaram a reforma no governo Michel Temer. A ideia é sugerir basicamente a criação de vínculos trabalhistas para entregadores de aplicativos, o fim do trabalho intermitente e um novo modelo de financiamento sindical.

    O anúncio fez barulho porque Lula tenta manter uma névoa sobre seus planos para a economia. Mas ninguém pode se dizer surpreso com o plano do PT de propor mudanças na área. A latitude dessas alterações vai dizer em que medida o ex-presidente buscará adaptar sua plataforma para consolidar maiorias –nas urnas e no mundo político.

    Há quatro anos, Jair Bolsonaro aproveitou uma rejeição ardorosa ao PT para se eleger com um programa radical, sem precisar de concessões para expandir seu eleitorado. Embora tenha feito muito estrago, ele não conseguiu governar com essa plataforma. Lula está pensando em outubro, mas também em 2023.


    folha

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