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    quarta-feira, julho 29, 2020

    PASQUIM 51 ANOS




    Mas a maior ligação de SÉRGIO RICARDO com o PASQUIM foi com o projeto do DISCO DE BOLSO. 
    Uma série de compactos lançados em 1972 que traziam, de um lado, um artista consagrado, e do outro, um artista ou uma parceria como revelação.

    O compacto vinha encartado numa revista com artigos sobre música, as fichas dos músicos apresentados, partituras da músicas, cartuns musicais, etc. 

    Sérgio apresentou a ideia para o Jaguar que logo topou, entusiasmado, junto com o resto da Turma do Pasquim. A curadoria era do próprio Sergio, que passou a ouvir fitas de toda parte do país. Era quem convidava os artistas e combinava as gravações. Haroldo Zager editava a revista e Jaguar fazia as ilustrações. 

    Para sentirem a importância da coisa: a primeira faixa do primeiro compacto foi justamente a estreia mundial da canção emblemática de Tom Jobim, Aguas de Março. Em primeiríssima mão. 
    E do outro lado a grande revelação da dupla João Bosco e Aldir Blanc, com a estonteante Agnus Sei.

    No segundo lançamento a faixa A trazia Caetano Veloso homenageando Luiz Gonzaga. 
    No verso, a estreia em disco de outra dupla da pesada, Fagner e Belchior, com a belíssima Mucuripe.

    Numa dessas histórias inexplicáveis que aconteciam com o Pasquim, o projeto não foi adiante. Confusões de administração, porralouquices dos caras, a bagunça que era o jornal e a empresa... Saíram somente essas duas edições. 

    O terceiro compacto fora gravado mas nunca viu a luz do dia. E olha que trazia o retorno de Geraldo Vandré, após seu exílio, e o lançamento do inédito Elomar. 
    O quarto, programado, teria Gilberto Gil apresentando nadamais nadamenos do que Expresso 2222. 
    E a dupla a ser lançada, ali, seria.... Alceu Valença e Geraldo Azevedo. 
    No quinto, Egberto Gismonti com uma música inédita.... 

    Enfim, o Disco de Bolso durou pouco mas fez um grande sucesso e foi um marco na história da MPB. 

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