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    domingo, agosto 11, 2019

    Por que parte dos evangélicos abandonou Bolsonaro

    O presidente Jair Bolsonaro na Marcha para Jesus, em São Paulo, onde ouviu muitas palmas, mas também recebeu vaias Foto: Nacho Doce / Reuters

    "O microempreendedor Junior Ribeiro, de São José dos Campos, no interior paulista, votou em Bolsonaro no segundo turno. Evangélico há 20 anos, diz que resolveu dar um voto de confiança ao hoje presidente. “Achei que poderia ser diferente. Mas ele adotou posturas como a de querer liberar as armas, incitando o ódio. Isso não condiz com alguém que se diz cristão, que segue Jesus, que veio para trazer paz”, afirmou. Em conversas na igreja batista que frequenta, Ribeiro vê outros fiéis comentarem que esperavam mais de Bolsonaro. “Me arrependi profundamente de ter votado nele. Até agora não me representou”, disse. Ivaniella Batista de Carvalho, professora de Cubatão, São Paulo, afirmou que votou em João Amoêdo no primeiro turno e que, no segundo, votou em Bolsonaro, pois a outra opção — o PT — era muito pior, em sua opinião. Contou que ela e sua família votaram no candidato do PSL pois a mulher dele “era evangélica”. Mas hoje se dizem decepcionados. “O pior para mim é que ele, na reforma da Previdência, quer manter os privilégios da categoria dele, os militares.” 


    Caio César Souza Marçal, um dos fundadores da Rede Fale, grupo evangélico de Belo Horizonte, disse que os rachas no mundo evangélico sempre foram por teologia. “Este é o primeiro por ideologia”, afirmou Marçal, pastor e mestrando em teologia na Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG). Ele acredita que a atuação mais ativa de pastores na política desagrada a parte dos evangélicos conservadores, que não querem que seu templo vire um movimento político. Esse sentimento não é de hoje, mas está se intensificando."

    leia a reportagem de Elisa Martins e Henrique Gomes Batista

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