
" Há dez anos, o Rio de Janeiro vivia um clima de euforia olímpica. Prestes a receber a maior competição esportiva do mundo, o estado, impulsionado pelos recursos dos royalties do petróleo, prometia desenvolver o “maior hub tecnológico da América Latina” e via seu símbolo mais conhecido – o Cristo Redentor – decolar como um foguete na capa da revista The Economist. Uma década depois, vive a ressaca das oportunidades desperdiçadas, com a economia em ruínas e grandes áreas do território sob controle do crime organizado."
Leia reportagem Por Maurício Thuswohl
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