Fragmentos de textos e imagens catadas nesta tela, capturadas desta web, varridas de jornais, revistas, livros, sons, filtradas pelos olhos e ouvidos e escorrendo pelos dedos para serem derramadas sobre as teclas... e viverem eterna e instanta neamente num logradouro digital.
Desagua douro de pensa mentos.
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quarta-feira, abril 29, 2026
Aracy de Almeida | Sáia do caminho (Custodio Mesquita - Evaldo Ruy) 1946
Fracassei novamente
Pois sonhei, e sonhei em vão
E você francamente, decididamente
Não tem coração
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