Fragmentos de textos e imagens catadas nesta tela, capturadas desta web, varridas de jornais, revistas, livros, sons, filtradas pelos olhos e ouvidos e escorrendo pelos dedos para serem derramadas sobre as teclas... e viverem eterna e instanta neamente num logradouro digital.
Desagua douro de pensa mentos.
Quinta-feira, Julho 07, 2011
A frágil relação entre o tamanho dos dedos e do pênis
Minha primeira curiosidade foi ler a seção em que os cientistas descreviam como haviam sido feitas as medidas. Medir dedos é fácil: existe um osso no seu interior e os dedos não são compostos de tecido elástico. Mas como medir o comprimento de um pênis flácido?
Os cientistas descrevem como usaram uma régua para medir o comprimento partindo do osso pubiano (a parte da frente da bacia) até a ponta do pênis. Honestamente, eles descrevem a dificuldade encontrada: a estrutura flácida se curvava, dificultando a medida. A solução foi esticar (stretch) o pênis e, então, fazer a medida.
O problema é o mesmo que você encontraria se eu pedisse para você medir o comprimento de um elástico esticado. Você me diria: "Mas quanto devo esticar o elástico? Até quase ele se romper?
"Minha mãe nunca foi muito de usar maquiagem e acessórios. Gosta de futebol, é torcedora fervorosa. Minha irmã é campeã brasileira de supino [levantamento de peso] e usou o esporte como forma de superar sua condição bipolar. Minha namorada me apoia. Então, a dondoca de casa sou eu!", riu, referindo-se a si próprio ora no masculino ora no feminino.
Questionado sobre o atual debate sobre os limites do humor e do politicamente correto, o cartunista disse que o humor deve ser livre, mas que nem por isso deve estar acima da crítica. "Quando o Rafinha Bastos tuíta que mulher feia tem de agradecer se for estuprada, não tem como ele não ser criticado. Ele falou merda sob qualquer ponto de vista", criticou.
"Dizer uma coisa dessas num país que ainda trata mal suas mulheres, muitas vezes com violência, especialmente aquelas que não estão no padrão das capas de revista, é de uma crueldade sem tamanho. O humor trabalha com o preconceito, mas ele extrapolou todos os limites com isso e é natural que haja reação."
- A árvore vai crescer de novo. Em cinco anos tem outra aí.
As árvores levam 50, 100, 200 anos para crescer. Mas achar que elas crescem rápido é o argumento de boa parte da população de Mato Grosso, que não se coloca ao lado dos homens de verde do Ibama, mas do madeireiro, do fazendeiro, do mateiro.
Para piorar a situação em Mato Grosso, o governador sancionou em abril a Lei de Zoneamento Socioeconômico e Ecológico, que é criticada por ambientalistas e foi sancionada antes de ser submetida ao Conselho Nacional de Meio Ambiente. A ONG Instituto Centro de Vida reclama que a lei autoriza o plantio de cana-de-açúcar em áreas já proibidas, isenta de recomposição de reserva legal todas as propriedades de até 400 hectares e reduz a 50% a recomposição de reservas florestais para desmatamentos ocorridos até a publicação da lei.
Para quem cruzava centenas de quilômetros em estrada de chão e vivia do trabalho no meio do mato, ver florescerem o comércio e a indústria é mais importante do que ver florescer a mata.
Everyone loves “strong female characters.” From Jane Eyre to Veronica Mars, they’re so urgently desired and highly praised that they’ve practically become a brand: tough, intelligent women who can probably both beat you in a physical fight and outsmart you in a battle of wits. What’s not to like? But in an essay for last weekend’s New York Times magazine, Carina Chocano says she’s had enough of them. In fact, she argues, these “tough, cold, terse, taciturn” ladies have become so pervasive that we’re now suffering from a dearth of weak female characters — complex, well-written women who happen to also be meek, feminine, neurotic, or otherwise imperfect. Although we’re big fans of strong female characters, we have to admit that some of the most fascinating women in literature, film, and TV would never fit that description. Ten of our favorites are after the jump.
few people are taken seriously these days, as levity is often valued over sober criticism.
So where are the Lionel Trillings and Dwight MacDonalds of our day? Siegel writes that “the intellectual was replaced by the well-remunerated academic whose seriousness seemed less organic than institutionally derived.” Through this, topics became ghettoized, separated from the public eye. And intellectuals become suspect.
Na literatura, na linguística, na pedagogia, no teatro, na música, no latim, na Bíblia, normas culta e inculta, faladas e escritas, já fizeram as pazes há muito tempo
No livro questionado, porém, o reconhecimento da legitimidade da fala popular se baseia numa premissa completamente falsa: "A classe dominante utiliza a norma culta principalmente por ter maior acesso à escolaridade e por seu uso ser um sinal de prestígio. Nesse sentido, é comum que se atribua um preconceito social em relação à variante popular, usada pela maioria dos brasileiros". É falso que a "classe dominante" use a norma culta. Frequentemente, empresários urbanos e rurais tropeçam nas normas da língua. Basta acompanhar falas e debates da Câmara e do Senado para testemunhar o reiterado atropelo de nossa língua nacional pela elite do poder.
É falso, também, o contrário, em relação aos "dominados". Pesquisador em áreas sertanejas do país, durante muito tempo ouvi suas maravilhosas alocuções, sobretudo de analfabetos, no Maranhão, no interior de Minas e de São Paulo, no sertão do Nordeste, de Goiás, do Mato Grosso, do Pará, falando um português impecável, belo, rebuscado, barroco, a mesma língua dos sermões do padre Vieira
The lurid rape case against Dominique Strauss-Kahn appears to be collapsing like a big hard phallus suddenly gone flaccid when confronted with the all-too-deflating truth. The alleged victim, a housekeeper whose torrid tale of savage rape at the hands of the 62-year-old IMF chief in a luxurious Sofitel suite had so entranced police and pundits with its seductive “credibility,” has been linked to drug-dealing, money laundering and lying like a wet bathmat on the cum-stained bathroom floor.
Did Sarkozy set DSK up? Is there some international brothel of seemingly leftist, but secretly paid-by-the-right-wing hookers who honey-trap horny guys on the Left? Or is this just a case of the NYPD being a bunch of all-American gun-slingers who shoot first and ask questions later? We’ll never know for sure…
I am crying (a little) for America and our victims. Once again, we’ve shown the world, and specifically the French, that we are clueless about sex, that we are witch-hunting wolves in politically correct sheep’s clothing. All over the world, right now, people of different lands are pointing at America, Land of the Free, and laughing at how hypocritical we are with our porn industry and erotic ads for everything, yet we arrest people—our own citizens or yours—and immediately throw them into our worst jails over the flimsiest of sex crime accusations.
Democracia hoje é como ver uma partida de futebol na TV. Você fica no sofá, gritando e xingando como se estivesse influenciando o jogo, mas, no fundo, sabe que não está.
Análise de mais de 1.500 horas de entrevistas gravadas desde 1970 em cinco capitais revelam que mesmo os brasileiros de nível universitário, na fala, usam variedades linguísticas em desacordo com a norma padrão.
"Os menino pega o peixe e colocam na mesa."O leitor mais escolarizado provavelmente estranhará a falta de concordância na frase anterior entre o artigo e o substantivo e entre o sujeito e o verbo. Mas há algo mais nela em desacordo com o que é ensinado em gramáticas.
Falta o pronome oblíquo "o", para que a frase, agora escrita em total acordo com a norma padrão, fique assim: "Os meninos pegam o peixe e colocam-no na mesa."
The reputation of Dominique Strauss-Kahn's accuser has fallen fast since the revelation that she lied about aspects of her alleged assault, but now a New York Post report claims that she may have been working as a prostitute in the hotel. "There is information... of her getting extraordinary tips, if you know what I mean,” says an anonymous source. “And it's not for bringing extra f--king towels." The same source says the maid got the job at the Midtown hotel because her union “saw her as an earner.” She also had "a lot of her expenses—hair braiding, salon expenses—paid for by men not related to her." Another source tells the Post that the maid was engaged in a pyramid scheme to rip off other immigrants from her native Guinea.
The book market in Nazi Germany was surprisingly varied. But perhaps the most bizarre bestseller to make it past the censors was an unabashed collection of nudist photography. It was a celebration of the Aryan body.
Agora, sem déspotas que deem uma ajuda, muitos na Europa temem enfrentar novas levas de migração ilegal, não só do norte do continente como também da África Subsaariana.
Esses migrantes chegariam num momento em que grande parte da Europa -às voltas com o desemprego e a estagnação econômica- já está inundada por um sentimento anti-imigração, e muitos países dizem ser simplesmente incapazes de absorver mais migrantes pobres.
Nas últimas semanas, autoridades italianas têm alertado para um "êxodo bíblico", em que até 300 mil pessoas poderiam chegar, embora muitos especialistas digam que essa cifra serve muito mais para acirrar os ânimos internamente do que para refletir a realidade com clareza.
It looks like downtown New York just got a little more Shepard Fairey; the ubiquitous OBEY artist — who was in town promoting the paperback release of Steven Heller’s Big Lie and Little Truth, Graphic Design and Propaganda in Branding — has been working on a huge stencil at Bowery and Rivington for the past few days. As The Measure notes, the location of this new piece is “the building that houses Sue Scott Gallery — two blocks south of the new JR photo mural where Fairey’s work was thoroughly defaced a couple years ago.” Click through to get a better look at the work-in-progress. Any bets on how long this one will last?