Fragmentos de textos e imagens catadas nesta tela, capturadas desta web, varridas de jornais, revistas, livros, sons, filtradas pelos olhos e ouvidos e escorrendo pelos dedos para serem derramadas sobre as teclas... e viverem eterna e instanta neamente num logradouro digital.
Desagua douro de pensa mentos.
Primeiro saiu na imprensa que o problema era o Ibope baixo. Mas logo depois descobriram que o buraco era mais embaixo. A série incomodava alguns setores mais conservadores da Globo. Enfim... liberdade sexual continua sendo um problema... Pessoas resolvidas e felizes incomodam a mídia e a sociedade.
Agora vamos ter que engolir a bunda branca do Rodrigão bêbado, mijando no lixo. Isso sim é muito bom!
E mais: o conservadorismo e o politicamente correto estão avançando no mundo do entretenimento e das artes. Pensei que era coisa só de EUA. Infelizmente parece que a moda está chegando por aqui. Que chato. Nunca mais vamos poder assistir o Picapau fumando um charuto ou o Jerry passando o Tom a ferro.
Por falta de audiência ou excesso de moralismo, ou ambos, o fato é que a suspensão de "Aline" sinaliza uma condenação à ousadia e premia os que apostam em mais do mesmo na TV.
Não que fosse um programa revolucionário, mas era um raro ponto fora da curva em uma grade previsível e conservadora.
Google is also guilty of tweaking what it shows users based on past online behavior. Pariser highlighted how two users can receive drastically different Google search results after querying the same term because the search engine monitors 57 signals to tweak and personalize results. "There is no standard Google anymore," Pariser noted.
"This moves us very quickly toward a world in which the Internet is showing us what it thinks we want to see, but not necessarily what we need to see," Pariser said of editing via algorithms.
Because of algorithms that determine what we see online based on our browsing, reading, and clicking history, we risk being exposed to fewer viewpoints and a more limited array of opinions, content sources, and viewpoints, Pariser argued.
Mariah Carey, 50 Cent, Beyoncé, Usher e Rolling Stones estão entre as celebridades que já soltaram a voz em
frente à família do ditador da
Líbia, Muammar Gaddafi.
Aparentemente apreciadores
de música ocidental, Gaddafi
e seus filhos já investiram altos montantes em shows.
A cantora Nelly Furtado,
que recebeu US$ 1 milhão
(R$ 1,6 milhão) por uma performance para a família Gaddafi, disse nesta semana que
irá doar o dinheiro.
Reeditado neste ano pela L&PM, "A Desobediência Civil" é considerado --por sua narrativa envolvente e apaixonada-- um dos textos mais importantes da literatura libertária.
A influência do texto é tão grande que o autor passou a ser considerado pai do anarquismo,
Thoreau escreveu o livro enquanto cumpria pena por discordar do pagamento de impostos. Abaixo, leia um trecho do exemplar.
Dois garotos solitários, largados pela família - um tímido, outro encapetado - canalizam sua imaginação para a realização de um filme de ação. Muito legal.
Munido de informações que só João Gilberto teria, internauta se faz passar pelo cantor em perfil do Facebook, em e-mails e em telefonemas e convence até quem conviveu com o João real
Foi esse mesmo João Gilberto que procurou, um mês
antes, via Facebook, a reportagem da Folha. Queria "desabafar". Estava em crise de
pânico, sofrendo muito e
dormindo nada, angustiado
com a possibilidade de ser
despejado do apartamento
em que vive há 15 anos, no
bairro do Leblon, no Rio.
Os assuntos variavam entre o
despejo, as chuvas que devastaram a região serrana do
Rio, futebol, vale tudo, livros, yoga, televisão.
Também falou, é claro, sobre música. "Não sou gênio.
Gênio é Einstein, Bach, Jobim, Caymmi, Mozart, Beethoven, Newton. Eu batalhei
em cima do meu ofício, que é
tocar, tocar, tocar e tocar."
"Pelo que conheço, João
jamais ligaria para você só
para dizer que ele é ele", argumentaria Miúcha, no outro dia. "Esses pequenos detalhes negam, mas não sei
dizer. Não acho nada impossível, João é imprevisível."
Watching Colonel Gaddafi’s public statements over the past two weeks, especially his long rants comparing his political role with that of Queen Elizabeth II and his TV interview claiming that all Libyans love him except those given hallucinogenic drugs by al Qaeda, one might be forgiven for assuming that the looming prospect of death or exile has sent him mad. Comparisons with Bruno Ganz’s superb portrayal of Adolf Hitler in the movie Downfall, as the Red army closes in on the Fuhrerbunker in April 1945, are unavoidable. Yet in fact utter irrationality has long been the leitmotif of Gaddafi’s thought
After resigning the premiership of Libya in 1972, and taking on the catchy official title of “Brotherly Leader and Guide of the First of September Great Revolution of the Socialist People's Libyan Arab Jamahiriya,” Gaddafi wrote The Green Book
Atraiu-me o título: "Nova alvorada". Estava certo de que tratava da alvorada democrática que se esboça em países árabes. Baita engano. A capa é para explicar "como o Oriente Médio está conduzindo o mundo para fora da recessão". Nem o governo Lula era tão ufanista.
Há também um texto sobre o Egito. Sobre a crise? Nada. É sobre as riquezas não exploradas.
O mais inacreditável é um "slash" no alto da capa: trata de como "a primeira-dama de um país norte-africano está mostrando o caminho com os direitos da mulher". Nome da primeira-dama: Leila Ben Ali, mulher do presidente deposto da Tunísia, atingido pela corrupção desenfreada liderada pela família de Leila.
A revista é um retrato acabado da desconexão entre o mundo de negócios, ao qual obviamente ela se dirige, e a rua.
Cientistas revelam a mecânica por trás da teia de aranha
Um arranjo serial das subunidades cristalinas e amorfas em discos superou um arranjo aleatório ou paralelo, sugerindo um novo modelo estrutural para a teia"